{"id":917,"date":"2016-01-21T16:35:06","date_gmt":"2016-01-21T16:35:06","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/01\/21\/21-01-2016\/"},"modified":"2016-01-21T16:35:06","modified_gmt":"2016-01-21T16:35:06","slug":"21-01-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/01\/21\/21-01-2016\/","title":{"rendered":"21\/01\/2016"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 21 de janeiro de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.190<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"text-align: justify;\"><span face=\"tahoma, geneva, sans-serif\" style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><\/span><\/span><\/strong><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"width: 811px; height: 16px; text-align: justify; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;<\/span>De acordo com estudo israelense, produ\u00e7\u00e3o de leite cai cerca de 20% com altas temperaturas<\/strong> <\/p>\n<div><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">A exposi\u00e7\u00e3o cont\u00ednua das vacas a altas temperaturas pode provocar uma perda de at\u00e9 20% na produ\u00e7\u00e3o de leite, aponta o estudo israelense \"Heat stress management in Israel\". Segundo Jos\u00e9 Carlos Ribeiro, consultor agropecu\u00e1rio da Boi Sa\u00fade - Nutri\u00e7\u00e3o Animal, os resultados do trabalho israelense podem perfeitamente ser aplicados ao Brasil, especialmente neste per\u00edodo de ver\u00e3o ou at\u00e9 mesmo porque em diversas regi\u00f5es produtoras do Pa\u00eds o calor elevado predomina durante a maior parte do tempo.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">\"Com a chegada do ver\u00e3o, os animais ficam expostos a temperaturas muito altas, sem contar que num pa\u00eds tropical como o Brasil, h\u00e1 regi\u00f5es onde o clima seco e quente predomina o ano todo\", diz. De acordo com o consultor, climatizar o ambiente \u00e9 a alternativa para amenizar o calor, proporcionando assim um maior bem estar ao gado, diminuindo os riscos de queda na produ\u00e7\u00e3o. Em Israel, explica Ribeiro, existem ambientes climatizados apropriados para a produ\u00e7\u00e3o de leite, s\u00f3 que essa adapta\u00e7\u00e3o tem um custo elevado, o que ultrapassa a realidade da maioria dos produtores rurais brasileiros.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Para contornar o desafio financeiro, sem perda de efici\u00eancia, o melhor investimento em curto prazo, com custo pequeno e bom resultado, destaca o consultor, \u00e9 a constru\u00e7\u00e3o de corredores agroflorestais, ou seja, corredores com plantio de \u00e1rvores dos dois lados, que possam receber o gado nos per\u00edodos mais quentes do dia, que costumam ser entre 10h e 17h.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">\"Com esse plantio, o produtor manter\u00e1 a vaca em temperatura entre 18\u00baC e 22\u00baC graus, par\u00e2metro adequado e que n\u00e3o proporcionar\u00e1 diminui\u00e7\u00e3o do consumo de ra\u00e7\u00e3o, que tem como consequ\u00eancia a queda na produ\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, as \u00e1rvores tamb\u00e9m podem ser frut\u00edferas\", ressalta Ribeiro.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Segundo o consultor, outra alternativa, caso o produtor tenha um galp\u00e3o dispon\u00edvel na propriedade, \u00e9 climatiz\u00e1-lo com ventiladores ou umidificadores. \"\u00c9 importante ressaltar que o galp\u00e3o deve ficar o tempo todo climatizado enquanto o gado estiver l\u00e1, n\u00e3o s\u00f3 no per\u00edodo da ordenha, o que evitar\u00e1 o estresse, al\u00e9m de manter ou at\u00e9 mesmo aumentar a qualidade do leite\", explica Ribeiro. \"Esse procedimento \u00e9 muito utilizado em granjas, inclusive, com ilumina\u00e7\u00e3o e climatiza\u00e7\u00e3o adequadas, que podem ser utilizadas tranquilamente na pecu\u00e1ria leiteira\". (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Infomoney)<\/span><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-indent: 0px; text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Tecnologia, Qualidade