{"id":901,"date":"2016-01-11T16:28:30","date_gmt":"2016-01-11T16:28:30","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/01\/11\/11-01-2016\/"},"modified":"2016-01-11T16:28:30","modified_gmt":"2016-01-11T16:28:30","slug":"11-01-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/01\/11\/11-01-2016\/","title":{"rendered":"11\/01\/2016"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\">&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 11 de janeiro de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.182<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"text-align: justify;\"><span face=\"tahoma, geneva, sans-serif\" style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><\/span><\/span><\/strong><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"width: 811px; height: 16px; text-align: justify; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<strong>&nbsp;<\/strong><\/span><strong>Leite em p\u00f3 Danby vai para a mesa dos venezuelanos<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> Passados oito meses da obten\u00e7\u00e3o da habilita\u00e7\u00e3o para a exporta\u00e7\u00e3o de seus produtos, a Cooperativa Sul-Rio-Grandense de Latic\u00ednios (Cosulati) inicia o ano com o primeiro embarque internacional. A diretoria anunciou ontem (8) o embarque de 300 toneladas de leite em p\u00f3 para a Venezuela.&nbsp;<\/p>\n<p> A negocia\u00e7\u00e3o \u00e9 fruto de uma s\u00e9rie de tratativas envolvendo \u00f3rg\u00e3os governamentais e de miss\u00f5es empresariais nacionais. A remessa comercializada \u00e9 de leite em p\u00f3 integral e chegar\u00e1 ao mercado da Venezuela em embalagens fracionadas de um quilo, levando a marca Danby.&nbsp;<\/p>\n<p> FOCO - Desde a inaugura\u00e7\u00e3o da amplia\u00e7\u00e3o da Unidade de Beneficiamento de Leite, em Cap\u00e3o do Le\u00e3o, no ano de 2008, a Cosulati vem focando sua atua\u00e7\u00e3o no processamento de leite em p\u00f3. Atualmente, a produ\u00e7\u00e3o j\u00e1 corresponde por 75% da industrializa\u00e7\u00e3o. &nbsp;A unidade tem capacidade instalada para transformar 600 mil\/litros de leite\/dia em leite em p\u00f3. Detentora da classifica\u00e7\u00e3o \"A\" para os processos de exporta\u00e7\u00e3o, investe na qualifica\u00e7\u00e3o permanente de todos os envolvidos na cadeia produtiva do setor atrav\u00e9s de treinamentos com colaboradores, produtores e transportadores. Recentemente, implementou processo automatizado para a coleta de leite nas propriedades rurais, atrav\u00e9s de projeto pioneiro desenvolvido em conjunto com a Embrapa e o Sindilat\/RS.&nbsp;<\/p>\n<p> Os resultados positivos tamb\u00e9m s\u00e3o conquistados gra\u00e7as ao trabalho de extens\u00e3o no campo, desenvolvido pelo corpo t\u00e9cnico da Cosulati que auxilia e orienta os cooperados na persist\u00eancia pela qualidade do leite. O trabalho tamb\u00e9m visa o equil\u00edbrio nutricional e a excel\u00eancia na gen\u00e9tica dos animais.&nbsp;<\/p>\n<p> &nbsp;A aceita\u00e7\u00e3o do produto nos mercados interno e agora no externo e a consolida\u00e7\u00e3o de uma carteira de clientes formada pelos maiores grupos industriais do ramo aliment\u00edcio do Pa\u00eds coroam o sucesso deste trabalho.