{"id":9330,"date":"2022-04-20T19:08:16","date_gmt":"2022-04-20T19:08:16","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=9330"},"modified":"2022-04-20T19:10:01","modified_gmt":"2022-04-20T19:10:01","slug":"20-04-2022","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2022\/04\/20\/20-04-2022\/","title":{"rendered":"20\/04\/2022"},"content":{"rendered":"<figure class=\"wp-block-image\" style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/figure>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><!-- \/wp:post-content -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph --><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 20 de abril de 2022&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 16 - N\u00b0 3.624<\/p>\r\n<hr>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">\r\n<figure class=\"wp-block-image\" style=\"text-align: justify;\"><\/figure>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph --><\/p>\r\n<div style=\"text-align: justify;\"><b>C\u00e2mara Setorial do Leite alerta para import\u00e2ncia de campanha de marketing para leite e derivados&nbsp;<br><\/b>&nbsp;<br>A C\u00e2mara Setorial do Leite refor\u00e7ou, na manh\u00e3 desta ter\u00e7a-feira (19\/04), a import\u00e2ncia do marketing de produtos e derivados l\u00e1cteos junto as crian\u00e7as. A assessora T\u00e9cnica Regional de Sistemas de Produ\u00e7\u00e3o Animal da Emater Mara Helena Saalfeld aproveitou o encontro para falar sobre o livro infantil que visa explicar para as crian\u00e7as de onde vem o leite. Na ocasi\u00e3o, tamb\u00e9m foi debatida a relev\u00e2ncia de se expandir o n\u00famero de propriedades certificadas para tuberculose e brucelose no estado.&nbsp;<br>&nbsp;<br>O economista da Federa\u00e7\u00e3o das Cooperativas Agropecu\u00e1rias do Estado (Fecoagro\/RS), Tarc\u00edsio Minetto, discorreu sobre o acompanhamento ass\u00edduo da CCGL com as certifica\u00e7\u00f5es e ressaltou sua percep\u00e7\u00e3o de que boa parte dos produtores n\u00e3o t\u00eam todas as informa\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias para concluir o controle do programa de tuberculose e brucelose. \u201cCabe aprofundar um pouco a discuss\u00e3o sobre mecanismos para que possamos trazer mais os produtores para perto. Eles at\u00e9 conhecem a import\u00e2ncia da certifica\u00e7\u00e3o, mas t\u00eam medo do que pode acontecer se tiverem o resultado positivo nesse processo\u201d, ponderou Minetto.&nbsp;&nbsp;<br>&nbsp;<br>Secret\u00e1rio-executivo do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do Rio Grande do Sul (Sindilat), Darlan Palharini, sugeriu que na pr\u00f3xima reuni\u00e3o da C\u00e2mara Setorial do Leite o tema volte \u00e0 pauta. No entanto, refor\u00e7ou a necessidade de se trazer dados referentes as informa\u00e7\u00f5es sobre o n\u00famero de propriedades certificadas e os valores indenizados. \u201c\u00c9 importante que possamos trazer alguns exemplos, como a CCGL que est\u00e1 bastante avan\u00e7ada na quest\u00e3o de certifica\u00e7\u00e3o\u201d, acrescentou.&nbsp;<br>&nbsp;<br>Na ocasi\u00e3o, ainda houve a indica\u00e7\u00e3o do novo Coordenador da C\u00e2mara Setorial. O 1\u00b0 vice-presidente da Federa\u00e7\u00e3o dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (FETAG), Eug\u00eanio Edevino Zanetti, entrar\u00e1 no lugar de Jeferson Smaniotto, do Sindilat. Zanetti j\u00e1 conduzir\u00e1 a pr\u00f3xima reuni\u00e3o da Comiss\u00e3o Setorial do Leite, que acontecer\u00e1 durante a Fenasul\/Expoleite 2022. \u201cO momento \u00e9 de dificuldade para todo o setor do leite e precisamos unir esfor\u00e7os para que o elo saia fortalecido e a gente busque conscientizar a popula\u00e7\u00e3o como um todo, com campanhas de marketing valorizando a import\u00e2ncia do produto na alimenta\u00e7\u00e3o e as demais medidas para que a gente continue melhorando qualidade do leite e a situa\u00e7\u00e3o do produtor\u201d, ressaltou Zanetti.