{"id":904,"date":"2016-01-13T17:59:02","date_gmt":"2016-01-13T17:59:02","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/01\/13\/13-01-2016\/"},"modified":"2016-01-13T17:59:02","modified_gmt":"2016-01-13T17:59:02","slug":"13-01-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/01\/13\/13-01-2016\/","title":{"rendered":"13\/01\/2016"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 13 de janeiro de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.184<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"text-align: justify;\"><span face=\"tahoma, geneva, sans-serif\" style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><\/span><\/span><\/strong><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"width: 811px; height: 16px; text-align: justify; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<strong>&nbsp;Sindilat busca alternativas para ampliar competitividade do l\u00e1cteo ga\u00facho<\/strong><\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">O presidente do Sindilat\/RS, Alexandre Guerra, reuniu nesta quarta-feira (13\/01) representantes tribut\u00e1rios das empresas associadas para estudar alternativas que possam auxiliar na recupera\u00e7\u00e3o da competitividade do setor l\u00e1cteo ga\u00facho. O encontro discutiu as perspectivas para o Rio Grande do Sul, tendo em vista as barreiras que o Paran\u00e1 criou para a entrada de produtos l\u00e1cteos de outros estados. \"Precisamos conquistar a isonomia fiscal para mantermos a competitividade do produto ga\u00facho, principalmente, em rela\u00e7\u00e3o ao leite UHT\", avalia Guerra.&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Desde o dia primeiro de janeiro, o Paran\u00e1 incluiu o leite longa vida (UHT) no regime da substitui\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria, favorecendo os latic\u00ednios estaduais e consequentemente impactando no aumento do pre\u00e7o do produto oriundo de outros estados, como o Rio Grande do Sul. Atualmente, o setor l\u00e1cteo ga\u00facho exporta 60% da sua produ\u00e7\u00e3o para outros estados. \"Esse cen\u00e1rio, que inclui al\u00e9m do Paran\u00e1 tamb\u00e9m S\u00e3o Paulo e Rio de Janeiro, inviabiliza o crescimento do setor ga\u00facho\", disse Guerra.&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Para o Secret\u00e1rio-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, \u00e9 necess\u00e1rio que o Rio Grande do Sul reaja com a\u00e7\u00f5es eficazes. \"O setor l\u00e1cteo ga\u00facho corre o risco de perder a segunda coloca\u00e7\u00e3o de produtor de leite do pa\u00eds caso n\u00e3o promova contrapartidas para manter a competitividade do produto ga\u00facho\", disse. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\"><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1539\" style=\"width: 500px; height: 613px;\" \/><\/strong><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\"><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> <strong>Cooperativa Languiru certifica outras 17 propriedades que participaram do programa Boas Pr\u00e1ticas na Fazenda<\/strong><\/p>\n<p> A Cooperativa Languiru certificou recentemente outras 17 propriedades rurais de associados que participam do programa Boas Pr\u00e1ticas na Fazenda (BPF). Na ocasi\u00e3o foram reconhecidas propriedades com produ\u00e7\u00e3o de leite em Estrela, Westf\u00e1lia, Paverama, Mato Leit\u00e3o, S\u00e3o Pedro da Serra, Colinas, Santa Cruz do Sul e Arroio do Meio. Com essas, j\u00e1 s\u00e3o 45 propriedades certificadas desde abril de 2015. A iniciativa da cooperativa busca orientar os produtores de leite associados a adotarem procedimentos e controles que contribuem para aumentar a qualidade e a seguran\u00e7a do leite. A entrega de certificados \u00e0s fam\u00edlias de associados ocorreu em solenidade na sede administrativa da Languiru, em Teut\u00f4nia, e contou com a presen\u00e7a do vice-presidente da cooperativa, Renato Kreimeier, do coordenador do