{"id":8954,"date":"2022-02-22T19:26:27","date_gmt":"2022-02-22T19:26:27","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=8954"},"modified":"2022-02-22T19:31:45","modified_gmt":"2022-02-22T19:31:45","slug":"22-02-2021-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2022\/02\/22\/22-02-2021-2\/","title":{"rendered":"22\/02\/2022"},"content":{"rendered":"<figure class=\"wp-block-image\" style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/figure>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><!-- \/wp:post-content -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph --><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 22 de fevereiro de 2022&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 16 - N\u00b0 3.603<\/p>\r\n<hr>\r\n<div style=\"text-align: justify;\"><b>F\u00f3rum estadual do leite tratar\u00e1 os desafios e as oportunidades do setor l\u00e1cteo na Expodireto<br><\/b>&nbsp;<br>O 17\u00ba F\u00f3rum Estadual do Leite, que ocorrer\u00e1 em 9 de mar\u00e7o, dentro da programa\u00e7\u00e3o da 22\u00aa Expodireto Cotrijal, abordar\u00e1 desde quest\u00f5es t\u00e9cnicas do setor leiteiro, de como fazer a gest\u00e3o da pecu\u00e1ria de leite para superar crises, at\u00e9 os debates em torno dos desafios do mercado de l\u00e1cteos para 2022. O encontro \u00e9 organizado pela Cotrijal e pela CCGL e conta com o apoio do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do RS (Sindilat). O espa\u00e7o, direcionado a produtores de leite, pesquisadores, lideran\u00e7as do setor, tem o objetivo de ser um fomentador de pol\u00edticas p\u00fablicas para a atividade.<br>&nbsp;<br>Para o secret\u00e1rio-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, o evento \u00e9 uma oportunidade de unir toda a cadeia do leite ga\u00facho para discutir os problemas que o setor enfrenta. \u201c\u00c9 um momento de discuss\u00e3o, de di\u00e1logo entre todos os setores e que eleva a competitividade e a qualidade do leite produzido no Rio Grande do Sul\u201d, destaca.&nbsp;<br>&nbsp;<br>A programa\u00e7\u00e3o do F\u00f3rum inicia-se \u00e0s 9h, com a palestra \u2018Como fazer a gest\u00e3o da pecu\u00e1ria de leite superando crises\u2019, sob o comando do m\u00e9dico veterin\u00e1rio Matheus Baldu\u00edno Moreira, de Belo Horizonte (MG). Na sequ\u00eancia, a partir das 10h, o professor e doutor Paulo do Carmo Martins, da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), abordar\u00e1 os desafios e as oportunidades para o setor l\u00e1cteo brasileiro. Depois, com previs\u00e3o de in\u00edcio \u00e0s 11h10min, o evento trar\u00e1 a palestra \u2018Desafios do mercado de leite em 2022\u2019, ministrada pelo engenheiro agr\u00f4nomo e diretor-executivo da Viva L\u00e1cteos, de Bras\u00edlia (DF), Gustavo Beduschi. Para encerrar os trabalhos da 17\u00aa edi\u00e7\u00e3o do F\u00f3rum os palestrantes e participantes far\u00e3o um debate.&nbsp;<br>&nbsp;<br>A Expodireto Cotrijal, uma das maiores feiras de agroneg\u00f3cio da Am\u00e9rica Latina, ser\u00e1 realizada de 7 a 11 de mar\u00e7o, em N\u00e3o-Me-Toque (RS).&nbsp;<br><br><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/BO2Wd5ABF0146\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/BO2Wd5ABF0146\"><\/div>\r\n<hr>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">\r\n<div><b>Projeto amplia acesso de produtores ao Programa de Venda em Balc\u00e3o<br><\/b>&nbsp;<br><i>O Programa de Venda em Balc\u00e3o facilita o acesso de pequenos criadores de animais ao estoque p\u00fablico de milho<br><\/i>&nbsp;<br>Tramita na C\u00e2mara dos Deputados um projeto que inclui no rol de benefici\u00e1rios do Programa de Venda em Balc\u00e3o (ProVB) os pequenos criadores de animais que, mesmo n\u00e3o possuindo a Declara\u00e7\u00e3o de Aptid\u00e3o ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (DAP-Pronaf) ativa, se enquadram nos crit\u00e9rios de renda bruta anual do Pronaf.