<br>&nbsp;<br>Ainda durante a reuni\u00e3o os representantes convidaram para a Audi\u00eancia P\u00fablica no dia 27\/04 que discutir\u00e1 os impactos do FAF - Fator de Ajuste de Frui\u00e7\u00e3o que impacta no aumento da carga tribut\u00e1ria, influenciando ainda mais a perda de competitividade do leite ga\u00facho frente aos Estados de Santa Catarina, Paran\u00e1 e Minas Gerais. (Assessoria de imprensa Sindilat\/RS)<\/div>\r\n<hr>\r\n<div style=\"text-align: justify;\"><b>Produtos carbono neutro j\u00e1 chegam \u00e0 mesa<br><\/b>&nbsp;<br>Pequenas e grandes empresas do setor pecu\u00e1rio v\u00eam trabalhando na cria\u00e7\u00e3o de produtos carbono neutro, com baixo impacto ambiental e um manejo mais sustent\u00e1vel nas cadeias de produ\u00e7\u00e3o. Pr\u00e1ticas inadequadas podem levar a um aumento das emiss\u00f5es de metano ao mesmo tempo em que diminuem e pioram a quantidade produzida.<br>&nbsp;<br>A neutralidade tamb\u00e9m atende a uma demanda de mercados internacionais por descarboniza\u00e7\u00e3o. No ano passado, a Uni\u00e3o Europeia chegou a apresentar uma proposta com o objetivo de proibir a importa\u00e7\u00e3o de produtos que tenham origem em \u00e1reas desmatadas, entre eles, a carne bovina.<br>&nbsp;<br>Na cadeia do leite, formas de manejo dos animais interferem na produ\u00e7\u00e3o e poluem mais o ambiente, de acordo com uma pesquisa da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e da Embrapa Gado de Leite. Vacas com temperamento mais arisco emitiram uma quantidade 36,7% maior de metano e produziram menos leite, segundo o estudo.<br>&nbsp;<br>Em julho do ano passado, a Guaraci Agropastoril, de S\u00e3o Paulo, lan\u00e7ou o primeiro leite org\u00e2nico e de carbono neutro do pa\u00eds, o NoCarbon. O que diferencia o produto de outros r\u00f3tulos \u00e9 a forma de produ\u00e7\u00e3o do leite, de acordo com um dos s\u00f3cios da empresa, Luis Fernando Laranja da Fonseca. O NoCarbon n\u00e3o utiliza horm\u00f4nios no trato do rebanho e agrot\u00f3xicos no solo.<br>&nbsp;<br>\u201cTodo o carbono produzido \u00e9 compensado pela empresa na pr\u00f3pria fazenda onde atuamos, com a planta\u00e7\u00e3o de \u00e1rvores nativas\u201d, afirma Laranja da Fonseca. O NoCarbon possui certifica\u00e7\u00f5es como Carbon Free e Certified Humane Brasil. Para isso, a Guaraci investiu R$ 5 milh\u00f5es na elabora\u00e7\u00e3o de um invent\u00e1rio de emiss\u00f5es que acompanhasse a produ\u00e7\u00e3o desde a ordenha no campo at\u00e9 a log\u00edstica de envase e transporte do leite.<br>&nbsp;<br>Baseada na Fazenda da Toca, em Itirapina (SP), a produ\u00e7\u00e3o do NoCarbon possui 450 animais e chega a 4 mil litros de leite por dia. A Guaraci quer aumentar a produ\u00e7\u00e3o com uma segunda fazenda, localizada na Bahia, segundo Laranja da Fonseca. O NoCarbon est\u00e1 dispon\u00edvel em 300 pontos de venda, chegando a supermercados do eixo Rio-S\u00e3o Paulo como Casa Santa Luzia, St Marche, Oba Hortifruti e Zona Sul. O produto tamb\u00e9m deve estar nas lojas do Carrefour em breve, de acordo com a Guaraci. A empresa ainda negocia para entrar nas g\u00f4ndolas do Grupo P\u00e3o de A\u00e7\u00facar e da Cia. Zaffari, do Rio Grande do Sul.