{"id":8822,"date":"2022-01-31T19:22:12","date_gmt":"2022-01-31T19:22:12","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=8822"},"modified":"2022-01-31T19:23:54","modified_gmt":"2022-01-31T19:23:54","slug":"31-01-2022","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2022\/01\/31\/31-01-2022\/","title":{"rendered":"31\/01\/2022"},"content":{"rendered":"<figure class=\"wp-block-image\" style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/figure>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><!-- \/wp:post-content -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph --><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 28 de janeiro de 2022&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 16 - N\u00b0 3.587<\/p>\r\n<hr>\r\n<div style=\"text-align: justify;\"><b>STN aprova ades\u00e3o do RS ao Regime de Recupera\u00e7\u00e3o<\/b><br>&nbsp;<br>O Estado ter\u00e1 seis meses para apresentar plano detalhado. A Secretaria da Fazenda prev\u00ea 90 dias. Restri\u00e7\u00f5es come\u00e7aram a valer desde ontem.<br>&nbsp;<br>70 bilh\u00f5es de reais \u00e9 o valor estimado da d\u00edvida do Estado com a Uni\u00e3o que ser\u00e1 renegociado no RRF.<br>&nbsp;<br>A Uni\u00e3o trabalha com o prazo de seis meses at\u00e9 a homologa\u00e7\u00e3o. O governo do Estado acredita numa antecipa\u00e7\u00e3o desse prazo. De acordo com o secret\u00e1rio da Fazenda, Marco Aurelio Cardoso, a conclus\u00e3o do Plano de Recupera\u00e7\u00e3o Fiscal deve sair em torno de 90 dias a contar a partir de agora.<br>&nbsp;<br>O governo disse que encaminhar\u00e1 em 30 dias os primeiros documentos do plano de reestrutura\u00e7\u00e3o das contas. \u201cO Estado tem ainda uma quest\u00e3o estrutural que \u00e9 a d\u00edvida com a Uni\u00e3o, que precisa ser solucionada e que est\u00e1 sendo encaminhada a solu\u00e7\u00e3o a partir do RRF\u201d, destacou Leite.<br>&nbsp;<br>VEDA\u00c7\u00d5ES. A partir de agora, o Estado ingressa na fase de valida\u00e7\u00e3o das oito medidas obrigat\u00f3rias pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) \u2013 j\u00e1 em curso \u2013 e de avalia\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica do seu plano e, por isso, entram em vigor as veda\u00e7\u00f5es previstas na lei, como as de gastos com pessoal. Conforme Marco Aurelio, novos incrementos em despesas correntes poder\u00e3o ser feitas ap\u00f3s a homologa\u00e7\u00e3o do RRF, desde que descritas no plano. Por\u00e9m, at\u00e9 l\u00e1, elas est\u00e3o vetadas. Isso envolve diretamente o gasto com pessoal. As regras valem para todos os entes que tenham assinado ades\u00e3o ao RRF, como no caso de Goi\u00e1s.<br>&nbsp;<br>Para ter o aval, o governo do Estado realizou uma s\u00e9rie de medidas obrigat\u00f3rias. Foram elas: Desestatiza\u00e7\u00e3o (privatiza\u00e7\u00e3o). Reforma da Previd\u00eancia, com altera\u00e7\u00e3o de regras para civis e militares, com mudan\u00e7as em al\u00edquotas, idades m\u00ednimas (civis) e tempos de contribui\u00e7\u00e3o. Redu\u00e7\u00e3o dos incentivos fiscais n\u00e3o Confaz de no m\u00ednimo 20%. Reforma Regime Jur\u00eddico Servidores Estaduais. Teto de Gastos Estaduais, quelimitar\u00e1 as despesas pela infla\u00e7\u00e3o para o per\u00edodo de uma d\u00e9cada, o que garantir\u00e1 disciplina fiscal. Autoriza\u00e7\u00e3o para realizar leil\u00f5es de pagamento. Gest\u00e3o financeira centralizada no Executivo. Institui\u00e7\u00e3o do Regime de Previd\u00eancia Complementar<br>&nbsp;<br>A lei federal do RRF apresenta restri\u00e7\u00f5es em termos de aumentos de despesas