{"id":948,"date":"2016-02-22T17:05:39","date_gmt":"2016-02-22T17:05:39","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/02\/22\/22-02-2016\/"},"modified":"2016-02-22T17:05:39","modified_gmt":"2016-02-22T17:05:39","slug":"22-02-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/02\/22\/22-02-2016\/","title":{"rendered":"22\/02\/2016"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 22 de fevereiro de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.209<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"text-align: justify;\"><span face=\"tahoma, geneva, sans-serif\" style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><\/span><\/span><\/strong><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"width: 811px; height: 16px; text-align: justify; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>&nbsp;<\/strong><\/span><strong style=\"text-align: justify;\">PIB per capita deve cair at\u00e9 2017, mas menos que nos anos 80<\/strong><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Entre 2014 e 2017, o Brasil poder\u00e1 ter, pela primeira vez na sua hist\u00f3ria, quatro anos seguidos de queda no Produto Interno Bruto (PIB) per capita, mas a retra\u00e7\u00e3o no per\u00edodo ser\u00e1 proporcionalmente menor que nas recess\u00f5es dos anos 80 e 90. Com a queda da taxa de fecundidade, a propor\u00e7\u00e3o \u00e9 mais favor\u00e1vel \u00e0s fam\u00edlias. Al\u00e9m disso, mudan\u00e7as sociais (como o maior emprego das mulheres casadas) e o aumento da rede de prote\u00e7\u00e3o do Estado tendem a atenuar o impacto negativo dessa queda na renda m\u00e9dia da popula\u00e7\u00e3o. Por outro lado, o expressivo ganho de renda dos \u00faltimos anos, amplia a sensa\u00e7\u00e3o de perda da popula\u00e7\u00e3o. Considerando as previs\u00f5es atuais do boletim Focus, do Banco Central, a retra\u00e7\u00e3o acumulada do PIB per capita pode alcan\u00e7ar 11% no per\u00edodo 2014\u00ac2017, enquanto a contra\u00e7\u00e3o do PIB ficar\u00e1 em 7%. Essa situa\u00e7\u00e3o \u00e9 diferente daquela vivida na recess\u00e3o do in\u00edcio dos anos 80, quando o PIB per capita caiu por tr\u00eas anos seguidos, mas somou retra\u00e7\u00e3o de 13%, o dobro da queda do PIB, que foi de 6,4%, embora n\u00e3o tenha sido consecutiva. O menor ritmo de crescimento da popula\u00e7\u00e3o explica por que o recuo do PIB per capita, agora, n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o intenso como foi nos anos 80. Naquela \u00e9poca, a popula\u00e7\u00e3o crescia 2,3 % ao ano. Atualmente, cresce 0,9%. Entre os anos 80 e hoje, o n\u00famero de filhos por mulher caiu de 4,4 para 1,9. Al\u00e9m de encolher em decorr\u00eancia dessa mudan\u00e7a na taxa de fecundidade, as fam\u00edlias est\u00e3o menos dependentes da renda de um s\u00f3 membro. H\u00e1 30 anos, a taxa de participa\u00e7\u00e3o das mulheres casadas no mercado de trabalho era de 20%. Em 2010, j\u00e1 havia chegado a 54%. Embora no conjunto a renda familiar m\u00e9dia possa ficar mais preservada na atual crise, os economistas ponderam que as fam\u00edlias tendem a sentir mais a atual crise tamb\u00e9m em fun\u00e7\u00e3o das mudan\u00e7as dos \u00faltimos anos. Mais cientes dos seus direitos, vindas de um per\u00edodo de infla\u00e7\u00e3o mais controlada e com o poder de consumo ampliado pelo cr\u00e9dito, que agora secou, a sensa\u00e7\u00e3o de perda pode ser maior. Luiz Guilherme Schymura, diretor do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre\u00acFGV), diz que a rede de prote\u00e7\u00e3o hoje \u00e9 maior, o que decorre de programas como Bolsa Fam\u00edlia (criado em 2004), seguro\u00acdesemprego (introduzido em 1986, ampliado e reformulado em 1994) e o sal\u00e1rio m\u00ednimo para idosos (introduzido pela Lei Org\u00e2nica das Assist\u00eancia Social, a Loas, de 1993). \"As fam\u00edlias est\u00e3o mais protegidas\", afirma o economista, ressaltando que, apesar dessa \"defesa\", a expectativa \u00e9 outra.