{"id":8515,"date":"2021-12-01T20:02:11","date_gmt":"2021-12-01T20:02:11","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=8515"},"modified":"2021-12-01T20:04:13","modified_gmt":"2021-12-01T20:04:13","slug":"01-12-2021","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2021\/12\/01\/01-12-2021\/","title":{"rendered":"01\/12\/2021"},"content":{"rendered":"<figure class=\"wp-block-image\" style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/figure>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><!-- \/wp:post-content -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph --><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 01\u00ba de dezembro de 2021&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 15 - N\u00b0 3.552<\/p>\r\n<hr>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">\r\n<div><b>Evolu\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o mundial de leite em 2021<\/b><\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>A tabela a seguir mostra os principais pa\u00edses produtores de leite, que representam cerca de 60% da produ\u00e7\u00e3o mundial, nos quais se observa um aumento na produ\u00e7\u00e3o de 0,70%, de janeiro a setembro de 2021 em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo do ano anterior.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/0AmR1bABF0214\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/0AmR1bABF0214\"><br><br><\/div>\r\n<div>A Uni\u00e3o Europeia, que veio com valores negativos no acumulado dos primeiros 7 meses do ano, praticamente igualou a produ\u00e7\u00e3o do mesmo per\u00edodo de 2020 em agosto, mas n\u00e3o conseguiu sustentar uma melhora em setembro. A alta de 1,9% dos Estados Unidos \u00e9 devido \u00e0 sua alta representatividade na produ\u00e7\u00e3o mundial, que determina o n\u00edvel de evolu\u00e7\u00e3o do todo.<br><br><\/div>\r\n<div>O Uruguai, junto com a Argentina e depois a Nova Zel\u00e2ndia, apresentaram os maiores percentuais de crescimento em todo o mundo.<br><br><\/div>\r\n<div>Vale ressaltar que, ao longo do ano, as taxas de evolu\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o acumulada neste grupo de pa\u00edses foram se elevando, por\u00e9m, nos meses de junho e julho esse crescimento parou e em julho a taxa de crescimento come\u00e7ou a cair:<br><br><\/div>\r\n<div>\u25cf Janeiro a fevereiro: -0,39%<\/div>\r\n<div>\u25cf Janeiro a mar\u00e7o: + 0,31%<\/div>\r\n<div>\u25cf Janeiro a abril: + 0,81%<\/div>\r\n<div>\u25cf Janeiro a maio: + 1,10%<\/div>\r\n<div>\u25cf Janeiro a junho: + 1,10%<\/div>\r\n<div>\u25cf Janeiro a julho: + 1,07%<\/div>\r\n<div>\u25cf Janeiro a agosto: + 1,00%<\/div>\r\n<div>\u25cf Janeiro a setembro: +0,70<br><br><\/div>\r\n<div>Assim, as proje\u00e7\u00f5es das principais refer\u00eancias mundiais apontam para um leve crescimento da produ\u00e7\u00e3o mundial de leite em 2021, abaixo de 1%.<br><br><\/div>\r\n<div>As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Observat\u00f3rio da Cadeia L\u00e1ctea Argentina (OCLA), traduzidas pela Equipe MilkPoint.<\/div>\r\n<\/div>\r\n<hr>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">\r\n<div style=\"text-align: justify;\"><b>Uruguai: capta\u00e7\u00e3o de leite 2,4% maior que o ano passado, at\u00e9 outubro<br><\/b><br>A capta\u00e7\u00e3o de leite pelas ind\u00fastrias no Uruguai foi levemente inferior em outubro deste ano em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo m\u00eas de 2020, com uma queda de 0,9%, chegando a 220 milh\u00f5es de litros, contra 222 milh\u00f5es de litros no ano passado.<br><br>No entanto, com o avan\u00e7o da primavera, o valor excede o volume de setembro, quando 206,7 milh\u00f5es foram enviados. O total de outubro de 2021 \u00e9 agora o segundo maior registro para o m\u00eas, desde o que aconteceu em 2020.