{"id":881,"date":"2015-12-17T17:17:48","date_gmt":"2015-12-17T17:17:48","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2015\/12\/17\/17-12-2015\/"},"modified":"2015-12-17T17:17:48","modified_gmt":"2015-12-17T17:17:48","slug":"17-12-2015","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2015\/12\/17\/17-12-2015\/","title":{"rendered":"17\/12\/2015"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 17 de dezembro de 2015 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 9 - N\u00b0 2.170<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><strong style=\"text-align: justify;\"><span face=\"tahoma, geneva, sans-serif\" style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><\/span><\/span><\/strong><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"width: 811px; height: 16px; text-align: justify; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Testes com medidores come\u00e7am em janeiro<\/strong><\/p>\n<p> O projeto \"Metodologia de Coleta de Autom\u00e1tica de Amostras de Leite\", desenvolvido pelo Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do RS (Sindilat) em parceria com a Embrapa Clima Temperado e Cosulati, come\u00e7ar\u00e1 a fase de testes em janeiro de 2016 e deve contribuir para um avan\u00e7o significativo na qualidade da produ\u00e7\u00e3o estadual. Segundo o chefe geral da Embrapa Clima Temperado, Clenio Pillon, o RS tem totais condi\u00e7\u00f5es para expandir sua produ\u00e7\u00e3o, conquistar mercados e ser l\u00edder nacional em qualidade. \"Estamos dando a largada nesse projeto que \u00e9 uma conquista do Estado. Vai colocar o RS na posi\u00e7\u00e3o de refer\u00eancia que ele merece. Com ele, temos condi\u00e7\u00f5es de dar garantias de forma absoluta \u00e0 sociedade. O Rio Grande do Sul tem todas as condi\u00e7\u00f5es de alavancar a produ\u00e7\u00e3o de leite e ser o maior exportador do Brasil. Temos base gen\u00e9tica, produ\u00e7\u00e3o, qualidade, tecnologia e conhecimento para isso\", pontuou, durante abertura de workshop realizado na nesta quinta-feira (17\/12), em Cap\u00e3o do Le\u00e3o.<\/p>\n<p> Pioneiro, o programa deve iniciar os testes em janeiro com equipamentos de cinco empresas (Bartec, Fabbo Bombas, Arsopi, Gea Equipamentos e Gimenez) e tra\u00e7ar um comparativo com os resultados obtidos pelo sistema convencional de amostras (manual), a coleta por um t\u00e9cnico da Embrapa e a coleta autom\u00e1tica de leite. A expectativa \u00e9 que mais de 20 mil amostras de leite sejam coletadas nos pr\u00f3ximos 15 meses. Em seguida, os dados ser\u00e3o tabulados de forma a avaliar o impacto do sistema de coleta autom\u00e1tico - alguns desenvolvidos por multinacionais - &nbsp;frente \u00e0s condi\u00e7\u00f5es de estradas, diferentes volumes, varia\u00e7\u00f5es sazonais e verificar poss\u00edveis ajustes a serem promovidos nos equipamentos para que, ent\u00e3o, ele seja promovido junto ao setor industrial. \"\u00c9 importante verificar como esses equipamentos podem ser utilizados na realidade das propriedades ga\u00fachas que t\u00eam entrega em volumes bem menores do que as da Europa, Argentina e Uruguai. Depois vamos tentar uma articula\u00e7\u00e3o por isen\u00e7\u00e3o que viabilize sua instala\u00e7\u00e3o em larga escala pelas empresas\", pontuou o presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, que, ao lado de uma comitiva de autoridades e jornalistas, acompanhou roteiro de coleta por propriedades em Cap\u00e3o do Le\u00e3o.<\/p>\n<p> Segundo a pesquisadora em Qualidade do Leite da Embrapa Clima Temperado, Maira Zanela, o projeto significa uma mudan\u00e7a no formato da pesquisa, uma vez que adota um modelo de parceria com o setor produtivo. &nbsp;A especialista explicou que o sistema prev\u00ea a coleta autom\u00e1tica sem interfer\u00eancia humana. Os equipamentos fornecem, em tempo real, dados como volume de leite, temperatura, hora de coleta, dados do produtor, do transportador e da ind\u00fastria. Alguns deles ainda disp\u00f5em de GPS acoplado que permitem georreferenciar o processo, o que indica o local exato das propriedades e trava qualquer tipo de capta\u00e7\u00e3o fora de rota. &nbsp;\"\u00c9 uma forma de qualificar o processo de rastreabilidade para conquistar novos mercados\", ressaltou Guerra.