{"id":8792,"date":"2022-01-25T19:34:20","date_gmt":"2022-01-25T19:34:20","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=8792"},"modified":"2022-01-25T19:39:13","modified_gmt":"2022-01-25T19:39:13","slug":"25-01-2022","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2022\/01\/25\/25-01-2022\/","title":{"rendered":"25\/01\/2022"},"content":{"rendered":"<figure class=\"wp-block-image\" style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/figure>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><!-- \/wp:post-content -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph --><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 25 de janeiro de 2022&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 16 - N\u00b0 3.584<\/p>\r\n<hr>\r\n<div style=\"text-align: justify;\"><b>Efeito da Estiagem nas atividades agr\u00edcolas \u00e9 atualizado pela Emater\/RS-Ascar<br><br><\/b>Mais de 253 mil propriedades de 9.600 localidades do Rio Grande do Sul sofrem com os efeitos da estiagem, situa\u00e7\u00e3o essa que deixa 22 mil fam\u00edlias sem acesso \u00e0 \u00e1gua. Em todo o Estado, 92.800 produtores de milho e 82.400 produtores de soja registram perdas e muitos recorrem ao Proagro. A produ\u00e7\u00e3o leiteira tamb\u00e9m tem registrado perdas em 27.289 propriedades ga\u00fachas. Confira estes e outros n\u00fameros no Boletim Evento Adverso n\u00ba 2, divulgado na tarde segunda-feira (24\/01) pelas ger\u00eancias de Planejamento (GPL) e Ger\u00eancia T\u00e9cnica (GET) da Emater\/RS-Ascar,&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.emater.tche.br\/site\/arquivos_pdf\/safra\/safraTabela_24012022.pdf\" data-cke-saved-href=\"http:\/\/www.emater.tche.br\/site\/arquivos_pdf\/safra\/safraTabela_24012022.pdf\">clicando aqui.&nbsp;<\/a><br>&nbsp;<br><i>BOVINOCULTURA DE LEITE<br><\/i>A estiagem afeta com maior intensidade 27.289 estabelecimentos produtores de leite no RS, onde se estima uma perda m\u00e9dia na produ\u00e7\u00e3o di\u00e1ria de leite da ordem de 82,5 litros por propriedade. Dessa forma, a redu\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o di\u00e1ria de leite no Estado \u00e9 de aproximadamente 2,2 milh\u00f5es de litros.<br>&nbsp;<br>A menor oferta de pastagens para os rebanhos, com a consequente necessidade de adquirir maior quantidade de alimentos de fora da propriedade, agrava a crise enfrentada pelos produtores. (Emater\/RS)&nbsp;&nbsp;<\/div>\r\n<hr>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">\r\n<div><b>Cinco culturas ocupam 70% da \u00e1rea agr\u00edcola do Brasil, diz Imaflora<br><\/b>&nbsp;<br><i>Em todos os anos no intervalo entre 1985 e 2017, arroz, cana, feij\u00e3o, milho e soja ocuparam, sempre, ao menos 70% da \u00e1rea total de cultivo<br><\/i>&nbsp;<br>Em um estudo in\u00e9dito, o Instituto de Manejo e Certifica\u00e7\u00e3o Florestal e Agr\u00edcola (Imaflora) constata que a produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola brasileira tem forte concentra\u00e7\u00e3o em poucas culturas. A pesquisa \"Produ\u00e7\u00e3o de Alimentos no Brasil: Geografia, Cronologia e Evolu\u00e7\u00e3o\" analisou o per\u00edodo entre 1985 e 2017. Em todos os anos avaliados no levantamento, cinco itens - arroz, cana-de-a\u00e7\u00facar, feij\u00e3o, milho e soja - ocuparam, sempre, ao menos 70% da \u00e1rea total de cultivo no pa\u00eds.