{"id":930,"date":"2016-02-04T16:55:01","date_gmt":"2016-02-04T16:55:01","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/02\/04\/04-02-2016\/"},"modified":"2016-02-04T16:55:01","modified_gmt":"2016-02-04T16:55:01","slug":"04-02-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/02\/04\/04-02-2016\/","title":{"rendered":"04\/02\/2016"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p> <title><\/title> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 04 de fevereiro de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.199<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"text-align: justify;\"><span face=\"tahoma, geneva, sans-serif\" style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><\/span><\/span><\/strong><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"width: 811px; height: 16px; text-align: justify; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;<\/span>Pre\u00e7os globais dos alimentos atingem o menor patamar desde 2009&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p> Os pre\u00e7os globais dos alimentos recuaram em janeiro para o menor patamar desde abril de 2009, informou a Ag\u00eancia para Agricultura e Alimenta\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (FAO). O \u00edndice mensal de pre\u00e7os da entidade, que monitora uma ampla cesta de commodities, recuou para 150,4 pontos, 3 pontos (1,9%) a menos que dezembro e 29 pontos (16%) a menos se comparado com janeiro de 2015. \u00c9 tamb\u00e9m a 19\u00aa queda nos \u00faltimos 22 meses. \"O principal fator por tr\u00e1s dessa queda \u00e9 a ampla condi\u00e7\u00e3o de oferta de mat\u00e9rias--primas b\u00e1sicas, a desacelera\u00e7\u00e3o na economia global e a valoriza\u00e7\u00e3o do d\u00f3lar em rela\u00e7\u00e3o a outras moedas\", afirmou a entidade, baseada em Roma.<\/p>\n<p> O recuo global nos pre\u00e7os foi liderado, em janeiro, pelo segmento de a\u00e7\u00facar, embora carnes, l\u00e1cteos, gr\u00e3os e \u00f3leos vegetais tamb\u00e9m tenham registrado queda mensal de 1% ou mais. Conforme o \u00edndice da FAO, os pre\u00e7os do a\u00e7\u00facar atingiram a marca de 199,4 pontos em janeiro, uma queda de 8,4 pontos (4,1%) em rela\u00e7\u00e3o a dezembro, o que marca o primeiro recuo depois de quatro meses de estabilidade. A redu\u00e7\u00e3o foi puxada por condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas melhores que as esperadas no Brasil, principal produtor e exportador mundial do ado\u00e7ante. As perspectivas de redu\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o da \u00cdndia, Tail\u00e2ndia, \u00c1frica do Sul e China n\u00e3o foram suficientes ainda mexer nos pre\u00e7os globais, diz a entidade. J\u00e1 os pre\u00e7os dos \u00f3leos vegetais ficaram em janeiro em 139,1 pontos, queda de 2,4 pontos (1,7%) em rela\u00e7\u00e3o a dezembro. O recuo foi motivado principalmente pela queda nos pre\u00e7os do \u00f3leo de soja, diante de expectativa de uma ampla oferta mundial do produto.&nbsp;<\/p>\n<p> Os pre\u00e7os do \u00f3leo de palma ficaram est\u00e1veis, na medida em que as importa\u00e7\u00f5es. Os pre\u00e7os globais de l\u00e1cteos ficaram em janeiro em 145,1 pontos, com queda de 4,4 pontos (3%) em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior. A produ\u00e7\u00e3o maior de leite na Uni\u00e3o Europeia, combinada com mais oferta da Oceania e demanda por importa\u00e7\u00e3o menor, levar ao recuo. J\u00e1 os pre\u00e7os das carnes ficaram em 148,3 pontos no m\u00eas passado, queda de 1,7 ponto (1,1%) frente a dezembro. O recuo foi amplo, atingindo todos os tipos de carnes, exceto su\u00ednos. (Valor Econ\u00f4mico)<\/p>\n<p> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Rebanho de gado dos EUA sobe para 92 milh\u00f5es de cabe\u00e7as<\/strong><\/div>\n<div> Ap\u00f3s recuar para um patamar inferior a 90 milh\u00f5es de cabe\u00e7as de gado, o rebanho dos Estados Unidos tem o segundo aumento anual consecutivo. Neste in\u00edcio do ano eram 92 milh\u00f5es de cabe\u00e7as, 3% mais do que em janeiro de 2015, segundo o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos).