{"id":9241,"date":"2022-04-06T19:50:53","date_gmt":"2022-04-06T19:50:53","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=9241"},"modified":"2022-04-06T19:53:14","modified_gmt":"2022-04-06T19:53:14","slug":"06-04-2022","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2022\/04\/06\/06-04-2022\/","title":{"rendered":"06\/04\/2022"},"content":{"rendered":"<figure class=\"wp-block-image\" style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/figure>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><!-- \/wp:post-content -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph --><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 06 de abril de 2022&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 16 - N\u00b0 3.633<\/p>\r\n<hr>\r\n<div style=\"text-align: justify;\"><b>Espanha: dispara abate de vacas que produzem menos de 30 litros\/dia<br><\/b>&nbsp;<br>A crise das mat\u00e9rias-primas agr\u00edcolas, agravada pela invas\u00e3o da Ucr\u00e2nia, atinge em cheio a ind\u00fastria leiteira, que est\u00e1 iniciando o abate de vacas com produ\u00e7\u00e3o abaixo de 30 litros\/dia porque n\u00e3o \u00e9 rent\u00e1vel mant\u00ea-las, dado que se paga um litro de leite entre 0,39 e 0,42 centavos quando o quilo de milho custa entre 0,40 e 0,42 ou o quilo de soja em torno de 0,60, sendo ambos elementos essenciais para a alimenta\u00e7\u00e3o do gado.<br>&nbsp;<br>Jos\u00e9 Barrau, propriet\u00e1rio da Queser\u00eda Villa Corona, empresa localizada em El Burgo de Ebro (Zaragoza), disse \u00e0 Efe que esta circunst\u00e2ncia est\u00e1 obrigando muitos fazendeiros a come\u00e7arem a abater vacas produtivas com menos de trinta litros de leite por dia. Manter essas cabe\u00e7as n\u00e3o cobre os custos e geram preju\u00edzos, garante o produtor.<br>&nbsp;<br>A crise das mat\u00e9rias-primas agr\u00edcolas, agravada pela invas\u00e3o da Ucr\u00e2nia, atinge em cheio a ind\u00fastria leiteira, que est\u00e1 iniciando o abate de vacas com produ\u00e7\u00e3o abaixo de 30 litros\/dia porque n\u00e3o \u00e9 rent\u00e1vel mant\u00ea-las, dado que se paga um litro de leite entre 0,39 e 0,42 centavos quando o quilo de milho custa entre 0,40 e 0,42 ou o quilo de soja em torno de 0,60, sendo ambos elementos essenciais para a alimenta\u00e7\u00e3o do gado.<br>&nbsp;<br>Jos\u00e9 Barrau, propriet\u00e1rio da Queser\u00eda Villa Corona, empresa localizada em El Burgo de Ebro (Zaragoza), disse \u00e0 Efe que esta circunst\u00e2ncia est\u00e1 obrigando muitos fazendeiros a come\u00e7arem a abater vacas produtivas com menos de trinta litros de leite por dia. Manter essas cabe\u00e7as n\u00e3o cobre os custos e geram preju\u00edzos, garante o produtor.&nbsp;<br>&nbsp;<br>Se uma fazenda de gado leiteiro tem 1.200 cabe\u00e7as, como Barrau mant\u00e9m em suas duas fazendas (uma em Monz\u00f3n e outra em Sangarr\u00e9n, em Huesca), 600 delas s\u00e3o produtivas, mas todas comem.&nbsp;<br>&nbsp;<br>E assim, quando o percentual normal de abate em uma fazenda \u00e9 de 15 ou 20% do gado, muitas fazendas j\u00e1 est\u00e3o atingindo, diz Barrau, 30 ou 40% de abate de vacas produtivas; \"E porque os frigor\u00edficos n\u00e3o aceitam mais, porque o pre\u00e7o da carne subiu\", diz.