<br>&nbsp;<br>Nos anos 2000, a soja ganhou papel de destaque e ultrapassou o milho como a principal cultura agr\u00edcola brasileira. Em 2017, a oleaginosa ocupava 43,2% da \u00e1rea, seguida pelo milho, com 22,5%. Cana-de-a\u00e7\u00facar (13%), feij\u00e3o (3,9%) e arroz (2,6%) completam a lista principal.<br>&nbsp;<br>O estudo relata a evolu\u00e7\u00e3o da fronteira agr\u00edcola nas \u00faltimas d\u00e9cadas, passando de um crescimento de pastagens entre 1985 e 2006 para uma forte expans\u00e3o das \u00e1reas agr\u00edcolas no per\u00edodo mais recente.<br>&nbsp;<br>A expans\u00e3o de \u00e1reas de agricultura foi maior do que a de pastagens em 54,9% das 558 microrregi\u00f5es (grupo de munic\u00edpios definido pelo IBGE) do pa\u00eds entre 2006 e 2017, enquanto o crescimento das \u00e1reas de pastagem foi superior em 29,3% das microrregi\u00f5es. A expans\u00e3o das \u00e1reas de floresta foi maior em apenas 15,8% das \u00e1reas nesse per\u00edodo.<br>&nbsp;<br>Em 2017, a \u00e1rea ocupada pela agricultura era de 78,7 milh\u00f5es de hectares, aumento de 26% em rela\u00e7\u00e3o a 2006 e de 39% em rela\u00e7\u00e3o a 1988. J\u00e1 a produ\u00e7\u00e3o cresceu 57% em compara\u00e7\u00e3o com 2006 e 85% se comparada com a colheita de 1988.<br>&nbsp;<br>\"De forma geral, o aumento da produ\u00e7\u00e3o foi duas vezes maior do que a expans\u00e3o das \u00e1reas produtivas entre os anos 1988 e 2017, indicando ganhos de produtividade no per\u00edodo\", constata o estudo. \"Essa grande expans\u00e3o da agricultura pode ser explicada, entre outros fatores, pelo aumento das \u00e1reas de cana-de-a\u00e7\u00facar na regi\u00e3o Sudeste e das \u00e1reas de soja no Centro-Sul\", diz Vinicius Guidotti de Faria, coordenador de Geoprocessamento do Imaflora.<br>&nbsp;<br>O forte crescimento da demanda internacional por commodities puxou o aumento da produ\u00e7\u00e3o brasileira no per\u00edodo analisado. O volume da produ\u00e7\u00e3o de soja cresceu 536% e a \u00e1rea, 221%. No caso do milho, a produ\u00e7\u00e3o aumentou 295% e a \u00e1rea, 32%. E, na cana-de-a\u00e7\u00facar, a produ\u00e7\u00e3o cresceu 194% e a \u00e1rea, 145%.<br>&nbsp;<br>J\u00e1 no caso do arroz, a \u00e1rea de produ\u00e7\u00e3o diminuiu 67%, mas a produ\u00e7\u00e3o aumentou 5,5%. Movimento similar ocorreu com o caf\u00e9, que perdeu 40% de sua \u00e1rea de cultivo, mas que, com ganhos de produtividade, teve aumento de produ\u00e7\u00e3o de 96%.<br>&nbsp;<br>\"Embora algumas culturas apresentem processos bastante din\u00e2micos e heterog\u00eaneos, outras, em especial a soja, demonstram que o aumento de produtividade n\u00e3o evitou o processo de expans\u00e3o, ocasionando um fen\u00f4meno chamado 'efeito rebote', quando o aumento de produ\u00e7\u00e3o causado pela intensifica\u00e7\u00e3o gera uma busca por novas \u00e1reas, ao inv\u00e9s da perman\u00eancia na \u00e1rea original, conhecido como 'efeito poupa-terra'\", diz o Imaflora.<br>&nbsp;<br>Em 2017, a cultura da soja prevalecia em 27,6% das microrregi\u00f5es do pa\u00eds, o feij\u00e3o, em 6,9%, e o arroz, em 3,8%. A despeito da concentra\u00e7\u00e3o, a produ\u00e7\u00e3o de outras culturas, em menor escala, permanece. \"As \u00e1reas especializadas na produ\u00e7\u00e3o de soja, milho e cana-de-a\u00e7\u00facar s\u00e3o bastante n\u00edtidas no pa\u00eds. Mas n\u00e3o podemos afirmar que a expans\u00e3o dessas grandes commodities reduziu a variedade de culturas em escala regional. No geral, a produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola do pa\u00eds n\u00e3o perdeu em quantidade e em diversidade, mas observou uma mudan\u00e7a na forma de se produzir, com aumento da produtividade e da \u00e1rea de algumas culturas\", explica Guidotti.