{"id":918,"date":"2016-01-22T17:21:24","date_gmt":"2016-01-22T17:21:24","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/01\/22\/22-01-2016\/"},"modified":"2016-01-22T17:21:24","modified_gmt":"2016-01-22T17:21:24","slug":"22-01-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/01\/22\/22-01-2016\/","title":{"rendered":"22\/01\/2016"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 22 de janeiro de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.191<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"text-align: justify;\"><span face=\"tahoma, geneva, sans-serif\" style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><\/span><\/span><\/strong><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"width: 811px; height: 16px; text-align: justify; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;Regi\u00e3o Sul lidera ranking regional do valor bruto da produ\u00e7\u00e3o agropecu\u00e1ria<\/span><\/strong><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">O Sul do pa\u00eds teve maior participa\u00e7\u00e3o no valor bruto da produ\u00e7\u00e3o agropecu\u00e1ria (VBP) de 2015. Do montante de R$ 498,5 bilh\u00f5es alcan\u00e7ados no ano passado, os tr\u00eas estados da regi\u00e3o (Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paran\u00e1) foram respons\u00e1veis por um faturamento de R$ 145,6 bilh\u00f5es dentro dos estabelecimentos rurais, segundo n\u00fameros da Secretaria de Pol\u00edtica Agr\u00edcola (SPA) do Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (Mapa).<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">No ranking por regi\u00f5es do VPB 2015, elaborado pela Coordena\u00e7\u00e3o-Geral de Estudos e An\u00e1lises da SPA, o Centro-Oeste aparece em segundo lugar, com R$ 135,2 bilh\u00f5es, seguido do Sudeste, com R$ 127,4 bi, Nordeste, com R$ 46,9 bi, e Norte, com R$ 29,1 bi.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Valor Bruto da Produ\u00e7\u00e3o Brasil por Regi\u00f5es - 2015<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1562\" \/><\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\"><\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Soja, bovinos, cana-de-a\u00e7\u00facar, milho e caf\u00e9 foram os produtos com maior VBP no ano passado, destacou o coordenador-geral de Estudos e An\u00e1lises da SPA, Jos\u00e9 Gasques. \"Milho, soja e carne bovina apresentaram o maior valor bruto da produ\u00e7\u00e3o nos \u00faltimos cinco anos.\" Ainda de acordo com ele, 2015 tamb\u00e9m foi o de melhor resultado para outros produtos ao longo dos \u00faltimos anos, com destaque para cebola, su\u00ednos, frango e ovos. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Mapa)<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp; <\/p>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>USDEC: 7 raz\u00f5es pelas quais a recupera\u00e7\u00e3o no setor leiteiro n\u00e3o \u00e9 iminente<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> Os mercados mundiais de l\u00e1cteos continuam com excesso de oferta. Na \u00faltima edi\u00e7\u00e3o do Global Dairy Market Outlook, do Conselho de Exporta\u00e7\u00f5es de L\u00e1cteos dos Estados Unidos (USDEC), foram identificadas sete raz\u00f5es pelas quais uma recupera\u00e7\u00e3o global n\u00e3o parece ser iminente:<\/p>\n<p> 1) Economia mundial fr\u00e1gil. As not\u00edcias do come\u00e7o do ano novo est\u00e3o dominadas pela ansiedade sobre as commodities globais e os mercados acion\u00e1rios. Os pre\u00e7os do petr\u00f3leo est\u00e3o em seus menores n\u00edveis em 12 anos. Os pre\u00e7os dos gr\u00e3os est\u00e3o em seus menores n\u00edveis desde 2009 e a previs\u00e3o continua fraca. Os mercados globais de a\u00e7\u00f5es est\u00e3o agitados. As preocupa\u00e7\u00f5es sobre a sanidade da economia da China continuam aumentando. Isso reflete amplamente uma fragilidade na economia mundial, o que n\u00e3o sugere uma recupera\u00e7\u00e3o do setor leiteiro em curto prazo.