<br>&nbsp;<br>A guerra trouxe consigo os grandes especuladores. As empresas especializadas em compras futuras de cereais est\u00e3o at\u00e9 recomprando o que j\u00e1 haviam vendido e h\u00e1 grandes pa\u00edses exportadores, como a Argentina, que est\u00e3o mantendo sua produ\u00e7\u00e3o, mas tamb\u00e9m os menores, como S\u00e9rvia ou Montenegro. E enquanto isso, explica Barrau, na Uni\u00e3o Europ\u00e9ia n\u00e3o h\u00e1 milho ou soja suficiente para vacas, nem para porcos ou bezerros.<br>&nbsp;<br>Al\u00e9m disso, este problema \u00e9 agravado pelo fato de que os cultivos na Espanha est\u00e3o sujeitos a grandes tens\u00f5es, como o aumento do pre\u00e7o dos fertilizantes, que triplicou no caso da ureia, por exemplo, passando de 300 euros para 1000\/hectare e que tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 produzida no pa\u00eds, ou a de \u00e1gua, que dobrou a conta dos irrigantes. Isso sem contar o pre\u00e7o da energia necess\u00e1ria para irriga\u00e7\u00e3o, diz ele.<br>&nbsp;<br>No caso dele, o pre\u00e7o da ra\u00e7\u00e3o do gado se soma ao aumento cont\u00ednuo do pre\u00e7o de materiais como pl\u00e1stico ou papel\u00e3o que ele precisa para embalar seus produtos, que, desde a pandemia de covid aumentou 70%, ou ao custo do g\u00e1s \u00f3leo de suas caldeiras.<br>&nbsp;<br>Essas despesas foram repassadas para o pre\u00e7o dos produtos que chegam \u00e0s lojas e supermercados, mas o aumento \"j\u00e1 ficou ultrapassado\" devido ao custo de seus queijos, iogurtes, coalhadas e suas caixas de leite.&nbsp;<br>&nbsp;<br>\u201cIsso n\u00e3o tem nada a ver com nenhuma outra crise, nunca vivi uma como essa\u201d, lamenta Barrau, cuja for\u00e7a de trabalho foi reduzida para vinte pessoas na queijaria durante a pandemia, quando normalmente s\u00e3o 25. Ele analisa que na origem de alguns desses problemas est\u00e1 a \"depend\u00eancia t\u00e3o desenfreada\" de mat\u00e9rias-primas do exterior e prev\u00ea que os alimentos continuar\u00e3o a subir de pre\u00e7o.<br>&nbsp;<br>Perante esta situa\u00e7\u00e3o, Barrau n\u00e3o tem outra alternativa sen\u00e3o \"cuidar do produto e dos clientes\" e olhar atentamente para custos e despesas, diz com a firme determina\u00e7\u00e3o de \"adaptar-se\" e \"continuar a trabalhar\", como t\u00eam feito desde 1986.<br>&nbsp;<br>As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Portalechero, traduzidas e adaptadas pela equipe MilkPoint<\/div>\r\n<hr>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">\r\n<div><b>Novo Ministro da Agricultura Marcos Montes se posiciona a respeito da diminui\u00e7\u00e3o da al\u00edquota de importa\u00e7\u00e3o de produtos da cesta b\u00e1sica<br><\/b>&nbsp;<br>Al\u00edquota de importa\u00e7\u00e3o - Em entrevista \u00e0 Band News, o novo Ministro da Agricultura Marcos Montes, discorreu sobre a diminui\u00e7\u00e3o da al\u00edquota de importa\u00e7\u00e3o dos produtos da cesta b\u00e1sica, incluindo o queijo mussarela, se posicionando contr\u00e1rio \u00e0 redu\u00e7\u00e3o a zero desta al\u00edquota por se tratar de uma medida que produz pouco efeito sobre a infla\u00e7\u00e3o.<br>&nbsp;<br>Na entrevista, o ministro se manifesta particularmente contr\u00e1rio a esta redu\u00e7\u00e3o. \u201cEstamos retroalimentando a infla\u00e7\u00e3o. Quando come\u00e7amos a dar descontinuidade aos nossos produtos e a nossa cadeia, estamos ao mesmo tempo alimentando outro tipo de infla\u00e7\u00e3o\u201d, afirma o ministro.<br>&nbsp;<br>De acordo com Marcos Montes essa medida deveria ser repensada pela economia para fazer um balan\u00e7o dos impactos que representa na infla\u00e7\u00e3o versus o que representa nas cadeias produtivas, principalmente do pequeno produtor.