{"id":937,"date":"2016-02-11T17:55:27","date_gmt":"2016-02-11T17:55:27","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/02\/11\/11-02-2016\/"},"modified":"2016-02-11T17:55:27","modified_gmt":"2016-02-11T17:55:27","slug":"11-02-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/02\/11\/11-02-2016\/","title":{"rendered":"11\/02\/2016"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p> <title><\/title> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 11 de fevereiro de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.202<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"text-align: justify;\"><span face=\"tahoma, geneva, sans-serif\" style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><\/span><\/span><\/strong><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"width: 811px; height: 16px; text-align: justify; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;<strong>Sindilat debate sugest\u00f5es para regulamenta\u00e7\u00e3o da Lei do Leite<\/strong><\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Latic\u00ednios associados ao Sindilat reuniram-se na tarde desta quinta-feira (11\/02) com representares da Secretaria da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Irriga\u00e7\u00e3o (Seapi) para apresentar as primeiras sugest\u00f5es \u00e0 regulamenta\u00e7\u00e3o da Lei 14.835, de 6 de janeiro de 2016, a chamada Lei do Leite. \"O objetivo desse encontro foi debater a regulamenta\u00e7\u00e3o para que a lei contribua na garantia de qualidade da mat\u00e9ria-prima processada pelas ind\u00fastrias\", destacou o presidente do Sindilat, Alexandre Guerra.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Um dos pontos em debate foi a import\u00e2ncia de a Secretaria da Agricultura manter um Cadastro de Produtores atualizado sobre a situa\u00e7\u00e3o sanit\u00e1ria das propriedades, e que ele esteja dispon\u00edvel \u00e0s empresas. \"\u00c9 uma ferramenta para que a ind\u00fastria possa ter a informa\u00e7\u00e3o sobre o status dos rebanhos. Afinal, as empresas ser\u00e3o responsabilizadas pelo leite captado\", pontuou Guerra. &nbsp;O assessor t\u00e9cnico da Seapi Fernando Groff explicou que uma das ideias \u00e9 fornecer acesso \u00e0s empresas ao sistema da Seapi via internet para consultar a situa\u00e7\u00e3o sanit\u00e1ria dos produtores.&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Na ocasi\u00e3o, as ind\u00fastrias ainda debateram a import\u00e2ncia de viabilizar o transvase de leite de maneia segura no Rio Grande do Sul, como prev\u00ea o artigo 16. O processo, que consiste no transporte de dois tanques por um \u00fanico caminh\u00e3o, reduz custos e otimiza a coleta, mas ainda tem uso restrito. O Sindilat comprometeu-se a realizar pesquisa sobre o tema. \"O sindicato far\u00e1 um estudo junto a institui\u00e7\u00f5es competentes e levar\u00e1 \u00e0 an\u00e1lise da Seapi. N\u00e3o deveremos ter tempo para fazer isso na regulamenta\u00e7\u00e3o da Lei do Leite, mas na sequ\u00eancia\", frisou o secret\u00e1rio-executivo do Sindilat, Darlan Palharini. A hip\u00f3tese \u00e9 trabalhar o tema em um novo decreto.&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">As ind\u00fastrias ainda sugeriram que o governo desenvolva uma ferramenta que busque os dados mensais de capta\u00e7\u00e3o de leite de forma autom\u00e1tica, usando o sistema fiscal das notas emitidas pelas empresas na aquisi\u00e7\u00e3o de leite dos produtores. \"Se essas informa\u00e7\u00f5es forem captadas evita-nos muito retrabalho e nos traz agilidade\", completou Guerra.&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Tamb\u00e9m foi debatida a vincula\u00e7\u00e3o entre os latic\u00ednios e os transportadores. Os t\u00e9cnicos da Seapi explicaram que o v\u00ednculo previsto no artigo 9\u00ba da Lei do Leite refere-se a uma rela\u00e7\u00e3o contratual entre produtor, ind\u00fastria e transportador, o que n\u00e3o, necessariamente, se traduz em uma rela\u00e7\u00e3o formal de trabalho. A Seapi ainda informou que deve definir, via Instru\u00e7\u00e3o Normativa (IN), a carga hor\u00e1ria e o modelo de capacita\u00e7\u00e3o de treinamento a ser ministrado aos transportadores cadastrados no sistema.&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Outro ponto importante \u00e9 que o processo de identifica\u00e7\u00e3o e fiscaliza\u00e7\u00e3o dos ve\u00edculos que carregam o leite seja voltado aos tanques e n\u00e3o aos caminh\u00f5es, uma vez que s\u00e3o eles que carregam o produto e precisam de regras espec\u00edficas.