{"id":862,"date":"2015-12-09T19:46:02","date_gmt":"2015-12-09T19:46:02","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2015\/12\/09\/09-12-2015\/"},"modified":"2015-12-09T19:46:02","modified_gmt":"2015-12-09T19:46:02","slug":"09-12-2015","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2015\/12\/09\/09-12-2015\/","title":{"rendered":"09\/12\/2015"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 09 de dezembro de 2015 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 9 - N\u00b0 2.164<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"text-align: justify;\"><span face=\"tahoma, geneva, sans-serif\" style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><\/span><\/span><\/strong><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"width: 811px; height: 16px; text-align: justify; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>&nbsp;&nbsp;<\/strong><strong style=\"text-align: justify;\">Desafios das cadeias produtivas de avos, su\u00ednos e latic\u00ednios para 2016 ser\u00e3o apresentados em Porto Alegre<\/strong><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">As entidades organizadoras do V AVISULAT - Congresso e Feira Brasil Sul de Avicultura, Suinocultura e Latic\u00ednios realizam no dia 10 de dezembro, quinta-feira, \u00e0s 9h, no Centro de Eventos FIERGS (Av. Assis Brasil, 8787 - Sala D3 - 300), em Porto Alegre\/RS, Caf\u00e9 da Manh\u00e3 com o tema Desafios das cadeias produtivas para o cen\u00e1rio econ\u00f4mico de 2016, para imprensa e convidados do setor.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">O evento tem como objetivo refletir o ano que encerra sob o ponto de vista desses setores, destacar os desafios para 2016 a partir de dados e leitura de cen\u00e1rios e apresentar os preparativos para a 5\u1d43 edi\u00e7\u00e3o do AVISULAT, de 22 a 24 de novembro de 2016. O caf\u00e9 da manh\u00e3 contar\u00e1 com a Palestra Cen\u00e1rio Econ\u00f4mico Perspectivas para 2016, apresentada por Oscar Frank Junior, Economista da Unidade de Estudos Econ\u00f4micos do Sistema FIERGS.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">\"A magnitude da crise que atinge o Brasil e o RS imp\u00f5e desafios para os governos e o setor privado. O entendimento dos principais balizadores da atual conjuntura e dos poss\u00edveis cen\u00e1rios para 2016 pode ser decisivo para o ramo empresarial, qualificando o processo de tomada de decis\u00e3o. Al\u00e9m disso, o setor de alimentos apresenta algumas peculiaridades que o diferenciam dos demais. Quando levadas em considera\u00e7\u00e3o, essas caracter\u00edsticas ajudam a delimitar de forma mais acurada a resposta do segmento diante de mudan\u00e7as na economia.\", avalia o economista.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Promovido pela Associa\u00e7\u00e3o Ga\u00facha de Avicultura - Asgav; Sindicato das Ind\u00fastrias de Produtos Su\u00ednos do Estado do RS - SIPS e Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios e Produtos Derivados do Estado do RS - Sindilat, em parceria com a FIERGS, o V AVISULAT (www.avisulat.com.br) reunir\u00e1 toda a cadeia produtiva da Avicultura, Suinocultura e Latic\u00ednios para promover neg\u00f3cios, apresentar inova\u00e7\u00f5es, ampliar o debate sobre as demandas dos setores e divulgar trabalhos e pesquisas da comunidade cient\u00edfica. Destaca-se na programa\u00e7\u00e3o, o Encontro Internacional de Neg\u00f3cios, \u00e1rea especial reservada para estreitar relacionamentos e fechar neg\u00f3cios entre exportadores e importadores de carnes de aves e su\u00ednos, ovos e leite e produtos industriais destes setores.