{"id":8744,"date":"2022-01-18T19:01:12","date_gmt":"2022-01-18T19:01:12","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=8744"},"modified":"2022-01-18T19:04:39","modified_gmt":"2022-01-18T19:04:39","slug":"18-01-2022","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2022\/01\/18\/18-01-2022\/","title":{"rendered":"18\/01\/2022"},"content":{"rendered":"<figure class=\"wp-block-image\" style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/figure>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><!-- \/wp:post-content -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph --><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 18 de janeiro de 2022&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 16 - N\u00b0 3.579<\/p>\r\n<hr>\r\n<div><b>Global Dairy Trade - GDT<\/b>&nbsp;<br>&nbsp;<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/75vy59ABF0182\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/75vy59ABF0182\"><br>&nbsp;<br>&nbsp;As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Global Dairy Trade adaptadas pelo Sindilat\/RS<\/div>\r\n<hr>\r\n<div style=\"text-align: justify;\"><b>Gado de corte e de leite sofrem com estiagem<br><\/b>&nbsp;<br><i>Preju\u00edzo no engorde de bovinos de corte e falta de reposi\u00e7\u00e3o do gado leiteiro est\u00e3o entre os maiores problemas<br><\/i>&nbsp;<br>Os impactos no gado de corte s\u00e3o preocupantes, mas n\u00e3o t\u00e3o graves quanto est\u00e1 sendo para o gado leiteiro. \u201cA estiagem eleva consideravelmente o pre\u00e7o da produ\u00e7\u00e3o do litro porque voc\u00ea n\u00e3o tem uma pastagem adequada\u201d, explica o presidente da Associa\u00e7\u00e3o dos Criadores de Gado Holand\u00eas (Gadolando), Marcos Tang. A produ\u00e7\u00e3o de silagem representa 70% do que \u00e9 consumido pela vaca, o restante \u00e9 suplementa\u00e7\u00e3o. E est\u00e1 escassa nas propriedades dos produtores. Nem nas dos vizinhos e est\u00e1 cada vez mais longe para mandar buscar, relata Tang.<br>&nbsp;<br>A alimenta\u00e7\u00e3o impactando no resultado da produ\u00e7\u00e3o e no processo reprodutivo do rebanho leiteiro s\u00e3o fatores que devem gerar impactos a longo prazo para o setor leiteiro. \u201cO ideal \u00e9 repor 20% do rebanho anualmente para manter a produ\u00e7\u00e3o\u201d, explica o dirigente, que relata a janela de 24 meses para que um<br>Terneiro comece a produzir leite, relata Tang.&nbsp;<br>&nbsp;<br><i>Estiagens recorrentes pedem solu\u00e7\u00f5es a longo prazo<br><\/i>&nbsp;<br>A m\u00e9dia de chuvas no Rio Grande do Sul para o per\u00edodo atual est\u00e1 em torno de 1800 mil\u00edmetros anuais, contudo, nos \u00faltimos anos, existem regi\u00f5es registrando um volume de 1000 mm a 1100 mm por ano, abaixo do esperado, explica o diretor e coordenador da Comiss\u00e3o do Meio Ambiente da Farsul, Domingos Ant\u00f4nio Lopes. \u201cO cen\u00e1rio \u00e9 muito preocupante. Cada dia que passa aumenta o preju\u00edzo do produtor, problemas graves nas lavouras de milho e de soja e grav\u00edssimo na pecu\u00e1ria leiteira\u201d, lamenta.<br><br>Lopes relata que a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 complicada porque as entidades n\u00e3o veem uma solu\u00e7\u00e3o a curto prazo, e que por isso, v\u00eam alinhando, com o governo estadual e com os parlamentares ga\u00fachos, atrav\u00e9s de audi\u00eancias p\u00fablicas, medidas que possam ajudar nos momentos de crise. A\u00e7\u00f5es de longo prazo, como a de preserva\u00e7\u00e3o de \u00e1gua nas propriedades, esbarram na legisla\u00e7\u00e3o federal que prev\u00ea a interfer\u00eancia em \u00e1rea de preserva\u00e7\u00e3o permanente somente nos casos de interesse social, utilidade p\u00fablica ou impacto ambiental. \u201cA ideia \u00e9 que a irriga\u00e7\u00e3o se torne algo de interesse social ou de utilidade p\u00fablica. Reservar \u00e1gua a n\u00edvel de propriedade levar\u00e1 a uma perda ambiental no curto prazo, mas a m\u00e9dio prazo, trar\u00e1 ganho de fauna e de flora.\u201d (Jornal do Com\u00e9rcio)<br><br><br><br><br><b>Volta da chuva \u00e9 um alento, mas ainda faltam volume e distribui\u00e7\u00e3o<br><\/b>&nbsp;<br>A chuva voltou, mas ainda n\u00e3o \u00e9 uma realidade em todos os munic\u00edpios do Rio Grande do Sul. Dados da rede de 64 esta\u00e7\u00f5es meteorol\u00f3gicas do Sistema de Monitoramento e Alertas Agroclim\u00e1ticos (Simagro) e do Inmet mostram que, no acumulado entre as 9h de domingo e de ontem, as precipita\u00e7\u00f5es variaram de zero a 38,4 mil\u00edmetros. Ou seja, h\u00e1 pontos onde n\u00e3o choveu e outros onde o volume \u00e9 considerado muito bom.<br>&nbsp;<br>\u2014 A chuva ficou concentrada mais ao sul e ao leste \u2014 completa Fl\u00e1vio Varone, meteorologista da Secretaria da Agricultura e coordenador do Simagro.<br>&nbsp;<br>Em Cambar\u00e1 do Sul, por exemplo, foram 36,6 mil\u00edmetros, e em Bento Gon\u00e7alves, cinco. J\u00e1 em Vacaria, Santo Augusto e Alegrete, n\u00e3o caiu uma gota. Diretor t\u00e9cnico da Emater, Alencar Rugeri refor\u00e7a o&nbsp;<br>que mostram os \u00edndices pluviom\u00e9tricos: houve irregularidade na distribui\u00e7\u00e3o.