{"id":929,"date":"2016-02-03T16:58:12","date_gmt":"2016-02-03T16:58:12","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/02\/03\/03-02-2016\/"},"modified":"2016-02-03T16:58:12","modified_gmt":"2016-02-03T16:58:12","slug":"03-02-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/02\/03\/03-02-2016\/","title":{"rendered":"03\/02\/2016"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p> <title><\/title> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 03 de fevereiro de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.198<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"text-align: justify;\"><span face=\"tahoma, geneva, sans-serif\" style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><\/span><\/span><\/strong><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"width: 811px; height: 16px; text-align: justify; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;GDT: pre\u00e7os de l\u00e1cteos com forte queda<\/span><\/strong><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">O resultado do leil\u00e3o GDT desta ter\u00e7a-feira (02\/02) registrou nova queda, com pre\u00e7os m\u00e9dios de l\u00e1cteos em US$ 2.276\/tonelada, valor 7,4% inferior ao do leil\u00e3o anterior.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">O leite em p\u00f3 integral apresentou queda de 10,4%, sendo comercializado a US$ 1.952\/tonelada. O leite em p\u00f3 desnatado teve uma redu\u00e7\u00e3o menor no pre\u00e7o, equivalente a -2,2%, indo de US$1.835\/ton a US$1.792\/ton. O queijo cheddar tamb\u00e9m registrou queda, chegando a US$2.807\/tonelada (-4,2% sobre o \u00faltimo leil\u00e3o).<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Neste leil\u00e3o foram vendidas 24.474 toneladas de produtos l\u00e1cteos, volume cerca de 25,2% inferior ao mesmo per\u00edodo do ano passado.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Os contratos futuros de leite em p\u00f3 integral voltaram a apresentar queda, com proje\u00e7\u00e3o de pre\u00e7o para julho de cerca de US$2.000\/ton.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">A ofertada sustentada em regi\u00f5es relevantes, como Europa e Estados Unidos, bem como quedas menores do que a esperada na produ\u00e7\u00e3o da Nova Zel\u00e2ndia, a demanda fraca em importadores, os baixos pre\u00e7os do petr\u00f3leo e a alta do d\u00f3lar frente a diversas moedas est\u00e3o na raiz do pessimismo do leil\u00e3o deste dia 02\/02. (GDT\/Milkpoint)<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1573\" style=\"width: 186px; height: 284px;\" \/>&nbsp;<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1575\" style=\"width: 500px; height: 284px;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1574\" style=\"width: 500px; height: 172px;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div> <strong>Pesquisador americano proferir\u00e1 palestra aberta na Embrapa sobre Melhoramento Gen\u00f4mico para gado de leite&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p> O pesquisador americano John Cole, do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (Usda), ir\u00e1 proferir uma palestra aberta a interessados no tema, no dia 04\/02, \u00e0s 10 horas, no audit\u00f3rio da Embrapa Pecu\u00e1ria Sul. O tema abordado ser\u00e1 \"Programas de Melhoramento Gen\u00f4mico para Gado de Leite nos Estados Unidos\". Cole \u00e9 graduado em Sistemas de Produ\u00e7\u00e3o Animal (gado de leite), tem mestrado em Ci\u00eancias em animais leiteiros, e doutorado em Ci\u00eancias de aves dom\u00e9sticas e bovinocultura leiteira, estudos realizados na Universidade Estadual de Louisiana.