{"id":8508,"date":"2021-11-30T19:51:35","date_gmt":"2021-11-30T19:51:35","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=8508"},"modified":"2021-11-30T20:13:46","modified_gmt":"2021-11-30T20:13:46","slug":"30-11-2021","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2021\/11\/30\/30-11-2021\/","title":{"rendered":"30\/11\/2021"},"content":{"rendered":"<figure class=\"wp-block-image\" style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/figure>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><!-- \/wp:post-content -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph --><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 30 de novembro de 2021&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 15 - N\u00b0 3.551<\/p>\r\n<hr>\r\n<div style=\"text-align: justify;\"><b>Publicado Manual Operativo do Fundoleite<br><br><\/b>Foi publicada&nbsp; no Di\u00e1rio Oficial a RESOLU\u00c7\u00c3O FUNDOLEITE n\u00ba 001, de 29 de novembro de 2021 que disp\u00f5e sobre as regras aplic\u00e1veis para apresenta\u00e7\u00e3o de projeto t\u00e9cnico por empresa ou cooperativa contribuintes da taxa prevista no item 11 do T\u00edtulo VI da Tabela de Incid\u00eancia anexa \u00e0 Lei n\u00ba 8.019, de 19 de dezembro de 1985, destinada \u00e0s a\u00e7\u00f5es do Fundo de Desenvolvimento da cadeia Produtiva do Leite do Rio Grande do Sul - FUNDOLEITE.<br><br><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2021\/11\/30\/resolucao-fundoleite-no-001-de-29-de-novembro-de-2021\/\" data-cke-saved-href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2021\/11\/30\/resolucao-fundoleite-no-001-de-29-de-novembro-de-2021\/\">Acesse aqui a resolu\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/a><br><br>As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Di\u00e1rio Oficial adaptadas pelo Sindilat\/RS<\/div>\r\n<hr>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">\r\n<div style=\"text-align: justify;\">\r\n<p><strong>Piracanjuba na premia\u00e7\u00e3o AGAS 2021<\/strong><br>Piracanjuba ganha destaque no Rio Grande do Sul como Melhor Fornecedor de Produto Zero Lactose! A boa not\u00edcia veio da Associa\u00e7\u00e3o Ga\u00facha de Supermercados (AGAS), que apresentou, no \u00faltimo dia 23, o resultado do Trof\u00e9u Carrinho AGAS. A Piracanjuba foi eleita como campe\u00e3 da categoria dos produtos sem lactose.<\/p>\r\n<p>A lista dos premiados foi escolhida ap\u00f3s vota\u00e7\u00e3o espont\u00e2nea de mais de 250 supermercados do estado, que indicaram o melhor fornecedor, conforme \u00e1rea de atua\u00e7\u00e3o. A edi\u00e7\u00e3o deste ano tamb\u00e9m teve outra novidade: a divulga\u00e7\u00e3o dos vencedores do pr\u00eamio Lan\u00e7amento do Ano. Em 2021, inscrevemos tr\u00eas produtos na premia\u00e7\u00e3o: Farinha L\u00e1ctea, IMUNODAY e Protein + Whey, todos eles com novidades que foram apresentadas aos consumidores. (Piracanjuba)<\/p>\r\n<p>&nbsp;<\/p>\r\n<p><strong>Pandemia torna sustentabilidade mais importante para 62% dos latino-americanos<br><\/strong>Nos \u00faltimos anos, falar a respeito de sustentabilidade e adotar medidas que colaboram com o meio ambiente deixou de ser um diferencial para transformar-se em uma obriga\u00e7\u00e3o. Os estudos Who Cares Who Does (WCWD) e Consumer Insights 2021, elaborados pela divis\u00e3o Wordpanel da Kantar, l\u00edder em dados, insights e consultoria, mostram que a pandemia de Covid-19 fez muita gente refletir sobre os impactos humanos na natureza.<\/p>\r\n<p>De acordo com os levantamentos, 62% dos consumidores latino-americanos afirmam dar mais import\u00e2ncia \u00e0 sustentabilidade hoje e mais da metade do p\u00fablico declara que houve altera\u00e7\u00e3o em seu comportamento de compras. Al\u00e9m dos impactos causados pelo pr\u00f3prio v\u00edrus, fatores como crises h\u00eddricas, falta de insumos, aumento dos pre\u00e7os e escassez de itens contribuem para esse resultado e refor\u00e7aram a necessidade de preservar o meio ambiente.