{"id":9682,"date":"2022-06-09T19:55:07","date_gmt":"2022-06-09T19:55:07","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=9682"},"modified":"2022-06-09T19:57:11","modified_gmt":"2022-06-09T19:57:11","slug":"09-06-2022","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2022\/06\/09\/09-06-2022\/","title":{"rendered":"09\/06\/2022"},"content":{"rendered":"<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<figure class=\"wp-block-image\" style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 09 de junho de 2022&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 16 - N\u00b0 3.679<\/p>\n<hr>\n<div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><b>IBGE: Evolu\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os do leite cru pago trimestral - 2017 a 2022<br \/>\n<\/b>&nbsp;<br \/>\nSegundo dados do Centro de Estudos Avan\u00e7ados em Economia Aplicada (Cepea), o pre\u00e7o l\u00edquido m\u00e9dio do litro de leite pago ao produtor no 1\u00ba trimestre de 2022 foi de R$ 2,15, valor 8,3% acima do praticado no trimestre equivalente do ano anterior. Em compara\u00e7\u00e3o ao pre\u00e7o m\u00e9dio auferido no 4\u00b0 trimestre de 2021, houve decr\u00e9scimo de 2,6%. (Gr\u00e1fico I).<br data-cke-eol=\"1\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/ksaF94ABF0132\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/ksaF94ABF0132\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/aIIf8dABF0179\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/aIIf8dABF0179\"><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><a href=\"https:\/\/www.ibge.gov.br\/estatisticas\/economicas\/agricultura-e-pecuaria\/32982-preco-do-leite-cru-pago-ao-produtor-3leite.html?t=resultados\" data-cke-saved-href=\"https:\/\/www.ibge.gov.br\/estatisticas\/economicas\/agricultura-e-pecuaria\/32982-preco-do-leite-cru-pago-ao-produtor-3leite.html?t=resultados\">Acesse as tabelas na \u00edntegra clicando aqui.&nbsp;<br \/>\n<\/a><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Fonte: IBGE<\/div>\n<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<hr>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><b>Comiss\u00e3o da Agricultura vai discutir rotulagem de alimentos plant-based<br \/>\n<\/b>&nbsp;<br \/>\nData e hora da audi\u00eancia p\u00fablica ainda ser\u00e3o definidas<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nA Comiss\u00e3o de Agricultura, Pecu\u00e1ria, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) da C\u00e2mara dos Deputados aprovou hoje o Requerimento 39\/2022, que solicita a realiza\u00e7\u00e3o de audi\u00eancia p\u00fablica para discutir a rotulagem de produtos aliment\u00edcios de origem vegetal que imitam produtos de origem animal.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nSegundo o deputado Jer\u00f4nimo Goergen (PP\/RS), autor do requerimento, o objetivo \u00e9 provocar o debate sobre a legalidade ou n\u00e3o de uso do termo \u201ccarne\u201d nos r\u00f3tulos aliment\u00edcios de origem vegetal. O parlamentar entende que \u00e9 preciso informar e orientar os consumidores sobre a real composi\u00e7\u00e3o expressa nas embalagens desses produtos. \u201cEm minha opini\u00e3o, n\u00e3o se pode permitir a utiliza\u00e7\u00e3o de express\u00f5es que tenham por objetivo enganar o consumidor final\u201d, escreveu, em nota \u00e0 imprensa.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nO deputado lembra que algumas empresas de produtos plant-based usam a palavra \u201ccarne\u201d em suas embalagens e campanhas publicit\u00e1rias. \u201cAcredito que \u00e9 mesma situa\u00e7\u00e3o do hamb\u00farguer de picanha que n\u00e3o tem picanha e o hamb\u00farguer de costela que n\u00e3o cont\u00e9m costela, situa\u00e7\u00f5es que levaram duas redes de fast-food a se explicar aos consumidores\u201d, afirmou. A data e a hora da audi\u00eancia p\u00fablica ainda ser\u00e3o definidas pela secretaria da Comiss\u00e3o de Agricultura.