<\/p>\n<p> MERCADO - A Venezuela \u00e9, atualmente, um dos maiores importadores do leite em p\u00f3 brasileiro. &nbsp;No ano passado, as exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos geraram receita de US$ 122,9 milh\u00f5es, deste valor, 96,8% foram provenientes das negocia\u00e7\u00f5es de leite em p\u00f3 e leite UHT e o restante, 3,2%, com os embarques de creme de leite e leite condensado. A expectativa \u00e9 de que os neg\u00f3cios sejam incrementados neste ano. (Assessoria de Imprensa Danby\/Cosulati)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\"><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Minist\u00e9rio quer ressuscitar fundo de defesa<\/strong><\/p>\n<p> Em tempos de ajuste nas contas p\u00fablicas do governo, a ministra da Agricultura, K\u00e1tia Abreu, iniciou o ano com a promessa de ressuscitar um fundo de defesa agropecu\u00e1ria, mantido no passado com a cobran\u00e7a por servi\u00e7os de inspe\u00e7\u00e3o e fiscaliza\u00e7\u00e3o sanit\u00e1ria. O objetivo \u00e9 tentar blindar o or\u00e7amento da \u00e1rea dos seguidos contingenciamentos que tem sido v\u00edtima nos \u00faltimos anos. A medida foi lan\u00e7ada pela ministra e pela presidente Dilma Rousseff h\u00e1 quase um ano como parte do Plano de Defesa Agropecu\u00e1ria, mas que j\u00e1 \u00e9 criticado pelo mercado e pelos Estados por n\u00e3o ter produzido resultados pr\u00e1ticos at\u00e9 hoje. A miss\u00e3o de reativar o fundo foi dada ao secret\u00e1rio interino de Defesa do minist\u00e9rio, Lu\u00eds Eduardo Rangel, fiscal agropecu\u00e1rio de carreira h\u00e1 12 anos. Ele aguarda sua nomea\u00e7\u00e3o nos pr\u00f3ximos dias pela Casa Civil, mas j\u00e1 anunciou ao Valor a meta de regulamentar o fundo ainda este ano, recriando essas taxas &nbsp;- cuja cobran\u00e7a foi extinta no governo do ex-presidente Fernando Collor, no in\u00edcio da d\u00e9cada de 1990. A proposta, por\u00e9m, depende de lei no Congresso e ainda nem conta com uma expectativa de arrecada\u00e7\u00e3o. Rangel, que ainda acumula o cargo de diretor do Departamento de Sanidade Vegetal do minist\u00e9rio, explica que essas taxas seriam cobradas, por exemplo, sobre o registro de defensivos, de fertilizantes, de produtos de origem animal ou vegetal. Mas pondera que a cobran\u00e7a precisa atender a crit\u00e9rios t\u00e9cnicos, ser diferenciada por produtos e n\u00e3o onerar de maneira expressiva os custos das exporta\u00e7\u00f5es do agroneg\u00f3cio brasileiro.<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Conforme o secret\u00e1rio, seu compromisso \u00e9 desenhar uma proposta de fundo ainda em 2016 e que seja uma solu\u00e7\u00e3o financeira sustent\u00e1vel aos gastos da \u00e1rea, que envolvem combate e erradica\u00e7\u00e3o a doen\u00e7as como a febre aftosa e a mosca das frutas, e fiscaliza\u00e7\u00e3o a agroind\u00fastrias. O fundo j\u00e1 existe por lei, mas na pr\u00e1tica est\u00e1 praticamente esvaziado e arrecada apenas a partir de empresas da \u00e1rea vegetal que pagam ao minist\u00e9rio para classificar gr\u00e3os. \"Queremos voltar com as taxas e regulamentar o fundo. Isso abasteceria todo um cabedal de gastos com defesa, com conv\u00eanios, pesquisa agropecu\u00e1ria, programa de controle de res\u00edduos em alimentos\", afirma Rangel. \"Mas n\u00e3o queremos que uma empresa deixe de exportar por conta da taxa\", acrescenta. Um desafio, pondera Rangel, \u00e9 que pelo menos um percentual m\u00ednimo das taxas arrecadadas possa ser revertido para o minist\u00e9rio, na \u00e1rea de defesa. \u00c9 que em tese, a arrecada\u00e7\u00e3o de taxas aplicadas por \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos \u00e9 direcionado para o Tesouro Nacional. Enquanto o novo fundo n\u00e3o passa de mais um plano da ministra, Rangel sabe que ainda poder\u00e3o vir novos cortes no or\u00e7amento de R$ 331 milh\u00f5es previsto para a defesa agropecu\u00e1ria neste ano, mas promete manter o n\u00edvel de execu\u00e7\u00e3o or\u00e7ament\u00e1ria obtido nessa \u00e1rea em 2015 - dos R$ 200 milh\u00f5es disponibilizados para a defesa no ano passado, 96% foram liberados.