&nbsp;<\/p>\n<p> 2) Ampla oferta global de l\u00e1cteos. Grandes estoques, tanto no lado das vendas como no lado das compras da cadeia de fornecimento, bem como os estoques do governo da Uni\u00e3o Europeia (UE), limitar\u00e3o as previs\u00f5es de recupera\u00e7\u00e3o nos pr\u00f3ximos meses. At\u00e9 10 de janeiro, os estoques de interven\u00e7\u00e3o da UE estavam em 46.639 toneladas ap\u00f3s uma oferta de 6.359 toneladas na semana anterior. Em 6.000 toneladas por semana, o limite de 109.000 toneladas ser\u00e1 alcan\u00e7ado at\u00e9 mar\u00e7o - bem quando o pico da primavera estar\u00e1 ocorrendo. Nos Estados Unidos, os estoques comerciais de queijos, manteiga e leite em p\u00f3 desnatado no final de novembro eram de 115.000 toneladas, maior do que o normal para o per\u00edodo.<\/p>\n<p> 3) Produ\u00e7\u00e3o de leite na UE. A produ\u00e7\u00e3o de leite em outubro foi estimada como sendo 4% maior do que no ano anterior. O USDEC estimou que a produ\u00e7\u00e3o de novembro aumentou quase 4% e previu um aumento de 1 a 1,5% com rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior na primeira metade de 2016. Nos oito meses desde que as cotas de produ\u00e7\u00e3o chegaram ao fim, as entregas de leite na Irlanda e na Holanda aumentaram 10%. Isso mais do que compensou um decl\u00ednio de 3% na produ\u00e7\u00e3o na Nova Zel\u00e2ndia na primeira metade de sua esta\u00e7\u00e3o de 2015\/16.<\/p>\n<p> 4) Ainda esperando a China. As importa\u00e7\u00f5es da China foram acima dos n\u00edveis do ano anterior em novembro (embora com rela\u00e7\u00e3o a uma baixa compar\u00e1vel). Al\u00e9m disso, as exporta\u00e7\u00f5es da Nova Zel\u00e2ndia \u00e0 China aumentaram dramaticamente em novembro, o que sugere bons volumes de importa\u00e7\u00e3o da China em dezembro. Entretanto, essas compras devem ter sido principalmente devido \u00e0 empolga\u00e7\u00e3o anual da China pelo leite em p\u00f3 com baixas tarifas da Nova Zel\u00e2ndia, que s\u00e3o redefinidas no come\u00e7o de cada ano. Os processadores chineses parecem ter finalmente trabalhado para reduzir os estoques a n\u00edveis confort\u00e1veis, mas embora o crescimento da produ\u00e7\u00e3o dom\u00e9stica seja modesto, at\u00e9 agora ainda est\u00e1 crescendo suficientemente para mitigar a necessidade de uma mudan\u00e7a no jogo nas importa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p> 5) Pre\u00e7os estagnados. Os pre\u00e7os das commodities se mantiveram relativamente est\u00e1veis durante o m\u00eas passado. O pre\u00e7o de interven\u00e7\u00e3o da UE para leite em p\u00f3 desnatado (cerca de US$ 1.844\/tonelada a taxas de c\u00e2mbio atuais) colocou um piso sobre os pre\u00e7os agora. Entretanto, n\u00e3o h\u00e1 urg\u00eancia na oferta de pre\u00e7os mais elevados dados os atuais excedentes. Os pre\u00e7os ca\u00edram em 19 de janeiro no leil\u00e3o GDT, segundo decl\u00ednio seguido. O leite em p\u00f3 integral ficou em m\u00e9dia em US$ 2.188\/tonelada e o leite em p\u00f3 desnatado ficou em US$ 1.835\/tonelada. Os comerciantes n\u00e3o antecipam muita melhora nos pr\u00f3ximos meses; em 19 de janeiro, os futuros na NZX para leite em p\u00f3 integral ficaram em m\u00e9dia em US$ 2.297\/tonelada para o segundo trimestre de 2016.