<br><br>Apesar da pequena redu\u00e7\u00e3o, os dados de um estudo feito pelos t\u00e9cnicos do Instituto Nacional do Leite (Inale) sustentam a proje\u00e7\u00e3o que indica que, neste ano, se n\u00e3o houver retrocessos, o crescimento produtivo percebido durante 2020 ser\u00e1 fortalecido. E, 2020, um recorde anual foi alcan\u00e7ado: 2,0776 bilh\u00f5es de litros, 5,5% a mais do que no ano anterior.<br><br>O ano passado foi a terceira vez na hist\u00f3ria em que foi superado o marco emblem\u00e1tico dos 2 bilh\u00f5es de litros. Isso havia acontecido anteriormente em 2013, com 2,0178 bilh\u00f5es, e em 2018, quando foram encaminhados 2,0634 bilh\u00f5es de litros.<br><br>A capta\u00e7\u00e3o acumulada em 2021, agora no segmento de janeiro a outubro, est\u00e1 em 1,739 bilh\u00e3o de litros,&nbsp; 2,4% acima do que foi enviado nos primeiros 10 meses de 2020.<br><br>Considerando a capta\u00e7\u00e3o no \u00faltimo ano, de novembro de 2020 a outubro de 2021, um aumento de 3% \u00e9 observado em compara\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo anterior, com um volume de 2,119 bilh\u00f5es de litros. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do El Observador, traduzidas pela Equipe MilkPoint.)<br><br><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/ND0e34ABF0212\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/ND0e34ABF0212\"><br><br><br><br><br><br><br><br><b>La Ni\u00f1a tende a ser de fraca e moderada de dezembro a fevereiro<br><\/b><br>O La Ni\u00f1a provavelmente ser\u00e1 de fraco a moderado entre dezembro e fevereiro de 2022, apontou a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Meteorologia (OMM). Mas, embora mais ameno do que em 2020\/2021, o fen\u00f4meno tende a afetar setores sens\u00edveis ao clima, como agricultura, sa\u00fade, recursos h\u00eddricos e gest\u00e3o de desastres.&nbsp;<br><br>O La Ni\u00f1a \u00e9 um fen\u00f3meno ligado ao resfriamento em larga escala das temperaturas no Oceano Pac\u00edfico equatorial central e oriental, em conjunto com mudan\u00e7as na circula\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica tropical \u2014 ou seja, ventos, press\u00e3o e chuvas. Geralmente tem reflexos opostos sobre o clima do que o El Ni\u00f1o, que \u00e9 a fase quente da chamada Oscila\u00e7\u00e3o Sul do El Ni\u00f1o (ENSO).&nbsp;<br><br>\u201cO impacto do resfriamento do La Ni\u00f1a 2020\/2021, que \u00e9 normalmente sentido na segunda metade do evento, significa que 2021 est\u00e1 sendo um dos dez anos mais quentes registrados, e n\u00e3o o mais quente. \u00c9 um per\u00edodo de alivio curto e n\u00e3o reverte a&nbsp; tend\u00eancia de aquecimento a longo prazo nem reduz a urg\u00eancia da a\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica\u201d, disse o secret\u00e1rio-geral da OMM, Petteri Taalas.&nbsp;<br><br>Conforme a OMM, h\u00e1 90% de chance de que as temperaturas da superf\u00edcie do mar tropical do Pac\u00edfico permane\u00e7am nos n\u00edveis do La Ni\u00f1a at\u00e9 o fim deste ano, e uma chance moderada (70% a 80%) de que persistam nesses patamares at\u00e9 o primeiro trimestre de 2022.&nbsp;<br><br>Al\u00e9m do El Ni\u00f1o e do La Ni\u00f1a, h\u00e1 outros fatores clim\u00e1ticos, como a Oscila\u00e7\u00e3o do Atl\u00e2ntico Norte e o Dipolo do Oceano \u00cdndico, para avaliar os prov\u00e1veis efeitos dos fen\u00f4menos sobre a temperatura da superf\u00edcie regional e os padr\u00f5es de chuvas.&nbsp;<br>&nbsp;Impactos por regi\u00e3o&nbsp;<br><br>Espera-se que muitas regi\u00f5es do globo apresentem temperaturas acima da m\u00e9dia. As exce\u00e7\u00f5es devem ser o noroeste da Am\u00e9rica do Norte, o subcontinente indiano, a Pen\u00ednsula Indochinesa e a Austr\u00e1lia.