<br>&nbsp;<br>A descarboniza\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m tem movimentado grandes empresas do setor. Para desenvolver uma carne carbono neutro em parceria com a Embrapa Gado de Corte, a Marfrig investiu R$ 10 milh\u00f5es na cria\u00e7\u00e3o de uma nova linha de produtos que foi lan\u00e7ada no ano passado, a Viva. O projeto envolveu 12 centros de pesquisa da Embrapa e mais de 150 pesquisadores. O frigor\u00edfico ter\u00e1 exclusividade de utiliza\u00e7\u00e3o do selo at\u00e9 2030, mediante pagamento de royalties. \u201cO novo produto responde \u00e0s demandas dos consumidores, investidores e de toda a comunidade por produtos verdadeiramente sustent\u00e1veis\u201d, afirma Paulo Pianez, diretor de Sustentabilidade e Comunica\u00e7\u00e3o Corporativa da Marfrig.<br>&nbsp;<br>Na certifica\u00e7\u00e3o criada pela Embrapa, o rebanho \u00e9 criado nos sistemas silvipastoril ou agrossilvipastoril (integra\u00e7\u00e3o lavoura-pecu\u00e1ria-floresta). Dessa forma, em uma mesma propriedade podem coexistir a cria\u00e7\u00e3o de gado e florestas de eucalipto, por exemplo.<br>&nbsp;<br>A primeira fazenda a receber a certifica\u00e7\u00e3o, localizada em Santa Rita do Pardo (MS), fornece a carne \u00e0 Marfrig. Al\u00e9m de modificar formas de manejo para obter uma carne produzida de forma mais sustent\u00e1vel, o frigor\u00edfico insere aditivos na nutri\u00e7\u00e3o dos animais para reduzir a fermenta\u00e7\u00e3o ent\u00e9rica, diminuindo a emiss\u00e3o de metano.<br>&nbsp;<br>A Marfrig n\u00e3o abre n\u00fameros de produ\u00e7\u00e3o, que ainda \u00e9 pequena, mas Pianez afirma que a quantidade deve aumentar \u201csignificativamente\u201d em breve. O frigor\u00edfico pretende lan\u00e7ar ainda em 2022 tamb\u00e9m a carne de baixo carbono. Por ora, a linha Viva alcan\u00e7a apenas o mercado interno, mas tamb\u00e9m poder\u00e1 entrar no portf\u00f3lio de produtos exportados, de acordo com informa\u00e7\u00e3o da empresa.<br>&nbsp;<br>As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Valor Econ\u00f4mico, adaptadas pela equipe MilkPoint.&nbsp;<br>&nbsp;<br><br><br><br><br><br><b>Produ\u00e7\u00e3o de leite apresentando estabilidade no RS<br><\/b><br>Produ\u00e7\u00e3o de leite\/RS - A produ\u00e7\u00e3o de leite apresenta estabilidade, com tend\u00eancia de aumento nas unidades produtivas devido \u00e0 entrada de novas matrizes em lacta\u00e7\u00e3o.&nbsp;<br><br>A oferta de alimento ainda \u00e9 satisfat\u00f3ria, embora j\u00e1 apresente queda em quantidade e qualidade com o final do ciclo das pastagens de ver\u00e3o. As chuvas recorrentes, no Estado, v\u00eam normalizando e oferecendo boa disponibilidade de \u00e1gua nos reservat\u00f3rios para dessedenta\u00e7\u00e3o dos animais.&nbsp;<br><br>Produtores realizam manejo sanit\u00e1rio no rebanho, dando prosseguimento na vacina\u00e7\u00e3o obrigat\u00f3ria e no controle do ecto e endoparasitas, em conformidade com as orienta\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas das Inspetorias de Defesa Agropecu\u00e1ria.&nbsp;<br><br>Na regional de Santa Rosa, a retomada da umidade do solo beneficiou as pastagens de gram\u00edneas, com novos rebrotes e crescimento vegetativo, ofertando forragem para o pastoreio. Essa mudan\u00e7a alivia as dificuldades dos produtores na oferta de alimentos para as vacas, que, em virtude da estiagem nas pastagens, vinham sendo alimentadas com feno, silagem e ra\u00e7\u00e3o, antecipando o uso das reservas alimentares e comprometendo a disponibilidade para o per\u00edodo do vazio forrageiro. Tamb\u00e9m est\u00e1 muito bom o desenvolvimento das lavouras de milho safrinha para silagem, criando boa expectativa para que os produtores de leite possam refazer os estoques de silagem que foram utilizados no per\u00edodo da falta de pastagem. Se, por um lado, as chuvas possibilitaram a melhor oferta de forragem para alimenta\u00e7\u00e3o das vacas, por outro, aumentaram o barro junto aos locais de espera para ordenha, elevando os casos de mamite. A elevada umidade do solo nos corredores e locais pr\u00f3ximos \u00e0s instala\u00e7\u00f5es causam desconforto aos animais, al\u00e9m de dificultar o trabalho e o manejo dos produtores.