{"id":847,"date":"2015-12-02T17:33:57","date_gmt":"2015-12-02T17:33:57","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2015\/12\/02\/02-12-2015\/"},"modified":"2015-12-02T17:33:57","modified_gmt":"2015-12-02T17:33:57","slug":"02-12-2015","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2015\/12\/02\/02-12-2015\/","title":{"rendered":"02\/12\/2015"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 02 de dezembro de 2015 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 9 - N\u00b0 2.159<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><strong style=\"text-align: justify;\"><span face=\"tahoma, geneva, sans-serif\" style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><\/span><\/span><\/strong><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"width: 811px; height: 16px; text-align: justify; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>&nbsp;Rob\u00f4 substitui m\u00e3o-de-obra na ordenha<\/strong><\/p>\n<p> A ideia de que um rob\u00f4 execute as tarefas do dia a dia no campo, possibilitando ao produtor mais tempo livre, h\u00e1 alguns anos lembraria um roteiro de fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica. Na produ\u00e7\u00e3o de leite, por\u00e9m, este cen\u00e1rio come\u00e7a a virar realidade. Em dois empreendimentos iniciados neste ano no Rio Grande do Sul, ainda em fase de adapta\u00e7\u00e3o, a penosa pr\u00e1tica da ordenha passou a ser feita pela m\u00e1quina, sem a necessidade de m\u00e3o de obra humana. De in\u00edcio, o aparelho conhecido como Sistema de Ordenha Volunt\u00e1ria (VMS, na sigla em ingl\u00eas), provocou a desconfian\u00e7a de alguns produtores associados \u00e0 D\u00e1lia Alimentos na pacata Nova Br\u00e9scia, onde o rob\u00f4 j\u00e1 est\u00e1 em atividade. Afinal, \u00e9 a pr\u00f3pria m\u00e1quina que identifica, com um laser, a localiza\u00e7\u00e3o dos tetos, encaixando as teteiras no local correto por meio de um bra\u00e7o pneum\u00e1tico. Antes, cada teto \u00e9 higienizado pelo pr\u00f3prio rob\u00f4. Todo o processo de ordenha dura at\u00e9 sete minutos e pode ser repetido cinco vezes por dia, enquanto as granjas normais fazem duas ordenhas. \"\u00c9 um projeto que proporciona conforto e bem-estar aos animais e aos produtores de leite\", define o supervisor de Gado Leiteiro da D\u00e1lia Alimentos, Fernando Oliveira de Ara\u00fajo. Ap\u00f3s a ordenha, o leite \u00e9 encaminhado automaticamente para um resfriador, e de l\u00e1 segue para o transporte. \"Depois que sai da vaca, ningu\u00e9m coloca a m\u00e3o no leite\", observa Ara\u00fajo. O sistema totalmente automatizado permite que apenas cinco funcion\u00e1rios trabalhem no condom\u00ednio. A estrutura conta, ainda, com um gerador, que \u00e9 acionado em caso de queda de energia.<\/p>\n<p> Prestes a ser inaugurado oficialmente, no dia 10, o Condom\u00ednio Dei Produttori di Latte Brescia -- batizado em homenagem aos imigrantes italianos -- conta com 16 produtores associados. O investimento de R$ 5 milh\u00f5es na compra dos equipamentos, importados da Su\u00e9cia, foi feito pela D\u00e1lia Alimentos, em parceria com a prefeitura, que cedeu o terreno, e com os produtores, que entraram com o rebanho e com a silagem. Outros tr\u00eas empreendimentos ser\u00e3o inaugurados ano que vem em Roca Sales, Arroio do Meio e Candel\u00e1ria. Embora a ordenha robotizada j\u00e1 exista no Estado (leia mais na p\u00e1gina 2), este \u00e9 o primeiro empreendimento da Am\u00e9rica Latina em formato associativo com pequenos produtores. Em Nova Br\u00e9scia, a ordenha robotizada come\u00e7ou a ser feita em outubro. O local conta, at\u00e9 o momento, com 181 animais -- todos da ra\u00e7a Holand\u00eas --, sendo 115 em produ\u00e7\u00e3o de leite. A capacidade, no entanto, \u00e9 para 210 em lacta\u00e7\u00e3o, que ser\u00e3o ordenhados por tr\u00eas rob\u00f4s. Por enquanto, o per\u00edodo \u00e9 de adapta\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que todos os animais eram criados a pasto antes de entrar no condom\u00ednio. A produ\u00e7\u00e3o, hoje, est\u00e1 em cerca de 2,5 mil litros por dia, n\u00famero considerado