{"id":888,"date":"2015-12-22T18:01:37","date_gmt":"2015-12-22T18:01:37","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2015\/12\/22\/222\/"},"modified":"2015-12-22T18:01:37","modified_gmt":"2015-12-22T18:01:37","slug":"222","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2015\/12\/22\/222\/","title":{"rendered":"22\/12\/2015"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 22 de dezembro de 2015 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 9 - N\u00b0 2.173<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"text-align: justify;\"><span face=\"tahoma, geneva, sans-serif\" style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><\/span><\/span><\/strong><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"width: 811px; height: 16px; text-align: justify; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<strong>&nbsp;<\/strong><\/span><strong>Ajuda da tecnologia para atestar a qualidade do leite<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> Uma iniciativa que re\u00fane pesquisadores, transportadores e a ind\u00fastria de latic\u00ednios no Rio Grande do Sul visa a combater fraudes no leite e resgatar a confian\u00e7a do consumidor, abalada ap\u00f3s sucessivas pris\u00f5es de fraudadores nas opera\u00e7\u00f5es Leite Compen$ado, do Minist\u00e9rio P\u00fablico Estadual.<\/p>\n<p> A partir de janeiro, entrar\u00e1 em teste o projeto Metodologia de Coleta Autom\u00e1tica de Leite, desenvolvido pela Embrapa Clima Temperado, em Pelotas, em parceria com o sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios e Produtos Derivados do RS (Sindilat) e a Cooperativa Sul-Riograndense de Latic\u00ednios Ltda (Cosulati).<\/p>\n<p> As a\u00e7\u00f5es do MP revelaram que parte da adultera\u00e7\u00e3o no leite ocorre entre a sa\u00edda do alimento das propriedades rurais e a chegada \u00e0s ind\u00fastrias. Pelo projeto, ser\u00e3o acoplados em caminh\u00f5es de transporte medidores eletr\u00f4nicos de vaz\u00e3o, reduzindo o contato manual com o leite (veja detalhes no quadro).<\/p>\n<p> - O sistema auxiliar\u00e1 a garantir a seguran\u00e7a do produto - garante a coordenadora do projeto, Maira Zanela, pesquisadora da Embrapa.<\/p>\n<p> Ao apresentar detalhes da proposta, Clenio Pillon, chefe-geral da Embrapa em Pelotas, afirmou se tratar de uma a\u00e7\u00e3o pioneira no Brasil, quarto maior produtor mundial de leite.<\/p>\n<p> - A metodologia garante transpar\u00eancia no processo de produ\u00e7\u00e3o. A sociedade cobra aplicar a rastreabilidade na produ\u00e7\u00e3o de alimentos. \u00c9 um caminho sem volta. Quem tiver mais visibilidade, ter\u00e1 vantagem em competitividade. Nosso leite tem qualidade e h\u00e1 espa\u00e7o para qualific\u00e1-lo ainda mais.<\/p>\n<p> O secret\u00e1rio estadual da Agricultura, Ernani Polo, lembra da nova legisla\u00e7\u00e3o do leite, em pauta na Assembleia Legislativa - e que poder\u00e1 ser votada nesta semana.<\/p>\n<p> - Tivemos problemas por causa de pessoas que prejudicaram milhares de fam\u00edlias que tiram do leite o seu sustento. Temos lacuna na legisla\u00e7\u00e3o, e a lei permitir\u00e1 determina melhor controle em todas as etapas da produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p> O presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, lembra o quanto custa construir uma marca. E afirma que o momento vivido pelo setor \u00e9 o ideal para fazer uma revolu\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p> - O projeto \u00e9 bom para o produtor, \u00f3timo para o transportador e ind\u00fastria e melhor ainda para o consumidor.<\/p>\n<p> SAIBA MAIS:<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">As diferen\u00e7as de manuseio no transporte de leite:<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> A COLETA<br \/> - Produtor ordenha vacas e acondiciona o leite em compartimento resfriado. Pode ficar ali por, no m\u00e1ximo, 48 horas.