<\/p>\n<p> 6) Clima. Um dos direcionadores relacionados ao clima que poderia ter apontado os mercados para um territ\u00f3rio positivo moderaram nos dois \u00faltimos meses. A amea\u00e7a do El Ni\u00f1o na produ\u00e7\u00e3o de leite da Nova Zel\u00e2ndia diminuiu \u00e0 medida que os neozelandeses j\u00e1 passaram pelo pico. Nos meses de pico, de outubro e novembro, a produ\u00e7\u00e3o de leite da Nova Zel\u00e2ndia caiu apenas 2,4% com rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior.&nbsp;<\/p>\n<p> 7) Pequena urg\u00eancia para compradores. Os compradores de l\u00e1cteos t\u00eam uma boa cobertura para os pr\u00f3ximos meses, com muitos produtos dispon\u00edveis. H\u00e1 tamb\u00e9m uma preocupa\u00e7\u00e3o de que v\u00e1rios importantes pa\u00edses importadores dependentes do petr\u00f3leo - Arg\u00e9lia e Venezuela, em particular - tenham reduzido as compras nos \u00faltimos meses. Assim como todas as commodities, os l\u00e1cteos precisam de uma hist\u00f3ria de alta para impulsionar um aumento global. Atualmente, essa hist\u00f3ria n\u00e3o existe. A avalia\u00e7\u00e3o anterior do mercado feita pelo USDEC continua a mesma: levar\u00e1 grande parte de 2016, se n\u00e3o o ano todo, para os mercados se reequilibrarem. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do blog do USDEC)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p> <strong>Relat\u00f3rio aponta que mercado global de queijos superar\u00e1 US$ 100 bi at\u00e9 2019<\/strong><\/p>\n<p> O mercado global de queijos tem visto um enorme crescimento nos \u00faltimos anos e continuar\u00e1 vendo at\u00e9 exceder US$ 100 bilh\u00f5es em 2019, de acordo com um relat\u00f3rio recente do Transparency Market Research. O relat\u00f3rio, chamado \"Global Cheese Market - Industry Analysis, Size, Share, Growth, Trends and Forecast, 2013 - 2019\", disse que o mercado tinha um valor de US$ 79,5 bilh\u00f5es em 2012 e dever\u00e1 ter um valor de US$ 105,1 bilh\u00f5es em 2019. O mercado teve e continuar\u00e1 tendo uma taxa de crescimento de 4,4% ao ano, de acordo com essas proje\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p> Analistas acreditam que o mercado de fast food \u00e9 o que atualmente est\u00e1 direcionando o maior interesse por queijos no mundo. O Conselho de Exporta\u00e7\u00f5es de L\u00e1cteos dos Estados Unidos (USDEC) disse em dezembro de 2015 que a demanda dos setores defast food e food service poderiam ajudar os pre\u00e7os dos queijos a voltar a n\u00edveis normais em um futuro pr\u00f3ximo. Al\u00e9m do mercado de fast food, o relat\u00f3rio disse que a capacidade dos consumidores de gastar dinheiro com queijos finos ajudou o mercado a se tornar mais proeminente nos \u00faltimos anos.<\/p>\n<p> Uma quest\u00e3o que pode afetar de forma adversa o crescimento dos queijos como mercado \u00e9 o prazo de validade relativamente curto do produto. O site da DCI Cheese Company diz que os queijos que t\u00eam menor prazo de validade s\u00e3o os macios n\u00e3o amadurecidos, como ricota e queijo cottage, que t\u00eam um prazo de validade de duas a quatro semanas. Por outro lado, queijos duros, como o parmes\u00e3o, t\u00eam um prazo de validade de sete a nove meses. Os queijos processados podem durar at\u00e9 um ano.&nbsp;<\/p>\n<p> Embora a urbaniza\u00e7\u00e3o de pa\u00edses como China, Coreia do Sul e Brasil tenha aumentado a demanda de cada uma dessas \u00e1reas por queijos, grandes players ainda continuam no topo. O relat\u00f3rio disse que a Europa det\u00e9m 38,8% de participa\u00e7\u00e3o no mercado global de queijos, com a Am\u00e9rica do Norte vindo em seguida, com 32,7%. O relat\u00f3rio tamb\u00e9m apontou que a Europa \u00e9 o maior mercado do mundo, por\u00e9m, o USDEC anteriormente disse que os Estados Unidos \u00e9 que possui esse posto.