Setor de Leite do Departamento T\u00e9cnico da Languiru, Fernando Staggemeier, e do assistente administrativo da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios, Tiago Weimer. Para Staggemeier, essas 45 propriedades servem de exemplo, neste programa que \u00e9 pioneiro entre as cooperativas ga\u00fachas. \"A certifica- \u00e7\u00e3o \u00e9 um momento especial para a Languiru e para os associados, que d\u00e3o um passo \u00e0 frente na produ\u00e7\u00e3o de leite de qualidade, o qual chega \u00e0 mesa dos consumidores. Somos a primeira cooperativa do Rio Grande do Sul a aderir a esse programa de qualidade\", destacou Staggemeier.&nbsp;<\/p>\n<p> Hoje, cerca de 15% do volume total de produ\u00e7\u00e3o de leite destinado \u00e0 ind\u00fastria de latic\u00ednios da Languiru t\u00eam origem em propriedades de associados certificadas pelo BPF. \"Essas propriedades podem ser consideradas a 'elite' de produtores em termos de qualidade. Todas as propriedades receberam pontua\u00e7\u00e3o elevada na avalia\u00e7\u00e3o realizada pela auditoria, servindo de modelo para o programa. Para a empresa terceirizada que realiza essa auditoria para certifica\u00e7\u00e3o, as propriedades dos associados da Languiru s\u00e3o as melhores encaminhadas e mais organizadas\", acrescentou Staggemeier. Atualmente a ind\u00fastria de latic\u00ed- nios da Languiru capta 410 mil litros de leite por dia de propriedades de seus associados em aproximadamente 70 munic\u00edpios. O vice-presidente Renato Kreimeier destacou a hist\u00f3rica de bonifica\u00e7\u00e3o por qualidade no pagamento do leite aos associados da Languiru e comentou sobre o atual cen\u00e1rio econ\u00f4mico brasileiro. \"A efici\u00eancia produtiva e o uso de ferramentas de gest\u00e3o na cooperativa e nas propriedades rurais de nossos associados \u00e9 essencial para enfrentar o atual momento econ\u00f4mico brasileiro conturbado. Assim como foi o \u00faltimo ano, 2016 deve ser complicado, com a credibilidade brasileira abalada. Por isso o profissionalismo, em qualquer que seja a atividade, \u00e9 fundamental para a sustentabilidade\", disse. Para Kreimeier, a cadeia produtiva do leite exige que, cada vez mais, se pague por qualidade ao inv\u00e9s de volume de produ\u00e7\u00e3o. \"\u00c9 nesse quesito que o programa Boas Pr\u00e1ticas na Fazenda est\u00e1 focado. A cooperativa busca constantemente o profissionalismo em todos os setores, com a produ\u00e7\u00e3o de alimentos de qualidade. Juntos, estamos construindo uma marca forte, de uma cooperativa que valoriza as pessoas\", concluiu.&nbsp;<\/p>\n<p> O associado Valmor Brockmann, representando a certificada Granja Brockmann, de Linha Schmidt Alta, munic\u00edpio de Westf\u00e1lia, elogiou a iniciativa da Languiru. \"O programa Boas Pr\u00e1ticas na Fazenda veio em benef\u00edcio dos pr\u00f3prios associados. Na propriedade da fam\u00edlia foram realizadas algumas melhorias que n\u00e3o nos d\u00e1vamos conta no dia a dia. S\u00e3o a\u00e7\u00f5es muito importantes para a qualidade dos produtos da Languiru\", elogiou ao final do evento, ele que \u00e9 associado da cooperativa desde 1984. Nesta quarta etapa do programa BPF foram certificadas a Propriedade Goldmeier e as granjas Brockmann, Pott, Goldmeier, Brune e Dois Umbus, de Westf\u00e1lia; Meinerz, Fell, Zwirtes e Decker, de Estrela; Fritzen e Gass, de Santa Cruz do Sul; Reckziegel, de Paverama; Vortmann, de S\u00e3o Pedro da Serra; Heinen, de Mato Leit\u00e3o; Petry, de Arroio do Meio; e Fr\u00f6der, de Colinas. O programa de Boas Pr\u00e1ticas na Fazenda da Cooperativa Languiru avalia 53 itens das propriedades leiteiras. Entre esses est\u00e3o capacita\u00e7\u00e3o dos ordenhadores, destina\u00e7\u00e3o de dejetos, utiliza\u00e7\u00e3o de drogas veterin\u00e1rias, limpeza e manuten\u00e7\u00e3o de equipamentos, armazenamento do leite, bem-estar animal, qualidade da \u00e1gua, manejo sanit\u00e1rio e alimenta\u00e7\u00e3o do rebanho. Seu