<br>&nbsp;<br>Por outro lado, de acordo com o estudo do Imaflora, a concentra\u00e7\u00e3o em culturas de exporta\u00e7\u00e3o foi diretamente respons\u00e1vel pela redu\u00e7\u00e3o do n\u00famero de estabelecimentos agropecu\u00e1rios e pelo aumento da \u00e1rea m\u00e9dia das propriedades. Entre 2006 e 2017, o n\u00famero de estabelecimentos diminuiu 2% no pa\u00eds. J\u00e1 a \u00e1rea m\u00e9dia dos estabelecimentos passou de 64,5 hectares em 2006 para 69,2 hectares em 2017, um aumento de 7,4%.<br>&nbsp;<br>\"Ao olharmos o Brasil como um todo, essas mudan\u00e7as parecem pequenas, mas o fato \u00e9 que as mudan\u00e7as foram bastante acentuadas em algumas regi\u00f5es\", diz Guidotti.<br>&nbsp;<br>No Sul do pa\u00eds, o n\u00famero de estabelecimentos diminuiu 15,2% e \u00e1rea m\u00e9dia das propriedades aumentou 21%, indicando uma forte concentra\u00e7\u00e3o produtiva na regi\u00e3o. \"Esse fen\u00f4meno pode ser explicado pela crescente complexidade da gest\u00e3o da atividade agr\u00edcola e o alto custo de tecnologias que, ao lado de outros fatores, t\u00eam levado parte consider\u00e1vel dos pequenos produtores e produtores familiares a desistir da atividade agropecu\u00e1ria\", completou.<br>&nbsp;<br>O efeito \u00e9 mais intenso na agricultura familiar, que perdeu quase 500 mil estabelecimentos de 2006 a 2017, passando de 84% do total para 77%. Desde 2006, uma pequena parcela de grandes estabelecimentos ocupa mais da metade da \u00e1rea agropecu\u00e1ria brasileira. \"Seria preciso repensar a agricultura no Brasil para termos avan\u00e7os nos pr\u00f3ximos 30 ou 40 anos que tenham como objetivo a produ\u00e7\u00e3o de alimentos e a melhoria no meio rural, com efeitos positivos do ponto de vista econ\u00f4mico e social\", afirma Guidotti.<br>&nbsp;<br>\"Essa configura\u00e7\u00e3o do rural brasileiro, que acaba pressionando pequenos agricultores a expandirem suas \u00e1reas e tecnificarem seus cultivos para que a produ\u00e7\u00e3o seja rent\u00e1vel, requer a constru\u00e7\u00e3o de novas pol\u00edticas p\u00fablicas voltadas a essa popula\u00e7\u00e3o rural - com o incentivo para a inser\u00e7\u00e3o de jovens no campo e a valoriza\u00e7\u00e3o da agricultura em pequena escala, por exemplo\", diz Ana Chamma, pesquisadora do Grupo de Pol\u00edticas P\u00fablicas (GPP) da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq\/USP) e uma das autoras do estudo. (Valor Econ\u00f4mico)<br>&nbsp;<br><br><br><br><br>&nbsp;<br><b>Conseleite Paran\u00e1<br><\/b>&nbsp;<br>A diretoria do Conseleite-Paran\u00e1 reunida no dia 25 de Janeiro de 2022 atendendo os dispositivos disciplinados no Cap\u00edtulo II do T\u00edtulo II do seu Regulamento, aprova e divulga os valores de refer\u00eancia para a mat\u00e9ria-prima leite realizados em Dezembro de 2021 e a proje\u00e7\u00e3o dos valores de refer\u00eancia para o m\u00eas de Janeiro de 2022, calculados por metodologia definida pelo Conseleite-Paran\u00e1, a partir dos pre\u00e7os m\u00e9dios e do mix de comercializa\u00e7\u00e3o dos derivados l\u00e1cteos praticados pelas empresas participantes.