&nbsp;<\/p>\n<p> Maira acrescenta que, com os resultados dos testes, ser\u00e1 poss\u00edvel verificar quais as indica\u00e7\u00f5es do sistema para a realidade brasileira, como capta\u00e7\u00e3o m\u00ednima, n\u00famero de produtores por linha e di\u00e2metro de mangueira de caminh\u00e3o. Desses apontamentos, resultar\u00e3o recomenda\u00e7\u00f5es que poder\u00e3o ser utilizadas pelas empresas na hora de aderir ao sistema de amostras e controle de vas\u00e3o automatizada. \"Temos que ver como esses equipamentos funcionam na nossa realidade e poss\u00edveis adequa\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias\", pontuou o secret\u00e1rio Ernani Polo, lembrando dos avan\u00e7os esperados com a implementa\u00e7\u00e3o da Lei do Leite, que intensificar\u00e1 a fiscaliza\u00e7\u00e3o de toda a cadeia produtiva. &nbsp;\"S\u00e3o v\u00e1rios processos que precisam ser monitorados para que o leite que sai bom dos tetos da vaca chegue perfeito ao consumidor. Reconhecemos a import\u00e2ncia econ\u00f4mica e social do setor. A economia de diversos munic\u00edpios est\u00e1 ligada \u00e0 renda do leite\", completou.<\/p>\n<p> O vice-presidente do Sindilat e diretor da Cosulati, Raul Amaral, pontuou o pioneirismo dos testes e a a\u00e7\u00e3o do sindicato, mas lembrou que ainda h\u00e1 muito trabalho pela frente. \"\u00c9 um grande programa que o Sindilat e a Embrapa oferecem \u00e0 cadeia do leite\", frisou.&nbsp;<\/p>\n<p> Presente na solenidade, o deputado Gabriel Souza destacou a for\u00e7a do setor e se disse curioso em ver o sistema funcionando. Veterin\u00e1rio, o parlamentar fez quest\u00e3o de participar do workshop e de manifestar apoio ao setor na vota\u00e7\u00e3o da Lei do Leite. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1509\" style=\"width: 500px; height: 375px;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1510\" style=\"width: 500px; height: 375px;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1512\" style=\"width: 500px; height: 373px;\" \/><br \/> Cr\u00e9ditos: Carolina Jardine<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\"><\/span><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Dia do Leite na Escola movimenta col\u00e9gio de Porto Alegre<\/strong><\/p>\n<p> A terceira edi\u00e7\u00e3o do \"Dia do Leite na Escola\", realizada nesta ter\u00e7a-feira (15\/12), movimentou o col\u00e9gio Ildefonso Gomes, no bairro Santana, em Porto Alegre. Cerca de 60 crian\u00e7as, entre 6 e 12 anos, participaram das atividades promovidas pela Secretaria da Agricultura (Seapi) com apoio do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do RS (Sindilat). Atrav\u00e9s de apresenta\u00e7\u00f5es l\u00fadicas, o projeto mostra todo o processo de produ\u00e7\u00e3o do leite, desde o produtor at\u00e9 chegar na prateleira do supermercado.&nbsp;<\/p>\n<p> Al\u00e9m de contribuir com informa\u00e7\u00f5es sobre a cadeira produtiva do leite, a oficina esclarece as principais d\u00favidas dos estudantes. \"A cada encontro, vemos a import\u00e2ncia dessa a\u00e7\u00e3o. As crian\u00e7as aproveitam para tirar todas as d\u00favidas, desde a diferen\u00e7a entre os tipos de leite at\u00e9 como \u00e9 feita a ordenha\", destaca Liskettelen Pedroso Lorscheiter, estudante de Medicina Veterin\u00e1ria e uma das respons\u00e1veis por interagir com as crian\u00e7as.&nbsp;<\/p>\n<p> Escolas interessadas em participar do projeto devem entrar em contato com a equipe do Dia do Leite na Escola por meio do email fundoleite@agricultura.rs.gov.br ou pelo telefone (51) 3288-6305 e solicitar a realiza\u00e7\u00e3o da oficina. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1511\" style=\"width: 469px; height: 331px;\" \/><br \/> Foto: Seapi\/Divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p> <strong>Exporta\u00e7\u00f5es do Rio Grande do Sul avan\u00e7aram 24,8% em novembro<\/strong><\/p>\n<p> As exporta\u00e7\u00f5es do Rio Grande do Sul cresceram 24,8% em novembro, na compara\u00e7\u00e3o com o mesmo m\u00eas de 2014, e totalizaram US$ 1,31 bilh\u00e3o. A principal contribui\u00e7\u00e3o veio dos produtos b\u00e1sicos (commodities), que registraram avan\u00e7o de 307% devido \u00e0 demanda elevada por soja da China. Por sua vez, o setor industrial ga\u00facho respondeu por 81,6% de tudo que o Estado embarcou e aumentou em 9,2% suas vendas no per\u00edodo, somando US$ 1,07 bilh\u00e3o.