{"id":8699,"date":"2022-01-10T19:57:02","date_gmt":"2022-01-10T19:57:02","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=8699"},"modified":"2022-01-10T20:07:30","modified_gmt":"2022-01-10T20:07:30","slug":"10-01-2022","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2022\/01\/10\/10-01-2022\/","title":{"rendered":"10\/01\/2022"},"content":{"rendered":"<figure class=\"wp-block-image\" style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/figure>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><!-- \/wp:post-content -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph --><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 10 de janeiro de 2022&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 16 - N\u00b0 3.573<\/p>\r\n<hr>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">\r\n<p><strong>De olho na sa\u00fade, consumidor compra mais bebidas funcionais<\/strong><\/p>\r\n<p>Esse mercado movimentou US$ 130,5 bilh\u00f5es no mundo em 2021, segundo a consultoria Business Research Company, 7,7% mais do que em 2020<\/p>\r\n<p>Nos quase dois anos convivendo com a covid-19, boa parte dos brasileiros mudou n\u00e3o apenas a forma de trabalhar, mas tamb\u00e9m a de abastecer a despensa. Buscando sa\u00fade e bem-estar, o consumidor comprou, ou quer comprar, mais bebidas funcionais.<\/p>\r\n<p>Em linhas gerais, bebida funcional \u00e9 um produto n\u00e3o alco\u00f3lico, com ingredientes que cumprem pap\u00e9is espec\u00edficos. Pode ser um suco rico em vitaminas e minerais, um leite com maior \u00edndice de prote\u00edna ou um caf\u00e9 com mais cafe\u00edna. O consumidor bebe para melhorar a imunidade ou ter uma dose extra de energia, por exemplo.<\/p>\r\n<p>Esse mercado movimentou US $130,5 bilh\u00f5es no mundo em 2021, segundo a consultoria Business Research Company, 7,7% mais do que em 2020. A perspectiva \u00e9 de que as vendas cheguem a US $173,2 bilh\u00f5es em 2025.<\/p>\r\n<p>Outro estudo, com dados do mercado brasileiro, mostra que essa demanda \u00e9 crescente. Segundo a nova edi\u00e7\u00e3o da pesquisa anual de tend\u00eancias feita pela empresa de embalagens para alimentos e bebidas Tetra Pak, em que 2.300 brasileiros foram ouvidos, mais da metade (58%) aumentou o consumo de produtos que refor\u00e7am o sistema imunol\u00f3gico, outros 39% desejam fazer isso. E quase 60% manter\u00e3o o volume de compra de produtos funcionais.<\/p>\r\n<p>\u201cEssa tend\u00eancia por produtos mais funcionais vinha acontecendo, mas foi intensificada pelo cen\u00e1rio da covid, principalmente a busca por alimentos de imunidade\u201d, diz Vivian Leite, diretora de marketing da Tetra Pak.<\/p>\r\n<p>Quando se trata de bebidas funcionais, diz a executiva, o grande destaque \u00e9 o suco. Na pesquisa, os sucos foram os mais citados entre as prefer\u00eancias, com 50% das respostas, produtos l\u00e1cteos fermentados tiveram 37% e 31% citaram bebidas l\u00e1cteas com alto valor de prote\u00edna, vitaminas e\/ou c\u00e1lcio.<\/p>\r\n<p>Para os respondentes da pesquisa, o produto ideal para aumentar a imunidade deve ser: enriquecido com vitaminas, frutas c\u00edtricas, mel, zinco, fibras; livre de ingredientes artificiais; e causar sensa\u00e7\u00e3o de energia. \u201cO consumidor j\u00e1 tem uma no\u00e7\u00e3o boa do que pode trazer mais imunidade\u201d, diz a diretora. Ela observa, no entanto, que o maior desafio \u00e9 conseguir transmitir essas informa\u00e7\u00f5es no r\u00f3tulo do produto, cuja clareza foi um dos pontos citados como essenciais em um produto ideal.<\/p>\r\n<p>A Tetra Pak n\u00e3o divulga resultados no Brasil. Em 2020, a opera\u00e7\u00e3o global faturou 10,8 bilh\u00f5es de euros. Os n\u00fameros de 2021 ainda n\u00e3o foram publicados pela companhia. A opera\u00e7\u00e3o brasileira (segunda maior do grupo, atr\u00e1s apenas da China) registrou em 2021 recupera\u00e7\u00e3o de algumas categorias, vendendo mais embalagens para sucos e \u00e1gua de coco, que foram produtos muito afetados durante 2020, disse a diretora.