<\/p>\n<p> A \u00c1sia Pac\u00edfico est\u00e1 vendo o maior crescimento durante o per\u00edodo previsto pelo relat\u00f3rio, \u00e0 medida que a regi\u00e3o ver\u00e1 um crescimento de 7,9% por ano at\u00e9 2019. (As informa\u00e7\u00f5es do Dairy Reporter, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/p>\n<p> <strong>Protestos\/Uruguai<\/strong><\/p>\n<p> O campo est\u00e1 cansado e saiu para manifestar. Isto ocorreu ontem, especialmente por produtores jovens, surpreendendo os pr\u00f3prios dirigentes rurais que vinham negociando com autoridades do governo durante o ano, pelos mesmo motivos dos protestos, que ocorreram em onze pontos diferentes no interior do pa\u00eds.<\/p>\n<p> A iniciativa, que surgiu espontaneamente pelas redes sociais no dia 13 de janeiro, foi iniciada por um produtor de 27 anos da zona de Libertad, San Jos\u00e9, Marcos Algorta Ant\u00eda, um pecuarista que pediu reconsiderar os aumentos das tarifas p\u00fablicas, redu\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os dos combust\u00edveis, aumentar o patrulhamento rural noturno, medidas de prote\u00e7\u00e3o \u00e0 horticultura, \"que apare\u00e7a o pagamento da Venezuela\" e que o Estado aperte o cinco para folgar o cidad\u00e3o. O l\u00edder da mobiliza\u00e7\u00e3o pertence ao setor l\u00e1cteo, que, at\u00e9 bem pouco tempo demonstrava sua pujan\u00e7a econ\u00f4mica e exportadora e que agora reclama por melhores condi\u00e7\u00f5es para desenvolver sua atividade. (El Observador - Tradu\u00e7\u00e3o Livre: Terra Viva)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><em><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/em><\/div>\n<div><em><span style=\"text-align: justify;\">Reajustes salariais&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Os acordos de negocia\u00e7\u00e3o salarial firmados em dezembro n\u00e3o conseguiram acompanhar o ritmo da infla\u00e7\u00e3o e, com isso, o trabalhador brasileiro terminou o ano com perda real em seu sal\u00e1rio.&nbsp;<\/span><span style=\"text-align: justify;\">\u00c9 o que aponta levantamento feito pela Funda\u00e7\u00e3o Instituto de Pesquisas Econ\u00f4micas (Fipe), com base em dados do Minist\u00e9rio do Trabalho (MTE). No ano passado, o \u00cdndice Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor (INPC) subiu 11%, enquanto os trabalhadores com carteira assinada tiveram em dezembro, na mediana, aumento salarial de 10%. Em novembro os sal\u00e1rios j\u00e1 haviam encolhido 0,3%. (Estad\u00e3o Conte\u00fado)<\/span><\/em><\/div>\n<div><em><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/em><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<p> <center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"><center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"> <\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/p>\n<p> <\/center><\/center> <\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Porto Alegre, 22 de janeiro de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.191 &nbsp; &nbsp;&nbsp;Regi\u00e3o Sul lidera ranking regional do valor bruto da produ\u00e7\u00e3o agropecu\u00e1ria O Sul do pa\u00eds teve maior participa\u00e7\u00e3o no <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/01\/22\/22-01-2016\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"22\/01\/2016\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-918","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/918","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=918"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/918\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=918"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=918"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=918"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}