{"id":9629,"date":"2022-06-02T20:10:45","date_gmt":"2022-06-02T20:10:45","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=9629"},"modified":"2022-06-02T20:13:29","modified_gmt":"2022-06-02T20:13:29","slug":"02-06-2022","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2022\/06\/02\/02-06-2022\/","title":{"rendered":"02\/06\/2022"},"content":{"rendered":"<figure class=\"wp-block-image\" style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/figure>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><!-- \/wp:post-content -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph --><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 02 de junho de 2022&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 16 - N\u00b0 3.674<\/p>\r\n<hr>\r\n<div style=\"text-align: justify;\"><b>A import\u00e2ncia do leite e derivados na tecnologia de desenvolvimento do Brasil<br><\/b>&nbsp;<br>\u00c9 fato que a implementa\u00e7\u00e3o de tecnologias permite que boa parte dos processos industriais sejam realizados com maior rapidez e efici\u00eancia, aumentando a produtividade da ind\u00fastria. No setor l\u00e1cteo brasileiro isso n\u00e3o \u00e9 diferente, tendo a aplica\u00e7\u00e3o de tecnologias evolu\u00eddo notoriamente ao longo das d\u00e9cadas.<br>&nbsp;<br>A origem do leite para consumo humano no Brasil est\u00e1 relacionada com a introdu\u00e7\u00e3o do gado europeu em 1532, na Capitania de S\u00e3o Vicente\/SP, durante o per\u00edodo colonial. No entanto, at\u00e9 meados do s\u00e9culo XX, o consumo de leite teve car\u00e1ter secund\u00e1rio devido \u00e0 pequena oferta. Nesse per\u00edodo, o leite consumido n\u00e3o possu\u00eda nenhum tratamento e podia ser ve\u00edculo de doen\u00e7as para a popula\u00e7\u00e3o.<br>&nbsp;<br>A pasteuriza\u00e7\u00e3o, inven\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica industrial de Louis Pasteur em 1864, foi um grande avan\u00e7o para a industrializa\u00e7\u00e3o e conserva\u00e7\u00e3o dos alimentos, possibilitando a comercializa\u00e7\u00e3o segura do leite e maior tempo de conserva\u00e7\u00e3o. Mais tarde, em 1952, Get\u00falio Vargas assinaria o decreto que aprovava o Regulamento de Inspe\u00e7\u00e3o Industrial e Sanit\u00e1ria de Produtos de Origem Animal (Riispoa), tornando obrigat\u00f3ria a pasteuriza\u00e7\u00e3o do leite (Camoleze, 2019).<br>&nbsp;<br>A primeira ind\u00fastria de latic\u00ednios no Brasil surgiu em 1888, em Barbacena\/MG. A F\u00e1brica de Latic\u00ednios Mantiqueira foi pioneira no Brasil e na Am\u00e9rica do Sul na fabrica\u00e7\u00e3o de queijos e manteiga, com importa\u00e7\u00e3o de maquin\u00e1rios e tecnologia holandesa. Ap\u00f3s essa iniciativa, tecnologias europeias e americanas foram trazidas por empresas multinacionais que se instalaram no pa\u00eds por meio da implanta\u00e7\u00e3o do Parque Industrial de Latic\u00ednios do Brasil.<br>&nbsp;<br>Entre estas, estava a Nestl\u00e9 S\/A, inaugurada na cidade de Araras\/SP em 1921, sendo a primeira empresa a produzir leite condensado no pa\u00eds. Em 1946, na cidade de S\u00e3o Gon\u00e7alo\/RJ, fundou-se a Cooperativa de Produtores de Leite-CCPL, que foi a pioneira na produ\u00e7\u00e3o do leite UHT no Brasil, na d\u00e9cada de 1970 (Camoleze, 2019). Entre os anos 1990 e 2000, houve significativa expans\u00e3o da mecaniza\u00e7\u00e3o no setor agropecu\u00e1rio, incluindo o setor produtivo de leite, sendo a ado\u00e7\u00e3o de tecnologias respons\u00e1vel por 68% do aumento da produ\u00e7\u00e3o nacional entre 1996 e 2006 (IBGE, 2006).<br>&nbsp;<br>A constante ado\u00e7\u00e3o de tecnologias pelo setor l\u00e1cteo favoreceu a participa\u00e7\u00e3o do Brasil entre os pa\u00edses exportadores de produtos l\u00e1cteos, como queijos, leite em p\u00f3 e manteiga, apesar de ainda ser apenas o 12\u00b0 maior exportador de l\u00e1cteos no ranking mundial (EMBRAPA, 2021).