<br \/> - Ao buscar o leite, o transportador mistura em um frasco uma por\u00e7\u00e3o de leite com \u00e1lcool para testar se n\u00e3o talhou (em caso positivo, n\u00e3o poder\u00e1 levar para a ind\u00fastria). Nem sempre o transportador \u00e9 um profissional habilitado para o transbordo do leite. \u00c9 comum a opera\u00e7\u00e3o ser conduzida pelo pr\u00f3prio caminhoneiro.<br \/> MODO MANUAL<br \/> - Com uma r\u00e9gua, mede o volume de leite.<br \/> - Conecta mangueira de suc\u00e7\u00e3o para transferir o leite at\u00e9 o tanque refrigerado do caminh\u00e3o. Em um recipiente, coleta uma amostra a ser entregue \u00e0 ind\u00fastria. Isso \u00e9 importante porque o caminh\u00e3o recolhe leite em dezenas de produtores, em caso de anormalidade no conte\u00fado do tanque do caminh\u00e3o, \u00e9 poss\u00edvel identificar a origem do problema.<br \/> MODO AUTOM\u00c1TICO<br \/> - O transportador n\u00e3o manipula o leite. O caminh\u00e3o \u00e9 equipado com um medidor autom\u00e1tico de vaz\u00e3o, composto por um computador de bordo que mede o volume de leite e est\u00e1 conectado a um GPS. Ali s\u00e3o inseridos dados do produtor. Se o caminh\u00e3o n\u00e3o estiver na propriedade correta, o equipamento n\u00e3o permite a retirada do leite.<br \/> - O transportador lan\u00e7a os dados no computador e conecta a mangueira de capta\u00e7\u00e3o. A mangueira passa por um compartimento refrigerado, no qual goteja amostra do leite em frascos de 40 ml, etiquetado com c\u00f3digo de barras que identifica o produtor. A amostra \u00e9 entregue \u00e0 ind\u00fastria para, se houver anormalidade no conte\u00fado, saber a origem do problema.<br \/> - Ao final da coleta, informa\u00e7\u00f5es registradas pelo computador como volume de leite, hor\u00e1rio e temperatura da coleta, dados do produtor, do transportador e da ind\u00fastria s\u00e3o transferidas, via internet, para a ind\u00fastria. Um extrato \u00e9 entregue ao produtor.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> O PROJETO<br \/> - A coleta automatizada \u00e9 um experimento desenvolvido pela unidade da Embrapa Clima Temperado, em Pelotas, em parceria com o Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios e Produtos Derivados do RS (Sindilat) e a Cooperativa Sul-Riograndense de Latic\u00ednios Ltda (Cosulati).<br \/> - Medidores autom\u00e1ticos ser\u00e3o acoplados a cinco caminh\u00f5es que transportam leite para a Cooperativa Sul-Riograndense de Latic\u00ednios Ltda (Cosulati), que fica quase ao \u00e0 sede da Embrapa.<br \/> OBJETIVO<br \/> - Comparar o processo de coleta manual com a autom\u00e1tica, visando a garantir a qualidade do leite e reduzir risco de fraude.<br \/> TESTES<br \/> - O sistema estar\u00e1 sob avalia\u00e7\u00e3o, a partir de janeiro, durante dois anos. Ser\u00e3o feitas tr\u00eas tipo de coleta: manual por um transportador, manual por um t\u00e9cnico da Embrapa e autom\u00e1tica com o equipamento. Ser\u00e3o avaliados o tipo de tanque de armazenagem, varia\u00e7\u00f5es de temperatura e at\u00e9 as condi\u00e7\u00f5es das estradas, entre outros quesitos. O Minist\u00e9rio P\u00fablico ser\u00e1 convidado a acompanhar os testes. Ao final, dependendo dos resultados, a Embrapa far\u00e1 recomenda\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas.<br \/> CUSTO<br \/> - Os testes custar\u00e3o R$ 500 mil, sendo R$ 360 mil bancados pelo Sindilat e o restante, pela Embrapa.<br \/> - Medidores autom\u00e1ticos de vaz\u00e3o s\u00e3o fabricado no Brasil e no Exterior. O custo varia entre R$ 60 mil e R$ 150 mil. \u00c0 medida que o projeto se consolidar, a ideia \u00e9 que o sistema seja acoplado a todos os caminh\u00f5es de coleta de leite. Os custos dever\u00e3o ser compartilhados entre produtores, transportadores e latic\u00ednios, contando, tamb\u00e9m, com desonera\u00e7\u00e3o de impostos.