e Marcos Regulat\u00f3rios<\/strong><\/p>\n<p> Para garantir mercado externo e atender \u00e0s expectativas de 2016, o investimento em tecnologia para a melhoria da qualidade do leite e, consequentemente, da competitividade, associado \u00e0 revis\u00e3o e adequa\u00e7\u00e3o dos marcos regulat\u00f3rios do Pa\u00eds s\u00e3o fundamentais. Por isso, a Associa\u00e7\u00e3o manter\u00e1 a efetiva participa\u00e7\u00e3o junto ao Programa Mais Leite Saud\u00e1vel do MAPA, desenvolvido para fortalecer 7 pilares (Assist\u00eancia T\u00e9cnica e Gerencial, Melhoramento Gen\u00e9tico, Pol\u00edtica Agr\u00edcola, Sanidade Animal, Qualidade do Leite, Marco Regulat\u00f3rio e Amplia\u00e7\u00e3o de Mercados). \"Como sempre, os compradores buscam regularidade e produtos de alta qualidade. Isso \u00e9 justamente o que a cadeia tem buscado dar aos l\u00e1cteos brasileiros, para torna-los competitivos\", destaca Marcelo Martins.&nbsp;<\/p>\n<p> A Viva L\u00e1cteos tem demandado a reestrutura\u00e7\u00e3o do Programa Nacional de Qualidade do Leite (PNQL) desenvolvido pelo Minist\u00e9rio da Agricultura. Entre outras quest\u00f5es, prop\u00f5e-se a sistematiza\u00e7\u00e3o, numa plataforma, dos dados sobre qualidade do leite, a ser executado pela Embrapa; a integra\u00e7\u00e3o do PNQL ao Sistema de Informa\u00e7\u00f5es Gerenciais (SIGSIF) e o fortalecimento da Rede Brasileira de Laborat\u00f3rios de Controle da Qualidade do Leite.<\/p>\n<p> Em 2016, outra quest\u00e3o importante se refere \u00e0 moderniza\u00e7\u00e3o dos marcos regulat\u00f3rios junto aos \u00f3rg\u00e3os respons\u00e1veis como a ANVISA e Minist\u00e9rio da Agricultura e o incentivo ao investimento em pesquisa e desenvolvimento. Ao mesmo tempo, \u00e9 necess\u00e1rio manter o trabalho de comunica\u00e7\u00e3o para esclarecer \u00e0 popula\u00e7\u00e3o sobre a import\u00e2ncia da ingest\u00e3o de l\u00e1cteos para a sa\u00fade, especialmente entre as crian\u00e7as e os idosos.<\/p>\n<p> <span style=\"text-decoration: underline;\">Dados da Balan\u00e7a Comercial de L\u00e1cteos Brasileira<\/span><\/p>\n<p> &nbsp;<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1561\" style=\"width: 570px; height: 126px;\" \/><\/p>\n<p> (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da Assessoria de Imprensa da Viva L\u00e1cteos.)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Mapa pede apoio ao governo da Litu\u00e2nia para acordo sanit\u00e1rio com Uni\u00e3o Europeia<\/strong><\/p>\n<p> A secret\u00e1ria de Rela\u00e7\u00f5es Internacionais do Agroneg\u00f3cio do Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (Mapa), Tatiana Palermo, recebeu nesta quarta-feira (20) o vice-ministro de Rela\u00e7\u00f5es Exteriores da Litu\u00e2nia, Mantvydas Beke\u0161ius, para pedir apoio ao acordo sanit\u00e1rio e fitossanit\u00e1rio que o Brasil negocia com a Uni\u00e3o Europeia.<\/p>\n<p> O Mapa negocia desde maio do ano passado um acordo que facilitar\u00e1 os entendimentos entre o Brasil e o bloco europeu em quest\u00f5es sanit\u00e1rias e fitossanit\u00e1rias. O objetivo \u00e9 facilitar o entendimento no tema e, assim, simplificar a certifica\u00e7\u00e3o e o com\u00e9rcio. &nbsp;<\/p>\n<p> \"Desde maio, s\u00f3 recebemos uma carta por parte da Uni\u00e3o Europeia dizendo que poder\u00edamos discutir o assunto, mas n\u00e3o obtivemos uma resposta efetiva para a nossa proposta\", disse Tatiana Palermo. O Brasil, acrescentou, tem discutido com diversos pa\u00edses-membros individualmente, em busca de suporte tanto para o acordo sanit\u00e1rio e fitossanit\u00e1rio quanto para quest\u00f5es pontuais sobre com\u00e9rcio de produtos agropecu\u00e1rios.<\/p>\n<p> De acordo com a secret\u00e1ria, \u00e9 interessante para o Brasil que a Uni\u00e3o Europeia seja considerada como um bloco \u00fanico em quest\u00f5es de defesa agropecu\u00e1ria, de modo que uma \u00fanica an\u00e1lise de risco de determinado produto tenha validade para ambos os lados.