&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">O \u00faltimo secret\u00e1rio, D\u00e9cio Coutinho, j\u00e1 chegou a dizer entretanto que o ideal seria um patamar de R$ 500 milh\u00f5es por ano. Nessa frente, Rangel ainda informa que o minist\u00e9rio conseguiu empenhar at\u00e9 o \u00faltimo dia de dezembro R$ 24 milh\u00f5es de um total de R$ 40 milh\u00f5es destinados a conv\u00eanios com 15 Estados para investimentos como implanta\u00e7\u00e3o de barreiras sanit\u00e1rias em fronteiras \u00ac o que sobrou foi realocado na SDA. A pasta havia informado que esses R$ 24 milh\u00f5es estavam previstos para os pr\u00f3ximos dois anos, at\u00e9 2017, mas Rangel esclarece que na verdade esses conv\u00eanios compreendem um total de R$ 80 milh\u00f5es para 2015 e 2016, dos quais ainda faltam R$ 40 milh\u00f5es a serem liberados at\u00e9 o fim deste ano. (Valor Econ\u00f4mico)<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Novos perfis de consumidores emergem da crise<\/strong><\/p>\n<p> Uma pesquisa da ag\u00eancia nova\/sb para detectar o perfil de consumidor que emerge da recess\u00e3o mostra que a maioria dos brasileiros tenta ser respons\u00e1vel quando vai \u00e0s compras. Tr\u00eas dos quatro perfis identificados reajustam prioridades e buscam vantagens nas negocia\u00e7\u00f5es. E praticamente todos eles (92%) avaliam o custobenef\u00edcio em todas as oportunidades de consumo. Apenas um grupo, o do \"consumidor ostenta\u00e7\u00e3o\" (8% dos entrevistados) diz querer continuar gastando. Nele predominam homens, que podem ser da classe A, mas tamb\u00e9m da D, com baixo grau de educa\u00e7\u00e3o. Segundo a pesquisa, eles est\u00e3o dispostos a cortar os gastos com alimenta\u00e7\u00e3o dentro de casa para continuar se divertindo fora de casa.<\/p>\n<p> S\u00e9rgio Silva, diretor de planejamento da ag\u00eancia, diz que as tend\u00eancias que emergiram em outros pa\u00edses durante per\u00edodos econ\u00f4micos adversos se mantiveram mesmo depois que o pior momento passou. No Brasil, a crise pode acelerar a tend\u00eancia que a pesquisa apontou. \"Essa \u00e9 a primeira grande crise que o Brasil enfrenta como uma pa\u00eds de classe m\u00e9dia. Fomos olhar como os consumidores de outros pa\u00edses lidaram com a situa\u00e7\u00e3o para entender o que pode estar acontecendo por aqui\", disse. H\u00e1 diferen\u00e7as de classe e faixa et\u00e1ria no comportamento, mas n\u00e3o regionais. O maior grupo, formado por 42% dos entrevistados e denominado pelos autores do estudo de \"smart buyers\" (compradores inteligentes), \u00e9 tamb\u00e9m o mais disseminado na sociedade. Inclui homens e mulheres, das classes B e C, e de n\u00edvel m\u00e9dio de educa\u00e7\u00e3o. Para n\u00e3o perder as conquistas dos \u00faltimos anos, valoriza ferramentas tecnol\u00f3gicas como aplicativos e sites, para pesquisar pre\u00e7os e promo\u00e7\u00f5es, e planejar suas compras.\"Para o 'smart buyer', economizar n\u00e3o \u00e9 sorte. \u00c9 habilidade. Por isso, a internet \u00e9 um dos tr\u00eas principais itens de consumo que querem manter\", diz Silva. No Brasil, o comprador inteligente tende a ser o perfil que deve permanecer mesmo depois da recess\u00e3o acabar.