<br>&nbsp;<br>O texto \u00e9 do deputado Capit\u00e3o Alberto Neto (Republicanos-AM) e altera a Lei 14.293\/22, que trata das regras do ProVB.<br>&nbsp;<br>Operacionalizado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o programa facilita o acesso de pequenos criadores ao estoque p\u00fablico de milho. Atualmente, s\u00f3 podem acessar esse estoque os criadores que possuem a DAP-Pronaf ativa, documento que reconhece a condi\u00e7\u00e3o de agricultor familiar.<br>&nbsp;<br>Para Alberto Neto, essa exig\u00eancia compromete o programa, \u201cpois mais restringe que promove o acesso pelos pequenos produtores de animais aos estoques p\u00fablicos de milho, em especial por aqueles que desenvolvem suas atividades em localidades mais afastadas ou que enfrentam limita\u00e7\u00f5es ao deslocamento\u201d.<br>&nbsp;<br>O projeto ser\u00e1 analisado em car\u00e1ter conclusivo pelas comiss\u00f5es de Agricultura, Pecu\u00e1ria, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; e de Constitui\u00e7\u00e3o e Justi\u00e7a e de Cidadania (CCJ). (Canal Rural)<br><br><br><br><br><br><br><b>Estudos apontam ganhos com recupera\u00e7\u00e3o de pastagens<br><\/b>&nbsp;<br>Estudo de pesquisadores da Escola Superior de Agricultura \u201cLuiz de Queiroz\u201d da Universidade de S\u00e3o Paulo (Esalq\/USP) apontou que a recupera\u00e7\u00e3o de pastagens degradadas no Brasil na \u00faltima d\u00e9cada contribuiu para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 0,31%, ou quase R$ 17 bilh\u00f5es.<br>&nbsp;<br>A recupera\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m gerou contribui\u00e7\u00f5es socioecon\u00f4micas e ambientais, como altas da produtividade nas pecu\u00e1rias de corte e de leite, mitiga\u00e7\u00e3o da emiss\u00e3o de carbono na atmosfera e aumentos da renda do produtor rural, do consumo das fam\u00edlias, dos empregos, dos sal\u00e1rios e da arrecada\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria.<br>&nbsp;<br>Os dados podem ser um importante aliado dos pecuaristas brasileiros na tentativa de desfazer a imagem negativa perante a opini\u00e3o p\u00fablica do ponto de vista ambiental. Para o governo, podem orientar o estabelecimento de novas pol\u00edticas.<br>&nbsp;<br>O estudo avaliou dois cen\u00e1rios. O primeiro levou em considera\u00e7\u00e3o toda a \u00e1rea de pastagens degradadas recuperada no pa\u00eds \u2013 19,4 milh\u00f5es de hectares entre 2010 e 2018, de acordo com dados do Laborat\u00f3rio de Processamento de Imagens e Geoprocessamento (Lapig) da Universidade Federal de Goi\u00e1s (UFG).<br><br><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/afAG34ABF0125\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/afAG34ABF0125\"><br>&nbsp;<br>O segundo avaliou apenas os 4,1 milh\u00f5es de hectares recuperados por meio da linha de cr\u00e9dito do Programa ABC espec\u00edfica para essa finalidade, com aplica\u00e7\u00e3o de R$ 8,1 bilh\u00f5es em financiamentos entre 2013 e 2020. A linha de base da an\u00e1lise levou em considera\u00e7\u00e3o as vari\u00e1veis macroecon\u00f4micas a partir de 2015. \u201cUma vez que o PIB da economia brasileira em 2015 foi de aproximadamente R$ 6,05 trilh\u00f5es, a eleva\u00e7\u00e3o observada, acumulada em 2021, de 0,31% do PIB no cen\u00e1rio 1 e de 0,07% no cen\u00e1rio 2, representa, computados sobre o valor de 2015, um ganho social de, respectivamente, R$ 16,9 bilh\u00f5es no cen\u00e1rio 1 e de R$ 4,2 bilh\u00f5es no cen\u00e1rio 2\u201d, diz o estudo.<br>&nbsp;<br>No recorte espec\u00edfico da linha de cr\u00e9dito do Programa ABC, foi poss\u00edvel calcular a taxa de retorno social. Cada real investido na t\u00e9cnica sustent\u00e1vel gerou R$ 0,56 \u00e0 sociedade. \u201c\u00c9 uma taxa de retorno social de 56% no per\u00edodo, de 6,5% em termos reais ao ano. \u00c9 um valor alto mesmo se comparado a outras pol\u00edticas, como o uso de etanol e biodiesel, com impacto de 0,03% no PIB\u201d, disse o pesquisador da Esalq\/USP Joaquim Bento de Souza Ferreira Filho, que coordenou o estudo. \u201c\u00c9 isso que permite a produ\u00e7\u00e3o crescer mesmo com a \u00e1rea menor. Esse \u00e9 o caminho\u201d.