<br>&nbsp;<br>Recentemente, com o surgimento do conceito da ind\u00fastria 4.0, espera-se que as ind\u00fastrias de latic\u00ednios invistam cada vez mais em tecnologias, pois sabe-se que, atualmente, a efici\u00eancia da ind\u00fastria est\u00e1 inteiramente ligada a maquin\u00e1rios modernos e \u00e0 pr\u00e1tica de tomada de decis\u00f5es com base em dados.<br>&nbsp;<br>O uso da tecnologia na ind\u00fastria l\u00e1ctea \u00e9 essencial por permitir acompanhar todas as etapas da cadeia de produ\u00e7\u00e3o com precis\u00e3o, garantindo produtos seguros e de alta qualidade ao consumidor. Portanto, a ind\u00fastria 4.0 tem vindo para somar no setor l\u00e1cteo brasileiro e, claro, para dar continuidade \u00e0 contribui\u00e7\u00e3o deste t\u00e3o importante setor para o desenvolvimento tecnol\u00f3gico do pa\u00eds. (Fonte: Milkpoint)<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<hr>\r\n<div style=\"text-align: justify;\"><b>Brasil lidera avan\u00e7o da produtividade agr\u00edcola<br><\/b>&nbsp;<br><i>\u00c9 o que aponta estudo que ser\u00e1 divulgado nesta quinta pelo Ipea; de 2000 a 2019, \u00cdndia ficou em segundo<br><\/i>&nbsp;<br>Mesmo que a um ritmo menor do que gostariam as cadeias produtivas do agroneg\u00f3cio no pa\u00eds, os avan\u00e7os observados sobretudo nas \u00e1reas de pesquisa e financiamento nas \u00faltimas d\u00e9cadas permitiram que o Brasil ampliasse a oferta de alimentos e se tornasse um dos maiores exportadores do setor no mundo. E n\u00e3o apenas com a expans\u00e3o das \u00e1reas de plantio, mas tamb\u00e9m com ganhos expressivos de produtividade.<br>&nbsp;<br>O estudo \u201cProdutividade total dos fatores na agricultura: Brasil e pa\u00edses selecionados\u201d, assinado por Jos\u00e9 Garcia Gasques, coordenador-geral de Pol\u00edticas e Informa\u00e7\u00f5es do Minist\u00e9rio da Agricultura, e Jos\u00e9 Eust\u00e1quio Ribeiro Vieira Filho, pesquisador do Instituto de Pesquisa Econ\u00f4mica Aplicada (Ipea) e professor do Ibmec e da Universidade Federal de Vi\u00e7osa (UFV), mostra que, em um grupo de 13 dos mais importantes pa\u00edses agr\u00edcolas do mundo, nenhum cresceu mais que o Brasil em produtividade agr\u00edcola a partir de 2000.<br>&nbsp;<br>De 2000 a 2020, a produtividade total dos fatores (PTF), que mede a diferen\u00e7a entre o crescimento do produto e dos insumos, registrou alta de 3,18% ao ano no pa\u00eds. Apenas um pouco abaixo da m\u00e9dia registrada entre 1975 e 2020 (3,79%) - intervalo maior que inclui o in\u00edcio da conquista do Cerrado e no qual a produ\u00e7\u00e3o brasileira de gr\u00e3os multiplicou-se por quatro (alta de 3,79% ao ano) -, e acima de \u201cconcorrentes\u201d como \u00cdndia (2,93%), China (2,03%), Chile (1,82%), Canad\u00e1 (1,8%), EUA (0,5%), Austr\u00e1lia (0,47%) e Argentina (0,05%). Os dados desses pa\u00edses s\u00e3o de 2000 a 2019, quando o aumento m\u00e9dio global foi de 1,66% ao ano.<br>&nbsp;<br>Eles lembram que o fator terra continuou em expans\u00e3o depois de 2020 no Brasil, principalmente com a consolida\u00e7\u00e3o de novas \u00e1reas de produ\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os no \u201cMatopiba\u201d - conflu\u00eancia entre Maranh\u00e3o, Tocantins, Piau\u00ed e Bahia -, mas que a maior parte dos ganhos de produtividade observados veio de uma din\u00e2mica tecnol\u00f3gica mais intensa, com mais capital e menos trabalho.<br>&nbsp;<br>\u201cO aumento da produtividade agr\u00edcola permitiu a expans\u00e3o da oferta em n\u00edvel maior do que o crescimento da demanda, o que reduziu o pre\u00e7o da cesta b\u00e1sica\u201d, escreveram os autores do estudo, sem esquecer da forte alta registrada desde o ano passado, nos mercados dom\u00e9stico e internacional.