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Nos anos 80 e 90, diz Schymura, o sal\u00e1rio m\u00ednimo funcionava como uma pol\u00edtica de controle da infla\u00e7\u00e3o, e de certa forma a popula\u00e7\u00e3o de baixa renda era mais resignada. Hoje, a popula\u00e7\u00e3o est\u00e1 mais ciente dos seus direitos e vem de uma d\u00e9cada de conquistas sociais e econ\u00f4micas, o que torna a sensa\u00e7\u00e3o de perda de bem\u00acestar muito grande. \"A percep\u00e7\u00e3o \u00e9 muito negativa, e o que move \u00e9 a expectativa\", avalia. Para o pesquisador associado do Ibre, Claudio Considera, a queda do PIB per capita representa uma retra\u00e7\u00e3o da renda m\u00e9dia das fam\u00edlias, mas nessa \"m\u00e9dia\" quem sente mais a perda de bem\u00acestar s\u00e3o as fam\u00edlias pobres. Embora a rede de prote\u00e7\u00e3o social seja maior que nas recess\u00f5es anteriores, as pessoas mais pobres sofrem mais porque n\u00e3o possuem patrim\u00f4nio ou poupan\u00e7a que possam ser gastos nesse momento. Al\u00e9m disso, a sua rede social tamb\u00e9m \u00e9 uma rede de pessoas pobres e tamb\u00e9m menos qualificadas para encontrar novas oportunidades no mercado de trabalho. \"O Brasil \u00e9 um pa\u00eds muito desigual, e a recess\u00e3o torna essa situa\u00e7\u00e3o mais aguda\", diz Considera. O economista F\u00e1bio Silveira, da GO Associados, pondera que a queda da renda m\u00e9dia familiar pode ser menor, mas vai incidir sobre uma renda maior, o que amplia a sensa\u00e7\u00e3o de perda. Entre 2003 e 2014, diz ele, a renda familiar cresceu mais de 60% em termos reais. Esse aumento da renda associado ao cr\u00e9dito ampliou o poder de consumo das fam\u00edlias. \u00c9 como se, na d\u00e9cada de 80, a perda de renda de uma fam\u00edlia de classe m\u00e9dia a impedisse de comer fora em restaurantes durante dois anos. Agora, a crise vai impedi\u00acla de comprar carro e viajar nas f\u00e9rias. No limite, diz, servi\u00e7os que foram incorporados ao dia a dia das fam\u00edlias nos \u00faltimos anos podem ser revistos. \"Todo o colch\u00e3o \u00e9 maior e mais largo, mas isso n\u00e3o significa que ele n\u00e3o vai encolher\", pondera Silveira. Considera concorda. \"A infla\u00e7\u00e3o vai corroer o poder de compra dos benef\u00edcios do Bolsa Fam\u00edlia\", diz ele, acrescentando que, al\u00e9m da perda da renda, o ajuste fiscal em curso reduz o espa\u00e7o para o Estado fazer qualquer tipo de compensa\u00e7\u00e3o. (Valor Econ\u00f4mico)<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1600\" style=\"width: 755px; height: 229px;\" \/><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"text-align: center;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;<\/span><\/strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Corte no or\u00e7amento afetar\u00e1 seguro rural<\/strong><\/p>\n<p> O tamanho da tesourada a ser aplicada sobre os R$ 741 milh\u00f5es destinados \u00e0 subven\u00e7\u00e3o do seguro rural em 2016, diante de novo corte no or\u00e7amento determinado ao Minist\u00e9rio da Agricultura, ser\u00e1 conhecido nesta semana. Secret\u00e1rio de Pol\u00edtica Agr\u00edcola da pasta, Andr\u00e9 Nassar \u00e9 direto ao afirmar que haver\u00e1 impacto.<\/p>\n<p> - O corte geral no minist\u00e9rio foi de 30%. S\u00f3 nesta semana saberemos o quanto vai impactar (o seguro) - afirmou, quando visitou o Estado durante a 26\u00aa Abertura da Colheita do Arroz.<\/p>\n<p> Diante dessa nova realidade, fica cada vez mais complicado atender \u00e0 demanda de fruticultores, em especial os produtores de uva, que tiveram perdas de at\u00e9 65%, para realocar recursos deste ano para cobrir o rombo que ficou da subven\u00e7\u00e3o do seguro rural do ano passado.<\/p>\n<p> - Se formos utilizar de novo o or\u00e7amento para cobrir o ano anterior, continuaremos em uma bola de neve e nunca conseguiremos fazer o seguro chegar onde se quer - diz Nassar.