<\/p>\n<p> Tatiana Palermo explicou ao vice-ministro que o acordo sanit\u00e1rio e fitossanit\u00e1rio proposto \u00e0 Uni\u00e3o Europeia diz respeito a entendimentos entre as \u00e1reas t\u00e9cnicas e n\u00e3o afeta as regras comerciais vigentes. A inten\u00e7\u00e3o do Brasil \u00e9 tornar menos demorados processos que necessitam de aprova\u00e7\u00e3o m\u00fatua, a fim de estimular a coopera\u00e7\u00e3o e aumentar a confian\u00e7a institucional no com\u00e9rcio.<\/p>\n<p> Mantvydas Beke\u0161ius disse que repassar\u00e1 a preocupa\u00e7\u00e3o brasileira ao ministro das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores da Litu\u00e2nia e ao Comiss\u00e1rio Europeu para a Sa\u00fade e a Seguran\u00e7a de Agricultura, Vytenis Andriokaitis, que tamb\u00e9m \u00e9 litu\u00e2nio. \"\u00c9 interessante ouvir essas demandas por parte do Brasil, que \u00e9 um mercado considerado muito importante para n\u00f3s e para a Uni\u00e3o Europeia\", assinalou.<\/p>\n<p> O vice-ministro ainda entregou um convite oficial \u00e0 ministra K\u00e1tia Abreu para visita a uma feira de alimentos em seu pa\u00eds, em mar\u00e7o. Tatiana Palermo disse que o Mapa pretende ir a Bruxelas tamb\u00e9m em mar\u00e7o para retomar as negocia\u00e7\u00f5es sobre o acordo sanit\u00e1rio e que poder\u00e1 analisar a ida da ministra \u00e0 Litu\u00e2nia. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Mapa)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><em><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/em><\/div>\n<div><em><span style=\"text-align: justify;\">Protestos\/Uruguai<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">O campo est\u00e1 cansado e saiu para manifestar. Isto ocorreu ontem, especialmente por produtores jovens, surpreendendo os pr\u00f3prios dirigentes rurais que vinham negociando com autoridades do governo durante o ano, pelos mesmo motivos dos protestos, que ocorreram em onze pontos diferentes no interior do pa\u00eds.&nbsp;<\/span><span style=\"text-align: justify;\">A iniciativa, que surgiu espontaneamente pelas redes sociais no dia 13 de janeiro, foi iniciada por um produtor de 27 anos da zona de Libertad, San Jos\u00e9, Marcos Algorta Ant\u00eda, um pecuarista que pediu reconsiderar os aumentos das tarifas p\u00fablicas, redu\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os dos combust\u00edveis, aumentar o patrulhamento rural noturno, medidas de prote\u00e7\u00e3o \u00e0 horticultura, \"que apare\u00e7a o pagamento da Venezuela\" e que o Estado aperte o cinco para folgar o cidad\u00e3o. O l\u00edder da mobiliza\u00e7\u00e3o pertence ao setor l\u00e1cteo, que, at\u00e9 bem pouco tempo demonstrava sua pujan\u00e7a econ\u00f4mica e exportadora e que agora reclama por melhores condi\u00e7\u00f5es para desenvolver sua atividade. (El Observador - Tradu\u00e7\u00e3o Livre: Terra Viva)<\/span><\/em><\/div>\n<div><em><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/em><\/div>\n<div>\n<div><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 24px;\">.<\/span><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span id=\"cke_bm_97E\" style=\"display: none;\"><\/span><span id=\"cke_bm_503E\" style=\"display: none;\"><\/span><\/span><\/span><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Porto Alegre, 21 de janeiro de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.190 &nbsp; &nbsp;&nbsp;De acordo com estudo israelense, produ\u00e7\u00e3o de leite cai cerca de 20% com altas temperaturas A exposi\u00e7\u00e3o cont\u00ednua das <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/01\/21\/21-01-2016\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"21\/01\/2016\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-917","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/917","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=917"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/917\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=917"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=917"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=917"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}