<br>Infla\u00e7\u00e3o dos alimentos<br>&nbsp;<br>\u201cRecentemente, a infla\u00e7\u00e3o de alimentos vem trazendo preocupa\u00e7\u00f5es, mas esse aumento dos pre\u00e7os est\u00e1 relacionado a fatores externos (reabertura das economias p\u00f3s-pandemia, pre\u00e7o elevado do petr\u00f3leo, conflito R\u00fassia e Ucr\u00e2nia, bem como escassez de insumos importados da China) e internos (problemas clim\u00e1ticos, incerteza pol\u00edtica e aumento dos gastos p\u00fablicos). Contudo, manter o crescimento da produtividade \u00e9 essencial para evitar o desabastecimento interno e contribuir, no m\u00e9dio e longo prazos, com o controle inflacion\u00e1rio\u201d, dizem Gasques e Jos\u00e9 Eust\u00e1quio.<br>&nbsp;<br>Entre 2000 e 2020, mostra o estudo que ser\u00e1 divulgado nesta quinta-feira pelo Ipea, a taxa m\u00e9dia de crescimento do produto na agricultura brasileira atingiu 3,76% ao ano, enquanto o avan\u00e7o dos insumos foi de 0,56% ao ano. No caso dos insumos, houve incrementos m\u00e9dios de 0,18% em terra e de 1,22% em capital, mas recuo de 0,84% ao ano no fator trabalho.<br>&nbsp;<br>\u201cHouve aumento do cr\u00e9dito de investimento, com a cria\u00e7\u00e3o de linhas de financiamento que atendessem aos diferentes portes produtivos. Pesquisas foram realizadas na tropicaliza\u00e7\u00e3o dos cultivos, na expans\u00e3o do plantio direto, na integra\u00e7\u00e3o produtiva lavoura-pecu\u00e1ria-floresta, assim como na maior mecaniza\u00e7\u00e3o do campo. Esses arranjos trouxeram acentuados ganhos de produtividade na agricultura brasileira\u201d, dizem os autores do trabalho. (Valor Econ\u00f4mico)<br>&nbsp;<br><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/8FO0baABF0440\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/8FO0baABF0440\"><br><br><br><br><br><b>Desemprego recua para 10,5% no trimestre<br><\/b>&nbsp;<br><i>Resultado at\u00e9 abril \u00e9 menor frente aos 11,1% apurados em leitura anterior. Pessoas sem trabalho s\u00e3o 11,3 milh\u00f5es<br><\/i>&nbsp;<br>A taxa de desocupa\u00e7\u00e3o no Brasil ficou em 10,5% no trimestre encerrado em abril, menor \u00edndice para o per\u00edodo, de acordo com os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios Cont\u00ednua (Pnad Cont\u00ednua) divulgados ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). O resultado ficou abaixo da expectativa de 11% estimada por analistas ouvidos pelo Proje\u00e7\u00f5es Broadcast, que estimavam uma taxa entre 10,7% e 11,2%. Em igual per\u00edodo de 2021, a taxa de desemprego medida pela Pnad Cont\u00ednua estava em 14,8%. No trimestre imediatamente anterior, encerrado em mar\u00e7o, o \u00edndice era de 11,1%.&nbsp;<br>&nbsp;<br>O pa\u00eds registrou abertura de 1,083 milh\u00e3o de vagas em um trimestre, e a quantidade de pessoas sem trabalho diminuiu em 700 mil de uma leitura a outra. A popula\u00e7\u00e3o ocupada representou um recorde de 96,512 milh\u00f5es de trabalhadores no trimestre fechado em abril, e em um ano mais 9,036 milh\u00f5es de pessoas encontraram uma ocupa\u00e7\u00e3o. O trimestre encerrado em abril tamb\u00e9m mostrou abertura de 690 mil vagas com carteira assinada no setor privado frente ao trimestre encerrado em janeiro. Na compara\u00e7\u00e3o com igual trimestre de 2021, espa\u00e7o de um ano, 3,659 milh\u00f5es de vagas com carteira assinada foram criadas no setor privado. A renda m\u00e9dia real do trabalhador foi apurada em R$ 2.569, o que representa um resultado de queda de 7,9% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo do ano anterior.