<br>&nbsp;<br>\u2014 A chuva foi muito variada, mas veio, isso j\u00e1 ajuda. A \u00fanica forma de come\u00e7ar a enxergar uma luz \u00e9 a retomada da precipita\u00e7\u00e3o \u2014 pondera Rugeri. Na primeira quinzena de dezembro, Maiquel Junges, produtor de N\u00e3o-Me-Toque, no norte do Estado, e coordenador regional dos Sindicatos de Trabalhadores Rurais do Alto Jacu\u00ed, havia relatado e registrado em v\u00eddeo as perdas que se acumulavam nas lavouras de milho. Perguntado sobre os \u00faltimos dias, desabafou:<br>\u2014 N\u00e3o choveu nada. A soja est\u00e1 indo pelo mesmo caminho do milho, que perdeu grande parte, mais de 90%. Presidente da Cotrijal, cooperativa que tem sede em N\u00e3o-Me-Toque, Nei C\u00e9sar M\u00e2nica afirma que a situa\u00e7\u00e3o segue complicada na regi\u00e3o:<br>&nbsp;<br>- \u00c9 preciso normalizar a chuva para que ainda se possa ter uma safra razo\u00e1vel na soja. H\u00e1 \u00e1reas que ainda n\u00e3o puderam sequer ser semeadas e outras que precisaram ser replantadas em raz\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas desfavor\u00e1veis. Presidente da Associa\u00e7\u00e3o dos Produtores de Soja do Estado, D\u00e9cio Teixeira diz que a medi\u00e7\u00e3o feita da temperatura na superf\u00edcie do solo indicou 50 0C.&nbsp;<br>&nbsp;<br>\u2014 Na regi\u00e3o de Uruguaiana tem regi\u00f5es onde a soja torrou, lavouras grandes, caprichadas \u2014 descreve o dirigente. Coordenador da Defesa Civil do Estado, coronel J\u00falio C\u00e9sar Rocha Lopes observa que a chuva foi importante para apagar focos de inc\u00eandio no Interior. Ressalva, no entanto, que s\u00e3o irregulares: \u2014 A estiagem continua. (Zero Hora)<\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\"><hr><\/div>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph --><\/p>\r\n<p style=\"text-align: center;\"><i style=\"font-size: 1rem;\"><b>Jogo R\u00e1pido&nbsp;<\/b><\/i><\/p>\r\n<div style=\"text-align: center;\"><i><b>Estiagem afeta produ\u00e7\u00e3o de leite no Sul do pa\u00eds, diz Sindilat<br><\/b>&nbsp;A estiagem tem causado muitas revis\u00f5es nas proje\u00e7\u00f5es de safra de milho e soja em estados do Sul do Brasil. A situa\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 diferente nas principais regi\u00f5es produtoras de leite, que tamb\u00e9m amargam perdas que resultam das intemp\u00e9ries. No Paran\u00e1, a estimativa \u00e9 de que quase 200 milh\u00f5es de litros deixem de ser produzidos, com preju\u00edzo aos produtores de R$ 400 milh\u00f5es, segundo a Secretaria da Agricultura do Estado. No Rio Grande do Sul, a Emater projetou, at\u00e9 a semana anterior, redu\u00e7\u00e3o de 1,6 milh\u00e3o de litros captados ao dia no estado \u2013 em algumas regi\u00f5es, uma queda de quase 10%. Segundo Darlan Palharini, secret\u00e1rio-executivo do Sindilat-RS, que representa a ind\u00fastria, a tend\u00eancia \u00e9 que o preju\u00edzo aumente nos pr\u00f3ximos meses. \u201cTemos duas realidades. N\u00f3s temos os pequenos produtores, que est\u00e3o sofrendo mais, por falta de infraestrutura. E os m\u00e9dios e grandes produtores, que at\u00e9 n\u00e3o est\u00e1 sofrendo tanto com a perda da produ\u00e7\u00e3o, mas est\u00e1 assustado com a eleva\u00e7\u00e3o dos custos. O elevado custo de produ\u00e7\u00e3o, ali\u00e1s, vai ser o grande desafio da atividade leiteira. N\u00f3s estamos com os pre\u00e7os muito achatados. Para que a produ\u00e7\u00e3o n\u00e3o cai mais, vai depender de como o mercado vai reposicionar os pre\u00e7os\u201d, explica.&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/noticias\/pecuaria\/leite\/estiagem-afeta-producao-de-leite-no-sul-do-pais-diz-sindilat\/\" data-cke-saved-href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/noticias\/pecuaria\/leite\/estiagem-afeta-producao-de-leite-no-sul-do-pais-diz-sindilat\/\">Clique aqui e assista a entrevista de Palharini para o Canal Rural.<\/a>&nbsp;(Canal Rural)<\/i><\/div>\r\n<hr>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 18 de janeiro de 2022&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 16 - N\u00b0 3.579 Global Dairy Trade - GDT&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Global Dairy Trade adaptadas pelo Sindilat\/RS Gado de corte <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2022\/01\/18\/18-01-2022\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"18\/01\/2022\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-8744","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8744","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8744"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8744\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":8748,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8744\/revisions\/8748"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8744"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8744"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8744"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}