{"id":902,"date":"2016-01-12T17:02:26","date_gmt":"2016-01-12T17:02:26","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/01\/12\/12-01-2016\/"},"modified":"2016-01-12T17:02:26","modified_gmt":"2016-01-12T17:02:26","slug":"12-01-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/01\/12\/12-01-2016\/","title":{"rendered":"12\/01\/2016"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p> <title><\/title> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 12 de janeiro de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.183<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"text-align: justify;\"><span face=\"tahoma, geneva, sans-serif\" style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><\/span><\/span><\/strong><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"width: 811px; height: 16px; text-align: justify; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<strong>&nbsp;<\/strong><\/span><strong>Contribui\u00e7\u00e3o Sindical 2016<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp; <\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">O Sindicato da Ind\u00fastria de Lactic\u00ednios do Rio Grande do Sul (Sindilat) esteve \u00e0 frente de a\u00e7\u00f5es em benef\u00edcio do setor l\u00e1cteo ga\u00facho ao longo do ano passado. Foram diversas as movimenta\u00e7\u00f5es governamentais e provoca\u00e7\u00f5es externas que exigiram a presen\u00e7a e uma atua\u00e7\u00e3o cont\u00ednua do Sindilat. Entretanto, elas se tornaram realidade porque foram custeadas pelas contribui\u00e7\u00f5es da ind\u00fastria ga\u00facha, por meio do pagamento mensal dos associados ou pela Contribui\u00e7\u00e3o Sindical anual.&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> Podemos citar, entre outras a\u00e7\u00f5es, o trabalho &nbsp;do Sindilat para garantir a aprova\u00e7\u00e3o do projeto de monetiza\u00e7\u00e3o do PIS\/Cofins, especialmente em Bras\u00edlia e, em seguida, a orienta\u00e7\u00e3o aos associados para o desenvolvimento do Projeto de Cr\u00e9dito Presumido. &nbsp;Vale lembrar ainda iniciativas como o assessoramento \u00e0s empresas para a obten\u00e7\u00e3o do SISBI-POA Leite, que busca torna-las aptas para a venda de produtos para fora do RS, e o incremento nas atividades do Fundesa, garantindo ao produtor indeniza\u00e7\u00e3o pelo vazio sanit\u00e1rio. Com os recursos, o Sindilat tamb\u00e9m pode participar de reuni\u00f5es da C\u00e2mara Setorial do Leite, em Bras\u00edlia, reuni\u00f5es do Conil em S\u00e3o Paulo, e com os sindicatos de Santa Catarina e Paran\u00e1, via Alian\u00e7a L\u00e1ctea Sul Brasileira.&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> A contribui\u00e7\u00e3o sindical \u00e9 calculada proporcionalmente ao capital registrado das empresas, seguindo os par\u00e2metros da Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria (CNI). No caso daqueles que tiverem tamb\u00e9m filiais e outros estabelecimentos no RS \u00e9 preciso emitir guia individual para cada um. O prazo de recolhimento encerra-se no dia 29 de janeiro de 2016. Ap\u00f3s esse prazo, h\u00e1 o acr\u00e9scimo de multa e juros.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> As guias dever\u00e3o ser emitidas diretamente no site do Sindilat (www.sindilat.com.br) no banner Contribui\u00e7\u00e3o Sindical. Para maiores informa\u00e7\u00f5es, entre em contato atrav\u00e9s dos telefones (51) 3211.1111 ou (51) 3028.1529. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\"><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Ind\u00fastrias v\u00e3o pagar 30% dos exames para detectar res\u00edduos&nbsp;<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> Depois que a Uni\u00e3o Europeia questionou o controle de res\u00edduos e contaminantes que o governo brasileiro deveria manter para atestar a seguran\u00e7a sanit\u00e1ria de alimentos de origem animal destinados ao mercado externo, o Minist\u00e9rio da Agricultura informou que as ind\u00fastrias passar\u00e3o a pagar cerca de 30% dos exames de laborat\u00f3rio que hoje s\u00e3o mantidos integralmente com or\u00e7amento p\u00fablico. O secret\u00e1rio substituto de Defesa Agropecu\u00e1ria do minist\u00e9rio, Lu\u00eds Rangel, admitiu que houve uma queda na quantidade de exames realizados pelos laborat\u00f3rios privados que s\u00e3o credenciados pela pasta para complementar o atendimento \u00e0s demandas por essas an\u00e1lises. Segundo ele, esses laborat\u00f3rios, respons\u00e1veis geralmente por 30% dos exames, alegaram falta de interesse em participar dos preg\u00f5es de licita\u00e7\u00e3o, ora por burocracia em receber do governo ora por discordarem dos pre\u00e7os oferecidos. A demanda restante, de 70%, vem sendo normalmente executada pelos Lanagro, laborat\u00f3rios do minist\u00e9rio, e n\u00e3o foi afetada, explicou. \"Estamos estudando termos de coopera\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica em que o minist\u00e9rio continua atuando com os Lanagro, s\u00f3 que no caso dos laborat\u00f3rio particulares quem vai assinar o cheque \u00e9 o setor privado, e eles est\u00e3o dispostos a isso\", disse Rangel, ponderando que a alternativa \u00e9 emergencial.&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">O or\u00e7amento reservado para o Plano Nacional de Controle de Res\u00edduos e Contaminantes (PNCRC) entre 2013 a 2016 \u00e9 de apenas R$ 13 milh\u00f5es ou R$ 4,3 milh\u00f5es ao ano. Em dezembro do ano passado, o Valor revelou uma carta enviada pela Comiss\u00e3o Europeia \u00e0 Pasta da Agricultura amea\u00e7ando barrar a importa\u00e7\u00e3o de carnes de cavalo, bovina e de frango, pescado e mel brasileiros. A ofensiva ocorreu ap\u00f3s o minist\u00e9rio extinguir um departamento respons\u00e1vel pelo controle desses res\u00edduos e em meio \u00e0 crise fiscal vivida pelo governo. Rangel disse, contudo, que \"a quest\u00e3o com a UE est\u00e1 gerenciada e n\u00e3o temos d\u00favida de que o programa est\u00e1 sendo bem executado\". (Valor Econ\u00f4mico)<\/p>\n<p> <strong>Governo do Estado de SC investe R$ 4 milh\u00f5es no Fundo Estadual de Sanidade Animal<\/strong><\/p>\n<p> Santa Catarina \u00e9 reconhecido como um estado de excel\u00eancia sanit\u00e1ria, certificado pela Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade Animal (OIE) como livre de febre aftosa sem vacina\u00e7\u00e3o e livre de peste su\u00edna cl\u00e1ssica, o que garante o acesso aos mercados de carnes mais exigentes e competitivos do mundo.<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> Como forma de eliminar doen\u00e7as que colocam em risco a produ\u00e7\u00e3o animal do estado, o Fundo Estadual de Sanidade Animal (Fundesa) indeniza os propriet\u00e1rios dos animais que precisaram ser sacrificados para n\u00e3o contaminar o restante do rebanho saud\u00e1vel. Em 2015, foram investidos R$ 4.542.966,00 na indeniza\u00e7\u00e3o a 373 criadores pelo abate sanit\u00e1rio de 2.100 bovinos e bubalinos, 20 equinos e 8.315 aves de subsist\u00eancia.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> Do total de animais abatidos sanitariamente e criadores indenizados, 208 criadores foram indenizados pelo abate de 913 bovinos e bubalinos acometidos de brucelose e 150 criadores pelo abate de 985 animais com tuberculose. Vinte criadores pelo abate sanit\u00e1rio dos equ\u00eddeos devido \u00e0 anemia infecciosa eq\u00fcina e mormo e sete criadores pelo abate de aves com salmonelose.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> O Fundo faz parte da pol\u00edtica de defesa sanit\u00e1ria da Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca e o pagamento das indeniza\u00e7\u00f5es acontece h\u00e1 mais de 11 anos. O secret\u00e1rio da Agricultura, Moacir Sopelsa, destaca que com a indeniza\u00e7\u00e3o, os produtores podem adquirir animais sadios e continuarem a produ\u00e7\u00e3o de carne e leite. Lembrando que a erradica\u00e7\u00e3o da brucelose e tuberculose n\u00e3o \u00e9 importante apenas para a sa\u00fade dos rebanhos, mas tamb\u00e9m para a sa\u00fade da fam\u00edlia e dos funcion\u00e1rios rurais.