<\/p>\r\n<p>Os compradores que se preocupam muito com o assunto e est\u00e3o tomando as medidas necess\u00e1rias para reduzir o desperd\u00edcio s\u00e3o chamados de Eco Actives. H\u00e1 tamb\u00e9m os Eco Considers, que demonstram preocupa\u00e7\u00e3o com o tema, mas nem sempre agem em prol da causa. Um terceiro grupo, batizado de Eco Dismissers, pouco se preocupa com a preserva\u00e7\u00e3o ambiental.<\/p>\r\n<p>Atualmente, os Eco Actives representam 8% da popula\u00e7\u00e3o brasileira, com um impacto na cesta de FMCG de R$ 7,9 bilh\u00f5es. O grupo vem crescendo desde 2019, e as proje\u00e7\u00f5es indicam que ele representar\u00e1 mais da metade (56%) da popula\u00e7\u00e3o mundial nos pr\u00f3ximos 10 anos. No Brasil, um em cada cinco consumidores ter\u00e1 esse perfil.<\/p>\r\n<p><br>Alerta para as empresas<br>O crescimento da parcela da sociedade mais engajada com sustentabilidade desperta um alerta para marcas que, atualmente, apresentam baixos desempenhos de vendas com Eco Actives. Por isso, companhias que n\u00e3o abordam o assunto com responsabilidade correm o risco de perder cada vez mais espa\u00e7o no mercado no futuro.<\/p>\r\n<p>Segundo dados da Kantar, marcas que atendem demandas de sustentabilidade e comunicam seus esfor\u00e7os crescem de duas a sete vezes mais r\u00e1pido com esse grupo de consumidores. Entretanto, ganhar a confian\u00e7a e passar credibilidade s\u00e3o a\u00e7\u00f5es que levam tempo e requerem esfor\u00e7os.<\/p>\r\n<p>Marcas que desejam implementar mudan\u00e7as relacionadas ao tema devem ficar atentas aos comportamentos e \u00e0s necessidades dos clientes. No Brasil, por exemplo, observa-se que as pessoas valorizam fatos como a redu\u00e7\u00e3o de pl\u00e1sticos, a ado\u00e7\u00e3o de embalagens retorn\u00e1veis e o uso de produtos naturais e org\u00e2nicos.<br><br>Expectativas e prefer\u00eancias dos consumidores brasileiros:<br>Para 53% das pessoas ouvidas pela Kantar, os sacos pl\u00e1sticos s\u00e3o os grandes vil\u00f5es do ecossistema. As garrafas pl\u00e1sticas aparecem em segundo lugar (41%).<\/p>\r\n<p>No geral, os consumidores brasileiros afirmam que d\u00e3o prefer\u00eancia a produtos comercializados em embalagens recicladas (43%) ou feitas com material recicl\u00e1vel (36%). Os selos de org\u00e2nicos (27%) e de ingredientes sustent\u00e1veis (27%) tamb\u00e9m s\u00e3o bastante significativos para o p\u00fablico.<\/p>\r\n<p>Apesar de demonstrarem mudan\u00e7as de comportamento e h\u00e1bitos de compra mais sustent\u00e1veis, apenas 23% das pessoas acreditam que as solu\u00e7\u00f5es para os problemas ambientais devem partir dos consumidores. Boa parte do p\u00fablico defende que essa responsabilidade precisa ser cumprida principalmente por pol\u00edticos e governantes (46%), que podem contribuir com a cria\u00e7\u00e3o e a execu\u00e7\u00e3o de leis, assim como os fabricantes (25%). (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da Kantar)<\/p>\r\n<p>&nbsp;<\/p>\r\n<p><strong>Argentina: um em cada quatro litros de leite produzidos \u00e9 exportado<br><\/strong>Apesar das dificuldades relacionadas \u00e0 log\u00edstica do com\u00e9rcio mundial e da permanente amea\u00e7a do governo de colocar restri\u00e7\u00f5es visando atender ao mercado interno, as exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos da Argentina v\u00eam crescendo. Entre janeiro e outubro aumentaram 5% em volume e 14,5% em valor, de acordo com dados do Observat\u00f3rio da Cadeia Leiteira Argentina (OCLA).<\/p>\r\n<p>Esse desempenho levou a uma participa\u00e7\u00e3o das exporta\u00e7\u00f5es na produ\u00e7\u00e3o total de leite fluido de 24%. Segundo Jorge Giraudo, diretor executivo da OCLA, essa participa\u00e7\u00e3o pode chegar a 25% at\u00e9 o final do ano, o que a aproximaria de patamares recordes, mas poderiam ser ainda maiores se o governo n\u00e3o limitasse a entrada de d\u00f3lares no pa\u00eds.<\/p>\r\n<p>Por ora, a sa\u00edda de l\u00e1cteos para o mercado internacional est\u00e1 ajudando a cadeia produtiva a depender um pouco menos do consumo interno, que costuma ser alto se comparado a outros pa\u00edses, mas est\u00e1 em forte queda em fun\u00e7\u00e3o da crise econ\u00f4mica local, caracterizada por infla\u00e7\u00e3o alt\u00edssima que impacta o poder de compra todos os meses.