{"id":908,"date":"2016-01-14T18:01:06","date_gmt":"2016-01-14T18:01:06","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/01\/14\/14-01-2016\/"},"modified":"2016-01-14T18:01:06","modified_gmt":"2016-01-14T18:01:06","slug":"14-01-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/01\/14\/14-01-2016\/","title":{"rendered":"14\/01\/2016"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\">&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 14 de janeiro de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.185<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"text-align: justify;\"><span face=\"tahoma, geneva, sans-serif\" style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><\/span><\/span><\/strong><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"width: 811px; height: 16px; text-align: justify; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<strong>&nbsp;<\/strong><\/span><strong style=\"text-align: justify;\">Mercosul<\/strong><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Ap\u00f3s o Mercosul finalizar, em dezembro, uma proposta para negociar a libera\u00e7\u00e3o do com\u00e9rcio com a Uni\u00e3o Europeia, cabe ao bloco europeu mostrar \"disposi\u00e7\u00e3o\" em avan\u00e7ar na discuss\u00e3o, cujo desfecho \u00e9 esperado pelo governo brasileiro para o primeiro trimestre deste ano.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">A avalia\u00e7\u00e3o \u00e9 do embaixador Paulo Estivallet de Mesquita, \u00e0 frente de temas da Am\u00e9rica do Sul, Central e Caribe no Itamaraty. O diplomata criticou ainda a \"demanda extempor\u00e2nea\" da Uni\u00e3o Europeia em defender uma amplia\u00e7\u00e3o dos termos propostos pelo Mercosul (elimina\u00e7\u00e3o das tarifas sobre 87% do com\u00e9rcio entre os blocos). \"Isso \u00e9 uma t\u00e1tica negociadora antiga e conhecida. Na verdade quem est\u00e1 um pouco inadimplente \u00e9 a Uni\u00e3o Europeia. () Da parte do Mercosul a prioridade e a disposi\u00e7\u00e3o est\u00e3o claras. Acho que cabe agora \u00e0 Uni\u00e3o Europeia demonstrar isso\", disse o embaixador nesta quarta-feira (13). O tema estar\u00e1 na agenda de encontros que o ministro Mauro Vieira (Rela\u00e7\u00f5es Exteriores) ter\u00e1 nesta quinta (14) na Argentina, primeira viagem do chanceler neste ano. Ele ter\u00e1 reuni\u00e3o com a chanceler argentina, Susana Malcorra, al\u00e9m de outras autoridades. (Folha de SP)<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Tributar fortuna n\u00e3o resolve arrecada\u00e7\u00e3o, diz estudo<\/strong><\/p>\n<p> Defendido pelos integrantes do PT, o imposto sobre grandes fortunas n\u00e3o \u00e9 indicado como mecanismo para superar dificuldades nas contas p\u00fablicas, concluiu estudo feito pela Consultoria Legislativa da C\u00e2mara dos Deputados. O documento analisou pesquisas internacionais e apontou ainda que o tributo induz a evas\u00e3o fiscal, causando fuga de capitais do pa\u00eds. A conclus\u00e3o foi que o encargo teria pouco sucesso se fosse elaborado com fins arrecadat\u00f3rios. \"O imposto n\u00e3o deve ser utilizado como um mecanismo de combate a crises fiscais do Estado, pois sua arrecada\u00e7\u00e3o \u00e9 muito pouco significativa para os pa\u00edses que o institu\u00edram\", afirma o consultor legislativo Jules Michelet Pereira Queiroz e Silva. Mas o levantamento defende o novo imposto caso ele tenha um car\u00e1ter social, voltado \u00e0 redu\u00e7\u00e3o de desigualdades. \"Se utilizado, o imposto deve ser um mecanismo de redu\u00e7\u00e3o da desigualdade na distribui\u00e7\u00e3o da renda e planejado dessa forma\", ressalta. O estudo da Consultoria Legislativa \u00e9 de maio de 2015, quando a C\u00e2mara come\u00e7ou a votar as propostas de ajuste fiscal de Levy que reviam regras de pens\u00e3o por morte e seguro -desemprego, por exemplo, al\u00e9m da retirada de benef\u00edcios como a desonera\u00e7\u00e3o da folha de pagamentos. O texto, no entanto, foi publicado apenas no fim do ano passado. O imposto voltou a ser defendido pelos integrantes do PT, insatisfeitos com a pol\u00edtica econ\u00f4mica adotada pela equipe da presidente Dilma Rousseff no ano passado. O partido criticou medidas propostas pelo ex\u00ac-ministro da Fazenda Joaquim Levy para ajustar as contas p\u00fablicas e pediam a\u00e7\u00f5es para tributar o \"andar de cima\". Mal Levy deixou o cargo \u00ac e foi substitu\u00eddo por Nelson Barbosa \u00ac e a bancada petista na C\u00e2mara j\u00e1 saiu em defesa de medidas para combater a crise econ\u00f4mica e apresentou ideias