<br>&nbsp;<br>O leite \u00e9 um produto extremamente social, de grande import\u00e2ncia socioecon\u00f4mica. Para o ministro, o efeito \u00e9 muito pequeno sobre a infla\u00e7\u00e3o. \u201cNo caso dos produtores de leite, que impactam pouqu\u00edssimo na infla\u00e7\u00e3o, est\u00e1 prejudicando toda uma cadeia de mais de um bilh\u00e3o de pessoas envolvidas, ent\u00e3o eu acho que tem que ser repensada\u201d, diz Marcos Montes.&nbsp;<a href=\"https:\/\/youtu.be\/-ySA9WHyEDc\" data-cke-saved-href=\"https:\/\/youtu.be\/-ySA9WHyEDc\">&gt;&gt; Acesse aqui a entrevista completa do Ministro Marcos Montes \u00e0 Band News<\/a>&nbsp;<br>&nbsp;<br>Elabora\u00e7\u00e3o Terra Viva com informa\u00e7\u00f5es da Band News<br><br><\/div>\r\n<div><br><br><br><br><b>Argentina: mercado externo j\u00e1 absorve 30% do leite do pa\u00eds<br><\/b>&nbsp;<br>As exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos do m\u00eas de janeiro ca\u00edram 19% em volume (toneladas de produtos), mas permaneceram praticamente inalteradas em termos de receita em milh\u00f5es de d\u00f3lares (-0,6%), em fun\u00e7\u00e3o do n\u00edvel dos pre\u00e7os internacionais.<br>&nbsp;<br>Segundo dados oficiais do INDEC, em janeiro foram embarcadas 36.378 toneladas de produtos, resultando em um total de 136,1 milh\u00f5es de d\u00f3lares. De acordo com a an\u00e1lise do Observat\u00f3rio da Cadeia L\u00e1ctea da Argentina (OCLA), foram processados 270 milh\u00f5es de litros equivalentes para o mercado externo.<br>&nbsp;<br>No entanto, o que cresceu sensivelmente em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 m\u00e9dia de 2021 \u00e9 o percentual que esse volume representa no total da produ\u00e7\u00e3o nacional de leite. De acordo com esse n\u00famero, era de 29,2% em janeiro e, considerando os dados preliminares do primeiro bimestre, continua aumentando para 29,6% do total.<br>&nbsp;<br>A an\u00e1lise<br>De acordo com os n\u00fameros finais das exporta\u00e7\u00f5es at\u00e9 janeiro de 2022 com dados da Dire\u00e7\u00e3o Nacional de Latic\u00ednios, esses 29,2% destinados ao mercado externo (superior \u00e0 m\u00e9dia de 24-5% m\u00e9dia anual) podem ser explicados pela sazonalidade da produ\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria (pico baixo) e o mercado interno fraco, resultado do fen\u00f4meno inflacion\u00e1rio.<br>&nbsp;<br>Al\u00e9m disso, h\u00e1 tamb\u00e9m um fator de contexto que tem a ver com os impedimentos que existem atualmente para alcan\u00e7ar a log\u00edstica em tempo h\u00e1bil, como resultado da baixa disponibilidade global de cont\u00eaineres, que est\u00e3o gerando estoques e postergando embarques, que s\u00e3o enviados com atraso.<br>&nbsp;<br>Os dados das exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos acumulados at\u00e9 o m\u00eas de fevereiro de 2022, segundo dados provis\u00f3rios do INDEC, indicam que nos dois primeiros meses seriam 70.700 toneladas no valor de 256 milh\u00f5es de d\u00f3lares.<br>&nbsp;<br>Desse total exportado at\u00e9 agora, 49,8% foram leite em p\u00f3, 18,6% queijo em seus diferentes formatos e 20% doce de leite, manteiga, \u00f3leo de manteiga e soro de leite. Ressalta-se que os 11% restantes correspondem \u00e0 categoria \u201cconfidencial\u201d, que supostamente s\u00e3o os itens lactose, case\u00edna e iogurte, que n\u00e3o est\u00e3o detalhados nas informa\u00e7\u00f5es oficiais abrangidas pela \u201cLei do Sigilo Estat\u00edstico\u201d para as empresas fornecedoras.