{"id":916,"date":"2016-01-20T17:05:31","date_gmt":"2016-01-20T17:05:31","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/01\/20\/20-01-2016\/"},"modified":"2016-01-20T17:05:31","modified_gmt":"2016-01-20T17:05:31","slug":"20-01-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/01\/20\/20-01-2016\/","title":{"rendered":"20\/01\/2016"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\">&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 20 de janeiro de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.189<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"text-align: justify;\"><span face=\"tahoma, geneva, sans-serif\" style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><\/span><\/span><\/strong><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"width: 811px; height: 16px; text-align: justify; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<strong>&nbsp;<\/strong><\/span><strong>GDT: pre\u00e7os de l\u00e1cteos continuam est\u00e1veis em baixos patamares<\/strong> <\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"> O resultado do leil\u00e3o GDT desta ter\u00e7a-feira (19\/01) registrou queda de 1,4% sobre o leil\u00e3o anterior, com pre\u00e7os m\u00e9dios de l\u00e1cteos em US$2.405\/tonelada.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> O leite em p\u00f3 integral apresentou queda de 0,5%, sendo comercializado a US$ 2.188\/tonelada. O leite em p\u00f3 desnatado teve queda, indo de US$1.890\/ton a US$1.835\/ton (-2,9%). J\u00e1 o queijo cheddar teve leve queda, chegando a US$2.867\/tonelada (-3,3% sobre o \u00faltimo leil\u00e3o).<\/p>\n<p> Neste leil\u00e3o foram vendidas 21.930 toneladas de produtos l\u00e1cteos, volume cerca de 30,0% inferior ao mesmo per\u00edodo do ano passado.&nbsp;<\/p>\n<p> Apesar da ligeira queda nos pre\u00e7os, os contratos futuros de leite em p\u00f3 integral apresentaram altas (exceto o de mar\u00e7o), com proje\u00e7\u00e3o de pre\u00e7o para julho na casa dos US$2.400\/ton. Tal movimento \u00e9 reflexo das expectativas de que a produ\u00e7\u00e3o da Nova Zel\u00e2ndia apresente quedas expressivas durante 2016, devido aos baixos pre\u00e7os que vem sendo praticados. (Fonte: Global Dairy Trade)<\/p>\n<p> <strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1557\" style=\"width: 200px; height: 350px;\" \/>&nbsp;<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1559\" style=\"height: 350px; width: 585px;\" \/><br \/> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1560\" style=\"width: 500px; height: 164px;\" \/><\/strong><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-indent: 0px; text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Conseleite\/PR<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> A diretoria do Conseleite-Paran\u00e1 reunida em Curitiba, atendendo os dispositivos disciplinados no Cap\u00edtulo II do T\u00edtulo II do seu Regulamento, aprovou e divulgou os valores de refer\u00eancia para a mat\u00e9ria-prima leite realizados em dezembro de 2015, calculados por metodologia definida pelo Conseleite-Paran\u00e1, a partir dos pre\u00e7os m\u00e9dios e do mix de comercializa\u00e7\u00e3o dos derivados l\u00e1cteos praticados pelas empresas participantes. Os valores de refer\u00eancia indicados nesta resolu\u00e7\u00e3o correspondem \u00e0 mat\u00e9ria-prima leite denominada Leite CONSELEITE IN62, que se refere ao leite analisado que cont\u00e9m 3% de gordura, 2,9% de prote\u00edna, 600 mil uc\/ml de c\u00e9lulas som\u00e1ticas e 600 mil uc\/ml de contagem bacteriana.&nbsp;<\/p>\n<p> &nbsp; &nbsp;<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1556\" style=\"width: 489px; height: 127px;\" \/><\/p>\n<p> Para o leite pasteurizado o valor projetado para o m\u00eas de Janeiro de 2016 \u00e9 de R$ 1,8347\/litro. Visando apoiar pol\u00edticas de pagamento da mat\u00e9ria-prima leite conforme a qualidade, o Conseleite-Paran\u00e1 disponibiliza um simulador para o c\u00e1lculo de valores de refer\u00eancia para o leite analisado em fun\u00e7\u00e3o de seus teores de gordura, prote\u00edna, contagem de c\u00e9lulas som\u00e1ticas e contagem bacteriana. O simulador est\u00e1 dispon\u00edvel no seguinte endere\u00e7o eletr\u00f4nico: www.conseleite.com.br\/conseleite. (Fonte: Conseleite\/PR)&nbsp;<\/p>\n<p> <strong>Uruguai: pre\u00e7o do leite em p\u00f3 integral caiu 53% em 2015<\/strong><\/p>\n<p> Os volumes de leite em p\u00f3 integral e desnatado exportados pelo Uruguai em 2015 aumentaram 65% e 23%, respectivamente, mas o valor da tonelada de leite em p\u00f3 integral baixou 53% e do desnatado 30% em um ano, segundo dados do Instituto Nacional do Leite (Inale). Refletindo a volatilidade que dominou todo o mercado de l\u00e1cteos em 2015, no final do ano, o valor das exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos do Uruguai registrou uma queda de 22% com rela\u00e7\u00e3o a 2014.