baixo para o sistema. \"Muda toda a rotina, ent\u00e3o essa \u00e9 uma lacta\u00e7\u00e3o de transi\u00e7\u00e3o\", explica Ara\u00fajo. A expectativa \u00e9 de que, na pr\u00f3xima lacta\u00e7\u00e3o, a produ\u00e7\u00e3o fique acima de 30 litros por vaca, o que resultaria em um total de 6,3 mil litros por dia. Para o produtor, a implanta\u00e7\u00e3o do sistema representa mais tempo para dedicar-se a outras atividades. \"D\u00e1 para desfrutar da qualidade de vida a que todo ser humano tem direito\", afirma Admir Lorenzon, 62 anos, que destinou 20 vacas ao condom\u00ednio. \"Se n\u00e3o fosse esse projeto, alguns iriam desistir da produ\u00e7\u00e3o\", acredita.<\/p>\n<p> A remunera\u00e7\u00e3o ao produtor ir\u00e1 funcionar de acordo com o valor de mercado de cada animal. A ideia da ordenha robotizada surgiu no Conselho de Administra\u00e7\u00e3o da cooperativa, que demonstrou preocupa\u00e7\u00e3o com o fato de que muitas fam\u00edlias n\u00e3o conseguiam fazer a sucess\u00e3o no campo. \"Vimos que o leite \u00e9 uma atividade rent\u00e1vel, se bem conduzida, mas que ter\u00edamos que ter propostas novas. E fomos buscar solu\u00e7\u00f5es mundo afora\", explica o presidente do conselho, Gilberto Piccinini, que tamb\u00e9m preside o Instituto Ga\u00facho do Leite (IGL). A compra dos equipamentos foi concretizada em 2013, ap\u00f3s viagem \u00e0 Su\u00e9cia. Segundo Piccinini, a viabilidade do investimento est\u00e1 associada \u00e0 busca por escala de produ\u00e7\u00e3o. \"Essa escala diminui os custos e damos ao produtor a perspectiva de uma melhor qualidade de vida\", observa. (Correio do Povo)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1470\" style=\"width: 415px; height: 549px;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Carrossel eleva rendimento<\/strong><\/p>\n<p> Diferente do sistema que utiliza apenas o bra\u00e7o rob\u00f3tico, a ordenhadeira rotat\u00f3ria, com capacidade para ordenhar 50 vacas em dez minutos, vem sendo utilizada por grandes produtores de leite que n\u00e3o conseguem encontrar m\u00e3o de obra para a atividade. H\u00e1 tr\u00eas anos, a Rasip, de Vacaria, investiu na compra de um equipamento como este e conseguiu duplicar o tambo. Na \u00e9poca, a empresa tinha entre 500 a 600 vacas em lacta\u00e7\u00e3o. Agora, s\u00e3o mil animais em lacta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p> Com a ordenhadeira rotat\u00f3ria, h\u00e1 possibilidade de ampliar o tambo para 1,2 mil vacas. \"Funciona como uma linha de montagem\", explica o diretor de opera\u00e7\u00f5es da Rasip L\u00e1cteos, Celso Zancan. Cada vaca usa uma tornozeleira eletr\u00f4nica e \u00e9 ordenhada tr\u00eas vezes ao dia. Para gerenciar a m\u00e1quina, importada da Alemanha, s\u00e3o necess\u00e1rios cinco funcion\u00e1rios. No sistema convencional seriam necess\u00e1rias oito pessoas para trabalhar no processo completo de ordenha. \"O rendimento \u00e9 maior\", avalia Zancan, referindo-se \u00e0 m\u00e3o de obra automatizada.<\/p>\n<p> O equipamento rotat\u00f3rio demora quatro horas para ordenhar os mil animais, criados em confinamento. A Rasip produz de 25 mil e 28 mil litros de leite por dia, em m\u00e9dia. Toda a produ\u00e7\u00e3o \u00e9 destinada \u00e0 fabrica\u00e7\u00e3o de queijo tipo grana. (Correio do Povo)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1471\" style=\"width: 500px; height: 355px;\" \/><\/p>\n<p> <strong>Tetra Pak e DeLaval aumentar\u00e3o n\u00b0 de vacas leiteiras na China at\u00e9 2020 e promover\u00e3o treinamentos<\/strong><\/p>\n<p> A Tetra Pak e a DeLaval assinaram um acordo com a Associa\u00e7\u00e3o de L\u00e1cteos da China para treinar 150 gerentes de fazendas leiteiras durante os pr\u00f3ximos cinco para que eles sejam capazes de administrar fazendas leiteiras de grande escala. A iniciativa \u00e9 parte dos planos do governo de aumentar o n\u00famero de vacas leiteiras criadas nessas fazendas de 45% para 60% at\u00e9 2020 e melhorar a efici\u00eancia de produ\u00e7\u00e3o, aumentando a qualidade dos produtos e melhorando os padr\u00f5es de bem-estar animal.