<\/p>\r\n<p>Sobre o andamento dos neg\u00f3cios, Giraudo explica: \u201cAs exporta\u00e7\u00f5es oscilaram muito devido a problemas de log\u00edstica e disponibilidade de cont\u00eaineres e navios, mas levando em considera\u00e7\u00e3o o que normalmente se exporta em novembro e dezembro, chegaria a 2,8-3 bilh\u00f5es de litros, cerca de 25% da oferta total de leite.\u201d<\/p>\r\n<p>Segundo Giraudo, as vendas ao exterior poderiam ser melhores se n\u00e3o fossem afetadas pelos \u201cimpostos de exporta\u00e7\u00e3o e o atraso do c\u00e2mbio. O valor em d\u00f3lar que pagam subtraindo este imposto \u00e9 menos da metade do d\u00f3lar com o qual muitos insumos s\u00e3o pagos\u201d, destacou.<\/p>\r\n<p>A seguir explicou que tamb\u00e9m \u201cArgentina e Am\u00e9rica do Sul n\u00e3o captam pre\u00e7os internacionais\u201d, pois aqui o pre\u00e7o de exporta\u00e7\u00e3o \u00e9 significativamente inferior ao da Nova Zel\u00e2ndia ou de outros pa\u00edses. \u201cEstamos falando em 3500\/3600 d\u00f3lares por tonelada quando valores mais altos s\u00e3o observados em outros mercados\u201d, disse Giraudo.<\/p>\r\n<p>Os principais destinos dos latic\u00ednios argentinos est\u00e3o concentrados em dois mercados, Arg\u00e9lia e Brasil, onde 30% dos produtos s\u00e3o enviados, para cada um. A maior parte do embarque \u00e9 leite em p\u00f3 (com 47% do total embarcado), enquanto os queijos representaram outros 25%. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Bichos de Campo, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/p>\r\n<\/div>\r\n<\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\"><hr><\/div>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph --><\/p>\r\n<p style=\"text-align: center;\"><em><strong>&nbsp;Jogo R\u00e1pido <\/strong><\/em><\/p>\r\n<div style=\"text-align: center;\"><i><b>Conhe\u00e7a a p\u00e1gina tem\u00e1tica de tend\u00eancia de consumo em l\u00e1cteos<br><\/b>Os comportamentos e tend\u00eancias de consumo s\u00e3o direcionadores de inova\u00e7\u00f5es, amplia\u00e7\u00e3o de portf\u00f3lio e defini\u00e7\u00e3o do mix de produ\u00e7\u00e3o de leite e derivados, refletindo na competitividade e protagonismo das marcas no mercado consumidor. Em um ambiente com diversos concorrentes, diretos e indiretos, as ind\u00fastrias de latic\u00ednios precisam ter cada vez um olhar mais atento e assertivo sobre as demandas atuais e futuras de consumo, al\u00e9m de atender as demandas locais, regionais e mundiais, bem como as diferentes gera\u00e7\u00f5es de consumo. Ou seja, \u00e9 uma tarefa complexa! Pensando nisso, o MilkPoint oferece aos usu\u00e1rios do site uma p\u00e1gina tem\u00e1tica exclusiva sobre tend\u00eancia de consumo em l\u00e1cteos,&nbsp; na qual est\u00e3o dispon\u00edveis uma s\u00e9rie de artigos que abordam o protagonismo do consumidor e seus comportamentos atuais e futuros.&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.milkpoint.com.br\/temas\/tendencias-consumo\/\" data-cke-saved-href=\"https:\/\/www.milkpoint.com.br\/temas\/tendencias-consumo\/\">Clique aqui<\/a>&nbsp;e confira! (Milkpoint)<\/i><\/div>\r\n<hr>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 30 de novembro de 2021&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 15 - N\u00b0 3.551 Publicado Manual Operativo do Fundoleite Foi publicada&nbsp; no Di\u00e1rio Oficial a RESOLU\u00c7\u00c3O FUNDOLEITE n\u00ba 001, de 29 de novembro <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2021\/11\/30\/30-11-2021\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"30\/11\/2021\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-8508","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8508","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8508"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8508\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":8514,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8508\/revisions\/8514"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8508"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8508"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8508"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}