<\/p>\n<p> As vendas de leite em p\u00f3 integral ao longo de todo o ano passado geraram US$ 286,263 milh\u00f5es, de leite em p\u00f3 desnatado geraram US$ 70,603 milh\u00f5es; de queijos, US$ 144,266 milh\u00f5es; e de manteiga, US$ 60,825 milh\u00f5es. O total de l\u00e1cteos exportados gerou US$ 631,388 milh\u00f5es, segundo dados do Inale.<\/p>\n<p> Em volume, as exporta\u00e7\u00f5es foram de 96.409 toneladas de leite em p\u00f3 integral, 25.854 de leite em p\u00f3 desnatado, 32.026 toneladas de queijos e 20.380 toneladas de manteiga. Por\u00e9m, al\u00e9m dos volumes, o que mostra bem a volatilidade do mercado s\u00e3o os pre\u00e7os por produto. Esses valores de mercado internacional se refletem tamb\u00e9m nas receitas dos produtores uruguaios que, por sua vez, sofreram com a seca de outono - quando, em geral, o fen\u00f4meno clim\u00e1tico se registra na primavera ou no ver\u00e3o -, que golpeou forte os produtores.<\/p>\n<p> A tonelada de leite em p\u00f3 integral vendida pelo Uruguai teve um pre\u00e7o m\u00e9dio no final de 2015 de US$ 2.347; o leite desnatado teve um pre\u00e7o de US$ 2.033 por tonelada; o queijo, de US$ 3.510 por tonelada; e a manteiga, de US$ 2.708 por tonelada. Segundo os dados estat\u00edsticos do Inale, em dezembro de 2015, os pre\u00e7os dos queijos exportados pelo Uruguai ca\u00edram 25% com rela\u00e7\u00e3o a novembro de 2015, ficando em m\u00e9dia em US$ 3.510 por tonelada vendida.<\/p>\n<p> Por sua vez, os pre\u00e7os recebidos pela Oceania se mantiveram com rela\u00e7\u00e3o a novembro de 2015 em US$ 3.150 por tonelada. Tamb\u00e9m, o pre\u00e7o m\u00e9dio do leite em p\u00f3 integral exportado pelo Uruguai em dezembro de 2015 caiu 25% com rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior, ficando em US$ 2.347 por tonelada vendida. O pre\u00e7o do mesmo produto exportado pela Oceania e pela Europa mostrou uma queda de 6% para ambas as regi\u00f5es e ficou em US$ 2.250 por tonelada. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do El Pa\u00eds Digital)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> <strong>CNI quer tirar acidentes no trajeto do c\u00e1lculo de risco de trabalho&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p> A Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria (CNI) vai insistir com o governo na retirada dos acidentes de trajeto do c\u00e1lculo do Fator Acident\u00e1rio de Preven\u00e7\u00e3o (FAP), mecanismo adotado para reduzir ou aumentar as al\u00edquotas dos Riscos Ambientais de Trabalho (RAT). O RAT \u00e9 uma contribui\u00e7\u00e3o previdenci\u00e1ria paga pelo empregador para cobrir os custos com trabalhadores v\u00edtimas de acidentes de trabalho ou doen\u00e7as ocupacionais. O entendimento \u00e9 que as empresas n\u00e3o t\u00eam como realizar medidas de preven\u00e7\u00e3o para um tipo de acidente que ocorre fora da companhia. Levantamento da CNI mostra que, enquanto a taxa de acidentes dentro das empresas sofreu redu\u00e7\u00e3o, as ocorr\u00eancias no percurso entre o servi\u00e7o e a casa do trabalhador cresceram 41,2% entre 2007 e 2013 e representam 20% dos acidentes de trabalho no Brasil. Aplicado desde 2010, o FAP d\u00e1 b\u00f4nus \u00e0s empresas que investem em preven\u00e7\u00e3o de acidentes e pune as que t\u00eam um n\u00famero elevado de ocorr\u00eancias. As companhias podem ter uma diminui\u00e7\u00e3o de 50% ou aumento de 100% na al\u00edquota dos RAT \u00ac de 1%, 2% ou 3% sobre a folha de pagamentos com base nos \u00edndices de frequ\u00eancia, gravidade e custo dos acidentes.