<br \/> O LEITE NO ESTADO, NO BRASIL E NO MUNDO<br \/> - Nos \u00faltimos 10 anos, a produ\u00e7\u00e3o de leite cresceu 98% no Rio Grande do Sul - o segundo maior produtor do alimento no pa\u00eds, atr\u00e1s apenas de Minas Gerais -, o dobro do crescimento m\u00e9dio no pa\u00eds.<br \/> - S\u00e3o cerca de 100 mil fam\u00edlias dedicadas \u00e0 atividade com impacto na economia em 95% dos munic\u00edpios ga\u00fachos.<br \/> - No Rio Grande do Sul, em m\u00e9dia, s\u00e3o ordenanhados, de uma vaca, 3 mil litros por ano - a m\u00e9dia nacional \u00e9 1,5 mil litros.<br \/> - Nos Estados Unidos, maior produtor mundial de leite, s\u00e3o ordenhados 9,6 mil litros de uma vaca anualmente. O segundo pa\u00eds no ranking \u00e9 a Ind\u00eda, seguido da China e do Brasil, quarto colocado.<br \/> (Zero Hora)<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\"><\/span><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Estados inadimplentes poder\u00e3o receber verba para defesa agropecu\u00e1ria<\/strong><\/p>\n<p> Os estados e o Distrito Federal poder\u00e3o receber recursos para defesa agropecu\u00e1ria mesmo se estiverem inadimplentes com a Uni\u00e3o. A mudan\u00e7a, comemorada pelo Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (Mapa), foi poss\u00edvel gra\u00e7as a um decreto da presidenta Dilma Rousseff, publicado nesta ter\u00e7a-feira (22), que inclui as atividades de vigil\u00e2ncia, inspe\u00e7\u00e3o e fiscaliza\u00e7\u00e3o vegetal e animal como a\u00e7\u00f5es sociais voltadas \u00e0 prote\u00e7\u00e3o da sa\u00fade e da seguran\u00e7a alimentar.<\/p>\n<p> Desde o primeiro semestre, a ministra K\u00e1tia Abreu (Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento) vem procurando, juntamente com a Casa Civil e com o Minist\u00e9rio da Fazenda, uma solu\u00e7\u00e3o para viabilizar o repasse a estados impedidos de receber a verba por estarem inadimplentes. O investimento na defesa agropecu\u00e1ria \u00e9 uma condi\u00e7\u00e3o para garantir a sa\u00fade dos consumidores e a inocuidade dos alimentos. Por isso, tem sido tratado como prioridade pela atual gest\u00e3o.<\/p>\n<p> Com o Decreto 8.613, publicado no Di\u00e1rio Oficial da Uni\u00e3o, as pend\u00eancias financeiras de estados, munic\u00edpios e do DF no Cadastro Informativo de Cr\u00e9ditos n\u00e3o Quitados do Setor P\u00fablico Federal (Cadin) e no Sistema Integrado de Administra\u00e7\u00e3o Financeira do Governo Federal (SIAFI) n\u00e3o impedem mais o repasse de recursos federais para defesa agropecu\u00e1ria. O dispositivo modifica o decreto que organiza o Sistema Unificado de Aten\u00e7\u00e3o \u00e0 Sanidade Agropecu\u00e1ria (Suasa).<\/p>\n<p> Em 2015, o Mapa p\u00f4de enviar verba para custeio e investimento em defesa agropecu\u00e1ria a nove estados que estavam adimplentes, num total de R$ 30,5 milh\u00f5es. Com a nova regra, os repasses ser\u00e3o maiores e mais sucessivos, afirmou a ministra.<\/p>\n<p> \"Com a medida, o Mapa poder\u00e1 trabalhar com repasses mais cont\u00ednuos, diminuindo muito os riscos de interrup\u00e7\u00e3o das a\u00e7\u00f5es de defesa agropecu\u00e1ria, tema que \u00e9 a prioridade um do minist\u00e9rio. \u00c0 medida que os estados gastarem os recursos, enviaremos mais\", comemorou a ministra.<\/p>\n<p> <span style=\"text-decoration: underline;\">Garantia de sanidade<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">O Mapa atua em v\u00e1rias frentes para assegurar a sanidade dos produtos agropecu\u00e1rios brasileiros. Em maio, a ministra lan\u00e7ou o Plano de Defesa Agropecu\u00e1ria com o objetivo de promover o desenvolvimento sustent\u00e1vel do agroneg\u00f3cio, garantindo a preserva\u00e7\u00e3o da vida e da sa\u00fade, seguran\u00e7a alimentar e acesso a mercados.