&nbsp;<\/p>\n<p> As outras duas categorias predominantes \u00ac os consumidores p\u00e9 no ch\u00e3o (26% dos entrevistados) e os sobreviventes (17%) \u00ac t\u00eam dificuldades para adotar as estrat\u00e9gias dos pioneiros porque est\u00e3o sentindo mais a crise. \"As pessoas est\u00e3o procurando valor. N\u00e3o querem trocar por uma alternativa que pare\u00e7a perda. E querem preservar o lazer. S\u00e3o ca\u00e7adores de bons neg\u00f3cios ['deal hunters'] e n\u00e3o de pre\u00e7os ['price hunters]\", afirma Silva O consumidor p\u00e9 no ch\u00e3o \u00e9 o mais engajado no corte de gastos para preservar conquistas. Corta presentes, festas e eletr\u00f4nicos para manter educa\u00e7\u00e3o, assist\u00eancia m\u00e9dica e entretenimento fora de casa. \u00c9 o grupo com maior n\u00edvel educacional, formado predominantemente por mulheres, das classes A, B e C.<\/p>\n<p> Entre os 17% classificados como sobreviventes est\u00e3o os mais jovens, entre 18 e 25 anos. S\u00e3o homens e mulheres, predominantemente das classes D e E, mas tamb\u00e9m da B. \u00c9 onde est\u00e3o os desempregados. Uma tend\u00eancia forte em quase todos os perfis \u00e9 a \"ca\u00e7a de oportunidades\", na qual o consumidor, para manter o padr\u00e3o dos \u00faltimos anos, lan\u00e7a m\u00e3o de programas de milhagem, trocas de pontos etc. A Associa\u00e7\u00e3o Brasileira das Empresas de Fideliza\u00e7\u00e3o (Abemf) registrou um aumento de 22% no n\u00famero de cadastros em programas de fidelidade at\u00e9 o terceiro trimestre de 2015. J\u00e1 o volume de resgates cresceu 14% no mesmo per\u00edodo. Na M\u00faltiplos, por exemplo, o item mais trocado na categoria de \"n\u00e3o\u00aca\u00e9reo\" em novembro foi um aspirador de p\u00f3. \"As pessoas est\u00e3o aproveitando para comprar eletrodom\u00e9sticos que, de outra forma, n\u00e3o comprariam\", diz o presidente da associa\u00e7\u00e3o, Roberto Medeiros. \"Em mercados maduros, como a Inglaterra, 30% da popula\u00e7\u00e3o est\u00e1 engajada em algum programa. No Brasil, apenas 10%.\" Para o diretor da nova\/sb, os movimentos Surreal, de consumidores que usaram redes sociais para denunciar pre\u00e7os que consideravam abusivos, e do isorporzinho, quando muitos come\u00e7aram a levar a bebida para as ruas, que marcaram o ver\u00e3o passado, principalmente no Rio de Janeiro, j\u00e1 sinalizavam o fim do ciclo econ\u00f4mico anterior. \"As pessoas estavam come\u00e7ando a ter alguma frustra\u00e7\u00e3o. Consumiam, mas achavam o pre\u00e7o absurdo\", diz Silva. A ag\u00eancia de publicidade realizou uma pesquisa quantitativa nacional com 2.682 pessoas com mais de 18 anos, observando a distribui\u00e7\u00e3o regional de consumidores no pa\u00eds: 45% dos entrevistados eram do Sudeste, 20% do Nordeste, 20% do Norte, e 15% do Sul. As informa\u00e7\u00f5es foram levantadas ao longo do ano passado. Na \u00faltima etapa, em novembro, foi organizada uma s\u00e9rie de grupos qualitativos para aprofundar a compreens\u00e3o do comportamento de cada tipo de consumidor. (Valor Econ\u00f4mico)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1535\" style=\"width: 600px; height: 367px;\" \/><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Crise devolve quase 4 milh\u00f5es \u00e0s classes D e E<\/strong><\/p>\n<p> O aumento do desemprego e a queda nos rendimentos dos brasileiros j\u00e1 mostram efeito sobre o processo de mobilidade social em curso no pa\u00eds de meados de 2004 at\u00e9 2014. A economista do Bradesco Ana Maria Barufi, com base nos dados de renda da Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios (Pnad) e da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), calcula que, entre janeiro e novembro do ano passado, a participa\u00e7\u00e3o da classe C na pir\u00e2mide social brasileira caiu dois pontos percentuais, passando de 56,6% para 54,6%. Com 3,7 milh\u00f5es de pessoas a menos, o grupo passou a somar 103,6 milh\u00f5es. Uma parcela dessa queda alimentou as classes D e E, cuja participa\u00e7\u00e3o avan\u00e7ou de 16,1% para 18,9% e de 15,5% para 16,1% no per\u00edodo. Com o agravamento e o alongamento da crise, n\u00e3o est\u00e1 descartada a possibilidade de a classe C voltar a responder por menos de 50% do total da popula\u00e7\u00e3o do pa\u00eds \u00ac n\u00edvel semelhante ao registrado em 2010.