&nbsp;<\/p>\n<p> O presidente do Conselho das Rela\u00e7\u00f5es do Trabalho da CNI, Alexandre Furlan, explicou que, apesar dos investimentos feitos para reduzir acidentes de trabalho, as empresas acabam n\u00e3o tendo uma diminui\u00e7\u00e3o das al\u00edquotas do seguro, pois os acidentes de trajeto n\u00e3o param de crescer. Em 2013, do total de \u00f3bitos registrados no Brasil como acidente de trabalho, 43,4% ocorreram no trajeto. Furlan j\u00e1 conversou com o ministro do Trabalho e Previd\u00eancia Social, Miguel Rossetto, sobre o assunto, mas ainda n\u00e3o teve uma resposta. Na avalia\u00e7\u00e3o de Furlan, as empresas n\u00e3o t\u00eam como controlar ou adotar medidas para evitar os acidentes de trajeto. \"N\u00e3o tem raz\u00e3o para incluir como acidente de trabalho. \u00c9 um risco fora do controle da empresa\", diz. Segundo ele, mesmo em situa\u00e7\u00f5es em que a empresa oferece \u00f4nibus fretado, por exemplo, n\u00e3o est\u00e1 livre de acidentes no trajeto. \"Adotamos todos os mecanismos para evitar acidente.\" Para a CNI, o aumento progressivo no n\u00famero de acidentes de trajeto \u00e9 preocupante, porque contrasta com a queda na taxa observada nos \u00faltimos anos. Segundo dados repassados pela entidade, com base nas estat\u00edsticas do Minist\u00e9rio da Previd\u00eancia, o n\u00famero de Comunica\u00e7\u00f5es de Acidente de Trabalho (CAT) subiu 7,8% enquanto o mercado formal de trabalho teve expans\u00e3o de 30,2% ente 2007 e 2013.&nbsp;<\/p>\n<p> Com isso, segundo o levantamento, o n\u00famero geral de acidentes de trabalho caiu de 1.378 para 1.142 a cada mil trabalhadores. A confedera\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m quer retomar as negocia\u00e7\u00f5es de outras quest\u00f5es de interesse da ind\u00fastria com o governo, caso da flexibiliza\u00e7\u00e3o de norma de seguran\u00e7a no trabalho para uso de m\u00e1quinas e equipamentos, a chamada NR\u00ac 12. A medida vem gerando reclama\u00e7\u00f5es dos empres\u00e1rios, porque os ajustes na norma regulamentadora podem custar \u00e0 ind\u00fastria cerca de R$ 100 bilh\u00f5es, segundo estimativas do setor. A CNI defende a retirada da retroatividade para adequa\u00e7\u00e3o dos equipamentos, al\u00e9m do estabelecimento de obriga\u00e7\u00f5es distintas para fabricantes de equipamentos e os usu\u00e1rios e tratamento diferenciado para micro e pequenas empresas. Institu\u00edda em 1978, a norma regulamentadora abrange todo o parque industrial brasileiro e estabelece requisitos para a preven\u00e7\u00e3o de acidentes de doen\u00e7as do trabalho. Em 2010, a norma foi modificada e ampliou de 40 para 340 os itens obrigat\u00f3rios a serem cumpridos pelas empresas, inclusive com exig\u00eancias relativas ao maquin\u00e1rio j\u00e1 existente. (Valor Econ\u00f4mico)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><em><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/em><\/div>\n<div><em>Milho&nbsp;<\/em><\/div>\n<div><em>O mercado brasileiro pode enfrentar nova escassez de milho no segundo semestre de 2016, com possibilidade de importar alguns volumes dos Estados Unidos e da Argentina, em fun\u00e7\u00e3o de uma safra praticamente est\u00e1vel e de mais uma temporada com fortes exporta\u00e7\u00f5es, projetou nesta ter\u00e7a-feira a consultoria Agroconsult. (Fonte: Reuters)<\/em><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><em><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/em><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<p> <center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"><center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"> <\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp; <\/span><\/p>\n<p> <\/center><\/center> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span id=\"cke_bm_97E\" style=\"display: none;\"><\/span><span id=\"cke_bm_503E\" style=\"display: none;\"><\/span><\/span><\/span><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre, 20 de janeiro de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.189 &nbsp; &nbsp;&nbsp;GDT: pre\u00e7os de l\u00e1cteos continuam est\u00e1veis em baixos patamares O resultado do leil\u00e3o GDT desta ter\u00e7a-feira (19\/01) registrou queda <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/01\/20\/20-01-2016\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"20\/01\/2016\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-916","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/916","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=916"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/916\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=916"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=916"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=916"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}