de pessoal e outras de car\u00e1ter continuado, al\u00e9m de incentivos fiscais que n\u00e3o estejam cobertos no Conselho Nacional de Pol\u00edtica Fazend\u00e1ria (Confaz). Essas restri\u00e7\u00f5es precisam estar previstas e excepcionalizadas no plano homologado para poderem ser praticadas e, portanto, sofrer\u00e3o um per\u00edodo de bloqueio em todos os poderes e \u00f3rg\u00e3os aut\u00f4nomos entre a ades\u00e3o (final de janeiro) e a homologa\u00e7\u00e3o final do plano. (Correio do Povo)<\/div>\r\n<hr>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">\r\n<div>\r\n<div>\r\n<div>\r\n<div><b>Emater\/RS: cen\u00e1rio permanece desfavor\u00e1vel para a produ\u00e7\u00e3o de leite<br><\/b><br>O cen\u00e1rio da bovinocultura de leite continua desfavor\u00e1vel. A disponibilidade de sombra e \u00e1gua \u00e9 fundamental para minimizar o estresse cal\u00f3rico sofrido pelos animais, sendo que o uso das pastagens deve ser moderado para evitar o rebaixamento excessivo e realizado nos hor\u00e1rios de temperatura mais amena para estimular o consumo.<br><br>H\u00e1 um grande esfor\u00e7o na busca de manuten\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o, ampliando a oferta de silagem, feno e ra\u00e7\u00e3o, na tentativa de manter o escore corporal das vacas e a produ\u00e7\u00e3o de leite.<br><br>No momento n\u00e3o existe umidade do solo que possibilite o plantio do milho safrinha, o que ir\u00e1 ocasionar a falta de silagem no per\u00edodo de vazio forrageiro de outono.<br><br>Com temperaturas que ultrapassaram os 40\u00b0C, o forte estresse t\u00e9rmico sobre os animais aumenta a busca por estrat\u00e9gias para minimizar os efeitos do calor, como a op\u00e7\u00e3o por manter os animais com ventila\u00e7\u00e3o e chuveiros em galp\u00f5es, nos sistemas de confinamento ou semiconfinamento.<br><br>Com o calor, as vacas est\u00e3o entrando nos bebedouros para se refrescarem, deitando no barro, aumentando os casos de mastite ambiental.<br><br>No regional administrativa da Emater\/RS-Ascar de Bag\u00e9, ap\u00f3s a ocorr\u00eancia das precipita\u00e7\u00f5es em 17\/01, as temperaturas voltaram a subir rapidamente. Na Fronteira Oeste, aproximadamente 45% das lavouras de milho para silagem j\u00e1 foram colhidas, a maior parte dos silos ainda encontram-se no per\u00edodo de fermenta\u00e7\u00e3o. Produtores de leite sazonais est\u00e3o interrompendo as vendas devido \u00e0 falta de pastagens nativas, cultivadas e tamb\u00e9m pelo alto custo das ra\u00e7\u00f5es.<br><br>Em S\u00e3o Gabriel, as perdas estimadas s\u00e3o de aproximadamente 30%; em Hulha Negra, 35%. Na de Santa Maria, as lavouras de milho silagem foram comprometidas pela estiagem. O milho est\u00e1 sendo cortado antecipadamente, dando origem a uma silagem de baixo valor nutricional.<br><br>Na de Caxias do Sul, as temperaturas extremas verificadas agravaram o estresse t\u00e9rmico das vacas. Estando dispon\u00edveis, sistema de refrigera\u00e7\u00e3o, ventila\u00e7\u00e3o ou mesmo aspers\u00e3o foram meios utilizados pelos produtores para mitigar o impacto do calor.<br><br>Na de Soledade, em Vale do Sol, a \u00e1gua para dessedenta\u00e7\u00e3o do rebanho est\u00e1 escassa em muitas propriedades e \u00e9 de baixa qualidade. Em muitas propriedades da regi\u00e3o a \u00e1gua \u00e9 trazida de caminh\u00e3o pipa para atender a demanda dos rebanhos.<br><br>Na regional de Pelotas, a falta e a intermit\u00eancia da energia el\u00e9trica em algumas localidades obrigaram alguns produtores a fazer uso di\u00e1rio de geradores para a ordenha e o resfriamento do leite.