prop\u00f3sito \u00e9 providenciar padr\u00f5es m\u00ednimos para as opera\u00e7\u00f5es nas propriedades rurais que fornecem leite cru \u00e0 Ind\u00fastria de Latic\u00ednios da Languiru, assegurando o fornecimento de um leite com mais qualidade e seguran\u00e7a de forma sustent\u00e1vel. Com a Certifica\u00e7\u00e3o BPF, o produtor recebe como bonifica\u00e7\u00e3o o acr\u00e9scimo de R$ 0,02 por litro de leite no per\u00edodo de um ano, at\u00e9 a pr\u00f3xima auditoria externa, realizada por empresa terceirizada. Mais informa\u00e7\u00f5es sobre o programa podem ser obtidas com o setor de leite do departamento t\u00e9cnico da Languiru. (Jornal do Com\u00e9rcio)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p> <strong>SP: pr\u00e1ticas simples economizam 30% de \u00e1gua em sala de ordenha, destaca Embrapa Pecu\u00e1ria Sudeste<\/strong><\/p>\n<p> Manejos simples, mudan\u00e7a de h\u00e1bitos e qualifica\u00e7\u00e3o da m\u00e3o de obra podem economizar at\u00e9 30% de \u00e1gua em instala\u00e7\u00f5es de ordenha. Foi o que descobriu uma pesquisa da Embrapa Pecu\u00e1ria Sudeste (SP) que durou 18 meses. O objetivo foi quantificar o consumo para melhorar a efici\u00eancia do uso da \u00e1gua no processo de ordenha, promovendo a gest\u00e3o do recurso.<\/p>\n<p> O maior consumo de \u00e1gua em uma sala de ordenha ocorre na limpeza das instala\u00e7\u00f5es. Em m\u00e9dia, 48% da \u00e1gua \u00e9 usada para lavagem do piso, 37% durante o processo de ordenha e limpeza dos equipamentos, e apenas 10% destinam-se ao consumo pelos animais.<\/p>\n<p> Os dados s\u00e3o de pesquisa realizada no Sistema de Produ\u00e7\u00e3o de Leite. De acordo com o pesquisador Julio Palhares, conhecer as quantidades gastas possibilita que o produtor fa\u00e7a um planejamento em busca de efici\u00eancia h\u00eddrica, seja na sala de ordenha ou na fazenda.<\/p>\n<p> Raspagem do piso, uso de \u00e1gua sob press\u00e3o, substitui\u00e7\u00e3o de mangueira de fluxo cont\u00ednuo por modelo de fluxo controlado, manuten\u00e7\u00e3o do piso e programa de detec\u00e7\u00e3o de vazamentos s\u00e3o medidas eficazes de economia de \u00e1gua, de acordo com os pesquisadores. Com pouco investimento, o produtor de leite pode economizar \u00e1gua, energia el\u00e9trica e dinheiro e, ainda, fazer com que a produ\u00e7\u00e3o agropecu\u00e1ria seja hidricamente sustent\u00e1vel. Al\u00e9m dessas pr\u00e1ticas, h\u00e1 outras medidas como a reutiliza\u00e7\u00e3o da \u00e1gua da lavagem da sala de ordenha para fertirriga\u00e7\u00e3o, instala\u00e7\u00e3o de hidr\u00f4metros e sistema de capta\u00e7\u00e3o da \u00e1gua da chuva.<\/p>\n<p> Em Descalvado, munic\u00edpio a 250 km de S\u00e3o Paulo, a Fazenda Agrindus reaproveita os efluentes gerados na limpeza das instala\u00e7\u00f5es para a fertirriga\u00e7\u00e3o. De acordo com o propriet\u00e1rio Roberto Jank Junior, atualmente economiza-se cerca de 30% de \u00e1gua por unidade produzida. \"Utilizamos, aproximadamente, 10 litros de \u00e1gua por litro de leite, por\u00e9m com 100% de re\u00faso em irriga\u00e7\u00e3o de alimentos que retornam ao gado\", explica.<\/p>\n<p> Jank tamb\u00e9m aderiu \u00e0 capta\u00e7\u00e3o de \u00e1gua da chuva, re\u00faso integral de \u00e1guas servidas e irriga\u00e7\u00e3o noturna para fazer a gest\u00e3o adequada e consciente dos recursos h\u00eddricos. Na propriedade, os telhados t\u00eam calhas de capta\u00e7\u00e3o e condutores da \u00e1gua da chuva, &nbsp;utilizada na lavagem dos galp\u00f5es. A limpeza das instala\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m era o local de maior consumo de \u00e1gua na fazenda, segundo ele. Para reduzir esse gasto, a \u00e1gua da chuva foi a solu\u00e7\u00e3o encontrada.