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> O Fundesa existe desde 2004 e tem como fonte de receita a taxa de vigil\u00e2ncia sanit\u00e1ria animal que incide sobre a Guia de Tr\u00e2nsito Animal (GTA) para animais destinados ao abate e recursos do Governo do Estado. (Governo do Estado de Santa Catarina)<\/p>\n<p> <strong>Empresa pode usar cr\u00e9ditos para pagar parcelamento tribut\u00e1rio<\/strong><\/p>\n<p> Justi\u00e7a Federal de Santa Catarina autorizou uma empresa do setor metal\u00acmec\u00e2nico a usar cr\u00e9ditos de PIS e Cofins para quitar d\u00edvidas de um reparcelamento tribut\u00e1rio. A decis\u00e3o \u00e9 da 4\u00aa Vara Federal de Crici\u00fama. A empresa catarinense de m\u00e9dio porte, em raz\u00e3o de dificuldades financeiras, deixou de pagar valores de um parcelamento ordin\u00e1rio e pediu o reparcelamento de d\u00e9bitos e inclus\u00e3o de novos d\u00e9bitos. Para voltar, por\u00e9m, a legisla\u00e7\u00e3o exige o pagamento de uma primeira parcela correspondente a 10% do total dos d\u00e9bitos consolidados ou 20% do total, caso haja d\u00edvida com hist\u00f3rico de reparcelamento anterior. A antecipa\u00e7\u00e3o seria uma esp\u00e9cie de \"ped\u00e1gio\", prevista na Lei n\u00ba 10.522, de 2002. \"A cobran\u00e7a do valor inicial da empresa, que j\u00e1 estava em dificuldades, praticamente inviabilizaria qualquer tentativa de regulariza\u00e7\u00e3o\", afirma o advogado da companhia, Gustavo Querotti e Silva, do Feij\u00f3 Lopes Advogados. Nesse caso, a companhia teria que desembolsar cerca de R$ 1,3 milh\u00e3o j\u00e1 na primeira parcela. Como a empresa tinha cr\u00e9ditos PIS e de Cofins com pedidos de ressarcimento pendentes na Receita Federal, a companhia prop\u00f4s a\u00e7\u00e3o para compensar os cr\u00e9ditos com os d\u00e9bitos no reparcelamento.&nbsp;<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">A tese defendida, segundo Silva, \u00e9 de que essa seria uma compensa\u00e7\u00e3o de of\u00edcio antecipada, permitida pelo par\u00e1grafo 1\u00ba e 2\u00ba, do artigo 7\u00ba, do Decreto Lei n\u00ba 2.287, de 1986. \"Se o Fisco pode fazer esse encontro de contas antes de efetuar o ressarcimento, nada impediria que a compensa\u00e7\u00e3o fosse feita antes, por solicita\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio contribuinte\", diz. Para o advogado, a tese \u00e9 relevante para empresas em dificuldade financeira e que n\u00e3o podem esperar a an\u00e1lise de pedidos de restitui\u00e7\u00e3o ou ressarcimento pela Receita. Isso porque somente ap\u00f3s 360 dias do pedido, a companhia pode ingressar com a\u00e7\u00e3o para obrigar a Receita a analisar o caso. \"Dependendo da situa\u00e7\u00e3o, aguardar esse prazo pode n\u00e3o ser uma op\u00e7\u00e3o vi\u00e1vel\", diz. A Receita Federal defendeu no processo que o pagamento da primeira parcela somente pode ser efetivado em esp\u00e9cie. O juiz Paulo Vieira Aveline, da 4\u00aa Vara Federal de Crici\u00fama, apesar de considerar que n\u00e3o foi conclu\u00edda a an\u00e1lise dos pedidos de ressarcimento, ressaltou que a Receita Federal reconheceu no processo que os respectivos cr\u00e9ditos j\u00e1 podem ser utilizados para servir de suporte para o envio de declara\u00e7\u00f5es de compensa\u00e7\u00e3o. O magistrado ressalta que \"se \u00e9 poss\u00edvel a compensa\u00e7\u00e3o mesmo sem a concord\u00e2ncia do contribuinte \u00ac ainda que seja obrigat\u00f3ria a abertura de processo administrativo e a manifesta\u00e7\u00e3o da parte devedora\/credora \u00ac, com mais raz\u00e3o ainda deve aquela ser permitida quando a pr\u00f3pria parte, voluntariamente, pleiteia esse acerto de contas\".&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Para o advogado Eduardo Kiralyhegy, do Negreiro, Medeiros &amp; Kiralyhegy, a tese \u00e9 \"engenhosa e inovadora\". Por\u00e9m, ele diz ter receio de que falta de previs\u00e3o legal sobre o uso de cr\u00e9ditos para quita\u00e7\u00e3o das parcelas na lei que regulamenta o parcelamento seja um entrave para seu sucesso. \"Acredito que n\u00e3o basta a previs\u00e3o gen\u00e9rica contida na lei que autoriza a compensa\u00e7\u00e3o\", diz. (Valor Econ\u00f4mico)<\/p>\n<p> <strong>Fonterra quebra seu recorde de exporta\u00e7\u00e3o no \u00faltimo m\u00eas de dezembro<\/strong><br \/> &nbsp;<br \/> A Fonterra Co-operative Group Limited anunciou que exportou volumes recordes no m\u00eas de dezembro de 2015. Os dados de exporta\u00e7\u00e3o da cooperativa em dezembro confirmam o novo recorde para o m\u00eas, com mais de 300.000 toneladas exportadas aos mercados globais. O volume de dezembro foi aproximadamente 10% maior do que o recorde mensal anterior da Fonterra, que foi em dezembro de 2014.