ao Pal\u00e1cio do Planalto. Segundo um deputado da sigla, um dos itens sugeridos ao governo \u00e9 a cria\u00e7\u00e3o do imposto sobre grandes fortunas, que est\u00e1 previsto na Constitui\u00e7\u00e3o, mas que ainda n\u00e3o foi adotado. Quando costumava ser questionado sobre o assunto pelos integrantes do PT, Levy dizia que a proposta do governo para taxar as grandes fortunas era a que foi enviada ao Congresso para regularizar recursos enviados de forma ilegal ao exterior. O projeto cobra impostos e multa de quem enviou ativos ao exterior ilegalmente j\u00e1 foi aprovado pelos parlamentares no fim de 2015, mas ainda que n\u00e3o foi sancionado pela presidente Dilma. Enquanto o Executivo se mostra reticente sobre a taxa\u00e7\u00e3o das fortunas, o Legislativo prossegue com tentativas de levar a ideia adiante. O senador Antonio Carlos Valadares (PSB\u00acSE), por exemplo, j\u00e1 tem um projeto em tr\u00e2mite para cobrar anualmente um imposto de pessoas f\u00edsicas com patrim\u00f4nio maior que R$ 2,5 milh\u00f5es. A al\u00edquota sobre o patrim\u00f4nio iria de 0,5% a 2%, dependendo do tamanho da \"fortuna\". Marcos Cat\u00e3o, advogado tributarista e professor da Funda\u00e7\u00e3o Get\u00falio Vargas (FGV) acredita que o sistema tribut\u00e1rio brasileiro j\u00e1 \u00e9 um dos mais complexos do mundo, o que inclusive contribui para a inibi\u00e7\u00e3o do crescimento econ\u00f4mico, e que a cria\u00e7\u00e3o de um novo imposto \u00e9 desnecess\u00e1ria. Segundo ele, j\u00e1 h\u00e1 mecanismos suficientes no pa\u00eds para elevar a tributa\u00e7\u00e3o sobre os mais ricos. \"Existem diferentes possibilidades, como a cria\u00e7\u00e3o de mais faixas de imposto de renda, ou aumento da tributa\u00e7\u00e3o sobre ganhos de capital. N\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio criar mais um imposto\", diz. O professor Jerson Carneiro, professor de Direito Administrativo e Gest\u00e3o do Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais (Ibmec) e que tem artigos publicados sobre o tema, defende o conceito do imposto sobre grandes fortunas \u00ac mas acredita que este n\u00e3o \u00e9 o momento para cri\u00e1\u00aclo. \"Esse \u00e9 o \u00fanico imposto da Uni\u00e3o previsto pela Constitui\u00e7\u00e3o de 1988 ainda n\u00e3o criado. Constitucionalmente, sou a favor. O problema \u00e9 definir o que \u00e9 uma grande fortuna\", afirmou. (Valor Econ\u00f4mico)<\/p>\n<p> <strong>Leite\/Uruguai<\/strong><\/p>\n<p> As dificuldades que atingiram o setor leiteiro h\u00e1 um ano n\u00e3o est\u00e3o resolvidas, e ainda precisa ser levado em considera\u00e7\u00e3o que o novo fundo leiteiro, \u00e9 um paliativo conjuntural, mas que aumenta o endividamento, e compromete a viabilidade dos pequenos produtores. Esse \u00e9 o panorama tra\u00e7ado a El Observador pelo presidente da ANPL-Associa\u00e7\u00e3o Nacional dos Produtores de Leite, Rodolfo Braga, que destacou a import\u00e2ncia de \"buscar ferramentas que permitam melhorar a situa\u00e7\u00e3o\".<\/p>\n<p> Ressaltou que se n\u00e3o forem levados em considera\u00e7\u00e3o alguns aspectos, a situa\u00e7\u00e3o poder\u00e1 se agravar. Explicou que n\u00e3o se trata de encontrar paliativos para os problemas que os produtores enfrentam, como os pre\u00e7os baixos do mercado e a adversidade clim\u00e1tica, mas o setor tamb\u00e9m \u00e9 prejudicado pelo pr\u00f3prio Estado com menor atividade. Braga disse que o setor leiteiro precisa de financiamento em condi\u00e7\u00f5es muito especiais para continuar a manuten\u00e7\u00e3o b\u00e1sica das explora\u00e7\u00f5es, o que \u00e9 essencial para os pequenos produtores. O dirigente discordou de que a conjuntura atual do pa\u00eds n\u00e3o \u00e9 a mais indicada para acatar solu\u00e7\u00f5es como as propostas pela ANPL ao governo atrav\u00e9s do Instituto Nacional do Leite (Inale), procurando al\u00edvio fiscal e redu\u00e7\u00e3o de tarifas, declarou ao programa Tiempo de Cambio da R\u00e1dio Rural. (El Observador - Tradu\u00e7\u00e3o Livre: Terra Viva)<\/p>\n<p> <strong>Luz ultravioleta<\/strong><\/p>\n<p> A Autoridade Europeia de Seguran\u00e7a Alimentar (EFSA) deu luz verde para o leite tratado com luz ultravioleta (UV), com o objetivo de aumentar as concentra\u00e7\u00f5es da vitamina D3 e a vida \u00fatil. Esta decis\u00e3o ir\u00e1 favorecer a Comiss\u00e3o Europeia a aprovar este tipo de leite como novo alimento.