<\/p>\n<p> Al\u00e9m disso, a \u00e1gua da limpeza vai para a fertirriga\u00e7\u00e3o das plantas. \"Toda a \u00e1gua de limpeza dos confinamentos de vacas, novilhas e bezerras \u00e9 captada. Ap\u00f3s passar por uma peneira, onde se retira parte do esterco s\u00f3lido, a \u00e1gua passa por lagoas de tratamento, com reten\u00e7\u00e3o de aproximadamente 20 dias para, a seguir, fertirrigar uma \u00e1rea de agricultura e capim. A l\u00e2mina de \u00e1gua e os nutrientes aplicados s\u00e3o monitorados continuamente\", explica Jank.<\/p>\n<p> O produtor de leite Junior Saldanha, de S\u00e3o Carlos, com uma medida simples gerou economia de 60 mil litros de \u00e1gua ao m\u00eas, aproximadamente. Ele deixou a lavagem di\u00e1ria com \u00e1gua do piso da sala de ordenha e do local de espera das vacas. Hoje a sujeira \u00e9 raspada e o piso \u00e9 lavado esporadicamente. Para 2016, Saldanha tem mais dois projetos relacionados \u00e0 gest\u00e3o sustent\u00e1vel da \u00e1gua. Ser\u00e3o instaladas calhas no galp\u00e3o da sala de ordenha para capta\u00e7\u00e3o pluvial e placas para aquecimento solar, para esquentar a \u00e1gua usada na limpeza dos equipamentos.<\/p>\n<p> <span style=\"text-decoration: underline;\">Pesquisa<\/span><br \/> Na sala de ordenha da Fazenda Canchim, em S\u00e3o Carlos, sede da Embrapa Pecu\u00e1ria Sudeste, pesquisas em efici\u00eancia h\u00eddrica foram iniciadas em maio de 2014 e envolvem a valida\u00e7\u00e3o de manejos, processos e tecnologias para melhor gest\u00e3o do recurso natural.<\/p>\n<p> Para medir a quantidade consumida, foram instalados tr\u00eas hidr\u00f4metros no local. O uso dos equipamentos auxilia no manejo h\u00eddrico e evita desperd\u00edcios de \u00e1gua. Segundo Palhares, desde a instala\u00e7\u00e3o dos hidr\u00f4metros, foi poss\u00edvel economizar cerca de 200 litros de \u00e1gua ao dia apenas no manejo das ordenhadeiras e mangueiras. O pesquisador destaca que a economia gerada \u00e9 equivalente \u00e0 quantidade de \u00e1gua consumida pelos animais antes e depois do processo de ordenha. Portanto, reduziu-se o consumo do recurso natural e o custo de capta\u00e7\u00e3o e distribui\u00e7\u00e3o da \u00e1gua.<\/p>\n<p> A leitura dos hidr\u00f4metros \u00e9 di\u00e1ria. S\u00e3o monitorados os bebedouros, a \u00e1gua usada na limpeza do piso e a consumida na ordenha e no armazenamento do leite. O sistema possui atualmente 60 vacas em lacta\u00e7\u00e3o com produ\u00e7\u00e3o m\u00e9dia de 20 kg de leite ao dia.<\/p>\n<p> O maior consumo ocorre na lavagem do piso, que apresenta uma m\u00e9dia di\u00e1ria de 1.487 litros. O m\u00e1ximo aferido at\u00e9 agora foi de oito mil litros. Para o pesquisador, a varia\u00e7\u00e3o no n\u00famero de animais na ordenha e a consequente maior disposi\u00e7\u00e3o de fezes e urina influenciaram. Na sala de ordenha, o consumo m\u00e9dio \u00e9 de 1.196 litros diariamente, chegando ao m\u00e1ximo de 4.453. \"O grande consumo nesse setor justifica-se pelo tipo de manejo sanit\u00e1rio. H\u00e1 dias em que ocorre a lavagem completa da sala, utilizando-se maior quantidade de \u00e1gua. A capacita\u00e7\u00e3o do funcion\u00e1rio em seguir os padr\u00f5es operacionais adequados tamb\u00e9m influencia\", explica. Nos bebedouros, a m\u00e9dia \u00e9 de 332 litros ao dia. A quantidade m\u00e1xima verificada em um dia foi de 1.780 litros. Nesse caso, os fatores que interferem s\u00e3o temperatura ambiente e da \u00e1gua, tipo de manejo a que os animais foram submetidos e vazamentos no sistema.<\/p>\n<p> <span style=\"text-decoration: underline;\">Boas pr\u00e1ticas na produ\u00e7\u00e3o leiteira<\/span><br \/> A Embrapa recomenda algumas a\u00e7\u00f5es para o produtor fazer uma gest\u00e3o da \u00e1gua eficiente na propriedade e reduzir poss\u00edveis impactos negativos no uso dos recursos h\u00eddricos. As pr\u00e1ticas foram baseadas em experi\u00eancias internacionais e nacionais, considerando a realidade da produ\u00e7\u00e3o leiteira brasileira e de bem-estar animal.<\/p>\n<p> A qualidade da \u00e1gua para consumo dos bovinos deve ser boa e avaliada constantemente, com frequ\u00eancia m\u00ednima anual. Os principais problemas de qualidade s\u00e3o relacionados \u00e0 salinidade, alcalinidade e presen\u00e7a de nitratos e compostos t\u00f3xicos, que podem prejudicar a sa\u00fade dos animais.