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Os debates do Sindilat sobre a Regulamenta\u00e7\u00e3o da Lei do Leite devem seguir nas pr\u00f3ximas semanas. Novos apontamentos ser\u00e3o repassados \u00e0 Seapi na sequ\u00eancia. A Lei do Leite tem 90 dias para ser regulamentada a contar de 6 de janeiro de 2016, podendo ter mais 180 dias para entrar em vigor. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1583\" style=\"width: 500px; height: 375px;\" \/><\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <em><span style=\"text-align: justify;\">Na foto: Reuni\u00e3o de latic\u00ednios com Seapi no Sindilat<\/span><\/em><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Cr\u00e9dito: Carolina Jardine&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> &nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"text-align: center;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;<\/span><\/strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>RS \u00e9 o quarto em ranking de despesas com pessoal<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> A crise nas finan\u00e7as p\u00fablicas do Rio Grande do Sul faz parte do cotidiano da popula\u00e7\u00e3o, mas ganha nova dimens\u00e3o quando comparada com a situa\u00e7\u00e3o de outros Estados. Levantamento do jornal Folha de S.Paulo mostra que o RS est\u00e1 entre as quatro unidades da federa\u00e7\u00e3o com os maiores \u00edndices de gastos com pessoal em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 receita corrente l\u00edquida.<\/p>\n<p> Conforme informado pela colunista de ZH Rosane de Oliveira no dia 2, o RS ultrapassou a barreira dos 49% da receita permitidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) para as despesas com pessoal e est\u00e1 tecnicamente impedido de ampliar seus quadros. O ano fechou em 49,18%. Agora, se sabe que apenas tr\u00eas Estados est\u00e3o em situa\u00e7\u00e3o pior: Rio Grande do Norte, Tocantins e Mato Grosso.<\/p>\n<p> Vigente desde 2000, a LRF estabelece tr\u00eas limites: alerta (44,1%), prudencial (46,55%) e principal (49%). O sinal vermelho se acendeu no RS porque houve uma combina\u00e7\u00e3o de queda de receita com aumento das despesas com a folha de pagamento, consequ\u00eancia do crescimento vegetativo e da entrada em vigor de reajustes aprovados no governo Tarso Genro para pagamento at\u00e9 2018. Aliado a isso, no RS o atraso no pagamento mensal da d\u00edvida com a Uni\u00e3o virou rotina - 227% superior \u00e0 receita corrente l\u00edquida, pior \u00edndice em oito anos.<\/p>\n<p> O levantamento da Folha de S.Paulo mostra que a crise econ\u00f4mica e os desajustes nos or\u00e7amentos fizeram os Estados arrecadarem no ano passado quase R$ 30 bilh\u00f5es a menos do que o esperado e avan\u00e7ar sobre limites de gastos impostos pela LRF.<\/p>\n<p> Pelo pa\u00eds, as perspectivas para o ano s\u00e3o de mais atrasos em pagamentos e nos sal\u00e1rios de servidores. O levantamento aponta que a maioria dos governos obteve menos receitas com tributos e com transfer\u00eancias federais do que o previsto um ano atr\u00e1s.<\/p>\n<p> Problemas financeiros tamb\u00e9m levaram a maioria dos governadores a piorar o comprometimento das finan\u00e7as com pessoal em 2015. Vinte deles ultrapassaram limites estabelecidos pela norma ao longo do ano.<\/p>\n<p> Em S\u00e3o Paulo, o grau de endividamento pulou de 148% da receita corrente l\u00edquida em 2014 para 168%. Em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo ano, apenas tr\u00eas Estados conseguiram ampliar a arrecada\u00e7\u00e3o de tributos, em valores corrigidos pela infla\u00e7\u00e3o. Um deles foi o Paran\u00e1, primeiro a articular um pacote de aumento de impostos neste mandato.<\/p>\n<p> Os demais s\u00e3o o Par\u00e1 e o Maranh\u00e3o. Esse \u00faltimo diz ter revisto benef\u00edcios fiscais concedidos em mandatos anteriores. A Para\u00edba n\u00e3o disponibilizou os dados.<\/p>\n<p> O maior desfalque ocorreu no Rio de Janeiro, que esperava arrecadar com impostos e taxas R$ 43,4 bilh\u00f5es, mas, com as dificuldades do setor do petr\u00f3leo, s\u00f3 conseguiu R$ 29,1 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p> Nos Estados, os quase R$ 30 bilh\u00f5es a menos arrecadados representam queda de 7% em rela\u00e7\u00e3o ao esperado. Nem o tarifa\u00e7o, que elevou h\u00e1 um ano os pre\u00e7os da energia el\u00e9trica e dos combust\u00edveis, evitou a queda.