{"id":925,"date":"2016-01-29T17:33:17","date_gmt":"2016-01-29T17:33:17","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/01\/29\/29-01-2016\/"},"modified":"2016-01-29T17:33:17","modified_gmt":"2016-01-29T17:33:17","slug":"29-01-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/01\/29\/29-01-2016\/","title":{"rendered":"29\/01\/2016"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p> <title><\/title> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 29 de janeiro de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.196<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"text-align: justify;\"><span face=\"tahoma, geneva, sans-serif\" style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><\/span><\/span><\/strong><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"width: 811px; height: 16px; text-align: justify; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;<\/span>Projetos ter\u00e3o aproveitamento de Pis\/Confins desde data do protocolo no Mapa<\/strong><\/p>\n<p> O Presidente em exerc\u00edcio do Sindilat\/RS, Guilherme Portella, reuniu na manh\u00e3 desta sexta-feira (29\/01) representantes das empresas associadas e do Minist\u00e9rio da Agricultura, atrav\u00e9s dos fiscais federais Roberto Lucena e Leonardo Toss, para explicar e tirar d\u00favidas sobre os projetos protocolados no Minist\u00e9rio da Agricultura (MAPA) que preveem a\u00e7\u00f5es de fomento, assist\u00eancia t\u00e9cnica e boas pr\u00e1ticas agropecu\u00e1rias, o que permite \u00e0s empresas se creditarem de benef\u00edcio tribut\u00e1rio de pis\/cofins e reinvestirem recursos na qualifica\u00e7\u00e3o do processo produtivo.<\/p>\n<p> O fiscal federal Roberto Lucena esclareceu d\u00favidas e forneceu informa\u00e7\u00f5es sobre a validade dos protocolos. Segundo ele, o benef\u00edcio passa a valer a partir da data em que os projetos foram entregues ao Minist\u00e9rio da Agricultura.<\/p>\n<p> A aprova\u00e7\u00e3o do redirecionamento de aplica\u00e7\u00e3o de recursos, sem preju\u00edzos na data do protocolo do projeto final, dados sobre o preenchimento do novo formul\u00e1rio constante na IN 45 do Mapa est\u00e3o dispon\u00edveis no site do www.sindilat.com.br, na aba \"Legisla\u00e7\u00e3o\".&nbsp;<br \/> A legisla\u00e7\u00e3o que permitiu o benef\u00edcio fiscal foi uma conquista do Sindilat e exigiu meses de empenho da equipe t\u00e9cnica e articula\u00e7\u00e3o em Bras\u00edlia. Al\u00e9m disso, os projetos ajudar\u00e3o a melhorar a produ\u00e7\u00e3o e a qualifica\u00e7\u00e3o do leite por meio de avan\u00e7os de assist\u00eancia t\u00e9cnica.<\/p>\n<p> As empresas cadastradas devem desenvolver a\u00e7\u00f5es e tamb\u00e9m comprovar que esses avan\u00e7os est\u00e3o realmente acontecendo na regi\u00e3o de abrang\u00eancia. \"Nosso objetivo com esses projetos \u00e9 facilitar o avan\u00e7o na melhoria do leite e mostrar que temos indicadores que comprovam isso, nos habilitando para o mercado internacional\", apontou Palharini. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1571\" style=\"height: 375px; width: 500px;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Confian\u00e7a do agroneg\u00f3cio cresce no 4\u00ba trimestre de 2015<\/strong><\/p>\n<p> A valoriza\u00e7\u00e3o das cota\u00e7\u00f5es de algumas commodities agr\u00edcolas, como a\u00e7\u00facar, milho e caf\u00e9, trouxe mais otimismo para a cadeia produtiva ligada \u00e0 agropecu\u00e1ria. O \u00cdndice de Confian\u00e7a do Agroneg\u00f3cio (ICAgro), calculado pela Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Estado de S\u00e3o Paulo (Fiesp) e pela Organiza\u00e7\u00e3o das Cooperativas Brasileiras (OCB), fechou o quarto trimestre de 2015 em 84,3 pontos. A melhora da confian\u00e7a se deveu, principalmente, \u00e0 percep\u00e7\u00e3o de otimismo do produtor agropecu\u00e1rio. O mesmo n\u00e3o ocorreu com a ind\u00fastria de insumos que, no \u00faltimo trimestre do ano, se mostrou mais pessimista que no trimestre anterior.