<br>&nbsp;<br>Varia\u00e7\u00f5es<br>A OCLA considera que a varia\u00e7\u00e3o entre os meses das exporta\u00e7\u00f5es foi de -5,5% em volume e -11,5% em valor (fev\/22 vs. jan\/22); e a varia\u00e7\u00e3o interanual foi de +27,2% em volume e +43,8% em valor (fev\/22 vs fev\/21).<br>&nbsp;<br>Como pode ser visto no gr\u00e1fico abaixo, \"as exporta\u00e7\u00f5es no in\u00edcio de 2022 s\u00e3o consideravelmente inferiores \u00e0s de 2021, mas cabe esclarecer que as exporta\u00e7\u00f5es em janeiro de 2021 foram muito altas, pois acumularam exporta\u00e7\u00f5es n\u00e3o realizadas para o Brasil em dezembro de 2020, quando havia dificuldades de entrada devido a quest\u00f5es burocr\u00e1ticas no pa\u00eds de destino. E em fevereiro h\u00e1 uma situa\u00e7\u00e3o inversa, exporta\u00e7\u00f5es normais em fevereiro de 2022 em compara\u00e7\u00e3o com as baixas exporta\u00e7\u00f5es em fevereiro de 2021 devido aos altos volumes do m\u00eas anterior.\u201d<br>&nbsp;<br>Entretanto, \u201cas exporta\u00e7\u00f5es de janeiro e fevereiro de 2022 t\u00eam sido feitas maioritariamente com mercadorias que estavam em estoque devido \u00e0 sua acumula\u00e7\u00e3o por causa das dificuldades ocorridas durante 2021 (principalmente baixa disponibilidade de cont\u00eaineres em particular e de log\u00edstica em geral)\".<br>&nbsp;<br>Em litros equivalentes de leite, as exporta\u00e7\u00f5es representaram nos dois primeiros meses de 2022, 29,6% da produ\u00e7\u00e3o total, \"embora com uma participa\u00e7\u00e3o muito elevada em valores hist\u00f3ricos, foram inferiores \u00e0s do ano anterior que participaram em 31,0%, em virtude do que foi mencionado acima\u201d, analisa a OCLA.<br>&nbsp;<br>O pre\u00e7o argentino<br>Ainda distante da refer\u00eancia mundial que a Fonterra vem estabelecendo por meio do Global Dairy Trade (GDT), \"o pre\u00e7o m\u00e9dio de exporta\u00e7\u00e3o negociado por tonelada foi de US$ 3.626 para o bimestre, o que implica um aumento de 18,2% em rela\u00e7\u00e3o aos primeiros dois meses de 2021. Como se v\u00ea, longe dos US$ 4.600\/t que os mercados europeu e asi\u00e1tico est\u00e3o pagando pelo leite da Oceania.<br>&nbsp;<br>No entanto, \"no caso particular da categoria Leite em P\u00f3, o pre\u00e7o m\u00e9dio foi de US$ 3.495\/tn, 15,9% acima do mesmo per\u00edodo do ano anterior\", o que \u00e9 um valor mais do que atrativo para continuar aproveitando na medida do poss\u00edvel, tendo em conta o desequil\u00edbrio existente com a demanda interna.<br>&nbsp;<br>Destinos<br>Segundo dados do DNL, o destino das exporta\u00e7\u00f5es para este primeiro bimestre foi o seguinte: 33% para a Arg\u00e9lia, 18% para a R\u00fassia, 15% para o Brasil, 5% para o Chile, 4% para os EUA, 4% para a China e os restantes 21% para outros mais de 10 destinos.<br>&nbsp;<br>Vale ressaltar um fato que n\u00e3o \u00e9 menor em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 R\u00fassia, segundo ou terceiro mercado mais importante (dependendo do produto) para o nosso pa\u00eds: esses n\u00fameros ainda n\u00e3o incluem os dados de mar\u00e7o, onde os embarques foram reduzidos a zero, como consequ\u00eancia do confronto militar com a Ucr\u00e2nia e dos bloqueios comerciais que est\u00e3o ocorrendo na zona de conflito. Conforme confirmado pelo Centro da Ind\u00fastria Leiteira, \u201cno momento, nenhuma empresa exportadora argentina est\u00e1 enviando seus produtos para a R\u00fassia\u201d.