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nGoergen tamb\u00e9m \u00e9 autor do Projeto de Lei 5499\/2020, que trata da inspe\u00e7\u00e3o industrial e sanit\u00e1ria dos produtos de origem animal e sugere proibir a utiliza\u00e7\u00e3o da palavra \u201ccarne\u201d e de seus sin\u00f4nimos para anunciar ou comercializar alimentos que n\u00e3o contenham, em sua composi\u00e7\u00e3o, propor\u00e7\u00e3o m\u00ednima de tecidos comest\u00edveis de esp\u00e9cies de a\u00e7ougue, nos termos do regulamento. A proposta altera a Lei n\u00ba 1.283, de 18 de dezembro de 1950.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nH\u00e1 dois dias, o diretor do Departamento de Inspe\u00e7\u00e3o de Produtos de Origem Vegetal (Dipov) da Secretaria de Defesa Agropecu\u00e1ria, Glauco Bertoldo, afirmou em evento que o Minist\u00e9rio da Agricultura Agricultura pretende regulamentar a rotulagem de produtos plant-based e processados de origem vegetal.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nEm 2021, o minist\u00e9rio abriu uma consulta p\u00fablica sobre o tema e, segundo Bartoldo, das pessoas que responderam aos question\u00e1rios, a maioria quer informa\u00e7\u00f5es claras nos r\u00f3tulos para saber o que exatamente elas est\u00e3o comendo. H\u00e1 uma consulta espec\u00edfica sobre bebidas vegetais ainda aberta. (Valor Econ\u00f4mico)<b>Senadores debatem Autocontrole em audi\u00eancia p\u00fablica de 4 horas de dura\u00e7\u00e3o<\/b><i>Perguntas feitas por diversos segmentos da sociedade foram esclarecidas por t\u00e9cnicos e senadores<\/i><\/p>\n<p>A Comiss\u00e3o de Agricultura (CRA) do Senado Federal discutiu em Audi\u00eancia P\u00fablica, nesta quarta-feira (08), proposta que trata da fiscaliza\u00e7\u00e3o agropecu\u00e1ria por autocontrole. O texto prev\u00ea a revis\u00e3o das leis de defesa do setor agropecu\u00e1rio e permite que as empresas criem os pr\u00f3prios programas, com responsabiliza\u00e7\u00e3o pelo cumprimento das normas determinadas pelo Estado nas atividades agropecu\u00e1rias.&nbsp;<\/p>\n<p>Ao longo dos \u00faltimos meses, parlamentares envolvidos com o texto justificam o projeto em quest\u00e3o como uma moderniza\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria, visto que, num cen\u00e1rio em que o agroneg\u00f3cio brasileiro se expandiu vertiginosamente nas \u00faltimas quatro d\u00e9cadas, torna-se necess\u00e1rio que os setores p\u00fablico e privado se reestruturem para atender \u00e0s novas demandas apresentadas pela sociedade.&nbsp;<\/p>\n<p>O presidente da CRA, senador Acir Gurgacz (PDT-RO), entende que o projeto de lei atende a necessidade de dar ainda&nbsp; mais seguran\u00e7a e qualidade alimentar para o consumidor. Al\u00e9m disso, o parlamentar afirma que a revis\u00e3o das leis de defesa agropecu\u00e1ria permitir\u00e3o \u00e0s empresas uma participa\u00e7\u00e3o mais efetiva nos mecanismos de controle e completo aperfei\u00e7oamento do sistema.<\/p>\n<p>\u201cAdotar procedimentos mais modernos \u00e9 garantir agilidade para a agroind\u00fastria. Sempre cobramos o fortalecimento das empresas e do quadro de fiscais porque todos devem ser valorizados e respeitados, mas igualmente, defendemos mais controle, agilidade e menos custos no controle dos alimentos, e \u00e9 isso que o Autocontrole traz\u201d, explicou Acir.<\/p>\n<p>O senador Luis Carlos Heinze, relator do projeto, destacou que \u201cn\u00e3o \u00e9 a inven\u00e7\u00e3o da roda\u201d, mas sim um avan\u00e7o que j\u00e1 ocorre mundo afora. \u201cA Europa, Estados Unidos, Austr\u00e1lia e Nova Zel\u00e2ndia j\u00e1 usam esse sistema. N\u00e3o podemos ficar para tr\u00e1s e impedir a evolu\u00e7\u00e3o que o pa\u00eds precisa. Temos leis dos anos 1940 que precisam ser revistas. O Autocontrole vai destravar o processo produtivo e n\u00e3o prejudicar\u00e1 a carreira do fiscal ou do auditor\u201d, garantiu.<\/p>\n<p>A comiss\u00e3o do Senado contou tamb\u00e9m com a presen\u00e7a da deputada federal e ex-ministra da Agricultura, Tereza Cristina (PP-MS). A parlamentar destacou que o tema vem sendo discutido h\u00e1 algum tempo, tanto pela classe empresarial, quanto pelo Minist\u00e9rio da Agricultura (MAPA). Para ela, n\u00e3o existe o n\u00famero necess\u00e1rio de fiscais para o atual modelo.