{"id":8906,"date":"2022-02-15T19:03:23","date_gmt":"2022-02-15T19:03:23","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=8906"},"modified":"2022-02-15T20:16:35","modified_gmt":"2022-02-15T20:16:35","slug":"15-02-2022","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2022\/02\/15\/15-02-2022\/","title":{"rendered":"15\/02\/2022"},"content":{"rendered":"<figure class=\"wp-block-image\" style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/figure>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><!-- \/wp:post-content -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph --><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 15 de fevereiro de 2022&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 16 - N\u00b0 3.598<\/p>\r\n<hr>\r\n<div style=\"text-align: justify;\"><b>GDT - Global Dairy Trade<br><\/b><br><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/LTQ273ABF0191\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/LTQ273ABF0191\"><br><br>Fonte: GDT - Global Dairy Trade adaptado Sindilat\/RS<\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\r\n<hr>\r\n<div style=\"text-align: justify;\"><b>Os verdadeiros campe\u00f5es do desmatamento<br><\/b><br><i>A Europa detinha mais de 7% das florestas do planeta e hoje tem apenas 0,1%. A \u00c1frica possu\u00eda 11% e agora tem menos de 4%<br><\/i><br>\u201cH\u00e1 8 mil anos, o Brasil possu\u00eda 9,8% das florestas mundiais. Hoje, o Pa\u00eds det\u00e9m 28,3%. Dos 64 milh\u00f5es de quil\u00f4metros quadrados de florestas existentes antes da expans\u00e3o demogr\u00e1fica e tecnol\u00f3gica dos humanos, restam menos de 15,5 milh\u00f5es, cerca de 24%. Mais de 75% das florestas prim\u00e1rias j\u00e1 desapareceram. Com exce\u00e7\u00e3o de parte das Am\u00e9ricas, todos os continentes desmataram, e muito, segundo estudo da Embrapa Monitoramento por Sat\u00e9lite sobre a evolu\u00e7\u00e3o das florestas mundiais.<br><br>A Europa, sem a R\u00fassia, detinha mais de 7% das florestas do planeta e hoje tem apenas 0,1%. A \u00c1frica possu\u00eda quase 11% e agora tem 3,4%. A \u00c1sia j\u00e1 deteve quase um quarto das florestas mundiais, 23,6%, agora possui 5,5% e segue desmatando. No sentido inverso, a Am\u00e9rica do Sul, que detinha 18,2% das florestas, agora det\u00e9m 41,4%, e o grande respons\u00e1vel por esses remanescentes, cuja representatividade cresce ano a ano, \u00e9 o Brasil.<br><br>Se o desflorestamento mundial prosseguir no ritmo atual, o Brasil \u2013 por ser um dos que menos desmatou \u2013 dever\u00e1 deter, em breve, quase metade das florestas prim\u00e1rias do planeta. O paradoxo \u00e9 que, ao inv\u00e9s de ser reconhecido pelo seu hist\u00f3rico de manuten\u00e7\u00e3o da cobertura florestal, o Pa\u00eds \u00e9 severamente criticado pelos campe\u00f5es do desmatamento e alijado da pr\u00f3pria mem\u00f3ria.\u201d (Revista Oeste)<\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\"><b>Espanha: duas fazendas de leite fecharam por dia em 2021<\/b><\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\"><br>A situa\u00e7\u00e3o de baixos pre\u00e7os do leite, juntamente com os altos custos de produ\u00e7\u00e3o enfrentados pelas fazendas, est\u00e1 causando um fluxo cont\u00ednuo de fechamento de fazendas na Espanha. Em 2021 fecharam 655 fazendas de gado leiteiro, passando de 12.079 no m\u00eas de janeiro de 2021 para 11.424 em dezembro do mesmo ano, o que significa que cerca de duas fazendas fecharam todos os dias no pa\u00eds, segundo dados do Minist\u00e9rio da Agricultura.<br><br>A Uni\u00e3o dos Pequenos Agricultores e Pecuaristas (UPA) atribui esta situa\u00e7\u00e3o ao contexto de baixos pre\u00e7os do leite que a Espanha arrasta por anos. A grande distribui\u00e7\u00e3o utiliza o leite como produto reivindicado pelos consumidores, mantendo pre\u00e7os muito baixos. Por sua vez, as ind\u00fastrias pressionam os produtores com pre\u00e7os abaixo dos custos de produ\u00e7\u00e3o.<br><br>A UPA denunciou que os produtores de leite espanh\u00f3is recebem um dos pre\u00e7os mais baixos de toda a Europa pelo leite de vaca. De acordo com os dados do m\u00eas de dezembro, apenas os pecuaristas de Portugal e da Hungria vendem leite mais barato do que o da Espanha, que est\u00e1 empatado em \u00faltimo lugar com a Cro\u00e1cia e Eslov\u00e9nia, a 0,36 euros\/litro.<br><br>Se olharmos para o pre\u00e7o m\u00e9dio do leite em todo o ano de 2021, a situa\u00e7\u00e3o da Espanha n\u00e3o \u00e9 muito melhor, j\u00e1 que est\u00e1 em oitavo lugar, com leite em 0,343 euros\/litro, longe da m\u00e9dia europeia de 0,379 e anos-luz do que ganham os irlandeses, austr\u00edacos ou gregos.<br><br>Esfor\u00e7os legislativos mal sucedidos<br>As diversas mudan\u00e7as regulat\u00f3rias feitas pelo setor pecu\u00e1rio e promovidas na Espanha n\u00e3o est\u00e3o&nbsp;atualmente tendo o efeito desejado. Nem o chamado \"pacote de latic\u00ednios\", nem a Lei da Cadeia&nbsp;Alimentaria est\u00e3o conseguindo que a forma\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os dos alimentos sejam feitos de baixo para cima. \u201cOs pre\u00e7os ainda s\u00e3o decididos na mesa de um escrit\u00f3rio de grandes multinacionais e n\u00e3o em&nbsp;fazendas espanholas\u201d, denunciam os membros da UPA.