<\/p>\n<p> O levantamento tem como base os cortes de renda estabelecidos pela Secretaria de Assuntos Estrat\u00e9gicos (SAE), atualizados para valores de 2015. Assim, a classe C compreende as fam\u00edlias com renda mensal entre R$ 1.646 e R$ 6.585, a classe D, de R$ 995 a R$ 1.646 e a classe E, at\u00e9 R$ 995. A distribui\u00e7\u00e3o percentual das faixas, por sua vez, \u00e9 feita sobre a m\u00e9dia m\u00f3vel em 12 meses do contingente populacional. \"O problema \u00e9 que n\u00e3o se v\u00ea revers\u00e3o dessa tend\u00eancia [no curto prazo]\", afirma Ana Maria, ressaltando o cen\u00e1rio de aprofundamento do desemprego esperado para 2016. As recess\u00f5es afetam mais rapidamente e de forma mais intensa as classes mais baixas, ela pondera, j\u00e1 que as vagas que demandam menor qualifica\u00e7\u00e3o s\u00e3o as primeiras a serem cortadas em per\u00edodos de ajuste. No caso do Brasil, a infla\u00e7\u00e3o mais alta, superior a 10% no acumulado em 12 meses, \u00e9 um agravante nesse sentido, pois penaliza mais essa fatia da popula\u00e7\u00e3o, que tem parte expressiva do or\u00e7amento dom\u00e9stico comprometida com gastos b\u00e1sicos \u00ac alimenta\u00e7\u00e3o, energia e transporte. Dentro desse panorama, avalia a economista, \u00e9 bastante prov\u00e1vel que a desigualdade de renda aumente no pa\u00eds nos pr\u00f3ximos anos \u00ac movimento que ainda n\u00e3o aparece nos dados oficiais mais recentes, da Pnad de 2014. \"O n\u00edvel de consumo atrofiado sinaliza que essa mobilidade 'para baixo' est\u00e1 em curso\", concorda o assessor econ\u00f4mico da FecomercioSP, Altamiro Carvalho. Pesquisa feita em setembro pela entidade com base nos dados de infla\u00e7\u00e3o e da Pesquisa de Or\u00e7amento Familiar (POF) mostrou que 1,2 milh\u00e3o de fam\u00edlias ca\u00edram de classe social na primeira metade de 2015. \"De l\u00e1 para c\u00e1, o ritmo de queda da renda s\u00f3 aumentou e os pre\u00e7os subiram ainda mais\".<\/p>\n<p> Para Mauricio Prado, s\u00f3cio\u00acdiretor do instituto Plano CDE, dedicado a pesquisas relacionadas \u00e0 base da pir\u00e2mide, a classe C n\u00e3o deve sofrer grande varia\u00e7\u00e3o num\u00e9rica at\u00e9 o fim deste per\u00edodo recessivo. Seu perfil, entretanto, tende a mudar nos pr\u00f3ximos anos, ele diz, diante da expectativa de que parte das fam\u00edlias volte \u00e0s classes D e E e que uma fatia das faixas de mais alta renda compensem parte dessa migra\u00e7\u00e3o, passando \u00e0 classe C. As conquistas sociais dos \u00faltimos dez anos, ele defende, forjaram uma classe C \"menos vulner\u00e1vel\", que deve reagir a esta crise de uma forma diferente \u00e0s anteriores. Parte dos bens de consumo adquiridos nos \u00faltimos anos, por exemplo, devem ser usados como geradores de renda extra. Um pesquisa feita pela consultoria no ano passado com 120 fam\u00edlias apontou que 40% delas usavam os eletrodom\u00e9sticos com esse fim. O maior acesso \u00e0 internet, por sua vez, pode virar um instrumento mais eficiente para fazer pesquisas de pre\u00e7o ou para se comunicar com os clientes. \"A classe C tamb\u00e9m est\u00e1 mais escolarizada\", completa.