<\/p>\n<p> Em 2015, o governo usou parte do or\u00e7amento para pagar o montante que havia faltado em 2014. O valor considerado ideal para o seguro seria de R$ 1 bilh\u00e3o, segundo o secret\u00e1rio de Pol\u00edtica Agr\u00edcola. Essa quantia permitiria cobrir 90% do custeio agr\u00edcola.<\/p>\n<p> O \u00fanico alento, \u00e0s v\u00e9speras de mais uma Expodireto-Cotrijal, \u00e9 de que a redu\u00e7\u00e3o no or\u00e7amento n\u00e3o ir\u00e1 afetar o Moderfrota, linha de financiamentos para compra de m\u00e1quinas. Pelo contr\u00e1rio. Nassar afirma que o governo trabalha para ampliar o R$ 1,5 bilh\u00e3o dispon\u00edvel at\u00e9 junho. O pedido, sustentando pelo presidente da Expodireto-Cotrijal, Nei C\u00e9sar M\u00e2nica, era para mais R$ 2,5 bilh\u00f5es para a safra 2016\/2017.<\/p>\n<p> A ideia, no entanto, afirma o secret\u00e1rio, \u00e9 ter recursos adicionais ainda para o primeiro semestre. A prerrogativa de anunciar a cifra caber\u00e1 \u00e0 ministra K\u00e1tia Abreu, que confirmou presen\u00e7a na feira em N\u00e3o-Me-Toque. Quem sabe vir\u00e3o de l\u00e1, enfim, boas not\u00edcias. (Zero Hora)<\/p>\n<p> <strong>Desemprego sobe para 9% no trimestre at\u00e9 novembro, o maior desde 2012<\/strong><\/p>\n<p> A taxa de desemprego aumentou para 9% no trimestre encerrado em novembro de 2015, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios (Pnad) Cont\u00ednua, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). \u00c9 a maior taxa desde o in\u00edcio da pesquisa, iniciada em 2012. No mesmo per\u00edodo em 2014, o desemprego atingia 6,5% da popula\u00e7\u00e3o economicamente ativa do pa\u00eds. No trimestre encerrado em agosto, a taxa era de 8,7%. A popula\u00e7\u00e3o desocupada, de 9,1 milh\u00f5es de pessoas, cresceu 41,5% (mais 2,7 milh\u00f5es de pessoas) no confronto com igual trimestre de 2014, e aumentou 3,7% (323 mil pessoas) em rela\u00e7\u00e3o ao trimestre de agosto. \u00c9 o maior n\u00famero de desempregados de toda a s\u00e9rie da Pnad Cont\u00ednua.<\/p>\n<p> J\u00e1 a popula\u00e7\u00e3o ocupada, de 92,2 milh\u00f5es de pessoas, \u00e9 0,6% menor que a do mesmo per\u00edodo em 2014, de 92,7 milh\u00f5es de pessoas. No trimestre encerrado em agosto, 92,3 milh\u00f5es estavam empregados. A chamada popula\u00e7\u00e3o fora da for\u00e7a de trabalho diminuiu em 200 mil pessoas, para 63,5 milh\u00f5es na compara\u00e7\u00e3o com 2014, e ficou est\u00e1vel ante o trimestre anterior. A Pnad Cont\u00ednua verifica o desemprego em todas as regi\u00f5es do pa\u00eds.&nbsp;<\/p>\n<p> <span style=\"text-decoration: underline;\">Menos estabilidade<\/span><br \/> Ao todo, 1,114 milh\u00e3o de pessoas perderam o emprego com carteira assinada no trimestre encerrado em novembro do ano passado, ante igual per\u00edodo de 2014. O n\u00famero representa uma queda de 3,1% nesse contingente. Ainda segundo a Pnad Cont\u00ednua, houve queda tamb\u00e9m no emprego sem carteira no setor privado. Em um ano, o recuo foi de 3,5%, o que representou uma perda de 364 mil vagas nessa posi\u00e7\u00e3o na ocupa\u00e7\u00e3o. Por outro lado, tipos de trabalho com menor estabilidade ganharam for\u00e7a. Mais de 969 mil pessoas come\u00e7aram a trabalhar por conta pr\u00f3pria - alta de 4,5% na compara\u00e7\u00e3o com o trimestre encerrado em novembro de 2014. J\u00e1 o n\u00famero de empregadores, aquele que oferece pelo menos uma vaga em seu neg\u00f3cio, subiu 3,3%, ou 127 mil pessoas nesse grupo em um ano.&nbsp;<\/p>\n<p> O trabalho dom\u00e9stico tamb\u00e9m cresceu e refor\u00e7a o cen\u00e1rio de deteriora\u00e7\u00e3o do mercado de trabalho. Ao todo, 228 mil pessoas entraram para essa atividade, o que representa uma alta de 3,8% ante novembro de 2014. Ind\u00fastria demite mais O setor industrial foi o que mais demitiu no trimestre encerrado em novembro. O emprego no setor caiu 6,1%, ante igual per\u00edodo de 2014, o que representa o fechamento de 821 mil postos de trabalho. Outro destaque negativo foi o grupo que inclui, entre outros, atividades financeiras e imobili\u00e1rias: 668 mil vagas foram fechadas nesses 