{"id":922,"date":"2016-01-26T17:05:34","date_gmt":"2016-01-26T17:05:34","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/01\/26\/26-01-2016\/"},"modified":"2016-01-26T17:05:34","modified_gmt":"2016-01-26T17:05:34","slug":"26-01-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/01\/26\/26-01-2016\/","title":{"rendered":"26\/01\/2016"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 26 de janeiro de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.193<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"text-align: justify;\"><span face=\"tahoma, geneva, sans-serif\" style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><\/span><\/span><\/strong><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"width: 811px; height: 16px; text-align: justify; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;Pela prefer\u00eancia dentro de casa<\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Em meio \u00e0 guerra fiscal travada entre os Estados, as ind\u00fastrias de leite querem garantir que, pelo menos dentro de casa, os itens processados no Rio Grande do Sul tenham prefer\u00eancia \u00e0 mesa do consumidor. O setor quer apresentar ao governo Sartori, at\u00e9 a primeira quinzena de fevereiro, proposta de tributa\u00e7\u00e3o diferenciada para produtos de outras unidades da federa\u00e7\u00e3o.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">- O Paran\u00e1 protegeu sua produ\u00e7\u00e3o. Estudamos projeto semelhante, que valorize a ind\u00fastria ga\u00facha, dando maior competitividade - argumenta Guilherme Portella, vice-presidente do Sindicato das Ind\u00fastrias de Latic\u00ednios e Produtos Derivados (Sindilat-RS).<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Desde o dia 1\u00ba deste m\u00eas, os paranaenses colocaram o leite UHT no regime tribut\u00e1rio diferenciado, dando prefer\u00eancia ao alimento local ao taxar a mais os que t\u00eam origem em outros Estados.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Para entrar no Paran\u00e1, ind\u00fastrias do Rio Grande Sul pagam entre R$ 0,16 e R$ 0,18 a mais, por litro, em imposto. S\u00e3o Paulo e Rio de Janeiro tamb\u00e9m t\u00eam ICMS diferenciado para a produ\u00e7\u00e3o local.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Creme de leite e leite condensado seriam inclu\u00eddos na proposta ga\u00facha, com o pedido de equipara\u00e7\u00e3o \u00e0 carga tribut\u00e1ria com a de outros Estados.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">- A terceira empresa que mais vende leite UHT n\u00e3o tem produ\u00e7\u00e3o no Rio Grande do Sul. Consideramos uma concorr\u00eancia desleal - completa Portella.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Segundo maior produtor do pa\u00eds, o Rio Grande do Sul tem 40% da produ\u00e7\u00e3o destinada ao mercado interno. Os outros 60% s\u00e3o vendidos fora de casa.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">O desquil\u00edbrio entre produ\u00e7\u00e3o e consumo de leite tem efeitos muito prejudiciais ao setor, da propriedade \u00e0 ind\u00fastria. Foi o que se comprovou em recente crise, que fechou empresas e deixou produtores com pagamentos em haver. Resta saber se o governo comprar\u00e1 essa briga. &nbsp;(Zero Hora)<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> <strong>Sob efeito do calor<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> O rebanho leiteiro do Estado est\u00e1 pedindo sombra e \u00e1gua fresca. O calor intenso das \u00faltimas semanas trouxe efeitos para a produ\u00e7\u00e3o. Fora da chamada zona de conforto t\u00e9rmico - que fica entre 13\u00baC e 18\u00baC -, as vacas ficam, literalmente, sem \u00e2nimo para comer.<\/p>\n<p> E isso se reflete no volume produzido. Conforme a Emater, os relatos feitos at\u00e9 agora apontam redu\u00e7\u00e3o que varia entre 10% e 15%.<\/p>\n<p> - Passou faz tempo da zona de conforto t\u00e9rmico. Mas a diminui\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o varia em cada animal e propriedade - pondera Jaime Ries, assistente t\u00e9cnico estadual da Emater na \u00e1rea do leite.<\/p>\n<p> Em Augusto Pestana, no Noroeste, onde a m\u00e9dia di\u00e1ria de produ\u00e7\u00e3o \u00e9 de 100 mil litros, a estimativa \u00e9 de perdas ainda maiores. Conforme Rem\u00ed Lu\u00eds Beck, presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais do munic\u00edpio, a produ\u00e7\u00e3o \"caiu quase 30%\":<\/p>\n<p> - N\u00e3o foi por falta de comida que isso aconteceu, mas pelo estresse causado pelo calor. E isso n\u00e3o se resolve com apenas um dia de chuva.