&nbsp;<\/p>\n<p> Os cortes que essa popula\u00e7\u00e3o far\u00e1 no or\u00e7amento, por sua vez, ser\u00e3o baseados em uma \"decis\u00e3o de 'trade off' mais sofisticada\". As pesquisas mais recentes da Plano CDE mostram, por exemplo, que muitas fam\u00edlias preferiram abrir m\u00e3o de itens do supermercado a cancelar o plano de internet. \"Os servi\u00e7os passam a competir com os bens de consumo\", acrescenta. (Valor Econ\u00f4mico)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1538\" style=\"width: 600px; height: 405px;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Americanos est\u00e3o cada vez mais interessados no bem-estar das vacas leiteiras, mostra pesquisa<\/strong><\/p>\n<p> Mais cidad\u00e3os est\u00e3o ficando interessados no bem-estar das vacas de fazendas leiteiras, de acordo com um estudo recente. Os pesquisadores pediram para pouco menos de 500 americanos em dois grupos diferentes, uma vez em junho de 2014 e uma em janeiro de 2015, responderem \u00e0 pergunta: \"O que voc\u00ea considera como uma fazenda leiteira ideal e por que essas caracter\u00edsticas s\u00e3o importantes para voc\u00ea?\". Os resultados do estudo foram publicados no Journal of Dairy Science. \"A maioria das raz\u00f5es fornecidas pelos participantes se referia a argumentos \u00e9ticos sobre o tratamento dos animais\", disse o relat\u00f3rio. \"Nesse contexto, os participantes da pesquisa argumentaram que a produ\u00e7\u00e3o de leite \u00e9 eticamente aceit\u00e1vel somente se os animais forem bem tratados\".<\/p>\n<p> A maioria dos respondentes da pesquisa tinham pelo menos parte de educa\u00e7\u00e3o superior, com a maioria representada pelo grupo et\u00e1rio entre 25 e 34 anos. A professora de bem-estar animal, Nina von Keyserlingk, da Universidade de British Columbia, no Canad\u00e1, e a professora Maria Jose\u0301 Ho\u0308tzel, da Universidade Federal de Santa Catarina, disseram que perder a confian\u00e7a p\u00fablica \u00e9 uma \u00e1rea de \"grande risco\" para a ind\u00fastria de l\u00e1cteos. As duas pesquisadoras, que participaram da pesquisa, responderam que a imagem mais comum divulgada da ind\u00fastria leiteira \u00e9 de vacas no pasto, mas isso n\u00e3o reflete a realidade. Elas disseram que menos de 5% das vacas leiteiras em lacta\u00e7\u00e3o est\u00e3o em pastos nos Estados Unidos. Com isso, h\u00e1 um risco de a ind\u00fastria perder a confian\u00e7a do p\u00fablico \u00e0 medida que esse se informa mais.<\/p>\n<p> \"As descobertas de nossa pesquisa indicam que os respondentes desejam um boa vida para as vacas leiteiras, mas eles tamb\u00e9m desejam uma fazenda leiteira moderna e eficiente, j\u00e1 que isso garante que o leite que bebem \u00e9 seguro e abundante e que a fazenda lucrativa certamente ter\u00e1 formas de observar seus animais. N\u00f3s realmente vemos essa \u00faltima parte como uma \u00e1rea potencial de oportunidade para a ind\u00fastria de l\u00e1cteos\". Al\u00e9m disso, os respondentes da pesquisa disseram que querem que as vacas recebam menos antibi\u00f3ticos e medicamentos, e eles querem uma fazenda leiteira eficiente que seja capaz de produzir leite de alta qualidade. Com rela\u00e7\u00e3o ao uso de antibi\u00f3ticos, elas disseram que houve uma \"completa rejei\u00e7\u00e3o\" dessas pr\u00e1ticas para propostas de aumentar a produ\u00e7\u00e3o de leite, mas as pessoas acreditam que as vacas leiteiras precisam ser tratadas de forma respons\u00e1vel quando necess\u00e1rio.