<br>&nbsp;<br>Quanto aos desalentados, com n\u00fameros que tamb\u00e9m j\u00e1 exibiram recordes, nesta leitura foi apurado um total de 303 mil pessoas a menos em compara\u00e7\u00e3o com o trimestre encerrado em janeiro, um recuo de 6,4%. Em um ano, 1,451 milh\u00e3o de pessoas deixaram a situa\u00e7\u00e3o de desalento, o que significou um decl\u00ednio de 24,6%. A popula\u00e7\u00e3o desalentada \u00e9 definida como aquela que estava fora da for\u00e7a de trabalho por uma das seguintes raz\u00f5es: n\u00e3o conseguia trabalho ou n\u00e3o tinha experi\u00eancia ou era muito jovem ou idosa ou n\u00e3o encontrou trabalho na localidade. E se tivesse conseguido, estaria dispon\u00edvel para assumir a vaga. Os desalentados fazem parte da for\u00e7a de trabalho potencial. (Correio do Povo)<\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">\r\n<div style=\"text-align: justify;\"><hr><\/div>\r\n<p style=\"text-align: center;\"><i style=\"font-size: 1rem;\"><b>Jogo R\u00e1pido&nbsp;<\/b><\/i><\/p>\r\n<\/div>\r\n<div style=\"text-align: center;\"><i><b>PECU\u00c1RIA: Sele\u00e7\u00e3o p\u00fablica inscreve projetos&nbsp;<br><\/b>O Banco Nacional de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social (BNDES), em parceria com Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (Mapa), abre, hoje, um processo de sele\u00e7\u00e3o p\u00fablica para executar estudo voltado \u00e0 cria\u00e7\u00e3o de mecanismos de incentivo para a redu\u00e7\u00e3o das emiss\u00f5es de carbono proveniente da produ\u00e7\u00e3o de carne e de leite bovinos no Brasil. A iniciativa ocorre no \u00e2mbito do Acordo de Coopera\u00e7\u00e3o T\u00e9cnica celebrado entre ambas as autarquias em fevereiro deste ano. De acordo com o cronograma do edital de sele\u00e7\u00e3o p\u00fablica, as empresas e institui\u00e7\u00f5es interessadas em desenvolver o estudo t\u00e9cnico dever\u00e3o submeter propostas at\u00e9 as 14h de 1\u00ba de agosto. O edital completo, assim como as orienta\u00e7\u00f5es para inscri\u00e7\u00e3o e envio de propostas, est\u00e1 dispon\u00edvel em bit.ly\/3zbA7pb.(Correio do Povo)<\/i><\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\"><hr><\/div>\r\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\r\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\r\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\r\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\r\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\r\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\r\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\r\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\r\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\r\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\r\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\r\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\r\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 02 de junho de 2022&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 16 - N\u00b0 3.674 A import\u00e2ncia do leite e derivados na tecnologia de desenvolvimento do Brasil&nbsp;\u00c9 fato que a <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2022\/06\/02\/02-06-2022\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"02\/06\/2022\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-9629","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9629","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9629"}],"version-history":[{"count":8,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9629\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9639,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9629\/revisions\/9639"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9629"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9629"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9629"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}