<\/p>\n<p> O Sindicato das Ind\u00fastrias de Latic\u00ednios e Produtos Derivados do Estado (Sindilat-RS) tamb\u00e9m percebe redu\u00e7\u00e3o no volume produzido, embora trabalhe com uma perspectiva bem mais conservadora: a diminui\u00e7a\u00f5 estaria na casa dos 3%, resultado da dificuldade de alimenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p> Algumas estrat\u00e9gias podem ajudar a diminuir os efeitos das altas temperaturas, ensina Ries. No caso dos animais criados a campo, muitos produtores optam por coloc\u00e1-los no pasto \u00e0 noite. Outra medida \u00e9 fornecer \u00e1gua em abund\u00e2ncia, al\u00e9m de colocar as vacas em \u00e1reas com sombra. Em alguns casos, tamb\u00e9m \u00e9 feita a aspers\u00e3o com \u00e1gua. Nas propriedades em que os animais est\u00e3o em regime de confinamento, os produtores investem em ventiladores e climatizadores. (Zero Hora)<\/p>\n<p> <strong>Pol\u00eamica estampada na embalagem<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> Nada de vaquinhas felizes ou bebendo leite. Uma resolu\u00e7\u00e3o da Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria (Anvisa) est\u00e1 causando pol\u00eamica entre as ind\u00fastrias de leite. Por meio de decreto publicado em novembro, o \u00f3rg\u00e3o estabelece novas regras para as embalagens dos produtos.<\/p>\n<p> Ilustra\u00e7\u00f5es \"humanizadas\" nos r\u00f3tulos n\u00e3o ser\u00e3o mais permitidas. O argumento \u00e9 o de que essas figuras estimulariam o consumo de leite por lactentes e crian\u00e7as pequenas, em detrimento da amamenta\u00e7\u00e3o materna.<\/p>\n<p> O prazo para a adapta\u00e7\u00e3o \u00e9 de um ano. As empresas avaliam a possibilidade de entrar com a\u00e7\u00e3o direta de inconstitucionalidade, em uma grande mobiliza\u00e7\u00e3o nacional em torno do tema. (Zero Hora)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p> <strong>No Brasil, desenvolvimento da pecu\u00e1ria leiteira depende mais de gest\u00e3o do que de novas tecnologias<\/strong><\/p>\n<p> O avan\u00e7o tecnol\u00f3gico proporcionou \u00e0 atividade leiteira grandes avan\u00e7os. S\u00f3 nas \u00faltimas quatro d\u00e9cadas, a produ\u00e7\u00e3o cresceu 185% no Brasil. Por\u00e9m, este desenvolvimento n\u00e3o foi acompanhado por um avan\u00e7o nas pr\u00e1ticas de gest\u00e3o da propriedade. O coordenador t\u00e9cnico do Educampo, Christiano Nascif, alerta que s\u00f3 \u00e9 poss\u00edvel obter lucro de forma sustent\u00e1vel com gest\u00e3o. A observa\u00e7\u00e3o foi feita durante o 2\u00ba Simp\u00f3sio Regional de Produ\u00e7\u00e3o de Silagem de Milho e Sorgo, realizado no campo experimental da Embrapa em Coronel Pacheco - MG.<\/p>\n<p> Os latif\u00fandios com grandes benfeitorias, baixo aproveitamento das \u00e1reas, animais grandes e robustos com baixa produtividade s\u00e3o parte de um cen\u00e1rio em desuso. A atividade hoje adota \u00e1reas menores e mais produtivas, animais de gen\u00e9tica melhorada, capazes de responder com uma produ\u00e7\u00e3o maior em volume e melhor em qualidade. Apesar de tantas mudan\u00e7as, a gest\u00e3o continua negligenciada e pouco profissional. \"Em m\u00e9dia, o produtor de leite mineiro tem patrim\u00f4nio de 700 mil reais investido na propriedade para gerar 200 litros de leite por dia. Essa propor\u00e7\u00e3o \u00e9 impens\u00e1vel em uma padaria, uma farm\u00e1cia e mesmo em outras atividades rurais, como a suinocultura. N\u00e3o \u00e9 compat\u00edvel.\"<\/p>\n<p> O patrim\u00f4nio reflete investimentos em tecnologias para as quais o produtor n\u00e3o est\u00e1 preparado. \"Isso \u00e9 queimar a tecnologia. Nem sempre a implanta\u00e7\u00e3o de uma boa tecnologia compensa economicamente. Avaliar quando ser\u00e1 compensador \u00e9 gest\u00e3o. \u00c9 preciso dar um passo de cada vez\", sentencia Nascif, que explica: \"Aumentar a produtividade por hectare e reduzir o intervalo de partos s\u00e3o objetivos necess\u00e1rios para aumentar a efici\u00eancia tecnol\u00f3gica. Isto significa conquistar resultados meio. Mas s\u00f3 ser\u00e3o efetivos se contribu\u00edrem para o alcance do resultado fim, ou seja: aumentar a efici\u00eancia econ\u00f4mica, fazer o produtor ganhar mais dinheiro\".<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> A gest\u00e3o da propriedade passa pela coleta rotineira de informa\u00e7\u00f5es. Tudo deve ser organizado em um banco de dados atualizado. Este controle pode ser feito no papel, em planilhas no computador ou em softwares de gerenciamento; tanto faz, desde que seja organizado e atualizado frequentemente. Assim, produtor e t\u00e9cnico de assist\u00eancia t\u00eam subs\u00eddios para interpretar os dados que refletem o custo de produ\u00e7\u00e3o para, ent\u00e3o, planejar as a\u00e7\u00f5es de melhoria e gerenciar os resultados.