<\/p>\r\n<p>Leites, que tinham crescido fortemente durante o primeiro ano da pandemia, agora t\u00eam leve retra\u00e7\u00e3o. \u201cCome\u00e7amos a ver alguma queda, muito ligada \u00e0 quest\u00e3o de pre\u00e7os, que subiram.\u201d (Valor Econ\u00f4mico)<\/p>\r\n<\/div>\r\n<hr>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Balan\u00e7a comercial de l\u00e1cteos: O que podemos esperar para o pr\u00f3ximo m\u00eas?<br><\/b><br>Conforme demonstrado no gr\u00e1fico 4, a competitividade dos produtos importados vem perdendo for\u00e7a desde a segunda quinzena de setembro. Apesar da leve corre\u00e7\u00e3o nos pre\u00e7os no \u00faltimo leil\u00e3o de 2021, os resultados das negocia\u00e7\u00f5es do evento 299 da plataforma Global Dairy Trade (GDT) apresentaram um novo aumento nos valores dos l\u00e1cteos: +0,3% em rela\u00e7\u00e3o ao \u00faltimo evento, com o pre\u00e7o m\u00e9dio fechando em US$ 4.247\/tonelada.<br><br>Os valores no mercado internacional elevados, associados a uma taxa de c\u00e2mbio que tem se mantido alta no pa\u00eds (R$ 5,67 em 04\/01) e pre\u00e7os dos produtos l\u00e1cteos no mercado interno n\u00e3o apresentando melhoras devido a uma demanda fragilizada, evidencia um cen\u00e1rio desfavor\u00e1vel para importa\u00e7\u00f5es, que foi observado no m\u00eas de dezembro e tende a se manter para os pr\u00f3ximos meses.<br><br>Al\u00e9m disso, contratos fechados nos meses anteriores, que ser\u00e3o entregues nos pr\u00f3ximos meses, dever\u00e3o refletir no saldo da balan\u00e7a de janeiro e fevereiro \u2013 com exporta\u00e7\u00f5es se sustentando e baixo volume importado.<br><br>Mantendo-se esse cen\u00e1rio, as importa\u00e7\u00f5es nos pr\u00f3ximos meses tendem a ser menores, e mant\u00e9m-se a oportunidade de janela de exporta\u00e7\u00e3o para os produtos l\u00e1cteos brasileiros.<br><br>Entretanto, um entrave que pode vir a causar problemas log\u00edsticos (al\u00e9m dos problemas sanit\u00e1rios) \u00e9 o avan\u00e7o da Covid-19 no mundo, que pode gerar uma diminui\u00e7\u00e3o nas rotas mar\u00edtimas, prejudicando as exporta\u00e7\u00f5es. O mundo j\u00e1 vem enfrentando h\u00e1 um tempo problemas log\u00edsticos, que vem dificultando o escoamento dos produtos e um agravamento da pandemia pode fortalecer essas adversidades. (Milkpoint)<br><br><br><br><br><br><b>Alta dos custos de produ\u00e7\u00e3o testa \u2018resili\u00eancia\u2019 do iogurte<br><\/b><br><i>Em 2021, ind\u00fastria conteve repasses de pre\u00e7os a consumidores<br><br><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/ccFj07ABF0462\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/ccFj07ABF0462\"><br><\/i><br>O consumo de l\u00e1cteos costuma diminuir no pa\u00eds em per\u00edodos de infla\u00e7\u00e3o e desemprego altos. Apesar disso, o iogurte tem mostrado certa \u201cresili\u00eancia\u201d na crise atual: o produto conquistou espa\u00e7o nobre na cesta de perec\u00edveis dos brasileiros e, assim como frangos, lingui\u00e7as e queijos, passou a ser um dos itens que os consumidores demoram mais para abandonar, indicam dados da empresa de intelig\u00eancia de mercado Kantar.<br><br>Mas, resili\u00eancia do produto \u00e0 parte, a ind\u00fastria de latic\u00ednios ter\u00e1 um desafio nada desprez\u00edvel em 2022: manter a fidelidade dos consumidores de iogurte, posi\u00e7\u00e3o consolidada na d\u00e9cada passada, e aumentar as vendas em um momento em que precisa repassar os custos represados do \u00faltimo ano.<br><br>Os pre\u00e7os do leite cru - principal mat\u00e9ria-prima para esses fabricantes - e as despesas com energia, combust\u00edvel e embalagens, entre outras, t\u00eam pesado nas planilhas de custos. \u201cO ano passado ser\u00e1 lembrado pelas altas no campo, pela baixa rentabilidade para o produtor e, tamb\u00e9m, pela dificuldade dos latic\u00ednios em repassar aos derivados o aumento do pre\u00e7o do leite cru \u201d, afirma Nat\u00e1lia Grigol, pesquisadora do Centro de Estudos Avan\u00e7ados em Economia Aplicada (Cepea), em boletim recente.