&nbsp;<\/p>\n<p> A pesquisa do Dr. Cole \u00e9 voltada ao melhoramento gen\u00e9tico, sa\u00fade e bem-estar de bovinos de leite, otimiza\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es gen\u00f4micas em programas de melhoramento, e descoberta de variantes causais associados a defeitos recessivos e caracter\u00edsticas complexas em bovinos. Ele foi respons\u00e1vel pela introdu\u00e7\u00e3o de avalia\u00e7\u00f5es gen\u00e9ticas de natimortalidade nos EUA, bem como o desenvolvimento de um sitema de inclus\u00e3o de dados de animais mesti\u00e7os. Sua equipe tamb\u00e9m \u00e9 respons\u00e1vel pelos \u00edndices de sele\u00e7\u00e3o econ\u00f4micos utilizados para classificar os touros e vacas leiteiras. Um trabalho recente de sua equipe se concentrou em estrat\u00e9gias de acasalamento incluindo informa\u00e7\u00f5es sobre defeitos recessivos, identifica\u00e7\u00e3o de regi\u00f5es gen\u00f4micas associadas com a fertilidade da vaca, resist\u00eancia ao estresse t\u00e9rmico e avalia\u00e7\u00e3o gen\u00f4mica da sa\u00fade deste animal usando dados fornecidos pelos agricultores.&nbsp;<\/p>\n<p> Suas contribui\u00e7\u00f5es para essa \u00e1rea cient\u00edfica s\u00e3o documentadas por 75 artigos cient\u00edficos e coment\u00e1rios, bem como 18 cap\u00edtulos de livros e relat\u00f3rios t\u00e9cnicos. Cole foi agraciado com o Pr\u00eamio 2015 Jay L. Lush em Melhoramento Animal e Gen\u00e9tica pela Associa\u00e7\u00e3o Americana de Ci\u00eancia em Gado de Leite, em reconhecimento de suas contribui\u00e7\u00f5es para a gen\u00e9tica do gado leiteiro. Dentre suas v\u00e1rias colabora\u00e7\u00f5es nacionais e internacionais, merece tamb\u00e9m destaque para sua atua\u00e7\u00e3o como Pesquisador Visitante Especial no programa brasileiro \"Ci\u00eancia sem Fronteiras\". (Embrapa)<\/p>\n<p> <strong>Como os acordos de livre com\u00e9rcio impulsionaram as exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos dos EUA a seis pa\u00edses<\/strong><\/p>\n<p> Ap\u00f3s uma d\u00e9cada da implementa\u00e7\u00e3o do Acordo de Livre Com\u00e9rcio da Am\u00e9rica do Norte (NAFTA), as exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos dos Estados Unidos ao M\u00e9xico aumentaram de US$ 250 milh\u00f5es a US$ 1,6 bilh\u00e3o. Isso fez do M\u00e9xico o parceiro comercial de l\u00e1cteos dos Estados Unidos mais positivamente afetado pelos Acordos de Livre Com\u00e9rcio (ALCs) entre 2004 e 2014, de acordo com um relat\u00f3rio divulgado pelo Conselho de Exporta\u00e7\u00f5es de L\u00e1cteos dos Estados Unidos (USDEC) e pela Federa\u00e7\u00e3o Nacional de Produtores de Leite do pa\u00eds (NMPF).<\/p>\n<p> No total, os ALCs ajudaram a trazer US$ 8,3 bilh\u00f5es adicionais \u00e0 ind\u00fastria de l\u00e1cteos dos Estados Unidos de todos os pa\u00edses estudados durante esse per\u00edodo. Esse n\u00famero incluiu maior receita aos produtores de leite devido \u00e0 maior demanda. Esse estudo n\u00e3o inclui o potencial impacto da Parceria Trans-Pac\u00edfico (TPP), que ainda est\u00e1 sendo avaliado.<\/p>\n<p> O estudo mostrou claramente que os ALCs tiveram um impacto positivo na ind\u00fastria de l\u00e1cteos dos Estados Unidos. O impacto foi estimado comparando uma proje\u00e7\u00e3o de tend\u00eancia baseada nas exporta\u00e7\u00f5es antes da entrada no acordo com as exporta\u00e7\u00f5es reais ap\u00f3s a implementa\u00e7\u00e3o, disse o economista da NMPF, Peter Vitaliano, que conduziu o estudo. Com base no valor das vendas em d\u00f3lar, abaixo est\u00e3o os seis pa\u00edses que mais foram afetados positivamente desde que os ALCs foram implementados.