<\/p>\n<p> A alta de 1,9 ponto para o ICAgro entre outubro e dezembro na compara\u00e7\u00e3o com o trimestre anterior p\u00f4s fim \u00e0 sequ\u00eancia de tr\u00eas quedas consecutivas registradas ao longo de 2015. Apesar da recupera\u00e7\u00e3o, o \u00edndice geral ainda fecha o ano 9,2 pontos abaixo do registrado ao final de 2014, quando marcou 93,5 pontos.<\/p>\n<p> A melhora observada no 4\u00ba trimestre, se deve ao aumento dos \u00edndices de confian\u00e7a do produtor agropecu\u00e1rio (88,4 pontos, crescimento de 2,5 pontos) e da ind\u00fastria depois da porteira (87,1, alta de 4,4 pontos), que re\u00fane preponderantemente as ind\u00fastrias de alimentos. Ambos os grupos compensaram a diminui\u00e7\u00e3o no indicador da ind\u00fastria antes da porteira (67,8 pontos), constitu\u00edda pelos fornecedores de insumos, como fertilizantes, defensivos, m\u00e1quinas e equipamentos agr\u00edcolas.<\/p>\n<p> Conforme explicou em nota o gerente do departamento de Agroneg\u00f3cio da Fiesp, Antonio Carlos Costa, a queda de 5,5 pontos apresentada neste elo da cadeia foi influenciada pela falta de confian\u00e7a do produtor rural na economia e os receios com o cen\u00e1rio pol\u00edtico. \"Em um momento como o que estamos vivendo no pa\u00eds, o produtor age como qualquer consumidor, ou seja, pisa no freio e reduz os investimentos, ainda que a avalia\u00e7\u00e3o sobre o pr\u00f3prio neg\u00f3cio esteja em patamares elevados\", resume Costa. Ele acrescenta que neste caso espec\u00edfico, o produtor ainda rev\u00ea o seu pacote tecnol\u00f3gico e, por isso, \"quem sofre mais diretamente com isso \u00e9 a ind\u00fastria de insumos.\"<\/p>\n<p> Na m\u00e9dia geral, os participantes da pesquisa mostraram-se mais confiantes no que diz respeito ao futuro pr\u00f3ximo do que em rela\u00e7\u00e3o ao presente: o indicador das expectativas cresceu de 84 para 88 pontos, enquanto o \u00edndice da situa\u00e7\u00e3o atual caiu de 79 para 76 pontos. De acordo com a metodologia do estudo, resultados abaixo dos 100 pontos indicam baixo grau de confian\u00e7a.<\/p>\n<p> Tanto os produtores agr\u00edcolas como os pecu\u00e1rios -- elo \"Dentro da Porteira\" -- registraram aumento do n\u00edvel de confian\u00e7a. A alta, de 2,5 pontos em rela\u00e7\u00e3o ao terceiro trimestre, fez com que o IC Agro do Produtor Agropecu\u00e1rio chegasse a 88,4 pontos, maior patamar registrado em 2015, conforme a Fiesp.<\/p>\n<p> Os produtores agr\u00edcolas fecharam o per\u00edodo com o \u00edndice de confian\u00e7a em 89,4 pontos, incremento de 2,6 pontos na compara\u00e7\u00e3o com o trimestre imediatamente anterior. A valoriza\u00e7\u00e3o das cota\u00e7\u00f5es de algumas commodities do setor no per\u00edodo, como o a\u00e7\u00facar e etanol, caf\u00e9, milho, &nbsp;entre outras foi uma das principais respons\u00e1veis por esse resultado. Em contrapartida, conforme a Fiesp, o indicador ainda n\u00e3o conseguiu recuperar os n\u00edveis de 2014, quando esteve sempre acima de 90 pontos.<br \/> \"Falta confian\u00e7a nas condi\u00e7\u00f5es da economia brasileira, que fechou o \u00faltimo trimestre do ano passado em 38 pontos, um patamar muito baixo\", explicou o presidente da OCB, M\u00e1rcio Lopes de Freitas.<\/p>\n<p> \"Apesar de o produtor continuar confiante com seus n\u00edveis de produtividade, ele enxerga com cautela os reflexos do atual cen\u00e1rio econ\u00f4mico em seu neg\u00f3cio, a exemplo dos impactos em seu custo de produ\u00e7\u00e3o. Ainda persiste o receio em rela\u00e7\u00e3o ao cr\u00e9dito rural, que apesar de ter se mantido est\u00e1vel em rela\u00e7\u00e3o ao \u00faltimo levantamento, permanece em ambiente pessimista\", observou Freitas.