<\/p>\n<p> O rebanho dos Estados Unidos cresce devido a uma recomposi\u00e7\u00e3o das pastagens, que haviam sido afetadas na seca de cinco anos atr\u00e1s. Al\u00e9m disso, os custos, que haviam disparado devido \u00e0 quebra de safra de gr\u00e3os nos EUA, voltaram a patamares normais.<\/p>\n<p> Conforme dados do USDA, as f\u00eameas comp\u00f5em o maior n\u00famero do rebanho. As que j\u00e1 pariram atingem 39,6 milh\u00f5es de cabe\u00e7as. Novilhas e novilhos somam outros 36,1 milh\u00f5es de cabe\u00e7as, 3% mais do que h\u00e1 um ano.<\/p>\n<p> O rebanho dos Estados Unidos, que superava 103 milh\u00f5es de cabe\u00e7as de gado em 1996, est\u00e1 abaixo de 100 milh\u00f5es h\u00e1 18 anos. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da Folha de S\u00e3o Paulo)<\/p>\n<p> <strong>Alta no pre\u00e7o do leite ao produtor. O que esperar para os pr\u00f3ximos meses?<\/strong><\/p>\n<p> O pre\u00e7o do leite pago ao produtor teve alta de 0,7% no pagamento de janeiro de 2016, referente ao leite entregue em dezembro do ano passado. Foi a segunda alta consecutiva. O mercado firmou, com a produ\u00e7\u00e3o mais ajustada nos \u00faltimos meses e aumento dos custos de produ\u00e7\u00e3o. Segundo levantamento da Scot Consultoria, o produtor recebeu, em m\u00e9dia, R$0,966 por litro, considerando a m\u00e9dia nacional.<\/p>\n<p> Os aumentos da produ\u00e7\u00e3o foram menores na safra atual. Segundo o \u00cdndice Scot Consultoria para a Capta\u00e7\u00e3o de Leite, em dezembro de 2015, a produ\u00e7\u00e3o, considerando a m\u00e9dia nacional, aumentou 1,5% na compara\u00e7\u00e3o com o m\u00eas anterior. Para uma compara\u00e7\u00e3o, em dezembro de 2014, o aumento mensal foi de 2,6% na produ\u00e7\u00e3o. Para o pagamento de fevereiro de 2016 (produ\u00e7\u00e3o de janeiro\/16), 43% dos latic\u00ednios pesquisados acreditam em alta dos pre\u00e7os ao produtor, 42% falam em manuten\u00e7\u00e3o e os 15% restante estimam queda para o produtor.<br \/> A expectativa \u00e9 de mercado firme nos pr\u00f3ximos meses. Os aumentos nos pre\u00e7os do leite devem ser mais fortes daqui para frente. A capta\u00e7\u00e3o menor, com a curva de produ\u00e7\u00e3o recuando nas principais regi\u00f5es produtoras colabora com este cen\u00e1rio. Al\u00e9m disso, os latic\u00ednios, diante dos aumentos de custos produ\u00e7\u00e3o, t\u00eam reajustados os pre\u00e7os aos produtores. Os aumentos dos pre\u00e7os no atacado t\u00eam permitido os repasses para o produtor.<\/p>\n<p> Do lado do consumo, espera-se melhora a partir de fevereiro, com o final das festas e f\u00e9rias, mas de qualquer maneira 2016 ainda ser\u00e1 um ano de demanda interna patinando. No mercado spot, os pre\u00e7os subiram na primeira e na segunda quinzena de janeiro de 2016, depois da estabilidade no final de 2015, o que corrobora com o cen\u00e1rio de oferta e demanda mais ajustadas no mercado interno. (Scot Consultoria)<\/p>\n<p> <strong>EUA, Jap\u00e3o e mais 10 pa\u00edses assinam Acordo Transpac\u00edfico<\/strong><\/p>\n<p> Os ministros e representantes de 12 pa\u00edses assinaram nesta quinta-feira (04) na cidade de Auckland, na Nova Zel\u00e2ndia, o Tratado Transpac\u00edfico (TPP, na sigla em ingl\u00eas), que representa cerca de 40% do PIB mundial. O TPP foi assinado pelos ministros e representantes de Estados Unidos, Jap\u00e3o, Austr\u00e1lia, Brunei, Canad\u00e1, Chile, Peru, Mal\u00e1sia, M\u00e9xico, Nova Zel\u00e2ndia, Cingapura e Vietn\u00e3. O novo bloco econ\u00f4mico prev\u00ea que o processo de ratifica\u00e7\u00e3o pelos diferentes parlamentos nacionais dure cerca de dois anos.