{"id":9343,"date":"2022-04-25T19:43:42","date_gmt":"2022-04-25T19:43:42","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=9343"},"modified":"2022-04-25T19:48:44","modified_gmt":"2022-04-25T19:48:44","slug":"25-04-2022","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2022\/04\/25\/25-04-2022\/","title":{"rendered":"25\/04\/2022"},"content":{"rendered":"<figure class=\"wp-block-image\" style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/figure>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><!-- \/wp:post-content -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph --><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 25 de abril de 2022&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 16 - N\u00b0 3.626<\/p>\r\n<hr>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">\r\n<figure class=\"wp-block-image\" style=\"text-align: justify;\"><\/figure>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph --><\/p>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">\r\n<p><b>Setor l\u00e1cteo busca consenso sobre pre\u00e7o de refer\u00eancia no RS<\/b><\/p>\r\n<p><em><span style=\"font-weight: 400;\">Nova base de custos pode p\u00f4r fim ao impasse sobre o pre\u00e7o de refer\u00eancia<\/span><\/em><\/p>\r\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O impasse em torno do pre\u00e7o de refer\u00eancia do leite pago aos produtores ga\u00fachos pode estar pr\u00f3ximo do fim. Nesta ter\u00e7a-feira, o Conselho Parit\u00e1rio Produtores\/Ind\u00fastrias de Leite do Estado do Rio Grande do Sul (Conseleite\/RS) se re\u00fane para discutir a nova base de custos proposta para o c\u00e1lculo mensal. A mudan\u00e7a era reivindicada desde o final do ano passado pelas entidades representativas da agricultura familiar, sob o argumento de que a metodologia usada \u00e9 desfavor\u00e1vel ao produtor.<\/span><\/p>\r\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O \u00faltimo pre\u00e7o de refer\u00eancia informado pelo Conseleite-RS foi o valor projetado para outubro de 2021, de R$ 1,6463 por litro. O indicador ainda \u00e9 calculado pela Universidade de Passo Fundo (UPF), mas sua divulga\u00e7\u00e3o, desde novembro, est\u00e1 restrita aos integrantes do conselho. Segundo o coordenador do Conseleite e secret\u00e1rio executivo do Sindicato das Ind\u00fastrias de Latic\u00ednios (Sindilat-RS), Darlan Palharini, a expectativa \u00e9 que, se houver consenso, os dados voltem a ser informados publicamente a partir desta ter\u00e7a. \u201cO valor deve ficar muito pr\u00f3ximo ao que foi divulgado em Santa Catarina\u201d, disse. No \u00faltimo dia 22, o Conseleite-SC estabeleceu o valor de R$ 2,1117 por litro como refer\u00eancia para abril.<\/span><\/p>\r\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Na quarta-feira, o setor tamb\u00e9m participar\u00e1 de audi\u00eancia p\u00fablica na Assembleia Legislativa (ALRS). A principal queixa da ind\u00fastria \u00e9 a introdu\u00e7\u00e3o do Fator de Ajuste de Frui\u00e7\u00e3o (FAF) na sistem\u00e1tica de cr\u00e9ditos presumidos do Imposto sobre Circula\u00e7\u00e3o de Mercadorias e Servi\u00e7os (ICMS). Com isso, para aproveitar 100% do incentivo fiscal, as empresas beneficiadas devem comprar insumos apenas de fornecedores do RS. Segundo Palharini, a mudan\u00e7a impacta, por exemplo, ind\u00fastrias de leite UTH e leite condensado, que s\u00e3o dependentes de embalagens longa vida fabricadas apenas em outros estados. (Correio do Povo)<\/span><\/p>\r\n<\/div>\r\n<hr>\r\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Silagem de inverno vira op\u00e7\u00e3o para alimento de gado de leite<\/strong><br><br>Produzir alimento concentrado no inverno para o trato animal tamb\u00e9m j\u00e1 \u00e9 op\u00e7\u00e3o em Ven\u00e2ncio Aires. Embora seja uma pr\u00e1tica pouco comum na regi\u00e3o, a ideia ganhou mais um est\u00edmulo durante o 28\u00ba encontro do Grupo do Leite de Ven\u00e2ncio Aires, realizado na quarta-feira, 20. Foi o primeiro encontro desde fevereiro de 2020, quando come\u00e7ou a pandemia de Covid-19.