<br><br>Em Arroio Grande, as chuvas amenizaram a seca que prejudica a atividade, e as pastagens se desenvolveram, ainda que com atraso, oferecendo uma melhor condi\u00e7\u00e3o de alimenta\u00e7\u00e3o para as vacas lactantes. A condi\u00e7\u00e3o atual das pastagens tranquiliza os produtores que j\u00e1 contabilizaram grandes preju\u00edzos.<br><br>As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da Emater\/RS, adaptadas pela equipe MilkPoint.&nbsp;<\/div>\r\n<div><br><br><\/div>\r\n<\/div>\r\n<\/div>\r\n<\/div>\r\n<div>\r\n<div>\r\n<div>\r\n<div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div><b><\/b><b>Qual o papel econ\u00f4mico da reprodu\u00e7\u00e3o nas fazendas de leite?<br><\/b><br><i>Al\u00e9m de garantir o futuro do rebanho, os aspectos gen\u00e9ticos e reprodutivos das fazendas de leite est\u00e3o intimamente relacionados \u00e0s margens de lucros das propriedades.<br><\/i><br>Para a utiliza\u00e7\u00e3o par\u00e2metros de reprodu\u00e7\u00e3o e gen\u00e9tica como direcionadores econ\u00f4micos \u00e9 necess\u00e1rio um entendimento claro por parte dos produtores e profissionais envolvidos de como cada indicador deve ser medido, otimizado e controlado.&nbsp;&nbsp;<br><br>Para Andr\u00e9 Navarro Lobato, M\u00e9dico Veterin\u00e1rio no Programa de Desenvolvimento da Pecu\u00e1ria Leiteira (PDPL) e S\u00f3cio Administrador na empresa de consultoria Gest\u00e3o Pecu\u00e1ria e Agricultura, \u201cexistem v\u00e1rios indicadores para avaliarmos como est\u00e1 a reprodu\u00e7\u00e3o em uma fazenda.\u201d<br><br>Por\u00e9m, para ele, tr\u00eas indicadores s\u00e3o essenciais para uma avalia\u00e7\u00e3o rotineira: Taxa de Concep\u00e7\u00e3o, Taxa de Insemina\u00e7\u00e3o e a principal deles, a Taxa de Prenhez, que engloba os dois anteriores.<br><br>De acordo com Andr\u00e9, os investimentos em reprodu\u00e7\u00e3o e gen\u00e9tica s\u00e3o v\u00e1lidos para todas as propriedades e tamanho\/estrutura de rebanho. \u201cA reprodu\u00e7\u00e3o \u00e9 importante para qualquer n\u00edvel tecnol\u00f3gico, tamanho, produ\u00e7\u00e3o di\u00e1ria ou produtividade por vaca. Os investimentos em reprodu\u00e7\u00e3o giram em torno de 2 a 6% da Renda Bruta de uma fazenda leiteira. Isso varia em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 frequ\u00eancia de visitas do veterin\u00e1rio, \u00e0 intensidade do manejo reprodutivo, ao pre\u00e7o m\u00e9dio do s\u00eamen etc. Em fazendas que fazem o uso rotineiro de FIV esses valores podem aumentar um pouco, variando tamb\u00e9m com a frequ\u00eancia realizada, se s\u00e3o doadoras pr\u00f3prias etc.\u201d<br><br>\u201cPor\u00e9m, o mais importante \u00e9 o retorno que a reprodu\u00e7\u00e3o traz para a fazenda, com aumento direto na produ\u00e7\u00e3o de leite e no n\u00famero de bezerras que far\u00e3o a reposi\u00e7\u00e3o futura de \u2018vacas problemas\u2019,\u201d complementou.<br><br>Na pr\u00e1tica, Andr\u00e9 explicou que objetivo final de trabalhar bem a reprodu\u00e7\u00e3o \u00e9 manter uma estrutura de rebanho adequada e equilibrada do rebanho. \u201cQuem gera a maior parte das receitas em uma fazenda s\u00e3o as vacas em lacta\u00e7\u00e3o. Quanto pior a reprodu\u00e7\u00e3o, maior \u00e9 a tend\u00eancia de aumentar o n\u00famero de vacas secas no rebanho, que s\u00e3o animais que momentaneamente n\u00e3o est\u00e3o gerando renda, impactando direta e negativamente na rentabilidade da empresa rural.