<\/p>\n<p> &nbsp;<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1576\" style=\"width: 400px; height: 300px;\" \/><br \/> Ministros e representantes dos 12 pa\u00edses do bloco participam da cerim\u00f4nia de assinatura em Auckland, na Nova Zel\u00e2ndia (Foto: Reuters\/New Zealand Pool)<\/p>\n<p> O acordo reflete \"a confian\u00e7a em que a abertura e a integra\u00e7\u00e3o de nossos mercados e investimentos propiciar\u00e1 a prosperidade de nossos povos\", disse o primeiro-ministro neozeland\u00eas, John Key, durante o ato. Key destacou que o pacto representa um ter\u00e7o das exporta\u00e7\u00f5es mundiais e abrange um mercado de 800 milh\u00f5es de pessoas, e antecipou que seu governo o apresentar\u00e1 ao parlamento na pr\u00f3xima ter\u00e7a-feira, para que seja ratificado.<\/p>\n<p> Ap\u00f3s a assinatura do TPP, que \u00e9 considerado como um contrapeso \u00e0 influ\u00eancia econ\u00f4mica da China na regi\u00e3o, os pa\u00edses signat\u00e1rios se mostraram dispostos a que o tratado aceite mais membros no futuro, inclusive o gigante asi\u00e1tico. \"O TPP n\u00e3o est\u00e1 voltado contra um pa\u00eds em particular, mas rumo ao estabelecimento de padr\u00f5es mais altos para a regi\u00e3o. Estamos vinculados \u00e0 China, assim como todos os pa\u00edses da regi\u00e3o, e \u00e9 importante ter uma rela\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica construtiva com eles\", disse o representante de Com\u00e9rcio Exterior dos EUA, Michael Froman.<\/p>\n<p> Indon\u00e9sia e Filipinas manifestaram nos \u00faltimos meses seu interesse em incorporar-se a este tratado comercial, assim como outros pa\u00edses latino-americanos como a Col\u00f4mbia. O ministro das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores do Chile, Heraldo Mu\u00f1oz, ressaltou, por sua vez, que o TPP \u00e9 \"perfeitamente compat\u00edvel\" com o avan\u00e7o da \u00c1rea de Livre-Com\u00e9rcio da \u00c1sia-Pac\u00edfico, promovido pelo F\u00f3rum de Coopera\u00e7\u00e3o Econ\u00f4mica \u00c1sia-Pac\u00edfico (Apec), que inclui a China.<\/p>\n<p> \"A China \u00e9 o principal parceiro comercial do Chile e esperamos aprofundar esta rela\u00e7\u00e3o, por isso pensamos que devemos convergir ao inv\u00e9s de v\u00ea-lo como uma diverg\u00eancia\", disse Mu\u00f1oz em entrevista coletiva.<\/p>\n<p> A assinatura do tratado aconteceu em meio a fortes medidas de seguran\u00e7a em Auckland, onde centenas de pessoas se manifestaram contra o acordo comercial levando cartazes nos quais se liam mensagens como \"Se a injusti\u00e7a \u00e9 a lei, a rebeli\u00e3o \u00e9 nosso dever\". O TPP foi muito criticado pelo sigilo que rodeou as conversas, que come\u00e7aram em 2010 e conclu\u00edram em outubro do ano passado. ONGs e centrais sindicais alertaram para a amea\u00e7a que esta alian\u00e7a representa aos direitos trabalhistas, para o acesso aos rem\u00e9dios e para o meio ambiente.<\/p>\n<p> <span style=\"text-decoration: underline;\">Obama comemora<\/span><br \/> O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, comemorou a assinatura do acordo e disse que este tratado daria ao pa\u00eds uma vantagem sobre outras economias l\u00edderes, especialmente sobre a China.