<br><br>De acordo com o engenheiro agr\u00edcola e extensionista da Emater, Diego Barden dos Santos, nos dois \u00faltimos anos houve dificuldade de garantir alimento concentrado nos ver\u00f5es, devido \u00e0 estiagem que prejudicou as lavouras de milho, o principal item utilizado por agricultores locais para fazer silagem. \u201cEm 2021, tivemos 750 hectares de trigo, mas quase tudo foi para venda do gr\u00e3o, pouqu\u00edssimo para silagem. E essa cultura de inverno, junto com a aveia, tamb\u00e9m \u00e9 uma possibilidade de ter um alimento com potencial energ\u00e9tico para produ\u00e7\u00e3o leiteira\u201d, diz.<br><br>Santos destaca que a pr\u00e1tica ainda n\u00e3o \u00e9 comum em Ven\u00e2ncio, mas que se houver manejo correto com plantio, corte e trato cultural, se torna uma op\u00e7\u00e3o importante para garantir alimento na maior parte do ano.<br><br>Ao encontro da fala do extensionista da Emater, est\u00e1 a experi\u00eancia do agr\u00f4nomo Marcelo Klein, que trabalha na Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecu\u00e1ria (Embrapa), de Passo Fundo. Foi ele quem palestrou para os cerca de 40 produtores que foram ao audit\u00f3rio do Sindicato dos Trabalhadores Rurais (STR) para saber mais sobre o assunto.<br><br>Klein explica que, embora o milho seja a silagem com maior qualidade, nos \u00faltimos anos a cultura tem enfrentado problemas com a estiagem e um novo inimigo: a cigarrinha (inseto que causa danos na planta j\u00e1 adulta). \u201c\u00c9 importante destacar que n\u00e3o se trata de substituir o milho, mas o cereal de inverno vem para agregar e diminuir os riscos de falta de alimento. Fazer no inverno d\u00e1 mais seguran\u00e7a na propriedade, \u00e9 mais certeiro, j\u00e1 que, por exemplo, n\u00e3o se tem problema com falta de \u00e1gua.\u201d<br><br>Possibilidade<br>Entre os produtores de leite que acompanharam a palestra estava Heitor Luiz Richter, 51 anos, morador de Linha Santana. Interessado, Richter comentou que usar o trigo para fazer silagem no inverno \u00e9 sim uma op\u00e7\u00e3o e o que mais pesaria na decis\u00e3o dele \u00e9 o tamanho da propriedade.<br><br>O agricultor tem 7,2 hectares e metade \u00e9 usada para pastagem das vacas. \u201cPara fazer silagem de milho j\u00e1 preciso alugar terra de um vizinho. Se for fazer no inverno, tamb\u00e9m precisaria alugar, mas da\u00ed n\u00e3o plantaria o milho safrinha, que j\u00e1 tive muitas perdas com a seca. Ent\u00e3o o trigo pode ser algo vi\u00e1vel.\u201d<br><br>Saiba mais<br>Marcelo Klein explica que a silagem de milho \u00e9 um concentrado mais energ\u00e9tico e com menos prote\u00edna. J\u00e1 os cereais de inverno t\u00eam menos energia, mas t\u00eam mais fibra e mais prote\u00edna. \u201cE essa fibra \u00e9 muito mais digestiva para o gado de leite e corte.\u201d<br><br>O agr\u00f4nomo da Embrapa tamb\u00e9m destaca que as culturas mais comuns para fazer silagem no inverno s\u00e3o o trigo, a triticale, a aveia e a cevada, geralmente plantadas em junho e colhidas em setembro. \u201cTodas t\u00eam sementes dispon\u00edveis, ent\u00e3o isso n\u00e3o seria uma dificuldade de encontrar no mercado.\u201d<br><br>Conforme Klein, a silagem de cereais de inverno tem avan\u00e7ado aos poucos pelo Rio Grande do Sul e ainda \u00e9 uma novidade em v\u00e1rias regi\u00f5es. \u201cS\u00e3o pouqu\u00edssimos produtores que fazem isso h\u00e1 uns 15 anos. Na regi\u00e3o do Planalto j\u00e1 \u00e9 algo mais consolidado.