&nbsp;<br><br>Um inverno excepcionalmente quente \u00e9 previsto no extremo norte e no nordeste da \u00c1sia e no \u00c1rtico. Tamb\u00e9m s\u00e3o esperadas temperaturas acima da m\u00e9dia no leste e no sudeste da Am\u00e9rica do Norte \u2014 incluindo grande parte do Caribe \u2014 e no nordeste da \u00c1sia e grande parte da Europa, de acordo com os modelos.&nbsp;<br><br>Mais ao Sul, s\u00e3o previstas temperaturas acima da m\u00e9dia em uma grande \u00e1rea do subcontinente mar\u00edtimo que se estende para o Pac\u00edfico Sul, bem como perto da \u00c1frica equatorial, at\u00e9 Madagascar.&nbsp;<br><br>Temperaturas quase normais ou abaixo do normal s\u00e3o previstas para a maior parte da Am\u00e9rica do Sul, sobretudo no norte da regi\u00e3o, enquanto para a maior parte da costa oeste sul-americana est\u00e3o previstas temperaturas abaixo do normal.<br><br>S\u00e3o esperados alguns impactos t\u00edpicos das chuvas do La Ni\u00f1a. H\u00e1 maiores chances de condi\u00e7\u00f5es anormalmente secas ao longo do Equador, em torno da linha e que devem se estendem at\u00e9 a parte mais meridional da Am\u00e9rica do Sul e ao noroeste do sul da \u00c1sia e do Oriente M\u00e9dio (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Valor Econ\u00f4mico, adaptadas pela equipe MilkPoint)<\/div>\r\n<\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\"><hr><\/div>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph --><\/p>\r\n<p style=\"text-align: center;\"><em><strong>&nbsp;Jogo R\u00e1pido <\/strong><\/em><\/p>\r\n<div style=\"text-align: center;\"><i><b>Conhe\u00e7a a p\u00e1gina tem\u00e1tica de qualidade do leite<\/b><br>&nbsp;A qualidade do leite \u00e9 primordial para todos os elos do setor. \u00c9 fundamental assegurar a qualidade do leite nas propriedades leiteiras para a inocuidade da mat\u00e9ria-prima e para o processamento de l\u00e1cteos na ind\u00fastria. Entretanto, essa n\u00e3o \u00e9 uma tarefa simples nas propriedades leiteiras! A qualidade do leite pode ser influenciada por diversos fatores, como nutri\u00e7\u00e3o, higiene do ambiente, doen\u00e7as no rebanho (principalmente mastite), entre outros fatores. Uma mat\u00e9ria-prima com altera\u00e7\u00f5es f\u00edsico-qu\u00edmicas e\/ou microbiol\u00f3gicas, reflete na qualidade e rendimento na fabrica\u00e7\u00e3o do leite e seus derivados nos latic\u00ednios, por exemplo. Dessa forma, ciente da import\u00e2ncia da qualidade do leite, o MilkPoint criou uma p\u00e1gina exclusiva sobre esse assunto. Na p\u00e1gina tem\u00e1tica de qualidade do leite est\u00e3o reunidos os artigos com essa tem\u00e1tica, envolvendo CCS, CBT, mastite bovina, prote\u00edna e gordura do leite, crioscopia, entre outros. Vale a pena conferir,&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.milkpoint.com.br\/temas\/qualidade-leite\/\" data-cke-saved-href=\"https:\/\/www.milkpoint.com.br\/temas\/qualidade-leite\/\">clique aqui e acesse<\/a>! (Milkpoint)<\/i><\/div>\r\n<hr>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 01\u00ba de dezembro de 2021&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 15 - N\u00b0 3.552 Evolu\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o mundial de leite em 2021 &nbsp; A tabela a seguir mostra os principais pa\u00edses produtores de leite, <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2021\/12\/01\/01-12-2021\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"01\/12\/2021\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-8515","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8515","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8515"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8515\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":8518,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8515\/revisions\/8518"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8515"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8515"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8515"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}