<\/p>\n<p> Uma distin\u00e7\u00e3o que von Keyserlingk fez \u00e9 de que esses respondentes da pesquisa n\u00e3o s\u00e3o consumidores em si, mas cidad\u00e3os. Todos s\u00e3o consumidores quando v\u00e3o \u00e0 loja, mas as pessoas tamb\u00e9m podem oferecer opini\u00f5es quando s\u00e3o questionadas fora das lojas. \"Em nossa pesquisa, claramente perguntamos \u00e0s pessoas suas vis\u00f5es como cidad\u00e3os, n\u00e3o como consumidores. Se pensarmos sobre essas duas posi\u00e7\u00f5es diferentes e seus pap\u00e9is, acho que isso explica porque as pessoas frequentemente dizem uma coisa quando questionadas cara a cara (ou por telefone), mas agem de forma diferente quando est\u00e3o nas lojas comprando seu alimento\".<\/p>\n<p> Embora von Keyserlingk tenha argumentado que as companhias agr\u00edcolas frequentemente argumentam que as pr\u00e1ticas mudar\u00e3o quando os consumidores estiverem dispostos a pagar mais, ela considera que essa \u00e9 uma proposi\u00e7\u00e3o arriscada, \u00e0 medida que \"est\u00e1 colocando a sustentabilidade de sua ind\u00fastria nos ombros de pessoas n\u00e3o informadas\". (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Dairy Reporter)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><em><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/em><\/div>\n<div><em>Fundopem<\/em><\/div>\n<div><em>&nbsp;O juiz Rog\u00e9rio Delatorre, da 7\u00aa Vara da Fazenda P\u00fablica do Tribunal de Justi\u00e7a do RS, indeferiu pedido de liminar, feito em a\u00e7\u00e3o civil p\u00fablica impetrada pelo Sindicato dos Engenheiros do RS (Senge) e Sindicato de Auditores P\u00fablicos Externos do Tribunal de Contas do RS, entre outros, que pretendiam ter acesso a dados sobre ren\u00fancias fiscais realizadas pelo Estado com base no Fundopem. Segundo o juiz, o sigilo fiscal \u00e9 direito consagrado na legisla\u00e7\u00e3o brasileira e, neste sentido, deve ser apurado se os acessos \u00e0s informa\u00e7\u00f5es devem ser p\u00fablicos. Sob este prisma, afirma o magistrado, a quest\u00e3o n\u00e3o se mostra suficientemente amadurecida e segura, que possa conduzir ao provimento da liminar pretendida. (Correio do Povo)<\/em><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><em><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/em><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<p> <center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"><center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"> <\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp; <\/span><\/p>\n<p> <\/center><\/center> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span id=\"cke_bm_97E\" style=\"display: none;\"><\/span><span id=\"cke_bm_503E\" style=\"display: none;\"><\/span><\/span><\/span><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre, 11 de janeiro de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.182 &nbsp; &nbsp;&nbsp;Leite em p\u00f3 Danby vai para a mesa dos venezuelanos Passados oito meses da obten\u00e7\u00e3o da habilita\u00e7\u00e3o para a <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/01\/11\/11-01-2016\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"11\/01\/2016\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-901","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/901","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=901"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/901\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=901"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=901"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=901"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}