<br>&nbsp;<br>O estudo tamb\u00e9m levou em conta o ac\u00famulo de carbono no solo pela atividade pecu\u00e1ria, tema ainda sem consenso no mundo cient\u00edfico, mas que cada vez mais entra na mira dos pesquisadores. Nessa an\u00e1lise, a pecu\u00e1ria de corte desenvolvida em \u00e1reas de pastagens recuperadas teve redu\u00e7\u00e3o de 9,67% das emiss\u00f5es por unidade produzida. Para a pecu\u00e1ria de leite, a queda foi de 5,86%. Sem considerar o estoque, a mitiga\u00e7\u00e3o ficou em 2% e 1,3%, respectivamente.<br>&nbsp;<br>Joaquim Bento explicou que foi utilizado um modelo de equil\u00edbrio geral comput\u00e1vel (EGC), sistema complexo de equa\u00e7\u00f5es que avalia a atua\u00e7\u00e3o de 122 setores econ\u00f4micos e permite analisar os impactos de uma pol\u00edtica em toda a economia por meio de simula\u00e7\u00f5es de cen\u00e1rios. Dessa forma, foi poss\u00edvel \u201cisolar\u201d o efeito dos ganhos de produtividade decorrente da melhoria das pastagens na economia brasileira, na sociedade e no meio ambiente.<br>&nbsp;<br>A eleva\u00e7\u00e3o da produtividade gerada pela recupera\u00e7\u00e3o das pastagens degradadas contribuiu para um incremento adicional significativo na produ\u00e7\u00e3o pecu\u00e1ria nos locais pesquisados. A varia\u00e7\u00e3o chegou a 25,8% na produ\u00e7\u00e3o de carne e a 13,8% na cadeia leiteira de Rio Grande do Sul e Santa Catarina no cen\u00e1rio mapeado pelo Lapig. Outros incrementos importantes foram observados em Rond\u00f4nia, Paran\u00e1 e Mato Grosso do Sul. No cen\u00e1rio da \u00e1rea recuperada com financiamento da linha do ABC, a produ\u00e7\u00e3o da pecu\u00e1ria de corte aumentou 5,2% em Goi\u00e1s e a de leite evoluiu 1,71% no Paran\u00e1.<br>&nbsp;<br>O melhor rendimento pecu\u00e1rio nas \u00e1reas recuperadas aumentou a oferta de alimentos e pressionou os pre\u00e7os, que ca\u00edram 0,77% em termos reais no cen\u00e1rio 1 e 0,19% no cen\u00e1rio 2. Al\u00e9m da redu\u00e7\u00e3o sentida no bolso dos produtores e consumidores, o efeito tamb\u00e9m \u00e9 processado nos mercados, j\u00e1 que libera recursos para outros setores da economia, podendo se expandir mais facilmente.<br>&nbsp;<br>\u201cOs ganhos tecnol\u00f3gicos na agricultura em geral s\u00e3o transferidos para a sociedade atrav\u00e9s dos mecanismos de pre\u00e7os na economia\u201d, diz a pesquisa. Segundo o professor Joaquim Bento, todas as classes ganham renda. \u201cO aumento da produtividade resultou em aumento da renda interna, com as fam\u00edlias podendo consumir 0,46% a mais do que se essa tecnologia n\u00e3o tivesse sido adotada\u201d, pontua o estudo.<br>&nbsp;<br>A ado\u00e7\u00e3o da tecnologia ainda demandou m\u00e3o de obra mais qualificada e elevou os sal\u00e1rios pagos. \u201cO uso de mais tecnologia emprega mais pessoas, usa mais insumos e produz mais carne e mais leite. Isso movimenta muito mais a economia, antes, dentro e depois da porteira, gerando externalidades positivas, sociais e econ\u00f4micas\u201d, destacou a diretora do Departamento de Produ\u00e7\u00e3o Sustent\u00e1vel e Irriga\u00e7\u00e3o do Minist\u00e9rio da Agricultura, Mariane Crespolini, coautora do estudo.<br>&nbsp;<br>Ela disse que a mensura\u00e7\u00e3o dos impactos socioecon\u00f4micos \u00e9 uma das diretrizes do Plano ABC+, a segunda fase do programa, com metas at\u00e9 2030. Os efeitos de outras tecnologias, como irriga\u00e7\u00e3o, tamb\u00e9m ser\u00e3o verificados em breve. O objetivo \u00e9 usar as informa\u00e7\u00f5es de maneira estrat\u00e9gica na elabora\u00e7\u00e3o de novas pol\u00edticas p\u00fablicas para o setor. \u201cO estudo mostra um efeito multiplicador da tecnologia sustent\u00e1vel na economia brasileira. Se n\u00e3o tivesse o programa ABC, n\u00e3o ter\u00edamos o crescimento apontado\u201d, ressaltou.