&nbsp;<br><br>Na regional de Frederico Westphalen, o aumento da disponibilidade de pastos, principalmente das esp\u00e9cies perenes, como a tifton 85 e a jiggs, assim como de \u00e1gua em quantidade e qualidade, elevou a produ\u00e7\u00e3o de leite. As pastagens perenes de ver\u00e3o est\u00e3o com \u00f3timo desenvolvimento, e h\u00e1, at\u00e9 mesmo, sobra de pasto. As de inverno, como a aveia, o trigo duplo prop\u00f3sito e o centeio, est\u00e3o em in\u00edcio de implanta\u00e7\u00e3o. As lavouras de milho destinadas para a silagem, apresentaram perdas significativas, em quantidade e qualidade.<br><br>Na regional de Pelotas, as chuvas ocorridas foram mal distribu\u00eddas e com baixos volumes, o que impacta na disponibilidade para dessedenta\u00e7\u00e3o dos animais. A silagem do ano anterior est\u00e1 mantendo a alimenta\u00e7\u00e3o dos animais, especialmente auxiliada pela oferta parcial de pastagens de ver\u00e3o.<br><br>Na de Erechim, continuam as preocupa\u00e7\u00f5es dos produtores em rela\u00e7\u00e3o ao pre\u00e7o elevado dos insumos, especialmente as commodities milho e soja. Os rebanhos se encontram em boas condi\u00e7\u00f5es sanit\u00e1rias, e \u00e9 bom o seu estado corporal.<br><br>Na regional de Bag\u00e9, a produ\u00e7\u00e3o apresenta estabilidade, aumentando nas unidades produtivas com a entrada de novas matrizes em lacta\u00e7\u00e3o. A oferta de alimento ainda \u00e9 satisfat\u00f3ria, embora j\u00e1 apresente queda em quantidade e qualidade devido ao final do ciclo das pastagens de ver\u00e3o. Em Uruguaiana, produtores se preparam para o per\u00edodo de inverno, adquirindo fardos de palha de arroz para complementar a alimenta\u00e7\u00e3o dos animais. Em Manoel Viana, h\u00e1 aumento da produ\u00e7\u00e3o com base nas pastagens nativas e cultivadas de ver\u00e3o que se recuperaram com as chuvas regulares e ainda garantem razo\u00e1vel quantidade de alimento. A suplementa\u00e7\u00e3o com silagem e ra\u00e7\u00e3o se faz necess\u00e1ria para complementar a dieta, comprometendo as margens de lucro da atividade.&nbsp;<br><br>Na de Caxias do Sul, a silagem de milho apresenta baixa qualidade nutricional e baixo rendimento, requerendo ajuste de dietas e o uso de ra\u00e7\u00f5es concentradas. As \u00e1reas semeadas no tarde, no entanto, est\u00e3o com boa produ\u00e7\u00e3o de massa, o que ajuda a recuperar os estoques de forragem para os pr\u00f3ximos meses.&nbsp;<br><br>Na de Iju\u00ed, o per\u00edodo com mais umidade j\u00e1 apresenta impacto na produ\u00e7\u00e3o de leite para os produtores que fazem uso do sistema de produ\u00e7\u00e3o a pasto. Devido \u00e0 umidade no solo, n\u00e3o foi poss\u00edvel realizar o manejo dos animais nas pastagens, diminuindo a oferta de alimentos, o que impacta na diminui\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o. Nos sistemas estabulados, a produ\u00e7\u00e3o n\u00e3o foi afetada. Em Derrubadas, o volume coletado diariamente diminuiu 5% em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 semana anterior devido ao per\u00edodo com grandes volumes de chuvas. O aumento da forma\u00e7\u00e3o de barro afetou na qualidade do leite diante da dificuldade de higieniza\u00e7\u00e3o do \u00fabere das vacas.