<\/p>\n<p> O coordenador do Educampo acredita que quem n\u00e3o planeja, fracassa. \u00c9 preciso ter planejamento para ser mais eficiente, o que quer dizer produzir mais com menos. Sobre a interpreta\u00e7\u00e3o dos dados para tra\u00e7ar o plano de a\u00e7\u00f5es, ele aconselha: \"Quando o produtor intensifica a produ\u00e7\u00e3o, reduz a margem de lucro por litro, mas aumenta o lucro total. Por isso deve usar indicadores com escalas maiores\".<\/p>\n<p> Numa avalia\u00e7\u00e3o dos dados dos participantes do programa Educampo no per\u00edodo de outubro de 2014 a setembro de 2015, seis custos de produ\u00e7\u00e3o representaram quase 80% do custo total. S\u00e3o eles: concentrados, m\u00e3o de obra familiar (estimando uma remunera\u00e7\u00e3o compat\u00edvel com o pre\u00e7o de mercado na atividade espec\u00edfica de cada um), volumosos, remunera\u00e7\u00f5es, deprecia\u00e7\u00f5es e m\u00e3o de obra. Baseado nesta an\u00e1lise, Nascif conclui: \"Para saber onde cortar, tem que conhecer o peso de cada custo no custo total. N\u00e3o adianta cortar itens de baixo impacto\".<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> <span style=\"text-decoration: underline;\">O evento<\/span><br \/> O 2\u00ba Simp\u00f3sio Regional de Produ\u00e7\u00e3o de Silagem de Milho e Sorgo \u00e9 realizado pela Embrapa (Gado de Leite, Milho e Sorgo e Produtos e Mercados \/ Escrit\u00f3rio de Sete Lagoas) em parceria com a Riber KWS Sementes. &nbsp;A edi\u00e7\u00e3o foi realizada no Campo Experimental Jos\u00e9 Henrique Bruschi, da Embrapa Gado Leite, com mais de 100 t\u00e9cnicos e produtores participando presencialmente. O evento tamb\u00e9m foi transmitido ao vivo pela rede social tem\u00e1tica www.repileite.com.br. Quase 600 usu\u00e1rios acessaram a transmiss\u00e3o, com m\u00e9dia de 50 pessoas ligadas ao mesmo tempo, interagindo via chat.<\/p>\n<p> A programa\u00e7\u00e3o contou com quatro palestras t\u00e9cnicas, que estimularam uma discuss\u00e3o em torno das principais t\u00e9cnicas e tecnologias das silagens de milho e sorgo, al\u00e9m de lan\u00e7arem um olhar sobre o futuro da atividade leiteira, buscando enxergar solu\u00e7\u00f5es para aumentar a produtividade no campo e a rentabilidade do produtor. (Embrapa)<br \/> &nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><em><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/em><\/div>\n<div><em><span style=\"text-align: justify;\">As metas da Cooperativa Pi\u00e1<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">A Cooperativa Pi\u00e1 de Nova Petr\u00f3polis projeta um crescimento de 15% para este ano, com investimentos na capacidade produtiva e em processos e tecnologias industriais, segundo o presidente Gilberto Kny. Ser\u00e3o investimentos na profissionaliza\u00e7\u00e3o do produtor de frutas e leite, na gest\u00e3o junto aos funcion\u00e1rios e nos novos produtos inovadores. A cooperativa aposta tamb\u00e9m na amplia\u00e7\u00e3o do seu mercado para outras regi\u00f5es - Sudeste, Centro-Oeste e Norte - al\u00e9m da maior competividade com o mix de produtos. A prop\u00f3sito, a Pi\u00e1 se mant\u00e9m l\u00edder absoluto no mercado ga\u00facho, com 36% na \u00e1rea de fermentados, segundo pesquisa Nielsen. (Jornal do Com\u00e9rcio)<\/span><\/em><\/div>\n<div><span style=\"line-height: 24px;\"><\/span><em><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/em><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Porto Alegre, 26 de janeiro de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.193 &nbsp; &nbsp;&nbsp;Pela prefer\u00eancia dentro de casa Em meio \u00e0 guerra fiscal travada entre os Estados, as ind\u00fastrias de leite querem <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/01\/26\/26-01-2016\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"26\/01\/2016\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-922","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/922","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=922"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/922\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=922"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=922"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=922"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}