<\/p>\n<p> J\u00e1 a confian\u00e7a do produtor pecu\u00e1rio subiu 2,4 pontos, em rela\u00e7\u00e3o ao trimestre anterior, chegando a 85,4 pontos. O indicador aumentou mais entre os pecuaristas de corte, chegando a 88,4 pontos, uma alta de 3,6 pontos, com destaque para a produtividade - no mesmo per\u00edodo, o \u00edndice entre os criadores de gado leiteiro permaneceu est\u00e1vel, em 80,1 pontos, com destaque negativo para o custo de produ\u00e7\u00e3o. Dessa forma, foi interrompida uma sequ\u00eancia de quatro quedas. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Valor Econ\u00f4mico)<\/p>\n<p> <strong>Inspe\u00e7\u00e3o&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p> A Comiss\u00e3o de Agricultura, Pecu\u00e1ria, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da C\u00e2mara dos Deputados aprovou projeto que altera as regras de inspe\u00e7\u00e3o industrial e sanit\u00e1ria dos produtos de origem animal.<\/p>\n<p> O texto aprovado permite que os estados e munic\u00edpios credenciem empresas prestadoras de servi\u00e7os de medicina veterin\u00e1ria para fazer a vistoria, que hoje \u00e9 realizada apenas por profissionais do setor p\u00fablico (Uni\u00e3o, estados e munic\u00edpios). O projeto (PL 334\/15) \u00e9 de autoria do deputado Marco Tebaldi (PSDB-SC) e foi aprovado na forma de um substitutivo, apresentado pelo deputado Roberto Balestra (PP-GO). Balestra acolheu emenda do deputado Dilceu Sperafico (PP-PR) que autoriza a entrada de veterin\u00e1rios do setor privado na fiscaliza\u00e7\u00e3o dos produtos de origem animal. A proposta altera a Lei 1.283\/50, que regulamenta a inspe\u00e7\u00e3o dos produtos de origem animal. (Ag\u00eancia C\u00e2mara)<\/p>\n<p> <strong>Fonterra&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p> A Fonterra cortou a previs\u00e3o do pre\u00e7o do leite ao produtor para a temporada 2015\/16 para apenas NZ$ 4,15\/kgMS. O valor anterior era NZ$ 4,60\/kgMS. Admite que ser\u00e1 \"muito dif\u00edcil\" para os agricultores. Os dividendos podem ser entre 35 e 40 centavos, significando um prov\u00e1vel pagamento final de apenas NZ$ 4,50 - 4,55\/kgMS.<\/p>\n<p> O representante do Partido Trabalhista, Grant Robertson, disse que a medida custar\u00e1 \"dezenas de milhares de d\u00f3lares\" aos agricultores, e muitos estar\u00e3o \"sob mais press\u00e3o ainda\". A Fonterra esperou o quanto pode pelos resultados do GlobalDairyTrade, mas o pre\u00e7o permaneceu muito baixo e bem inferior \u00e0s expectativas de mercado (alguns economistas do ASB previam uma queda at\u00e9 maior do pre\u00e7o NZ$ 4,10\/kgMS). A gigante dos latic\u00ednios optou por NZ$ 4,60\/kgMS anteriormente, na depend\u00eancia de uma recupera\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os do mercado internacional de l\u00e1cteos, no in\u00edcio deste ano. Mas, entrou o ano, e a recupera\u00e7\u00e3o, se vier, ser\u00e1 muito tarde para salvar a temporada. O presidente da cooperativa, John Wilson disse que as condi\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas mundiais continuam sendo desafiadores e impactando na demanda das commodities, incluindo os l\u00e1cteos. (Interest.co.nz - Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"text-align: justify;\">Pre\u00e7os\/AR<\/strong><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Uma atividade \"pesificada\" com parte do resultado dolarizado. O pre\u00e7o do leite medido pela moeda milho caiu 51% no \u00faltimo ano ao finalizar o subs\u00eddio indireto proveniente do setor agr\u00edcola.