12 meses, queda de 6,3%. O setor da agropecu\u00e1ria fechou 179 mil vagas, baixa de 1,9%. Ainda no lado negativo, 140 mil pessoas perderam emprego no segmento \"outros servi\u00e7os\", o que representa uma queda de 3,3%, na compara\u00e7\u00e3o com o trimestre encerrado em novembro do ano passado. J\u00e1 a constru\u00e7\u00e3o se manteve praticamente est\u00e1vel. Ao todo, foram criados 12 mil empregos no setor, o que significa uma alta de 0,2% na mesma base de compara\u00e7\u00e3o. Na compara\u00e7\u00e3o com o trimestre anterior, encerrado em agosto, houve aumento de 6,1% no n\u00famero de ocupados no setor, ou 446 mil empregos a mais, o melhor resultado entre os setores nesse tipo de confronto. Entre os destaques positivos est\u00e1 a cria\u00e7\u00e3o de 219 mil ocupa\u00e7\u00f5es no com\u00e9rcio. Ante o trimestre encerrado em novembro de 2014, houve crescimento de 1,3%.&nbsp;<\/p>\n<p> Outros setores que tamb\u00e9m contrataram nesse mesmo per\u00edodo de compara\u00e7\u00e3o: alojamento e alimenta\u00e7\u00e3o, com 209 mil novas vagas (+4,9%)\u037e transporte, armazenagem e correio, com mais 193 mil ocupa\u00e7\u00f5es (+4,6%)\u037e o grupo que inclui administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica, defesa, seguridade social, educa\u00e7\u00e3o, sa\u00fade humana e servi\u00e7os sociais \u00ac que contratou 332 mil trabalhadores (+2,2%).&nbsp;<\/p>\n<p> <span style=\"text-decoration: underline;\">Renda<\/span><br \/> Quanto \u00e0 renda, o rendimento m\u00e9dio real habitualmente recebido em todos os trabalhos (R$ 1.899) caiu 1,3% ante o mesmo per\u00edodo em 2014, quando era de R$ 1.923, e recuou 0,7% ante o trimestre anterior, quando era de R$ 1,923. A massa de rendimento real habitualmente recebida em todos os trabalhos para o trimestre encerrado em novembro (R$ 169,9 bilh\u00f5es) caiu 1,7% ante os R$ 172,8 bilh\u00f5es do mesmo per\u00edodo em 2014, e recuou 0,6% ante os R$ 171 bilh\u00f5es do trimestre anterior. (Valor Econ\u00f4mico)<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1601\" style=\"width: 574px; height: 385px;\" \/><\/p>\n<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><em><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/em><\/div>\n<div><em><span style=\"text-align: justify;\">Argentina&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">A balan\u00e7a comercial da Argentina fechou 2015 com d\u00e9ficit de US$ 3,035 bilh\u00f5es e reverteu a tend\u00eancia positiva dos anos anteriores - informou nesta quinta-feira o instituto oficial de estat\u00edsticas Indec. O total exportado bateu US$ 56,752 bilh\u00f5es, enquanto as importa\u00e7\u00f5es registraram US$ 59,787 bilh\u00f5es, de acordo com o Indec. Em 2014, o saldo favor\u00e1vel no com\u00e9rcio chegou a US$ 3,1 bilh\u00f5es. O melhor ciclo dos \u00faltimos cinco anos foi em 2012, com super\u00e1vit de US$ 12 bilh\u00f5es. (Ag\u00eancia IN)<\/span><\/em><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><em><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/em><\/div>\n<div><span style=\"line-height: 24px;\"><\/span><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Porto Alegre, 22 de fevereiro de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.209 &nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;PIB per capita deve cair at\u00e9 2017, mas menos que nos anos 80 Entre 2014 e 2017, o <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/02\/22\/22-02-2016\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"22\/02\/2016\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-948","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/948","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=948"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/948\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=948"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=948"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=948"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}