<\/p>\n<p> \"O TPP permite que os Estados Unidos - e n\u00e3o pa\u00edses como a China - escrevam as normas de circula\u00e7\u00e3o no s\u00e9culo XXI, o que \u00e9 especialmente importante numa regi\u00e3o t\u00e3o din\u00e2mica como a \u00c1sia-Pac\u00edfico\", afirmou Obama em comunicado ap\u00f3s a assinatura do acordo na Nova Zel\u00e2ndia por 12 pa\u00edses, entre eles os Estados Unidos. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do jornal O Globo)<\/p>\n<p> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><em><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/em><\/div>\n<div><em><span style=\"text-align: justify;\">Agricultura<\/span><\/em><\/div>\n<div><em><span style=\"text-align: justify;\">Diante de mais um ano de ajuste nas contas p\u00fablicas do governo e da expectativa de mais cortes de or\u00e7amento, a ministra da Agricultura, K\u00e1tia Abreu, decidiu montar um plano de gest\u00e3o para reduzir gastos com o mau uso da estrutura da Pasta no pa\u00eds. A miss\u00e3o foi dada \u00e0 secret\u00e1ria\u00ac executiva, Mila Jaber, e visa a evitar novos cortes no or\u00e7amento do Minist\u00e9rio da Agricultura, que j\u00e1 perdeu R$ 414 milh\u00f5es este ano. Em entrevista ao Valor, a secret\u00e1ria disse que uma das medidas prev\u00ea deslocar mais fiscais agropecu\u00e1rios e servidores para regi\u00f5es com maior produ\u00e7\u00e3o agropecu\u00e1ria e presen\u00e7a de agroind\u00fastrias. Al\u00e9m disso, o Minist\u00e9rio da Agricultura tamb\u00e9m prev\u00ea devolver \u00e0 Uni\u00e3o 106 im\u00f3veis, avaliados at\u00e9 agora em cerca de R$ 1,38 bilh\u00e3o, e que se encontram em p\u00e9ssimo estado de conserva\u00e7\u00e3o ou est\u00e3o abandonados ou ainda abrigam excesso de pessoal devido a indica\u00e7\u00f5es pol\u00edticas sem crit\u00e9rio de escolha, segundo Mila Jaber. A secret\u00e1ria\u00ac-executiva disse que a economia a ser gerada com as medidas pode evitar novos contingenciamentos do governo, que j\u00e1 afetaram as \u00e1reas de pesquisa (Embrapa) e de defesa agropecu\u00e1ria este ano. As duas \u00e1reas sofreram juntas mais da metade dos R$ 414 milh\u00f5es em cortes no or\u00e7amento do minist\u00e9rio, aprovados pelo Congresso no fim do ano passado. (Valor Econ\u00f4mico)<\/span><\/em><br style=\"text-align: justify;\" \/> &nbsp;<\/div>\n<div><em><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/em><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<p> <center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"><center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"> <\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp; <\/span><\/p>\n<p> <\/center><\/center> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span id=\"cke_bm_97E\" style=\"display: none;\"><\/span><span id=\"cke_bm_503E\" style=\"display: none;\"><\/span><\/span><\/span><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Porto Alegre, 04 de fevereiro de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.199 &nbsp; &nbsp;&nbsp;Pre\u00e7os globais dos alimentos atingem o menor patamar desde 2009&nbsp; Os pre\u00e7os globais dos alimentos recuaram em janeiro <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/02\/04\/04-02-2016\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"04\/02\/2016\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-930","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/930","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=930"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/930\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=930"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=930"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=930"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}