<\/p>\n<p>\u201cOs fiscais fazem tudo com excel\u00eancia, mas \u00e9 necess\u00e1rio avan\u00e7ar pelo tamanho que o setor ficou. Nos transformamos na maior pot\u00eancia agro do mundo e isso pede mudan\u00e7as em nossas legisla\u00e7\u00f5es que comportem essa crescente. Vamos dar a modernidade que \u00e9 pedida e continuaremos seguindo os protocolos internacionais\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>&nbsp;<br \/>\nPara o representante do Minist\u00e9rio da Agricultura, Jos\u00e9 Guilherme Leal, com a aprova\u00e7\u00e3o do Projeto de Lei, as auditorias ser\u00e3o ainda mais eficientes, o que dar\u00e1 ainda mais garantias ao consumidor. Na vis\u00e3o dele, o aperfei\u00e7oamento do Autocontrole vai trazer melhorias nas inspe\u00e7\u00f5es em todo o pa\u00eds. \u201cMuita coisa precisa ser ajustada e o projeto \u00e9 o in\u00edcio dessa retomada. Isso se chama evolu\u00e7\u00e3o. Precisamos andar para frente e continuar sendo uma refer\u00eancia mundial, com ainda mais rigidez nas nossas fiscaliza\u00e7\u00f5es\u201d, disse.<\/p>\n<p>Jos\u00e9lio Andrade, presidente da Academia Brasileira de Medicina Veterin\u00e1ria (Abramvet), ressaltou o car\u00e1ter did\u00e1tico da Audi\u00eancia P\u00fablica desta quarta-feira. Segundo ele, \u201cesperava ser mais um dia de apresenta\u00e7\u00f5es e poucos esclarecimentos. O que vi aqui foi um debate em alto n\u00edvel para o bem do Brasil. Quatro horas de falas importantes de diversos atores que entendem da mat\u00e9ria e souberam dar o encaminhamento que o tema precisa\u201d, concluiu.<\/p>\n<p>A mesma sensa\u00e7\u00e3o de convencimento partiu do presidente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Prote\u00edna Animal (ABPA), Ricardo Santin. De acordo com ele, a audi\u00eancia rompeu barreiras que ainda estavam no caminho e resolveu d\u00favidas do setor. \u201cN\u00f3s queremos continuar produzindo alimentos de qualidade e precisamos dar instrumentos para que os auditores e empresas evoluam. A mudan\u00e7a \u00e9 necess\u00e1ria, pois o mundo precisa da nossa sustentabilidade e seguran\u00e7a alimentar. O debate foi primordial para elucidar essas quest\u00f5es\u201d, finalizou. (FPA)<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><i style=\"font-size: 1rem;\"><b>Jogo R\u00e1pido&nbsp;<\/b><\/i><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><i><b>AUDITORES: Fiscais param por 48 horas<br \/>\n<\/b>Os auditores fiscais federais agropecu\u00e1rios ir\u00e3o parar por 48 horas a partir da pr\u00f3xima ter\u00e7a-feira. A decis\u00e3o foi tomada ontem na assembleia geral nacional extraordin\u00e1ria da categoria. A greve tem como pauta a reestrutura\u00e7\u00e3o da carreira, a n\u00e3o aprova\u00e7\u00e3o do PL do Autocontrole, e a realiza\u00e7\u00e3o de concurso p\u00fablico. Na vota\u00e7\u00e3o, tamb\u00e9m foi decidido pela manuten\u00e7\u00e3o do indicativo de greve pelos fiscais. (Correio do Povo)<\/i><\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 09 de junho de 2022&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 16 - N\u00b0 3.679 IBGE: Evolu\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os do leite cru pago trimestral - 2017 a 2022 &nbsp; Segundo <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2022\/06\/09\/09-06-2022\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"09\/06\/2022\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-9682","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9682","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9682"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9682\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9687,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9682\/revisions\/9687"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9682"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9682"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9682"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}