<\/p>\n<p> 1. M\u00e9xico: Ap\u00f3s a implementa\u00e7\u00e3o do NAFTA, em 1994, as exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos dos Estados Unidos ao M\u00e9xico (maior destino de exporta\u00e7\u00e3o dos l\u00e1cteos americanos) aumentaram 558%. As exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos dos Estados Unidos aumentaram de US$ 250 milh\u00f5es em 1993 para um total de US$ 1,6 bilh\u00e3o em 2014. O crescimento mais significativo nas exporta\u00e7\u00f5es de produtos l\u00e1cteos a esse mercado foi no leite desnatado, onde as exporta\u00e7\u00f5es dos Estados Unidos aumentaram de US$ 85 milh\u00f5es em 1993 para um total de US$ 775 milh\u00f5es em 2014 (um aumento de 809%).<\/p>\n<p> 2. Coreia do Sul: Para o Acordo de Livre Com\u00e9rcio entre Estados Unidos e Coreia (KORUS), o acesso ao mercado para os produtos l\u00e1cteos ocorreu atrav\u00e9s de uma combina\u00e7\u00e3o de elimina\u00e7\u00e3o de tarifa e expans\u00e3o de cotas sujeiras a tarifas. Para os produtos l\u00e1cteos, houve uma redu\u00e7\u00e3o de tarifas para alguns produtos, mas a maioria dos produtos enfrentou expans\u00e3o das cotas sujeitas a tarifas com per\u00edodos de remo\u00e7\u00e3o gradativa das tarifas de 5-15 anos. As exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos dos Estados Unidos \u00e0 Coreia do Sul aumentaram de US$ 223,7 milh\u00f5es em 2011 (antes da entrada em vigor do acordo em 2012) para US$ 416 milh\u00f5es em 2014, um aumento de 86%. O acordo, o primeiro negociado pela Coreia do Sul com um importante fornecedor de l\u00e1cteos, mostrou ser especialmente cr\u00edtico em garantir que os Estados Unidos n\u00e3o perdessem espa\u00e7o em termos de competitividade, dado que a Coreia do Sul subsequentemente negociou ALCs com Uni\u00e3o Europeia (UE), Austr\u00e1lia e Nova Zel\u00e2ndia, os tr\u00eas maiores concorrentes globais da ind\u00fastria de l\u00e1cteos americana.&nbsp;<\/p>\n<p> 3. Austr\u00e1lia: O Acordo de Livre Com\u00e9rcio entre Estados Unidos e Austr\u00e1lia (AUSFTA) entrou em vigor em 1 de janeiro de 2005. Com esse acordo, mais de 99% das exporta\u00e7\u00f5es de bens de consumo e industriais dos Estados Unidos ficaram livres de tarifas. Desde o in\u00edcio do acordo, as exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos dos Estados Unidos aumentaram 3.012%, de um total de US$ 5,6 milh\u00f5es em 2004 para um total de US$ 173 milh\u00f5es em 2014. Um fator importante no impacto positivo desse acordo para a ind\u00fastria de l\u00e1cteos dos Estados Unidos foi n\u00e3o somente como as tarifas sobre os l\u00e1cteos australianos foram manejadas, mas tamb\u00e9m, o cuidado tomado com a forma como as tarifas dos l\u00e1cteos dos Estados Unidos foram tratadas sob o acordo. Al\u00e9m disso, \u00e9 importante notar que uma severa seca ap\u00f3s o fechamento do AUSFTA impactou as din\u00e2micas comerciais entre os Estados Unidos e a Austr\u00e1lia impactando negativamente a produ\u00e7\u00e3o australiana em um momento em que a produ\u00e7\u00e3o americana estava crescendo.<\/p>\n<p> 4. Cingapura: Os produtos l\u00e1cteos dos Estados Unidos obtiveram acesso livre de tarifas ao mercado de Cingapura ainda antes da entrada em vigor do ALC Estados Unidos-Cingapura em 2004. Entretanto, o com\u00e9rcio continuou expandindo nesse mercado, com as exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos dos Estados Unidos aumentando, de US$ 8,1 milh\u00f5es em 2003 para US$ 99,9 milh\u00f5es em 2014, um aumento de 1.132%.<\/p>\n<p> 5. Marrocos: A maioria dos produtos l\u00e1cteos dentro do Acordo de Livre Com\u00e9rcio entre EUA e Marrocos (que entrou em vigor em 1 de janeiro de 2006) teve uma elimina\u00e7\u00e3o gradativa de tarifas em um per\u00edodo de 15 anos. Isso significa que eles estar\u00e3o livres de tarifas em 1 de janeiro de 2020. Para os produtos l\u00e1cteos, o Marrocos tem sido o parceiro de ALC que apresentou o maior n\u00edvel de crescimento em uma base proporcional. As exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos dos Estados Unidos aumentaram de US$ 64.499 em 2005 para um total de US$ 97,1 milh\u00f5es, um aumento impressionante de 150.437%.