<\/p>\n<p> O secret\u00e1rio da Fazenda de Santa Catarina, Ant\u00f4nio Gavazzoni, diz que o fen\u00f4meno \u00e9 culpa \"exclusivamente\" da situa\u00e7\u00e3o da economia nacional. Em SC, a arrecada\u00e7\u00e3o ficou quase R$ 800 milh\u00f5es abaixo da esperada em 2015 - obteve 94% do previsto.<\/p>\n<p> <span style=\"text-decoration: underline;\">FIM DE PER\u00cdODO DE EXUBER\u00c2NCIA ECON\u00d4MICA<\/span><br \/> A LRF prev\u00ea uma s\u00e9rie de restri\u00e7\u00f5es a quem ultrapassa os limites de comprometimento de receita. No caso dos gastos com pessoal, o Estado fica impedido de fazer contrata\u00e7\u00f5es. Se n\u00e3o houver uma melhora nas contas em oito meses, as transfer\u00eancias federais podem ser cortadas. Novos empr\u00e9stimos tamb\u00e9m s\u00e3o barrados e as contas do Executivo podem ser rejeitadas, o que provoca a inelegibilidade do governador.<\/p>\n<p> O presidente da Associa\u00e7\u00e3o Nacional do Minist\u00e9rio P\u00fablico de Contas, Diogo Ringenberg, diz que a piora nos \u00edndices reflete o fim de um per\u00edodo de \"exuber\u00e2ncia econ\u00f4mica\", em que os Estados se comprometeram descontroladamente com gastos.<\/p>\n<p> - A mudan\u00e7a do vi\u00e9s m\u00e3o aberta para o m\u00e3o fechada \u00e9 muito lenta e h\u00e1 resist\u00eancias gigantescas a ela - disse.<\/p>\n<p> Governos ouvidos pela reportagem afirmam que a previs\u00e3o de arrecada\u00e7\u00e3o para 2015 foi feita quando a situa\u00e7\u00e3o da economia n\u00e3o estava t\u00e3o deteriorada. (Zero Hora)<br \/> &nbsp;<br \/> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1584\" style=\"width: 380px; height: 359px;\" \/><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1585\" style=\"width: 380px; height: 359px;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1586\" style=\"text-align: justify; width: 371px; height: 359px;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> <b>Governo quer idade m\u00ednima na aposentadoria em 2026&nbsp;<\/b><\/p>\n<p> O contingenciamento ao Or\u00e7amento de 2016, cujo decreto ser\u00e1 divulgado amanh\u00e3, deve ficar abaixo de R$ 20 bilh\u00f5es. Na pr\u00f3xima semana, o governo pretende anunciar uma s\u00e9rie de outras medidas fiscais, entre elas o alongamento do prazo de vencimento das d\u00edvidas dos Estados com a Uni\u00e3o, uma proposta de reforma da Previd\u00eancia e uma \"reforma fiscal\" que implicar\u00e1 na cria\u00e7\u00e3o de uma banda de flutua\u00e7\u00e3o para o resultado prim\u00e1rio das contas p\u00fablicas.&nbsp;<\/p>\n<p> Ao contr\u00e1rio de anos anteriores, quando os cortes chegaram a R$ 70 bilh\u00f5es, a redu\u00e7\u00e3o de despesas ser\u00e1 bem menor porque a \u00e1rea econ\u00f4mica alega que o Or\u00e7amento de 2016 j\u00e1 est\u00e1 bastante enxuto e realista. Tamb\u00e9m ficar\u00e1 clara no decreto a enorme dificuldade do governo em cumprir a meta de super\u00e1vit prim\u00e1rio de 0,5% do PIB fixada para este ano. A proposta de reforma da Previd\u00eancia est\u00e1 recebendo os \u00faltimos ajustes. Uma mudan\u00e7a substancial foi discutida ontem: a idade m\u00ednima de 65 anos para homens e mulheres deve entrar em vigor ap\u00f3s 2026, quando encerra a vig\u00eancia da regra atual.&nbsp;<\/p>\n<p> A inten\u00e7\u00e3o do governo \u00e9 fixar prazo de at\u00e9 20 anos para igualar as regras de aposentadoria de trabalhadores urbanos e rurais. O ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, vai apresentar a proposta na reuni\u00e3o do F\u00f3rum da Previd\u00eancia, no dia 17, para abrir a discuss\u00e3o antes de envi\u00e1\u00acla ao Congresso Nacional. No curto prazo, o governo vai alongar, por mais 15 a 20 anos, o prazo para pagamento das d\u00edvidas dos Estados. Esta foi a forma encontrada para socorrer os governadores, que est\u00e3o em grandes dificuldades financeiras. A renegocia\u00e7\u00e3o anterior, fechada em 1997, tinha prazo de 30 anos.