<br>&nbsp;<br>Um dos apontamentos feitos no estudo \u00e9 que os trabalhadores com menor grau de instru\u00e7\u00e3o s\u00e3o os menos beneficiados com a mudan\u00e7a tecnol\u00f3gica na pecu\u00e1ria, diminuindo a renda e o consumo reais dessas fam\u00edlias. O cen\u00e1rio indica a necessidade de capacita\u00e7\u00e3o e assist\u00eancia t\u00e9cnica para integrar melhor esse p\u00fablico aos avan\u00e7os socioecon\u00f4micos gerados pela t\u00e9cnica sustent\u00e1vel.<br>&nbsp;<br>Para uma fonte do governo, os n\u00fameros mostram que n\u00e3o existe \u201cl\u00f3gica econ\u00f4mica\u201d em aumentar a produ\u00e7\u00e3o em novas \u00e1reas desmatadas e que a recupera\u00e7\u00e3o de pastagens dinamiza as regi\u00f5es com campos j\u00e1 abertos. A inten\u00e7\u00e3o \u00e9 que os dados ajudem a conter o avan\u00e7o do desmatamento ilegal para introdu\u00e7\u00e3o da pecu\u00e1ria. (Valor Econ\u00f4mico)&nbsp;<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\"><hr><\/div>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph --><\/p>\r\n<p style=\"text-align: center;\"><i style=\"font-size: 1rem;\"><b>Jogo R\u00e1pido&nbsp;<\/b><\/i><\/p>\r\n<div style=\"text-align: center;\"><i><b>Inc\u00eandio afeta 1,5 milh\u00e3o de cabe\u00e7as de gado, diz Minist\u00e9rio da Agricultura<br><\/b>&nbsp;<br>Inc\u00eandios na prov\u00edncia de Corrientes, na fronteira com o Brasil, vai afetar oferta de gado da Argentina, disse ministro da Agricultura. Em visita aos produtores afetados pelos inc\u00eandios e pela seca na prov\u00edncia de Corrientes, na fronteira com o Brasil, o ministro da Agricultura da Argentina, Juli\u00e1n Dom\u00ednguez, afirmou que a situa\u00e7\u00e3o se tornou um problema nacional no que se refere ao gado. \u201cEstamos em um cen\u00e1rio que complica ainda mais o 1,5 milh\u00e3o de cabe\u00e7as que faltavam no gado argentino. (A situa\u00e7\u00e3o) vai afetar a oferta de animais, a falta de bezerros e a altera\u00e7\u00e3o do processo de produ\u00e7\u00e3o dos animais do ciclo 2022\/23\u201d, disse Dom\u00ednguez em depoimento publicado no site oficial do Minist\u00e9rio da Agricultura da Argentina. O ministro ressaltou ainda que Corrientes \u00e9 a segunda prov\u00edncia pecu\u00e1ria do pa\u00eds, com quase 5 milh\u00f5es de cabe\u00e7as de gado, o que representa 10% do gado total da Argentina. Ele lembrou que medidas est\u00e3o sendo implementadas pelo Servi\u00e7o Nacional de Sa\u00fade e Qualidade Agroalimentar (Senasa) e que o governo j\u00e1 liberou linhas de financiamento espec\u00edficas para produtores. \u201cEstamos trabalhando para agilizar as assist\u00eancias que possam sustentar a capacidade produtiva\u201d, afirmou Dom\u00ednguez. (Canal Rural)<\/i><\/div>\r\n<hr>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 22 de fevereiro de 2022&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 16 - N\u00b0 3.603 F\u00f3rum estadual do leite tratar\u00e1 os desafios e as oportunidades do setor l\u00e1cteo na Expodireto&nbsp;O 17\u00ba F\u00f3rum Estadual do <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2022\/02\/22\/22-02-2021-2\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"22\/02\/2022\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-8954","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8954","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8954"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8954\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":8961,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8954\/revisions\/8961"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8954"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8954"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8954"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}