<\/p>\n<p> Este foi apenas o segundo crescimento nessa base de compara\u00e7\u00e3o desde mar\u00e7o. O outro havia sido em setembro, quando houve a contabiliza\u00e7\u00e3o de uma plataforma de petr\u00f3leo e g\u00e1s como exporta\u00e7\u00e3o. \"Tivemos uma not\u00edcia animadora vinda da Argentina, que anunciou a retirada das barreiras \u00e0 importa\u00e7\u00e3o a partir do in\u00edcio do ano que vem. A taxa de c\u00e2mbio tamb\u00e9m dever\u00e1 ajudar\", afirmou o presidente da Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), Heitor Jos\u00e9 M\u00fcller, ao avaliar a balan\u00e7a comercial.<\/p>\n<p> De um total de 23 segmentos fabris que realizaram embarques, oito cresceram, oito ca\u00edram e sete se mantiveram est\u00e1veis. As categorias com as maiores contribui\u00e7\u00f5es positivas foram celulose e papel (313,3%), madeira (300%) e alimentos (12,5%). J\u00e1 produtos qu\u00edmicos (-10,3%) e m\u00e1quinas e equipamentos (-7,5%) sofreram as quedas mais significativas.<\/p>\n<p> Em rela\u00e7\u00e3o aos parceiros comerciais de novembro, em rela\u00e7\u00e3o a igual m\u00eas do ano passado, a China ficou em primeiro lugar (US$ 173,8 milh\u00f5es), eleva\u00e7\u00e3o de 181%, com a soja como produto mais solicitado. A segunda posi\u00e7\u00e3o do ranking ficou com a Argentina (US$ 125,3 milh\u00f5es), que aumentou em 24,3% as encomendas e recebeu principalmente ve\u00edculos automotores. Na sequ\u00eancia vieram os EUA (US$ 93,0 milh\u00f5es), ao expandirem em 15,3% seus pedidos, basicamente tabaco n\u00e3o-manufaturado.<\/p>\n<p> Ainda nessa base de compara\u00e7\u00e3o, as importa\u00e7\u00f5es totais ga\u00fachas ca\u00edram 40,5%, somando US$ 841 milh\u00f5es - o menor valor registrado desde 2006. Com exce\u00e7\u00e3o de combust\u00edveis e lubrificantes (6,3%), todas as categorias de uso tiveram diminui\u00e7\u00f5es. Aproximadamente 75% da queda \u00e9 explicada pelos bens intermedi\u00e1rios (-47,8%), que est\u00e3o diretamente atrelados \u00e0 fraca din\u00e2mica industrial. Al\u00e9m disso, a desvaloriza\u00e7\u00e3o da taxa de c\u00e2mbio e o pessimismo dos empres\u00e1rios em rela\u00e7\u00e3o ao futuro ajudam a explicar o resultado.<\/p>\n<p> Entre janeiro e novembro, as exporta\u00e7\u00f5es retra\u00edram 5,4%, enquanto a ind\u00fastria recuou 8,2%. Coque e derivados de petr\u00f3leo (-82,4%), tabaco (-14,5%), couro e cal\u00e7ados (-13,4%), produtos qu\u00edmicos (-10,4%) e produtos aliment\u00edcios (-7,5%) lideraram as perdas.<\/p>\n<p> <span style=\"text-decoration: underline;\">Agroneg\u00f3cio gerou 64% das vendas externas do Estado<\/span><br \/> Do total das exporta\u00e7\u00f5es ga\u00fachas, o agroneg\u00f3cio respondeu por 64,64%, ou US$ 845 milh\u00f5es. O volume de produtos do setor embarcados no m\u00eas passado alcan\u00e7ou 1,418 milh\u00e3o de toneladas. Os dados s\u00e3o do Minist\u00e9rio de Desenvolvimento e Com\u00e9rcio Exterior e foram compilados pela Federa\u00e7\u00e3o da Agricultura (Farsul).<\/p>\n<p> A receita de exporta\u00e7\u00e3o do agroneg\u00f3cio em novembro teve um crescimento de 46,51% com rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo do ano passado. A alta foi puxada pela soja em gr\u00e3os, cujos embarques foram de 550 mil toneladas - eleva\u00e7\u00e3o de 911%. Com isso, o valor exportado desse produto aumentou 744%, alcan\u00e7ando US$ 207 milh\u00f5es, apesar da queda no pre\u00e7o pago pela commodity.<\/p>\n<p> No acumulado de 2015 o Estado exportou US$ 10,990 bilh\u00f5es em mercadorias do agroneg\u00f3cio, queda de 3,57% ante igual intervalo de 2014. Nesse caso, a alta no volume n\u00e3o foi suficiente para compensar a redu\u00e7\u00e3o no valor. A China \u00e9 o principal destino das vendas do agroneg\u00f3cio ga\u00facho, com 38% do total de 2015. Atr\u00e1s est\u00e3o Vietn\u00e3 (3,7%), EUA (3,7%) e Coreia do Sul (3,6%). (Jornal do Com\u00e9rcio)<\/p>\n<p> <strong>Produ\u00e7\u00e3o alta de leite na UE afeta recupera\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os, diz Rabobank&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p> O crescimento da produ\u00e7\u00e3o de leite na Uni\u00e3o Europeia, reflexo do fim do regime de cotas no bloco, deve afetar a recupera\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os internacionais de l\u00e1cteos, de acordo com relat\u00f3rio do banco holand\u00eas Rabobank sobre o quarto trimestre deste ano. Conforme o estudo, os pre\u00e7os internacionais dos l\u00e1cteos se estabilizaram no quarto trimestre deste ano, mas n\u00e3o mostraram sinais de recupera\u00e7\u00e3o. O crescimento da produ\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria\u00ac-prima desacelerou em regi\u00f5es exportadoras de l\u00e1cteos, mas n\u00e3o o suficiente para evitar um pequeno aumento no excedente export\u00e1vel, segundo o relat\u00f3rio.