<\/p>\n<p> O novo alimento \u00e9 o leite de vaca (integral, semidesnatado ou desnatado) ao qual se aplica um tratamento com radia\u00e7\u00e3o ultravioleta (UV) depois da pasteuriza\u00e7\u00e3o com o objetivo de aumentar a vida \u00fatil do leite. Este tratamento resulta no aumento das concentra\u00e7\u00f5es de vitamina D3. A EFSA considera que os dados coletados no processo de produ\u00e7\u00e3o s\u00e3o suficientes e n\u00e3o d\u00e3o lugar a problemas de seguran\u00e7a, e que \u00e9 pouco prov\u00e1vel que altere os n\u00edveis de consumo toler\u00e1veis estabelecidos, que o novo alimento n\u00e3o \u00e9 nutricionalmente desvantajoso, que n\u00e3o tem problemas de qualidade microbiol\u00f3gica e que o risco de rea\u00e7\u00f5es al\u00e9rgicas n\u00e3o \u00e9 muito diferente ao associado ao leite convencional. (Agrodigital - Tradu\u00e7\u00e3o Livre: Terra Viva)<\/p>\n<p> <strong>Com\u00e9rcio fraco<\/strong><\/p>\n<p> A China, maior exportadora do mundo, fez uma previs\u00e3o sombria para a economia mundial, alertando que a queda da demanda externa resultar\u00e1 num com\u00e9rcio mais fraco domesticamente neste ano.<\/p>\n<p> O alerta foi feito ao mesmo tempo em que o pa\u00eds revelou um n\u00edvel de com\u00e9rcio melhor do que esperado em dezembro, m\u00eas em que o yuan teve sua segunda maior queda desde 2005. Economistas saudaram a melhora na exporta\u00e7\u00e3o chinesa, dizendo que um super\u00e1vit comercial crescente poder\u00e1 fortalecer o yuan, cuja desvaloriza\u00e7\u00e3o neste m\u00eas causou uma onda de vendas no mercado de a\u00e7\u00f5es. As exporta\u00e7\u00f5es da China, em d\u00f3lar, ca\u00edram 1,4% em dezembro, em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior, estreitando a queda de 6,8% de novembro, disse ontem a alf\u00e2ndega chinesa. As importa\u00e7\u00f5es ca\u00edram 7,6%, em dezembro, em compara\u00e7\u00e3o com queda de 8,7% em novembro, pois o decl\u00ednio dos pre\u00e7os das commodities continuaram a pressionar. Com isso, o super\u00e1vit comercial chin\u00eas avan\u00e7ou para US$ 60,1 bilh\u00f5es no \u00faltimo m\u00eas de 2015. Economistas disseram que os n\u00fameros foram melhores do que os esperados: uma pesquisa da Bloomberg previa queda de 8%. (Valor Econ\u00f4mico)<br \/> &nbsp;&nbsp; &nbsp;<\/p>\n<p> <strong>Fetag elege diretoria nesta quinta-feira<\/strong><\/p>\n<p> A Fetag elege hoje sua diretoria para a gest\u00e3o 2016-2020. A vota\u00e7\u00e3o ocorre das 11h \u00e0s 16h, em Porto Alegre, com chapa \u00fanica. Os sindicatos associados devem votar sim ou n\u00e3o. Atendendo a pedido das 23 regionais, o presidente Carlos Joel da Silva, candidato \u00e0 reelei\u00e7\u00e3o, destaca que, dos 26 cargos, metade tem novos nomes no comando, entre eles a secretaria-geral da entidade e as coordena\u00e7\u00f5es de Mulheres e de Jovens. (Correio do Povo)<br \/> &nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><em><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/em><\/div>\n<div><em><span style=\"text-align: justify;\">Leite&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Empresas associadas ao Sindilat estudaram, em reuni\u00e3o realizada ontem, alternativas para auxiliar na recupera\u00e7\u00e3o da competitividade do setor l\u00e1cteo ga\u00facho. A iniciativa \u00e9 uma rea\u00e7\u00e3o \u00e0s barreiras criada pelo Paran\u00e1 contra a entrada de produtos de outros estados. (Jornal do Com\u00e9rcio)<\/span><\/em><\/div>\n<div><em><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/em><\/div>\n<div><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 24px;\"><\/span><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span id=\"cke_bm_97E\" style=\"display: none;\"><\/span><span id=\"cke_bm_503E\" style=\"display: none;\"><\/span><\/span><\/span><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre, 14 de janeiro de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.185 &nbsp; &nbsp;&nbsp;Mercosul Ap\u00f3s o Mercosul finalizar, em dezembro, uma proposta para negociar a libera\u00e7\u00e3o do com\u00e9rcio com a Uni\u00e3o Europeia, <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/01\/14\/14-01-2016\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"14\/01\/2016\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-908","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/908","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=908"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/908\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=908"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=908"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=908"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}