<br><br>A UPA exigiu que ind\u00fastrias e grandes distribuidoras mudem de atitude de uma vez por todas e parem de \"afundar os fazendeiros espanh\u00f3is\". Eles descrevem a situa\u00e7\u00e3o como \u201climite\u201d e exortam o Minist\u00e9rio da Agricultura e as comunidades aut\u00f4nomas a fazerem \"tudo o que estiver ao seu alcance de suas m\u00e3os\u201d para alcan\u00e7ar um pre\u00e7o justo para o leite e impedir o fechamento das fazendas.<br><br>Aumentos insuficientes<br>A UPA rejeita os contratos que as grandes ind\u00fastrias est\u00e3o oferecendo, devido ao baixo aumento nos pre\u00e7os, pois n\u00e3o cobrem \"em nenhum caso\" os custos de produ\u00e7\u00e3o, custos que subiram 30% enquanto os pre\u00e7os subiram apenas 7%.<br><br>Os membros da UPA s\u00e3o contundentes: \"Isso n\u00e3o pode continuar assim, a produ\u00e7\u00e3o de leite na Espanha est\u00e1 perdendo em rela\u00e7\u00e3o a outros pa\u00edses excedent\u00e1rios da UE. Nenhum setor agr\u00edcola, pecu\u00e1rio ou econ\u00f4mica tem tal diferencial de pre\u00e7os, \u00e9 a ru\u00edna de um setor estrat\u00e9gico para a Espanha\".<br><br>A organiza\u00e7\u00e3o solicitou a convoca\u00e7\u00e3o urgente da \"Mesa de la Leche\" para enfrentar este<br>situa\u00e7\u00e3o grave. \"Vamos pedir ao Minist\u00e9rio da Agricultura que fa\u00e7a cumprir as declara\u00e7\u00f5es do&nbsp;Presidente do Governo no Senado, que assegurou que o novo contrato evitaria que os agricultores tivessem que assinar contratos abaixo dos custos de produ\u00e7\u00e3o, algo que hoje n\u00e3o est\u00e1 acontecendo.<br><br>As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Agrodigital, traduzidas pela Equipe MilkPoint.<\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\"><hr><\/div>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph --><\/p>\r\n<p style=\"text-align: center;\"><i style=\"font-size: 1rem;\"><b>Jogo R\u00e1pido&nbsp;<\/b><\/i><\/p>\r\n<div style=\"text-align: center;\"><i><b>Ga\u00fachos querem nova ferrovia<\/b><br>O Rio Grande do Sul tem interesse em ver estendida at\u00e9 seu territ\u00f3rio a ferrovia que vai ligar os munic\u00edpios de Cascavel (PR) a Chapec\u00f3 (SC), j\u00e1 autorizada pelo Minist\u00e9rio da Infraestrutura. A ideia defendida por diversos setores da ind\u00fastria ga\u00facha \u2013 entre eles o da prote\u00edna animal, em especial a de aves, su\u00ednos e leite \u2013 \u00e9 que a linha chegue primeiro a Passo Fundo, na regi\u00e3o do Planalto, e depois a Estrela no Vale do Taquari. O assunto foi debatido no final da semana passada, em Porto Alegre, entre representantes da cadeia de prote\u00edna animal, como a Associa\u00e7\u00e3o Ga\u00facha de Avicultura (Asgav) e o Sindicato das Ind\u00fastrias de Produtos Su\u00ednos (Sips), o senador Luis Carlos Heinze e o Conselho da Agroind\u00fastria da Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Rio Grande do Sul (Conaro\/Fiergs), coordenado por Alexandre Guerra, vice-presidente do Sindilat. Conforme o senador, o Estado necessita de outros modais de transporte da produ\u00e7\u00e3o, como ferrovias e hidrovias, que tornariam os produtos ga\u00fachos mais competitivos no mercado internacional. \u201cO custo com o transporte teria uma redu\u00e7\u00e3o superior a 20%\u201d, calcula o parlamentar. \u201cA iniciativa privada quer investir nesses modais\u201d, afirma. De acordo com o Minist\u00e9rio de Infraestrutura, o pa\u00eds tem hoje 21 ferrovias em desenvolvimento, com nove projetos autorizados. Embora a amplia\u00e7\u00e3o do modal ferrovi\u00e1rio j\u00e1 seja discutida h\u00e1 muito tempo pelo agroneg\u00f3cio, a amplia\u00e7\u00e3o favoreceria muitos setores da economia, afirma o diretor executivo do Sips, Rog\u00e9rio Kerber. \u201cPor isso, ter o transporte ferrovi\u00e1rio nos interessa sim\u201d, complementa. Uma ferrovia no sentido Norte-Sul pode facilitar o transporte de milho do Centro-Oeste para o Rio Grande do Sul. (Correio do Povo)<\/i><\/div>\r\n<hr>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 15 de fevereiro de 2022&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 16 - N\u00b0 3.598 GDT - Global Dairy Trade Fonte: GDT - Global Dairy Trade adaptado Sindilat\/RS &nbsp; Os verdadeiros campe\u00f5es do desmatamentoA <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2022\/02\/15\/15-02-2022\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"15\/02\/2022\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-8906","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8906","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8906"}],"version-history":[{"count":7,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8906\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":8909,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8906\/revisions\/8909"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8906"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8906"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8906"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}