&nbsp;<\/p>\n<p> 6. Chile: Para o Acordo de Livre Com\u00e9rcio entre Estados Unidos e Chile, que entrou em vigor em 1 de janeiro de 2004, a maioria das tarifas para bens agr\u00edcolas foram quase completamente eliminadas, com o \u00faltimo ano de remo\u00e7\u00e3o de tarifas sendo em 2015. As exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos dos Estados Unidos aumentaram de US$ 2,6 milh\u00f5es em 2003 para US$ 60,2 milh\u00f5es em 2014, um aumento de 2.225% desde a implementa\u00e7\u00e3o do acordo.&nbsp;<\/p>\n<p> O crescimento de um ponto inicial m\u00ednimo como esse ajuda a ilustrar a import\u00e2ncia de cultivar mercados ao longo do tempo, junto com acordos comerciais bem negociados. A expans\u00e3o das exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos dos Estados Unidos ao Chile s\u00e3o as mais not\u00e1veis, dado que o Chile \u00e9 um produtor de l\u00e1cteos competitivo. Um importante elemento n\u00e3o tarif\u00e1rio do ALC Estados Unidos-Chile foi o estabelecimento de uma via de regulamenta\u00e7\u00e3o aos Estados Unidos para fornecer uma lista de plantas que pretendiam exportar ao Chile. Esta medida removeu a barreira de regulamenta\u00e7\u00e3o que tinha anteriormente dificultado para as plantas de l\u00e1cteos dos Estados Unidos a obter aprova\u00e7\u00e3o das autoridades chilenas para exportar a esse mercado. Esse elemento n\u00e3o tarif\u00e1rio do acordo foi um fator cr\u00edtico para garantir que as companhias americanas realmente fossem capazes de aproveitar as oportunidades que a elimina\u00e7\u00e3o de tarifas introduziu. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do blog do USDEC, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/p>\n<p> <strong>Uruguai - Falta de chuvas agrava as dificuldades dos produtores<\/strong><\/p>\n<p> Ao ros\u00e1rio de dificuldades que afetam os produtores de leite, continuam acrescentando contas. A falta de chuvas, generalizada em toda a bacia leiteira, \u00e9 a \u00faltima adversidade que come\u00e7aram a enfrentar. Ao baixo pre\u00e7o que recebem h\u00e1 meses, fruto especialmente das dificuldades que a ind\u00fastria tem em concretizar neg\u00f3cios no mercado internacional, se adiciona um inesperado aumento dos custos devido \u00e0s complica\u00e7\u00f5es geradas com a falta de chuvas.<\/p>\n<p> Mario Fossatti, coordenador da \u00e1rea de leite da Federa\u00e7\u00e3o Uruguai de Grupos CREA (Fucrea), comentou a El Observador que \"a situa\u00e7\u00e3o era muito boa, mas, nos \u00faltimos 15 ou 20 dias mudou totalmente\". Explicou, por exemplo, que o milho est\u00e1 sofrendo bastante, que em v\u00e1rias propriedades j\u00e1 se v\u00ea a metade seca, a tal ponto que est\u00e1 levando os produtores a adiantar a elabora\u00e7\u00e3o de silos para evitar um dano maior. A falta de \u00e1gua, al\u00e9m disso, praticamente paralisou o crescimento das pastagens, e os \u00faltimos pastos de ver\u00e3o n\u00e3o brotaram desde o \u00faltimo pastejo. Os produtores est\u00e3o usando reservas e concentrados em uma situa\u00e7\u00e3o que n\u00e3o \u00e9 favor\u00e1vel para fazer esses investimentos, dado que n\u00e3o existe dinheiro dispon\u00edvel, explicou. Fossatti destacou que tudo isto \u00e9 especialmente prejudicial porque o cen\u00e1rio n\u00e3o \u00e9 bom \"a conjuntura n\u00e3o ajuda\", afirmou; se o com\u00e9rcio exterior e os pre\u00e7os fossem melhores os problemas seriam suportados de com maior facilidade.