&nbsp;<\/p>\n<p> O alongamento deve ter como contrapartida um aperto maior nos gastos com pessoal e a implementa\u00e7\u00e3o da previd\u00eancia complementar. Com as medidas, Barbosa quer recuperar a credibilidade da pol\u00edtica fiscal, arranhada pelos anos de \"contabilidade criativa\" e \"pedaladas\". A flutua\u00e7\u00e3o do resultado prim\u00e1rio dever\u00e1 ser institucionalizada por projeto de lei. A ideia \u00e9 que a meta fiscal varie para baixo quando as receitas frustrarem as expectativas. (Valor Econ\u00f4mico)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>C\u00e2mbio deve manter competitividade de exporta\u00e7\u00f5es, diz Cepea<\/strong><\/p>\n<p> Em termos de pre\u00e7os, no entanto, n\u00e3o se sabe se ainda h\u00e1 espa\u00e7o para mais quedas, \"uma vez que muitos produtos tiveram redu\u00e7\u00f5es bastante significativas em seus pre\u00e7os em d\u00f3lar em 2015\", diz a institui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p> Para os analistas do Cepea, o desempenho efetivo do setor vai depender das condi\u00e7\u00f5es de oferta mundial, do poder aquisitivo de importantes demandantes e da intensidade dos eventos clim\u00e1ticos adversos, que podem comprometer parte da produ\u00e7\u00e3o agropecu\u00e1ria ao longo do ano.<\/p>\n<p> C\u00e1lculos do Cepea mostram que, no acumulado de 2015, o volume exportado pelo agroneg\u00f3cio brasileiro cresceu 15,9%, e os pre\u00e7os em d\u00f3lares recebidos pelos exportadores do setor retra\u00edram-se em mais de 18%, em rela\u00e7\u00e3o ao registrado em 2014.<br \/> Nesse mesmo comparativo, com volume em alta e pre\u00e7os externos (em d\u00f3lar) em queda, o faturamento em d\u00f3lar do setor recuou quase 9%, para US$ 89 bilh\u00f5es. Em reais, contudo, o faturamento cresceu 14%. A maioria dos produtos teve alta de pre\u00e7os internalizados em reais, como \u00e9 o caso da carne bovina (11,93%), caf\u00e9 (11,65%), frutas (10,82%), suco de laranja (9,52%), milho (8,21%) e carne de aves (3,12%). Para outros, a desvaloriza\u00e7\u00e3o do c\u00e2mbio n\u00e3o foi suficiente para compensar toda a queda do pre\u00e7o externo. Como consequ\u00eancia, houve redu\u00e7\u00e3o da atratividade das exporta\u00e7\u00f5es de carne su\u00edna (11,92%), etanol (10,47%), soja em gr\u00e3o (7,47%), farelo de soja (5,50%), \u00f3leo de soja (1,63%) e a\u00e7\u00facar (1%).<\/p>\n<p> Al\u00e9m da China, que continua sendo o principal destino das exporta\u00e7\u00f5es do agroneg\u00f3cio brasileiro, outro parceiro importante do Brasil foi o continente europeu. Os pa\u00edses da Zona do Euro compraram 18,3% das vendas totais do agroneg\u00f3cio brasileiro em 2015. (Fonte: Exame)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><em><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/em><\/div>\n<div><em>Clima&nbsp;<\/em><\/div>\n<div><em>As temperaturas mais amenas e a maior quantidade de chuva registradas nos \u00faltimos tr\u00eas meses contribuem para a produ\u00e7\u00e3o de leite nas principais bacias do pa\u00eds. Estudos do Centro Nacional de Pesquisa de Gado de Leite da Embrapa mostram que o produtor tem encontrado condi\u00e7\u00f5es de tempo melhores para a atividade em compara\u00e7\u00e3o com o ano passado.<br \/> Fonte: Mapa&nbsp;<\/em><\/div>\n<div><em><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/em><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<p> <center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"><center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"> <\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp; <\/span><\/p>\n<p> <\/center><\/center> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span id=\"cke_bm_97E\" style=\"display: none;\"><\/span><span id=\"cke_bm_503E\" style=\"display: none;\"><\/span><\/span><\/span><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Porto Alegre, 11 de fevereiro de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.202 &nbsp; &nbsp;&nbsp;Sindilat debate sugest\u00f5es para regulamenta\u00e7\u00e3o da Lei do Leite Latic\u00ednios associados ao Sindilat reuniram-se na tarde desta quinta-feira <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/02\/11\/11-02-2016\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"11\/02\/2016\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-937","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/937","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=937"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/937\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=937"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=937"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=937"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}