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">O pre\u00e7o m\u00e9dio ponderado do leite recebido pelos produtores de Santa Fe foi, em dezembro \u00faltimo, 2,47 pesos\/litro, versus 2,59 pesos\/litro em novembro, segundo dados divulgados pelo Minist\u00e9rio da Produ\u00e7\u00e3o de Santa Fe. O dado \u00e9 que no \u00faltimo m\u00eas de 2015 eram necess\u00e1rio, em m\u00e9dia, 1,48 quilos de milho - posto em Ros\u00e1rio - para comprar um litro de leite, contra 2,01 quilos em novembro do ano passado, e 3,05 quilos em dezembro de 2014. A queda nominal do pre\u00e7o pago pelo leite, registrada no \u00faltimo ano pode ser suportada pela maior parte dos produtores - alguns ficaram pelo caminho - gra\u00e7as ao achatamento do pre\u00e7o interno do milho, gerado pelo coquetel integrado por reten\u00e7\u00f5es + desvaloriza\u00e7\u00e3o cambial. (valorsoja - Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><em><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/em><\/div>\n<div><em><span style=\"text-align: justify;\">Pre\u00e7os\/Uruguai&nbsp;<\/span><\/em><\/div>\n<div><em><span style=\"text-align: justify;\">Em dezembro de 2015, o poder de compra do leite caiu 24% em rela\u00e7\u00e3o a um ano atr\u00e1s, segundo o indicador publicado pelo Inale [Instituto Nacional do Leite].&nbsp;<\/span><span style=\"text-align: justify;\">Comparando o pre\u00e7o do leite ao produtor e os pre\u00e7os dos produtos que entram no custo de produ\u00e7\u00e3o, observa-se que a capacidade de compra do leite era 24% menor em dezembro de 2015, do que no mesmo m\u00eas de 2014. Isto ocorreu fundamentalmente em decorr\u00eancia da forte queda do pre\u00e7o ao produtor (-17%) e em menor medida ao aumento do custo de produ\u00e7\u00e3o, expresso em pesos (+9%). Entretanto, o poder de compra do leite se manteve est\u00e1vel desde julho do ano passado. A queda do pre\u00e7o ao produtor (-17%) se deve \u00e0 transfer\u00eancia da baixa dos pre\u00e7os internacionais dos l\u00e1cteos (observada desde o in\u00edcio de 2014) diante da alta depend\u00eancia do mercado internacional do setor l\u00e1cteo nacional, que \u00e9 fortemente exportador - entre 70 e 75% do leite captado no Uruguai \u00e9 exportado. (Tardaquila Agromercados - Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<\/span><\/em><\/div>\n<div><em><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/em><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<p> <center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"><center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"> <\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp; <\/span><\/p>\n<p> <\/center><\/center> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span id=\"cke_bm_97E\" style=\"display: none;\"><\/span><span id=\"cke_bm_503E\" style=\"display: none;\"><\/span><\/span><\/span><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Porto Alegre, 29 de janeiro de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.196 &nbsp; &nbsp;&nbsp;Projetos ter\u00e3o aproveitamento de Pis\/Confins desde data do protocolo no Mapa O Presidente em exerc\u00edcio do Sindilat\/RS, Guilherme <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/01\/29\/29-01-2016\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"29\/01\/2016\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-925","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/925","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=925"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/925\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=925"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=925"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=925"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}