<\/p>\n<p> <span style=\"text-decoration: underline;\">Outra m\u00e1 not\u00edcia para os produtores<\/span><br \/> O leil\u00e3o quinzenal da neozelandesa Fonterra, que \u00e9 refer\u00eancia para o mercado de produtos l\u00e1cteos, caiu pela terceira vez consecutiva. N\u00e3o somente caiu, mas houve redu\u00e7\u00e3o de 7,4% na m\u00e9dia da tonelada de todos os produtos, representando o maior percentual de quedas dos \u00faltimos tr\u00eas eventos. Al\u00e9m disso, o leite em p\u00f3 integral, o produto mais exportado pelo Uruguai, baixou 10,4%. (El Observador - Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)&nbsp;<br \/> &nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><em><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/em><\/div>\n<div><em><span style=\"text-align: justify;\">Produ\u00e7\u00e3o\/Espanha<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">A capta\u00e7\u00e3o de leite na Espanha em dezembro passado subiu 6,5%, chegando a 579.078,7 toneladas, apesar dos baixos pre\u00e7os aos produtores. Este percentual de crescimento \u00e9 maior que o registrado em todo o ano. Em 2015 a produ\u00e7\u00e3o come\u00e7ou a aumentar especialmente a partir de abril, quando findaram as cotas. No acumulado do ano, o crescimento foi de 2,1% em rela\u00e7\u00e3o a 2014, chegando a 6.793.284,7 toneladas. O aumento na Espanha acompanha a m\u00e9dia da Uni\u00e3o Europeia. O Observat\u00f3rio L\u00e1cteo da UE n\u00e3o tem os dados de dezembro ainda, mas, de janeiro a novembro de 2015 o crescimento foi de 2,2% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo do ano anterior. O incremento foi mais do dobro do projetado pela Comiss\u00e3o Europeia, que ent\u00e3o avaliou um aumento de 1% na produ\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o a 2014, depois do fim das cotas. Em 2015 a Espanha perdeu 691 pecuaristas de leite, fechando dezembro de 2015 com 16.399 produtores. Quanto aos pre\u00e7os, em dezembro o produtor espanhol recebeu em m\u00e9dia \u20ac 0,31\/litro, [R$ 1,34\/litro], que \u00e9 o mesmo pre\u00e7o registrado em novembro, mas, \u20ac 0,034\/litro, [R$ 0,15\/litro] menos que um ano antes. O pre\u00e7o m\u00e9dio recebido pelo produtor em 2015 na Espanha foi de \u20ac 0,31\/litro, ou seja, \u20ac 0,052\/litro, [R$ 0,23\/litro] a menos que a m\u00e9dia de 2014. (Agrodigital - Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<\/span><\/em><\/div>\n<div><em><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/em><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<p> <center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"><center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"> <\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp; <\/span><\/p>\n<p> <\/center><\/center> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span id=\"cke_bm_97E\" style=\"display: none;\"><\/span><span id=\"cke_bm_503E\" style=\"display: none;\"><\/span><\/span><\/span><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Porto Alegre, 03 de fevereiro de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.198 &nbsp; &nbsp;&nbsp;GDT: pre\u00e7os de l\u00e1cteos com forte queda O resultado do leil\u00e3o GDT desta ter\u00e7a-feira (02\/02) registrou nova queda, <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/02\/03\/03-02-2016\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"03\/02\/2016\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-929","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/929","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=929"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/929\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=929"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=929"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=929"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}