\u201d (Folha do Mate)<br><br><br><strong>Campos Neto prev\u00ea mais 1 ponto para Selic<\/strong><br><br>investidores nos Estados Unidos, o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, refor\u00e7ou que o Comit\u00ea de Pol\u00edtica Monet\u00e1ria (Copom) dever\u00e1 promover um aumento de um ponto percentual na Selic no pr\u00f3ximo encontro de maio, mesma magnitude escolhida pelo colegiado na reuni\u00e3o passada. Atualmente a taxa b\u00e1sica de juros est\u00e1 em 11,75% ao ano. Campos Neto fez palestra em evento do Bank of America em Washington. Hoje ele participa de outra reuni\u00e3o com investidores tamb\u00e9m em Washington. De acordo com a assessoria de imprensa do BC, a mesma apresenta\u00e7\u00e3o ser\u00e1 usada nas duas ocasi\u00f5es. <br><br>Os eventos ocorrem \u00e0s margens do encontro de primavera do Fundo Monet\u00e1rio Internacional (FMI). Conforme j\u00e1 adiantou em outros documentos oficiais do BC, o presidente da institui\u00e7\u00e3o explicou que o Comit\u00ea julga que a decis\u00e3o de continuar a aumentar a Selic \u201creflete a incerteza em torno de seus cen\u00e1rios de infla\u00e7\u00e3o prospectiva, varia\u00e7\u00e3o acima do normal no balan\u00e7o de riscos e \u00e9 consistente com a converg\u00eancia da infla\u00e7\u00e3o para a meta em todo o horizonte relevante da pol\u00edtica monet\u00e1ria, que inclui 2022 e, principalmente, 2023\u201d. <br><br>Campos Neto ainda acrescentou que o momento exige serenidade para avaliar o tamanho e a dura\u00e7\u00e3o dos choques atuais. \u201cSe os choques se mostrarem mais persistentes ou maiores do que o previsto, o Comit\u00ea estar\u00e1 pronto para ajustar o tamanho do ciclo de aperto monet\u00e1rio\u201d, assinalou. Ele salientou que a alta dos<br>pre\u00e7os tem ocorrido de forma generalizada tanto nas economias emergentes quanto nas avan\u00e7adas, assim como o aumento da demanda por energia. (Correio do Povo)<\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\"><hr><\/div>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph --><\/p>\r\n<p style=\"text-align: center;\"><i style=\"font-size: 1rem;\"><b>Jogo R\u00e1pido&nbsp;<\/b><\/i><\/p>\r\n<div style=\"text-align: center;\">\r\n<p><em><strong>Inadimpl\u00eancia no campo<\/strong><\/em><br><em>Estudo da Serasa Experian sobre inadimpl\u00eancia de produtores rurais mostra que, entre sete unidades da federa\u00e7\u00e3o avaliadas, o problema \u00e9 menor no Rio Grande do Sul. No Estado, apenas 11,1% desse p\u00fablico estava com \"d\u00edvidas negativadas\" em mar\u00e7o. Ano passado, o percentual era de 11,3%. A segunda melhor situa\u00e7\u00e3o foi encontrada no Paran\u00e1 (13%). No Tocantins, salta para 43%. A taxa m\u00e9dia \u00e9 de 15,8%. Vale lembrar que, em rela\u00e7\u00e3o a toda a popula\u00e7\u00e3o ga\u00facha, o percentual de inadimpl\u00eancia detectado \u00e9 de 34,9%. No pa\u00eds, chega a 40,4%. (Zero Hora)<\/em><\/p>\r\n<\/div>\r\n<hr><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 25 de abril de 2022&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 16 - N\u00b0 3.626 Setor l\u00e1cteo busca consenso sobre pre\u00e7o de refer\u00eancia no RS Nova base de custos <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2022\/04\/25\/25-04-2022\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"25\/04\/2022\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-9343","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9343","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9343"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9343\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9347,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9343\/revisions\/9347"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9343"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9343"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9343"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}