<\/div>\r\n<div><br><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/SwDxc0ABF0410\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/SwDxc0ABF0410\"><br><br>Os valores de refer\u00eancia indicados nesta resolu\u00e7\u00e3o para a mat\u00e9ria-prima leite&nbsp; denominada \u201cLeite Padr\u00e3o\u201d, se refere ao leite analisado que cont\u00e9m 3,50% de gordura, 3,10% de prote\u00edna, 500 mil c\u00e9lulas som\u00e1ticas\/ml e 300 mil ufc\/ml de contagem bacteriana. Para o leite pasteurizado o valor projetado para o m\u00eas de Janeiro de 2022 \u00e9 de R$ 3,3648\/litro. Visando apoiar pol\u00edticas de pagamento da mat\u00e9ria-prima leite conforme a qualidade, o Conseleite-Paran\u00e1 disponibiliza um simulador para o c\u00e1lculo de valores de&nbsp;<br>refer\u00eancia para o leite analisado em fun\u00e7\u00e3o de seus teores de gordura, prote\u00edna, contagem de c\u00e9lulas som\u00e1ticas e contagem bacteriana. O simulador est\u00e1 dispon\u00edvel no seguinte endere\u00e7o eletr\u00f4nico: www.conseleitepr.com.br.&nbsp;<\/div>\r\n<\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\"><hr><\/div>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph --><\/p>\r\n<p style=\"text-align: center;\"><i style=\"font-size: 1rem;\"><b>Jogo R\u00e1pido&nbsp;<\/b><\/i><\/p>\r\n<div style=\"text-align: center;\"><i><b>&nbsp;Clima adverso faz Argentina decretar estado de emerg\u00eancia agr\u00edcola&nbsp;<br><\/b>N\u00e3o \u00e9 apenas o Sul do Brasil que sofre com os efeitos do clima adverso neste in\u00edcio de ano. Na Argentina, a Comiss\u00e3o Nacional de Emerg\u00eancia e Desastres Agropecu\u00e1rios (CNEyDA, na sigla em espanhol) reuniu-se na \u00faltima sexta-feira (21\/01) e decretou emerg\u00eancia agr\u00edcola em \u00e1reas afetadas das prov\u00edncias de Santa F\u00e9, Misiones, C\u00f3rdoba e Mendoza. As lavouras foram prejudicadas nessas regi\u00f5es pela falta e chuvas e inc\u00eandios, diz comunicado da comiss\u00e3o. O ministro da Agricultura argentino, Juli\u00e1n Dom\u00ednguez, afirmou que a decis\u00e3o do governo federal e dos governadores \u00e9 acompanhar os produtores. Em Santa F\u00e9, o problema \u00e9 a seca. Nas prov\u00edncias de Misiones e C\u00f3rdoba, al\u00e9m da estiagem, v\u00e1rios inc\u00eandios afetam as \u00e1reas produtivas. J\u00e1 em Mendoza, as perdas foram causadas por geadas e granizo. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Valor Econ\u00f4mico, adaptadas pela equipe MilkPoint)<\/i><\/div>\r\n<hr>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 25 de janeiro de 2022&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 16 - N\u00b0 3.584 Efeito da Estiagem nas atividades agr\u00edcolas \u00e9 atualizado pela Emater\/RS-Ascar Mais de 253 mil propriedades de 9.600 <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2022\/01\/25\/25-01-2022\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"25\/01\/2022\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-8792","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8792","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8792"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8792\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":8795,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8792\/revisions\/8795"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8792"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8792"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8792"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}