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">\"O AVISULAT re\u00fane tr\u00eas setores que, apesar da crise desse ano, est\u00e3o em plena atividade. Preparar-se para 2016 a partir da an\u00e1lise de cen\u00e1rios \u00e9 fundamental para equilibrar \u00e1reas que ainda precisam de recupera\u00e7\u00e3o. Produzimos alimentos que t\u00eam a prefer\u00eancia na mesa do consumidor, fator que nos ajuda a enfrentar a crise\", destaca Jos\u00e9 Eduardo dos Santos, Coordenador Geral AVISULAT 2016. Na \u00faltima edi\u00e7\u00e3o, em 2014, o AVISULAT contou com um p\u00fablico de 5 mil pessoas por dia, US$ 18 milh\u00f5es em expectativa de neg\u00f3cios, compradores de 7 pa\u00edses e 114 reuni\u00f5es no Encontro Internacional de neg\u00f3cios. (Fonte: Exame, adaptado pela Equipe Milknet)<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Mercado de l\u00e1cteos dever\u00e1 ser desafiador em 2016, diz USDEC<\/strong><\/p>\n<p> O Conselho de Exporta\u00e7\u00f5es de L\u00e1cteos dos Estados Unidos (USDEC) espera outro ano desafiador para o mercado de l\u00e1cteos em 2016 \u00e0 medida que R\u00fassia e China continuam reduzindo sua depend\u00eancia das importa\u00e7\u00f5es. Embora a produ\u00e7\u00e3o continue crescendo firmemente desde 2010, com um extra de 2% ou 5 milh\u00f5es de toneladas a cada ano, o mercado se enfraqueceu bastante nos \u00faltimos 18 meses. Uma grande raz\u00e3o para a queda na demanda tem sido o crescimento das importa\u00e7\u00f5es da China - ou a falta dele - nos dois \u00faltimos anos.&nbsp;<\/p>\n<p> A R\u00fassia cortou grande parte de suas importa\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos de todo o mundo. R\u00fassia e China, combinados, importaram 18 milh\u00f5es de toneladas de leite em 2014; hoje, importam 10 milh\u00f5es de toneladas. \"\u00c9 um decl\u00ednio enorme. S\u00e3o 8 milh\u00f5es de toneladas de leite ou 11% do leite mundial. Para piorar, a produ\u00e7\u00e3o de leite continua crescendo\", disse o vice-presidente de comunica\u00e7\u00f5es do USDEC, Alan Levitt.<\/p>\n<p> Levitt disse que as tend\u00eancias dever\u00e3o continuar em 2016 \u00e0 medida que os fornecedores ainda est\u00e3o empurrando quantidades que correspondem aos n\u00edveis de importa\u00e7\u00e3o para 2014, n\u00edveis que ele disse que \"n\u00e3o existem mais\". Embora Levitt espere que a China aumente suas importa\u00e7\u00f5es nos pr\u00f3ximos anos, ele n\u00e3o prev\u00ea crescimento como nos anos anteriores.<\/p>\n<p> Embora China e R\u00fassia n\u00e3o tenham ajudado o mercado, houve ganhos na Europa, particularmente na Irlanda e na Holanda. Levitt disse que esses dois pa\u00edses aumentaram em 10% a produ\u00e7\u00e3o. Do lado da compra, ele disse que as importa\u00e7\u00f5es de muitos pa\u00edses viram crescimento de duplo d\u00edgito, mas n\u00e3o o suficiente para preencher as lacunas que a China criou.<\/p>\n<p> Levitt disse que ainda haver\u00e1 \"estoques que pairar\u00e3o sobre o mercado\" e que adiar\u00e3o a recupera\u00e7\u00e3o do mesmo, incluindo os estoques europeus de leite em p\u00f3 desnatado, que est\u00e1 em seu maior n\u00edvel em cinco anos. Levitt disse que h\u00e1 mais de 250.000 toneladas, o dobro do n\u00edvel desejado de mercado, em estoque e isso pode aumentar mais antes de terminar 2015. \"Nos Estados Unidos, temos um estoque acumulando tamb\u00e9m\", disse Levitt, dizendo que os estoques de leite em p\u00f3 comercial alcan\u00e7aram um recorde no final de julho.<\/p>\n<p> Os estoques continuar\u00e3o sendo problem\u00e1ticos tamb\u00e9m em 2016, disse ele, e v\u00e3o provavelmente mais que adiar a recupera\u00e7\u00e3o do mercado mesmo ap\u00f3s a recupera\u00e7\u00e3o da oferta e da demanda. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Dairy Reporter)<\/p>\n<p> <strong>Mobiliza\u00e7\u00e3o por novo PPCI<\/strong><\/p>\n<p> Representantes das entidades ligadas \u00e0s cadeias de aves, su\u00ednos e pecu\u00e1ria de corte e de leite iniciaram mobiliza\u00e7\u00e3o pela flexibiliza\u00e7\u00e3o das exig\u00eancias dos Planos de Preven\u00e7\u00e3o Contra Inc\u00eandios (PPCI) de granjas, avi\u00e1rios, pocilgas, est\u00e1bulos e galp\u00f5es. A demanda ser\u00e1 apresentada ao secret\u00e1rio da Agricultura, Ernani Polo, amanh\u00e3.&nbsp;<\/p>\n<p> Na avalia\u00e7\u00e3o do setor produtivo, as constru\u00e7\u00f5es localizadas em \u00e1reas afastadas devem ser tratadas de forma diferenciada. A ideia \u00e9 estabelecer uma estrat\u00e9gia de trabalho que leve \u00e0 revis\u00e3o do marco legal dos estabelecimentos de produ\u00e7\u00e3o que oferecem \"risco desprez\u00edvel\" devido \u00e0 localiza\u00e7\u00e3o em \u00e1reas de pouca movimenta\u00e7\u00e3o. \"Estamos falando de constru\u00e7\u00f5es destinadas \u00e0 produ\u00e7\u00e3o e que n\u00e3o t\u00eam a presen\u00e7a permanente de pessoas\", explica o presidente do Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanit\u00e1ria Animal (Fundesa), Rog\u00e9rio Kerber. Na avalia\u00e7\u00e3o das entidades, as edifica\u00e7\u00f5es rurais n\u00e3o podem ser comparadas \u00e0 ind\u00fastria ou \u00e1reas destinadas ao lazer, que oferecem mais riscos devido \u00e0 aglomera\u00e7\u00e3o de pessoas. \"Buscamos uma adequa\u00e7\u00e3o da lei \u00e0 nossa realidade\", comenta o diretor-executivo da Asgav, Jos\u00e9 Eduardo dos Santos.&nbsp;<\/p>\n<p> Segundo o secret\u00e1rio Ernani Polo, o setor busca um mecanismo para altera\u00e7\u00e3o na lei. \"Vamos trabalhar para excluir estabelecimentos de baixo risco\", prometeu. Conforme Polo, a exig\u00eancia atual gera custos e aumenta a burocracia. \"N\u00e3o faz muito sentido ter um PPCI para um avi\u00e1rio. \u00c9 um custo a mais e entendemos que n\u00e3o uma necessidade que ele seja implementado.\" Em Santa Catarina, a diferencia\u00e7\u00e3o do PPCI para atividades rurais foi feita por meio de instru\u00e7\u00e3o normativa. (Correio do Povo)<\/p>\n<p> <strong>K\u00e1tia Abreu negocia refor\u00e7o de R$ 350 milh\u00f5es para o seguro rural em 2016<\/strong><\/p>\n<p> O or\u00e7amento do Programa de Subven\u00e7\u00e3o ao Pr\u00eamio do Seguro Rural (PSR) pode ganhar refor\u00e7o em 2016, passando de R$ 400 milh\u00f5es para R$ 750 milh\u00f5es. Isso porque a ministra K\u00e1tia Abreu negocia com os minist\u00e9rios da Fazenda e do Planejamento e o Tesouro Nacional o remanejamento de R$ 350 milh\u00f5es do Programa de Garantia de Pre\u00e7o M\u00ednimo (PGPM) para o seguro rural. O an\u00fancio foi feito nesta ter\u00e7a-feira (8) pelo secret\u00e1rio de Pol\u00edtica Agr\u00edcola do Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (Mapa), Andr\u00e9 Nassar, em Bras\u00edlia.<\/p>\n<p> \"A proposta \u00e9 que se busque consenso dentro do governo para que seja realocada para o seguro rural parte dos recursos de garantia de sustenta\u00e7\u00e3o de pre\u00e7o, como o Pr\u00eamio Equalizador Pago ao Produtor (Pepro) e Pr\u00eamio para Escoamento do Produto (PEP)\", disse Nassar.<\/p>\n<p> De acordo com o secret\u00e1rio de Pol\u00edtica Agr\u00edcola, o Mapa fez um levantamento dos montantes destinados ao Pepro e PEP e chegou \u00e0 conclus\u00e3o que, ao final do ano, os valores n\u00e3o s\u00e3o integralmente usados. Desta forma, assinalou Nassar, esses recursos poder\u00e3o ser transferidos para o PSR, dando apoio aos produtores rurais. \"Com isso, praticamente dobrar\u00e1 o volume de recursos para o seguro\", enfatizou o secret\u00e1rio. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Mapa)<\/p>\n<p> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/div>\n<div>\n<div><em><span style=\"text-align: justify;\">Cesta b\u00e1sica&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Em novembro, houve aumento do conjunto de bens aliment\u00edcios b\u00e1sicos nas 18 capitais onde o DIEESE (Departamento Intersindical de Estat\u00edstica e Estudos Socioecon\u00f4micos) realiza a Pesquisa da Cesta B\u00e1sica de Alimentos. As maiores altas ocorreram em Bras\u00edlia (9,22%), Campo Grande (8,66%), Salvador (8,53%) e Recife (8,52%). O menor aumento foi registrado em Bel\u00e9m (1,23%). A capital com maior custo da cesta b\u00e1sica foi Porto Alegre (R$ 404,62), seguida de S\u00e3o Paulo (R$ 399,21), Florian\u00f3polis (R$ 391,85) e Rio de Janeiro (R$ 385,80). Os menores valores m\u00e9dios foram observados em Aracaju (R$ 291,80), Natal (R$ 302,14) e Jo\u00e3o Pessoa (R$ 310,15). &nbsp;Com base no total apurado para a cesta mais cara, a de Porto Alegre, e levando em considera\u00e7\u00e3o a determina\u00e7\u00e3o constitucional que estabelece que o sal\u00e1rio m\u00ednimo deve ser suficiente para suprir as despesas de um trabalhador e sua fam\u00edlia com alimenta\u00e7\u00e3o, moradia, sa\u00fade, educa\u00e7\u00e3o, vestu\u00e1rio, higiene, transporte, lazer e previd\u00eancia, o DIEESE estima mensalmente o valor do sal\u00e1rio m\u00ednimo necess\u00e1rio. Em novembro de 2015, o sal\u00e1rio m\u00ednimo necess\u00e1rio para a manuten\u00e7\u00e3o de uma fam\u00edlia de quatro pessoas deveria equivaler a R$ 3.399,22, ou 4,31 vezes mais do que o m\u00ednimo de R$ 788,00. (Fonte: Jornal do Com\u00e9rcio)<\/span><\/em><\/div>\n<div><em><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/em><\/div>\n<div><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1095\" \/><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<p> <center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"><center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"> <\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><a href=\"%__socialm_FCB%\" style=\"padding: 3px;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/images\/FCB.png\" \/><\/a><a href=\"%__socialm_TWT%\" style=\"padding: 3px;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/images\/TWT.png\" \/><\/a><br \/> Compartilhe nas redes sociais<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"> <span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><a href=\"%__optout%\" target=\"_BLANK\" style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\">Descadastre-se <\/a> caso n\u00e3o queira receber mais e-mails.<\/span><\/span><span style=\"display: none;\">&nbsp; <\/span><\/p>\n<p> <\/center><\/center> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span id=\"cke_bm_97E\" style=\"display: none;\"><\/span><span id=\"cke_bm_503E\" style=\"display: none;\"><\/span><\/span><\/span><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Porto Alegre, 09 de dezembro de 2015 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 9 - N\u00b0 2.164 &nbsp; &nbsp;&nbsp;Desafios das cadeias produtivas de avos, su\u00ednos e latic\u00ednios para 2016 ser\u00e3o apresentados em Porto Alegre As <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2015\/12\/09\/09-12-2015\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"09\/12\/2015\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-862","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/862","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=862"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/862\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=862"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=862"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=862"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}