<\/p>\n<p> A fim de cumprir as metas do plano, a pasta trabalha para tornar 100% do pa\u00eds livre da febre aftosa e para que mais 14 estados consigam o status de zonas livre de peste su\u00edna cl\u00e1ssica. O Mapa vai pleitear esses reconhecimentos junto \u00e0 Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade Animal (OIE), em maio de 2016.<\/p>\n<p> Al\u00e9m disso, o minist\u00e9rio lan\u00e7ou em novembro o Programa de Vigil\u00e2ncia em Defesa Agropecu\u00e1ria na Faixa de Fronteira, que prev\u00ea R$ 125 milh\u00f5es em cinco anos para o fortalecimento de a\u00e7\u00f5es sanit\u00e1rias e fitossanit\u00e1rias nos 15,7 mil quil\u00f4metros de fronteira brasileira. (MAPA)<\/p>\n<p> <strong>Seis fatores que influenciar\u00e3o o mercado de l\u00e1cteos dos Estados Unidos em 2016<\/strong><\/p>\n<p> O Conselho de Exporta\u00e7\u00f5es de L\u00e1cteos dos Estados Unidos (USDEC) identificou seis fatores que influenciar\u00e3o a oferta, a demanda e a capacidade da ind\u00fastria de l\u00e1cteos dos Estados Unidos a competir no mercado internacional no pr\u00f3ximo ano. S\u00e3o eles:<\/p>\n<p> <span style=\"text-decoration: underline;\">1. Um mundo com muito leite<\/span><\/p>\n<p> Por meses, o USDEC disse que o crescimento da produ\u00e7\u00e3o de leite pelos exportadores mundiais precisa cair para se adequar aos menores n\u00edveis de compra na China e na R\u00fassia.<\/p>\n<p> Apesar das compras muito reduzidas da China e da R\u00fassia e do decl\u00ednio nos pre\u00e7os ao produtor, a produ\u00e7\u00e3o de leite para muitos permaneceu suficientemente lucrativa para baixo, mas n\u00e3o impediu importantes aumentos no crescimento da oferta l\u00edquida. A produ\u00e7\u00e3o de leite dos cinco maiores fornecedores - Uni\u00e3o Europeia (UE), Estados Unidos, Nova Zel\u00e2ndia, Austr\u00e1lia e Argentina - aumentaram em 2% de abril de 2015 (depois da remo\u00e7\u00e3o das cotas de produ\u00e7\u00e3o de leite da UE) at\u00e9 setembro. O USDEC estima que a produ\u00e7\u00e3o no quarto trimestre de 2015 desses cinco pa\u00edses mostrar\u00e1 um aumento de cerca de 1%.<\/p>\n<p> Os fluxos de leite est\u00e3o desacelerando, mas n\u00e3o r\u00e1pido o suficiente para dar conta do decl\u00ednio na demanda. Entrando em 2016, grandes quest\u00f5es sobre a oferta incluem:<br \/> Qual ser\u00e1 o impacto do El Ni\u00f1o (e subsequente La Ni\u00f1a?) na produ\u00e7\u00e3o, particularmente na Oceania?<\/p>\n<p> Os processadores da Europa continuar\u00e3o pagando a seus produtores o suficiente para conter a contra\u00e7\u00e3o?<\/p>\n<p> A produ\u00e7\u00e3o de leite na China continuar\u00e1 aumentando, mesmo diante da redu\u00e7\u00e3o dos investimentos no setor, mitigando, dessa forma, a necessidade de importa\u00e7\u00f5es?<\/p>\n<p> <span style=\"text-decoration: underline;\">2. Mudando o mix de produtos<\/span><\/p>\n<p> Nesse ano, a Nova Zel\u00e2ndia mudou estrategicamente seu mix de produtos para reduzir a depend\u00eancia do com\u00e9rcio de leite em p\u00f3 integral com a China. Similarmente, a UE redirecionou o leite que era destinado \u00e0s vendas de queijos \u00e0 R\u00fassia. Ambos os gigantes de exporta\u00e7\u00e3o entraram de forma mais pesada no mercado de leite em p\u00f3 desnatado e manteiga, aumentando os esfor\u00e7os de marketing de exporta\u00e7\u00f5es e aumentando sua presen\u00e7a em importantes mercados dos Estados Unidos, incluindo Sudeste da \u00c1sia, Coreia do Sul, Jap\u00e3o, Oriente M\u00e9dio e at\u00e9 M\u00e9xico.<\/p>\n<p> A competi\u00e7\u00e3o intensificada em queijos, leite em p\u00f3 e outros produtos ocorreu rapidamente. A Nova Zel\u00e2ndia, de fato, exportar\u00e1 aproximadamente o mesmo volume de queijos nesse ano que os Estados Unidos, depois de esse pa\u00eds ter alcan\u00e7ado o papel de \"maior exportador de queijos do mundo\" em 2013.