&nbsp;<br><br>Nas de Passo Fundo e Soledade, os animais apresentam adequadas condi\u00e7\u00f5es sanit\u00e1rias e mantiveram o escore corporal. Produtores prosseguiram com o uso de alimentos conservados e de concentrados, visando o ajuste das dietas dos animais. Produtores mant\u00eam os tratamentos sanit\u00e1rios para o controle de endo e ectoparasitas.&nbsp;<br><br>Nas de Santa Maria, Porto Alegre e Lajeado, as chuvas e temperaturas amenas do final do ver\u00e3o e in\u00edcio do outono trouxeram uma melhor condi\u00e7\u00e3o para o rebanho leiteiro. Os reservat\u00f3rios e mananciais de \u00e1gua com maior volume tamb\u00e9m melhoraram a qualidade da \u00e1gua. Na de Lajeado, h\u00e1 bom desenvolvimento das \u00e1reas de milho voltadas para a silagem que foram semeadas em janeiro, sendo que muitas dessas j\u00e1 est\u00e3o em florescimento, apesar de terem sido semeadas no limite ou fora do per\u00edodo recomendado pelo Zoneamento Agr\u00edcola de Risco Clim\u00e1tico. Esse fato vai permitir aos produtores complementar o estoque para o ano, tendo em vista que as primeiras \u00e1reas colhidas apresentaram significativa perda de qualidade, al\u00e9m da perda em quantidade. Os estoques de silagem j\u00e1 est\u00e3o abaixo do normal h\u00e1 tr\u00eas anos e, em muitas unidades produtivas, o impacto \u00e9 bastante significativo na redu\u00e7\u00e3o da produtividade, na produ\u00e7\u00e3o e na diminui\u00e7\u00e3o de plantel. (Emater\/RS)<\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\"><hr><\/div>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph --><\/p>\r\n<p style=\"text-align: center;\"><i style=\"font-size: 1rem;\"><b>Jogo R\u00e1pido&nbsp;<\/b><\/i><\/p>\r\n<div style=\"text-align: center;\"><b><i>&nbsp;Santa Clara \u00e9 a marca mais lembrada de l\u00e1cteos no RS<br><\/i><\/b><i>Pela 18\u00aa edi\u00e7\u00e3o, Cooperativa Santa Clara \u00e9 l\u00edder com 30,5% de lembran\u00e7a de marca na categoria Produtos L\u00e1cteos, segundo a pesquisa Marcas de Quem Decide. Entre os nomes citados pelos entrevistados, a institui\u00e7\u00e3o foi a preferida por 28,5%. O diretor Administrativo e Financeiro, Alexandre Guerra, recebeu o pr\u00eamio na manh\u00e3 desta ter\u00e7a-feira (19), no espa\u00e7o Multiverso Experience, no Cais Embarcadero, em Porto Alegre.&nbsp; A pesquisa, realizada pelo Jornal do Com\u00e9rcio em parceria com a Qualidata Pesquisas e Informa\u00e7\u00f5es Estrat\u00e9gicas, ouviu 302 empres\u00e1rios e executivos entre os meses de novembro de 2021 e janeiro de 2022.&nbsp; Desde 2005, a Santa Clara \u00e9 l\u00edder no setor de latic\u00ednios sendo vencedora recorrente por 15 anos na categoria Queijos \u2013 extinta em 2019 \u2013 e reconhecida pela 12\u00aa edi\u00e7\u00e3o na categoria Produtos L\u00e1cteos. (Guialat)<\/i><\/div>\r\n<hr><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 20 de abril de 2022&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 16 - N\u00b0 3.624 C\u00e2mara Setorial do Leite alerta para import\u00e2ncia de campanha de marketing para leite e <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2022\/04\/20\/20-04-2022\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"20\/04\/2022\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-9330","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9330","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9330"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9330\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9334,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9330\/revisions\/9334"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9330"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9330"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9330"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}