<\/p>\n<p> O diretor gerente da Fonterra para ingredientes globais, Kelvin Wickham, disse que o novo recorde refletiu o desempenho bem sucedido das vendas de ingredientes direto ao cliente, consumidores e servi\u00e7os aliment\u00edcios da Fonterra, apesar do complicado ambiente do mercado global. \"Essa \u00e9 uma conquista excelente de nossas equipes de vendas e log\u00edsticas e \u00e9 gratificante terminar 2015 com esse volume recorde de exporta\u00e7\u00e3o. Vimos uma volatilidade global sem precedentes devido aos eventos geopol\u00edticos no ano passado. O mercado de l\u00e1cteos foi dif\u00edcil em todo o mundo e, portanto, estamos satisfeitos por obter volumes recordes de exporta\u00e7\u00e3o, apesar dos desafios\".<\/p>\n<p> Wickham disse que essa nova marca ser\u00e1 dif\u00edcil de ultrapassar, \u00e0 medida que os menores volumes de leite come\u00e7am a impactar nos n\u00edveis de produ\u00e7\u00e3o da cooperativa. A Fonterra est\u00e1 prevendo uma redu\u00e7\u00e3o nos volumes de leite com rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior em pelo menos 6% nessa esta\u00e7\u00e3o, \u00e0 medida que os produtores responderam ao ambiente de baixo pre\u00e7o do leite e as condi\u00e7\u00f5es de seca impactaram partes da Nova Zel\u00e2ndia.<\/p>\n<p> Desde agosto de 2015, a Fonterra reduziu a quantidade de leite em p\u00f3 integral que espera oferecer na plataforma GlobalDaityTrade (GDT) durante os pr\u00f3ximos 12 meses em 146.000 toneladas em resposta \u00e0 mudan\u00e7a no mix de produtos. \"Uma maior por\u00e7\u00e3o de produtos est\u00e1 sendo vendida por meio de de acordos bilaterais com clientes por umpremium nos pre\u00e7os obtidos no GDT. Os n\u00edveis de estoques de ingredientes para o primeiro trimestre estiveram no mesmo n\u00edvel do mesmo per\u00edodo do ano anterior\".<\/p>\n<p> A Fonterra \u00e9 l\u00edder de mercado com suas marcas pr\u00f3prias de l\u00e1cteos ao consumidor na Nova Zel\u00e2ndia e Austr\u00e1lia, \u00c1sia, \u00c1frica, Oriente M\u00e9dio e Am\u00e9rica Latina. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Dairy Reporter)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><em><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/em><\/div>\n<div><span style=\"text-align: justify;\">Pre\u00e7os\/NZ<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Os investidores do mercado futuro de leite integral em p\u00f3 nas bolsas da Nova Zel\u00e2ndia ainda n\u00e3o est\u00e3o preocupados com o recuo da oferta global, j\u00e1 que os pre\u00e7os mant\u00eam sua trajet\u00f3ria de queda iniciada no come\u00e7o de dezembro, afirma Tobon Gorey, estrategista de commodities agr\u00edcolas do banco australiano Commonwealth. \"O decl\u00ednio dos pre\u00e7os foi refor\u00e7ado depois da realiza\u00e7\u00e3o do primeiro leil\u00e3o do GlobalDairyTrade do ano, em que a commodity caiu 4,4%\", disse Gorey. Ainda segundo o analista, a queda das cota\u00e7\u00f5es do setor de l\u00e1cteos na Nova Zel\u00e2ndia est\u00e1 sendo menor do que muitos esperavam. \"Dessa forma, ainda n\u00e3o \u00e9 suficiente para sustentar uma alta dos pre\u00e7os.\" (Globo Rural)<\/span><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><em><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/em><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<p> <center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"><center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"> <\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp; <\/span><\/p>\n<p> <\/center><\/center> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span id=\"cke_bm_97E\" style=\"display: none;\"><\/span><span id=\"cke_bm_503E\" style=\"display: none;\"><\/span><\/span><\/span><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Porto Alegre, 12 de janeiro de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.183 &nbsp; &nbsp;&nbsp;Contribui\u00e7\u00e3o Sindical 2016 &nbsp; O Sindicato da Ind\u00fastria de Lactic\u00ednios do Rio Grande do Sul (Sindilat) esteve \u00e0 <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/01\/12\/12-01-2016\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"12\/01\/2016\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-902","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/902","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=902"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/902\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=902"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=902"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=902"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}