<br><br>Na m\u00e9dia Brasil, o pre\u00e7o do leite pago ao produtor - ou seja o desembolso da ind\u00fastria - ficou em R$ 2,2596\/litro no intervalo de janeiro a novembro, 18,1% acima da m\u00e9dia do mesmo per\u00edodo de 2020 (dado deflacionado pelo IPCA de novembro). Nesse mesmo intervalo, os latic\u00ednios receberam apenas 1,7% a mais pelo UHT e 1,9% pelo mu\u00e7arela, cita o Cepea.<br><br>A tend\u00eancia \u00e9 que o iogurte continue a ser um dos itens perec\u00edveis mais presentes na lista de supermercado dos brasileiros, avalia Carolina Silvestre, diretora da divis\u00e3o Worldpanel da Kantar. \u201cO iogurte est\u00e1 entre os produtos que o brasileiro demora mais para abandonar por consider\u00e1-los importantes\u201d, explica.<br><br>Entre outubro de 2020 e setembro de 2021, dado mais recente coletado pela empresa, a comercializa\u00e7\u00e3o de iogurtes no pa\u00eds totalizou 592 mil toneladas, volume 1,3% maior que o dos 12 meses anteriores. O avan\u00e7o, pequeno, \u00e9 sintoma do cen\u00e1rio macroecon\u00f4mico desfavor\u00e1vel, mas, em receita, o segmento movimentou R$ 6,6 bilh\u00f5es, ou 13% a mais na mesma compara\u00e7\u00e3o. De outubro de 2019 a setembro de 2020, o volume havia diminu\u00eddo quase 4%.<br><br>Esse aumento de receita foi resultado direto da alta de pre\u00e7os, diz a diretora da Kantar. Apenas no terceiro trimestre do ano passado, o pre\u00e7o m\u00e9dio das unidades comercializadas aumentou 11,6%.<br><br>Mesmo com a perda de poder de compra dos brasileiros, o iogurte ainda est\u00e1 na lista de supermercado de mais de 70% das fam\u00edlias do pa\u00eds, de acordo com a Kantar. No ver\u00e3o de 2021, informa a empresa, o alcance chegou a 72,8%.<br><br>Neste ver\u00e3o, esta\u00e7\u00e3o em que o consumo do produto costuma crescer, a demanda dever\u00e1 seguir firme, diz Carolina Silvestre. Quem consome e tem condi\u00e7\u00f5es de manter o produto na lista de compras, explica, reduz o volume de compra ou troca de marca antes de abrir m\u00e3o do produto.<br><br>As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Valor Econ\u00f4mico<\/p>\r\n<div style=\"text-align: justify;\"><hr><\/div>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph --><\/p>\r\n<p style=\"text-align: center;\"><i style=\"font-size: 1rem;\"><b>Jogo R\u00e1pido&nbsp;<\/b><\/i><\/p>\r\n<div style=\"text-align: center;\"><b><\/b><i><b>Mercado Livre divulga os produtos mais comprados em 2021 e&nbsp;leite condensado lidera<br><\/b>&nbsp;O leite condensado apareceu entre os mais vendidos em oito dos 12 meses do ano, ficando \u00e0 frente da cerveja (quatro meses) e de m\u00e1scaras descart\u00e1veis ou N95 (tr\u00eas meses). Ao que tudo indica, o brasileiro quis ado\u00e7ar a vida, em meio \u00e0 pandemia de covid-19. O item mais adquirido ao longo de 2021, no Mercado Livre, foi leite condensado. O produto apareceu entre os mais vendidos em oito dos 12 meses do ano, ficando \u00e0 frente da cerveja (quatro meses) e de m\u00e1scaras descart\u00e1veis ou N95 (tr\u00eas meses). Entre os itens mais vendidos pelo marketplace, tamb\u00e9m se destacam biscoitos de chocolate, azeite e caf\u00e9 mo\u00eddo. Mais comprados no Brasil no Mercado Livre. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Valor Econ\u00f4mico)<\/i><\/div>\r\n<hr>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 10 de janeiro de 2022&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 16 - N\u00b0 3.573 De olho na sa\u00fade, consumidor compra mais bebidas funcionais Esse mercado movimentou US$ 130,5 bilh\u00f5es no mundo <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2022\/01\/10\/10-01-2022\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"10\/01\/2022\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-8699","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8699","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8699"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8699\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":8704,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8699\/revisions\/8704"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8699"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8699"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8699"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}