<br>&nbsp;<br>As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Diario La Opini\u00f3n, traduzidas e adaptadas pela equipe MilkPoint.&nbsp;<\/div>\r\n<\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\"><hr><\/div>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph --><\/p>\r\n<p style=\"text-align: center;\"><i style=\"font-size: 1rem;\"><b>Jogo R\u00e1pido&nbsp;<\/b><\/i><\/p>\r\n<div style=\"text-align: center;\"><i><b>Avalia\u00e7\u00e3o do comportamento de compra - Produto l\u00e1cteo de baixo carbono<br><\/b>&nbsp;Este question\u00e1rio est\u00e1 sendo realizado para um Trabalho de Conclus\u00e3o de Curso de Engenharia de Alimentos da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) que visa entender a inten\u00e7\u00e3o de compra de um \u201cproduto l\u00e1cteo de baixo carbono\u201d atrav\u00e9s do m\u00e9todo de Teoria do Comportamento Planejado (TCP). Um \"produto l\u00e1cteo de baixo carbono\" \u00e9 aquele produzido, preferencialmente, com pr\u00e1ticas que minimizam a emiss\u00e3o de gases de efeito estufa como a manuten\u00e7\u00e3o da cobertura vegetal na propriedade, a \u00eanfase na alimenta\u00e7\u00e3o a pasto e o uso de aditivos alimentares redutores de emiss\u00e3o de metano pela rumina\u00e7\u00e3o do rebanho, o uso de energias renov\u00e1veis, a sele\u00e7\u00e3o de animais de alta capacidade produtiva e o tratamento dos dejetos animais, entre outros. Conforme c\u00f3digo de \u00e9tica em pesquisa, o sigilo e a confidencialidade de todas as informa\u00e7\u00f5es coletadas nesse question\u00e1rio s\u00e3o garantidos, sendo utilizadas somente para o estudo. Sua participa\u00e7\u00e3o \u00e9 an\u00f4nima e volunt\u00e1ria. Qualquer d\u00favida ou informa\u00e7\u00e3o entre em contato pelo e-mail juliasurdo@gmail.com.&nbsp;<a href=\"https:\/\/docs.google.com\/forms\/d\/e\/1FAIpQLSd62X7LN74ZY5xjMq9XU2FG6FyKMZ0ONW1lltJ_J2Fi-cyqfA\/viewform\" data-cke-saved-href=\"https:\/\/docs.google.com\/forms\/d\/e\/1FAIpQLSd62X7LN74ZY5xjMq9XU2FG6FyKMZ0ONW1lltJ_J2Fi-cyqfA\/viewform\">Acesse E RESPONDA o question\u00e1rio clicando aqui.<\/a>&nbsp;As respostas ser\u00e3o recebidas at\u00e9 08 de abril&nbsp;(Julia Surdo via Google Docs)<\/i><\/div>\r\n<hr>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 06 de abril de 2022&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 16 - N\u00b0 3.633 Espanha: dispara abate de vacas que produzem menos de 30 litros\/dia&nbsp;A crise das mat\u00e9rias-primas agr\u00edcolas, <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2022\/04\/06\/06-04-2022\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"06\/04\/2022\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-9241","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9241","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9241"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9241\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9247,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9241\/revisions\/9247"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9241"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9241"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9241"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}