\u201d<br><br>Mas o quanto isso impacta de fato na rentabilidade das fazendas de leite? Como estabelecer estrat\u00e9gias reprodutivas que geram resultados superiores para a propriedade? Como adequar a gen\u00e9tica ao sistema de produ\u00e7\u00e3o e ao manejo? Como saber se os \u00edndices reprodutivos est\u00e3o no caminho certo?<br><br>Para responder estes e outros questionamentos, no dia 21\/03 o MilkPoint Experts Feras da Rentabilidade contar\u00e1 com a palestra do Andr\u00e9 Navarro Lobato sobre \u201cConceitos sobre reprodu\u00e7\u00e3o e gen\u00e9tica e sua rela\u00e7\u00e3o com rentabilidade.\u201d<br><br>Al\u00e9m da reprodu\u00e7\u00e3o e gen\u00e9tica, o Feras da Rentabilidade trar\u00e1 outros pontos essenciais para um leite rent\u00e1vel como \u00edndices de produtividade t\u00e9cnica, nutri\u00e7\u00e3o e produ\u00e7\u00e3o de alimentos, conforto e bem-estar animal, qualidade do leite e cria\u00e7\u00e3o de bezerras e novilhas.<br><br>S\u00e3o 18 horas de conte\u00fado, 30 palestrantes incluindo acad\u00eamicos e casos de sucesso reais para voc\u00ea aplicar no seu neg\u00f3cio e obter lucro na sua propriedade. Em seis encontros semanais online nos dias 14\/03, 21\/03, 28\/03, 04\/04, 11\/04 e 18\/04, vamos juntos fazer do leite bom neg\u00f3cio.<br><br>Para mais informa\u00e7\u00f5es, acesse o site do evento e aproveite para fazer a sua inscri\u00e7\u00e3o. Tenha um leite rent\u00e1vel, seja um Fera na Rentabilidade! (Milkpoint)\u200b<\/div>\r\n<\/div>\r\n<\/div>\r\n<\/div>\r\n<\/div>\r\n<\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\"><hr><\/div>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph --><\/p>\r\n<p style=\"text-align: center;\"><i style=\"font-size: 1rem;\"><b>Jogo R\u00e1pido&nbsp;<\/b><\/i><\/p>\r\n<div style=\"text-align: center;\"><i><b>QUARENTENA SOBE PARA 7 DIAS<br><\/b>A Secretaria Estadual de Sa\u00fade (SES) orienta que o tempo m\u00ednimo de isolamento de pacientes confirmados com covid-19 passe de cinco para sete dias no Rio Grande do Sul. O prazo come\u00e7a a valer a partir do come\u00e7o dos sintomas ou da data da realiza\u00e7\u00e3o do teste, para pessoas assintom\u00e1ticas. Se a pessoa n\u00e3o estiver com a vacina\u00e7\u00e3o em dia, segue a determina\u00e7\u00e3o de 10 dias. No caso de contato pr\u00f3ximo com pessoas que tiveram o diagn\u00f3stico positivo, a pasta voltou a recomendar isolamento. Essas altera\u00e7\u00f5es ocorrem em raz\u00e3o do aumento significativo de casos de coronav\u00edrus neste m\u00eas e tamb\u00e9m pela circula\u00e7\u00e3o do v\u00edrus Influenza. Veja perguntas e respostas sobre a quarentena em gzh.rs\/isolrs.(Zero Hora)<\/i><\/div>\r\n<hr>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 28 de janeiro de 2022&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 16 - N\u00b0 3.587 STN aprova ades\u00e3o do RS ao Regime de Recupera\u00e7\u00e3o&nbsp;O Estado ter\u00e1 seis meses para apresentar plano detalhado. <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2022\/01\/31\/31-01-2022\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"31\/01\/2022\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-8822","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8822","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8822"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8822\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":8826,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8822\/revisions\/8826"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8822"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8822"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8822"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}