<\/p>\n<p> Os produtores devem manter os bebedouros limpos. O ideal \u00e9 a limpeza di\u00e1ria, sendo que o intervalo entre lavagens nunca deve ser superior a tr\u00eas ou quatro dias.<\/p>\n<p> Como regra pr\u00e1tica, uma vaca leiteira necessita de quatro litros de \u00e1gua para produzir um quilo de leite. O monitoramento do consumo de alimentos \u00e9 uma alternativa para controlar o de \u00e1gua. \"A diminui\u00e7\u00e3o do consumo de alimentos pode indicar queda na ingest\u00e3o de \u00e1gua. Se o consumo de \u00e1gua cair, o produtor deve fornecer o recurso natural de uma fonte reconhecidamente boa. Se os animais voltarem a se alimentar normalmente, h\u00e1 grande chance de haver problemas de qualidade com a fonte regular de \u00e1gua, e, nesse caso, \u00e9 preciso enviar uma amostra ao laborat\u00f3rio para an\u00e1lise\", destaca o pesquisador.<\/p>\n<p> Outra recomenda\u00e7\u00e3o \u00e9 n\u00e3o permitir que o gado beba \u00e1gua de rios, c\u00f3rregos, lagos e lagoas de forma direta. Os po\u00e7os precisam estar fechados, para evitar a contamina\u00e7\u00e3o. A constru\u00e7\u00e3o deve ser no ponto mais alto da propriedade, fora de \u00e1reas de enchentes e com dist\u00e2ncia adequada de fontes de polui\u00e7\u00e3o, como pocilgas, est\u00e1bulos e fossas.<\/p>\n<p> A instala\u00e7\u00e3o de hidr\u00f4metros \u00e9 uma forma pr\u00e1tica de monitorar a ingest\u00e3o pelos animais e o gasto geral de \u00e1gua. \u00c9 necess\u00e1rio que o produtor realize a manuten\u00e7\u00e3o do sistema de condu\u00e7\u00e3o para manuten\u00e7\u00e3o da limpeza e elimina\u00e7\u00e3o de vazamentos.<\/p>\n<p> Utilizar mangueiras que possibilitem o controle da vaz\u00e3o e o fechamento do fluxo. O ideal \u00e9 o uso de equipamentos de \u00e1gua sob press\u00e3o. Para Julio Palhares, a informa\u00e7\u00e3o e o conhecimento determinam a qualidade dos manejos e a capacidade de internaliza\u00e7\u00e3o de boas pr\u00e1ticas. (Fonte: Embrapa Pecu\u00e1ria Sudeste)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><em><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/em><\/div>\n<div>\n<p class=\"MsoNormal\"><em>Fundesa e secretaria renovam conv\u00eanio<\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><em>Foi renovado ontem conv\u00eanio entre o Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanit\u00e1ria Animal (Fundesa) e a Secretaria da Agricultura. Com validade at\u00e9 dezembro de 2020, o acordo permite a participa\u00e7\u00e3o do Fundesa em a\u00e7\u00f5es de desenvolvimento de defesa sanit\u00e1ria animal&nbsp;no Estado. Nos dez primeiros anos de conv\u00eanio, foram aplicados R$ 16 milh\u00f5es. (Correio do Povo)<\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><em><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/em><\/p>\n<\/p><\/div>\n<div><span style=\"line-height: 24px;\"><\/span><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Porto Alegre, 13 de janeiro de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.184 &nbsp; &nbsp;&nbsp;Sindilat busca alternativas para ampliar competitividade do l\u00e1cteo ga\u00facho O presidente do Sindilat\/RS, Alexandre Guerra, reuniu nesta quarta-feira (13\/01) <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/01\/13\/13-01-2016\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"13\/01\/2016\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-904","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/904","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=904"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/904\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=904"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=904"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=904"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}