<\/p>\n<p> Considerando que n\u00e3o haja mudan\u00e7as no embargo russo ou nos h\u00e1bitos de compra da China em 2016, para onde a UE e a Nova Zel\u00e2ndia direcionar\u00e3o sua oferta de leite, bem como seus investimentos na capacidade de processamento?<\/p>\n<p> Durante os \u00faltimos anos, importantes processadores europeus investiram centenas de milh\u00f5es de d\u00f3lares em plantas para secagem de leite em p\u00f3 e prote\u00ednas do soro do leite. O investimento da Nova Zel\u00e2ndia tem mudado de leite em p\u00f3 para produtos com valor agregado, como lactoferrina, leite UHT, concentrado de prote\u00edna do leite e queijos.<\/p>\n<p> <span style=\"text-decoration: underline;\">3. Crescimento econ\u00f4mico da China<\/span><\/p>\n<p> O crescimento econ\u00f4mico direciona o consumo de l\u00e1cteos. Os sinais econ\u00f4micos para o ano que vem s\u00e3o decentes - o Fundo Monet\u00e1rio Internacional (FMI) projeta um ganho respeit\u00e1vel de 4,5% no PIB para mercados emergentes e em desenvolvimento em 2016, meio ponto a mais do que a estimativa desse ano, de 4%.<\/p>\n<p> Entretanto, a agita\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, os menores pre\u00e7os do petr\u00f3leo em seis anos e as preocupa\u00e7\u00f5es sobre a economia da China criaram um risco significativo de queda. A economia chinesa mais fraca (o que a China est\u00e1 chamando de \"o novo normal\") traz uma preocupa\u00e7\u00e3o particular, n\u00e3o somente para seu impacto no consumo dom\u00e9stico, mas tamb\u00e9m, em como isso afetar\u00e1 as economias (e o consumo) no Sudeste da \u00c1sia, Jap\u00e3o, Coreia e o restante do mundo.<\/p>\n<p> Algumas coisas para se ter em mente:<\/p>\n<p> O crescimento do PIB da China est\u00e1 ainda expandindo a uma taxa maior do que 6% e um crescimento de 6-7% na economia do tamanho da China realmente leva a maiores ganhos gerais do que o crescimento de duplo d\u00edgito de uma d\u00e9cada atr\u00e1s, quando o PIB da China era menor.<\/p>\n<p> Apesar dos sinais de perigo nos setores de bancos, processamento e outros setores, os gastos dos consumidores chineses permanecem fortes. De fato, essa \u00e9 a melhor parte da economia, um sinal positivo para os esfor\u00e7os da administra\u00e7\u00e3o para converter de uma economia baseada em exporta\u00e7\u00e3o em uma baseada no consumo privado.<\/p>\n<p> A China est\u00e1 tomando medidas para apoiar o crescimento do consumo, como remo\u00e7\u00e3o da pol\u00edtica de filho \u00fanico e fazendo um lobby bem sucedido para que o FMI conceda o status de moeda de reserva do yuan, uma medida que alguns analistas dizem que ajudar\u00e1 a direcionar mais reformas para facilitar uma economia de consumo.<\/p>\n<p> <span style=\"text-decoration: underline;\">4. Mudan\u00e7as r\u00e1pidas nas leis e regulamenta\u00e7\u00f5es<\/span><\/p>\n<p> O USDEC vem trabalhando com autoridades chinesas para implementar novos requerimentos de registro de plantas de l\u00e1cteos para fornecer produtos para importa\u00e7\u00e3o desde maio de 2014. Atualmente, a China est\u00e1 avaliando os resultados das auditorias de plantas conduzidas no ver\u00e3o passado. A situa\u00e7\u00e3o \u00e9 um exemplo perfeito do tempo e do esfor\u00e7o requerido para cumprir com os requerimentos reguladores externos e facilitar o cont\u00ednuo crescimento das exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos dos Estados Unidos.<\/p>\n<p> As na\u00e7\u00f5es que representam cerca de metade da popula\u00e7\u00e3o mundial est\u00e3o em processo de reescrever suas leis de seguran\u00e7a alimentar. Isso n\u00e3o inclui pa\u00edses que podem estar estreitando seus sistemas de indica\u00e7\u00f5es geogr\u00e1ficas ou contemplando regulamenta\u00e7\u00f5es nutricionais ou de rotulagem. Essas quest\u00f5es ganhar\u00e3o espa\u00e7o em 2016, incluindo a revis\u00e3o de certificado sanit\u00e1rio da Turquia e o sistema de registro de plantas na Coreia do Sul. Qualquer mudan\u00e7a nos regimes regulamentadores existentes t\u00eam potencial a afetas as exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos dos Estados Unidos. N\u00e3o h\u00e1 d\u00favidas, haver\u00e1 mais em 2016.