&nbsp;<\/p>\n<p> Para reduzir esse excedente num cen\u00e1rio de fracas importa\u00e7\u00f5es da China e da R\u00fassia, os exportadores tiveram de vender produtos em mercados que pagam menos, conforme a institui\u00e7\u00e3o. Mas o banco espera que \"travas\" \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de leite sejam postas em pr\u00e1tica nas regi\u00f5es exportadoras no primeiro semestre de 2016, embora de forma menos dram\u00e1tica e menos uniforme do que se imaginava h\u00e1 alguns meses. Isso porque a press\u00e3o nas margens na UE parece agora insuficiente para impedir o aumento da produ\u00e7\u00e3o na regi\u00e3o no primeiro semestre. Ao mesmo tempo, diz o banco, pre\u00e7os mais baixos e alguma melhora na renda devem promover aumento nas compras em regi\u00f5es deficit\u00e1rias.&nbsp;<\/p>\n<p> Na an\u00e1lise do Rabobank, essa din\u00e2mica ir\u00e1 levar a uma redu\u00e7\u00e3o gradual dos estoques excedente no decorrer do primeiro semestre de 2016, e os estoques devem se aproximar de n\u00edveis normais em meados do ano. Nesse cen\u00e1rio, afirma o banco, a recupera\u00e7\u00e3o deve ser adiada e a expectativa \u00e9 de uma trajet\u00f3ria de pre\u00e7os mais fraca do que o esperado h\u00e1 alguns meses. O banco destaca que a produ\u00e7\u00e3o de leite na Europa -- onde o regime de cotas chegou ao fim em abril deste ano -- continua a crescer de forma expressiva. Nos sete meses desde o fim das cotas, as entregas de leite cresceram 2,5% na compara\u00e7\u00e3o anual (alta de 2,2 milh\u00f5es de toneladas). (Valor Econ\u00f4mico)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><strong><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/strong><\/div>\n<div><em>Exporta\u00e7\u00e3o de l\u00e1cteos aumentou em novembro<br \/> Segundo dados do Minist\u00e9rio do Desenvolvimento, Ind\u00fastria e Com\u00e9rcio Exterior (MDIC), em novembro o Brasil exportou US$37,1 milh\u00f5es em produtos l\u00e1cteos. Na compara\u00e7\u00e3o com outubro, o faturamento aumentou 12,7%. O volume embarcado tamb\u00e9m cresceu. Passou de 7,5 mil toneladas em setembro para 8,7 mil toneladas em novembro de 2015. O produto mais exportado foi o leite em p\u00f3, que somou 7,6 mil toneladas e US$34,5 milh\u00f5es em faturamento. Os principais compradores, em valor, foram a Venezuela, os Emirados \u00c1rabes e a Ar\u00e1bia Saudita, nesta sequ\u00eancia de import\u00e2ncia. Na compara\u00e7\u00e3o com igual per\u00edodo de 2014, tanto o volume como o faturamento tiveram incremento de 31,5% e 23,9%, respectivamente. O in\u00edcio da safra no pa\u00eds, junto ao d\u00f3lar valorizado na compara\u00e7\u00e3o com igual per\u00edodo do ano passado, s\u00e3o fatores que colaboram para o cen\u00e1rio. (Scot Consultoria)<em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/em><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Porto Alegre, 17 de dezembro de 2015 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 9 - N\u00b0 2.170 &nbsp; Testes com medidores come\u00e7am em janeiro O projeto \"Metodologia de Coleta de Autom\u00e1tica de Amostras de Leite\", <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2015\/12\/17\/17-12-2015\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"17\/12\/2015\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-881","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/881","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=881"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/881\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=881"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=881"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=881"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}