<\/p>\n<p> <span style=\"text-decoration: underline;\">5. Crescimento na confus\u00e3o nos acordos internacionais comerciais<\/span><\/p>\n<p> O USDEC ainda est\u00e1 analisando mais de 6.000 p\u00e1ginas do rascunho da Parceria Trans-Pac\u00edfico (TPP) que determinar\u00e3o os impactos do acordo nas previs\u00f5es comerciais da ind\u00fastria de l\u00e1cteos. N\u00e3o importa a avalia\u00e7\u00e3o final, do ponto de vista dos l\u00e1cteos, esse acordo n\u00e3o alterar\u00e1 o fato de que os Estados Unidos precisam continuar agressivos nas negocia\u00e7\u00f5es de acordos comerciais que beneficiam os l\u00e1cteos dos Estados Unidos para aumentar sua competitividade global.<\/p>\n<p> Em 20 de dezembro, os ALCs entre Austr\u00e1lia\/China, Nova Zel\u00e2ndia\/Coreia do Sul dever\u00e3o entrar em vigor e impulsionar\u00e3o a competi\u00e7\u00e3o da Oceania em dois importantes mercados dos Estados Unidos no ano novo.<\/p>\n<p> Sem contar a TPP, Austr\u00e1lia, Nova Zel\u00e2ndia e Uni\u00e3o Europeia (UE) combinados est\u00e3o atualmente negociando ALCs com mais de 40 pa\u00edses, incluindo outros grandes compradores dos Estados Unidos. N\u00e3o somente o acesso ao mercado de l\u00e1cteos \u00e9 uma prioridade para todos os tr\u00eas, mas a UE est\u00e1 usando acordos comerciais para transferir seu regime restritivo e indica\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica para o m\u00e1ximo de pa\u00edses poss\u00edvel, criando barreiras de acesso a mercados para o com\u00e9rcio de queijos dos Estados Unidos.<\/p>\n<p> ALCs bem negociados levam diretamente a ganhos em exporta\u00e7\u00f5es dos Estados Unidos. Uma an\u00e1lise dos 18 ALCs dos Estados Unidos por Peter Vitaliano, da Federa\u00e7\u00e3o Nacional de Produtores de Leite (NMPF) indica que os acordos adicionaram quase US$ 6 bilh\u00f5es \u00e0s exporta\u00e7\u00f5es dos Estados Unidos em 2004-2014 (em vendas de produtos). H\u00e1 muito ganhos com negocia\u00e7\u00f5es de ALCs e muito a perder ao ficar de fora, enquanto os concorrentes fazem seus pr\u00f3prios acordos.<\/p>\n<p> \u00c0 medida que nossos competidores continuam avan\u00e7ando agressivamente, cabe a n\u00f3s garantir que estamos fazendo isso bem - particularmente com importantes parceiros comerciais que precisam de importa\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos.<\/p>\n<p> <span style=\"text-decoration: underline;\">6. O aumento do d\u00f3lar americano<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> O d\u00f3lar dos Estados Unidos se valorizou 11-15% contra as moedas de seus tr\u00eas principais concorrentes - Austr\u00e1lia, Uni\u00e3o Europeia (UE) e Nova Zel\u00e2ndia - durante 2015. Um impulso iminente \u00e0s taxas de juros dos Estados Unidos poderiam direcionar o d\u00f3lar para cima nos pr\u00f3ximos meses. Para as exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos dos Estados Unidos, essas n\u00e3o s\u00e3o not\u00edcias exatamente boas, mas \u00e9 importante manter as taxas de c\u00e2mbio em perspectiva.<\/p>\n<p> Apesar de a moeda ter um papel no com\u00e9rcio de l\u00e1cteos, esse papel \u00e9 secund\u00e1rio por muitos outros fatores, com a oferta e a demanda no topo da lista. A principal \u00e1rea de preocupa\u00e7\u00e3o para o aumento do d\u00f3lar \u00e9 o potencial impacto que tem na demanda de importantes na\u00e7\u00f5es importadoras. Como o com\u00e9rcio de l\u00e1cteos \u00e9 denominado em d\u00f3lares dos Estados Unidos, um d\u00f3lar forte pode aumentar os pre\u00e7os de importa\u00e7\u00e3o que eventualmente buscar\u00e3o seu caminho at\u00e9 os consumidores e potencialmente deter\u00e3o o consumo. Isso podem prejudicar o crescimento da demanda e seria ruim para os exportadores de l\u00e1cteos de todos os pa\u00edses. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do USDEC, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/p>\n<p> <strong>Uruguai&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p> Entre janeiro e novembro de 2015 o pre\u00e7o do leite aos produtores caiu 15,7% em pesos e 31,2% em d\u00f3lares segundo dados do Instituto Nacional de la Leche (Inale). A queda dos pre\u00e7os \u00e9 reflexo da complexa situa\u00e7\u00e3o que atravessa o setor e explica porque em novembro o abate de vacas de leite cresceu 3,7% em rela\u00e7\u00e3o a outro de 2015 e porque est\u00e1 4,7% acima dos abates realizados em novembro de 2014. No acumulado do ano, at\u00e9 novembro, foram 15.630 vacas de leite para o abate. N\u00e3o somente o Uruguai perde matrizes de leite, ocorre o mesmo na Nova Zel\u00e2ndia: neste caso n\u00e3o se via o fen\u00f4meno havia d\u00e9cadas. Segundo dados do Inale, no m\u00eas passado o pre\u00e7o m\u00e9dio ao produtor ficou em 7,64 pesos\/litro, [R$ 1,05\/litro], que em d\u00f3lares representa US$ 0,26, porque em novembro o c\u00e2mbio subiu 0,7% e acumula um aumento anual de 22,5%. (El Pa\u00eds - Tradu\u00e7\u00e3o Livre: Terra Viva)<\/p><\/div>\n<div> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><strong><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/strong><\/div>\n<div><em><span style=\"text-align: justify;\">Venezuela&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">No acumulado do ano o Brasil exportou leite em p\u00f3 para a Venezuela em um valor total de US$ 211.835 milh\u00f5es ao pre\u00e7o m\u00e9dio de US$ 5.680\/tonelada. Estes s\u00e3o os dados da Alf\u00e2ndega aos quais a Conexi\u00f3n Agropecuaria teve acesso. De acordo com dados do Minist\u00e9rio de Desenvolvimento, Ind\u00fastria e Com\u00e9rcio Exterior (MDIC), em novembro o Brasil exportou um total de US$ 37,1 milh\u00f5es em produtos l\u00e1cteos, 12,7% mais que no m\u00eas anterior. Em volume as vendas de novembro totalizaram 8.700 toneladas diante das 7.500 toneladas de outubro. O produto mais exportado foi o leite em p\u00f3, com 7.600 toneladas no valor total de US$ 34,5 milh\u00f5es. Os principais compradores foram: Venezuela, Emirados \u00c1rabes Unidos e Ar\u00e1bia Saudita. Em compara\u00e7\u00e3o com o mesmo per\u00edodo de 2014, tanto em volume como em valores as exporta\u00e7\u00f5es subiram 31,5% e 23,9%, respectivamente. (Blasina y Asociados - Tradu\u00e7\u00e3o Llivre: Terra Viva)<\/span><\/em><\/div>\n<div><em><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/em><\/div>\n<div><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 24px;\"><\/span><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span id=\"cke_bm_97E\" style=\"display: none;\"><\/span><span id=\"cke_bm_503E\" style=\"display: none;\"><\/span><\/span><\/span><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Porto Alegre, 22 de dezembro de 2015 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 9 - N\u00b0 2.173 &nbsp; &nbsp;&nbsp;Ajuda da tecnologia para atestar a qualidade do leite Uma iniciativa que re\u00fane pesquisadores, transportadores e a <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2015\/12\/22\/222\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"22\/12\/2015\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-888","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/888","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=888"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/888\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=888"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=888"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=888"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}