<\/p>\n<p> A vice-presidente de comunica\u00e7\u00f5es da Tetra Pak para a Grande China, Angela Mou, disse que o programa de treinamento inclui gest\u00e3o de fazendas leiteiras, cria, nutri\u00e7\u00e3o e preven\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as. Isso ser\u00e1 fornecido por meio de palestras na Universidade de Agricultura (UAC) de Pequim, um est\u00e1gio de dois meses em uma fazenda modelo da China e uma oportunidade para visitar e estudar na fazenda Hamra, da De Laval, e outras fazendas leiteiras na Su\u00e9cia.<\/p>\n<p> \"Esse programa de treinamento \u00e9 aberto para gerentes e t\u00e9cnicos de fazendas leiteiras em toda a China, se eles cumprirem o crit\u00e9rio de sele\u00e7\u00e3o. A UAC selecionar\u00e1 150 candidatos usando tr\u00eas crit\u00e9rios e os trainees dever\u00e3o ser gerentes gerais ou gerentes t\u00e9cnicos de fazendas leiteiras (com mais de 300 vacas leiteiras). Eles dever\u00e3o ter mais de tr\u00eas anos de experi\u00eancia de trabalho relevante e dever\u00e3o ter uma base educacional no manejo de animais ou em medicina veterin\u00e1ria\".<\/p>\n<p> De acordo com Mou, a ind\u00fastria de produ\u00e7\u00e3o leiteira na China tem tradicionalmente sido limitada a fazendas familiares, com somente uma ou duas vacas. \u00c0 medida que a demanda por leite fluido est\u00e1 crescendo agora em escala massiva, o governo chin\u00eas se comprometeu a tornar a ind\u00fastria de l\u00e1cteos mais produtiva, criando fazendas maiores e mais eficientes. \"Entretanto, o ritmo de crescimento em fazendas de tamanho m\u00e9dio e grande excedeu o n\u00famero dispon\u00edvel de produtores com habilidades apropriadas. Dessa forma, o investimento em talento qualificado \u00e9 requerido\".<\/p>\n<p> \"O leite fluido n\u00e3o \u00e9 tradicionalmente consumido na China e no Sudeste da \u00c1sia, mas \u00e9 visto como uma adi\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel \u00e0 dieta local. Entretanto, as maiores rendas, o crescimento populacional, a urbaniza\u00e7\u00e3o e as mudan\u00e7as no gosto e na dieta est\u00e3o levando a uma maior demanda por leite fluido e produtos l\u00e1cteos\".<\/p>\n<p> O professor, Li Shengli, da UAC, e o cientista chefe de Produ\u00e7\u00e3o Leiteira do Minist\u00e9rio da Agricultura da China, disseram que o consumo de leite fluido ainda est\u00e1 baixo, em menos de 20 litros per capita. \"Isso \u00e9 aproximadamente metade do consumo na \u00c1sia e um quinto da m\u00e9dia na Europa. Entretanto, o aumento da renda dispon\u00edvel, combinada com o desejo das pessoas de melhorar sua qualidade de vida, significa que o tamanho e o potencial de crescimento do mercado dom\u00e9stico \u00e9 enorme; a China precisa desenvolver sua pr\u00f3pria ind\u00fastria de l\u00e1cteos\".<\/p>\n<p> A Tetra Pak iniciou o programa de treinamento com a UAC em 2013, para treinar gerentes e t\u00e9cnicos para fazendas modernas. Ap\u00f3s dois anos do programa piloto, o programa de treinamento mostrou efic\u00e1cia e foi reconhecido pela ind\u00fastria de l\u00e1cteos, bem como pelo governo.<\/p>\n<p> A primeira colabora\u00e7\u00e3o da Tetra Pak e da DeLaval foi melhorar as fazendas que forneciam leite cru para o Programa de Nutri\u00e7\u00e3o Escolar da China; at\u00e9 2014, todas as 194 fazendas envolvidas no projeto alcan\u00e7aram padr\u00f5es de qualidade da Uni\u00e3o Europeia (UE). Os esfor\u00e7os conjuntos das companhias tamb\u00e9m incluem o desenvolvimento de treinamento virtual para produtores por meio de programas de televis\u00e3o e distribui\u00e7\u00e3o gratuita de DVDs e livretos educacionais.<\/p>\n<p> \"Os minist\u00e9rios chin\u00eas e sueco assinaram um Memorando de Entendimento (MoU) em 2012 para fortalecer a coopera\u00e7\u00e3o agr\u00edcola bilateral, especialmente no setor leiteiro. Como parte do MoU 2012, cada ano os dois minist\u00e9rio enviam grupos de trabalho para se reunir e discutir \u00e1reas de coopera\u00e7\u00e3o\". (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Dairy Reporter)<\/p>\n<p> <strong>PIB brasileiro cai 1,7% no terceiro trimestre<\/strong><\/p>\n<p> O PIB (Produto Interno Bruto), medida da produ\u00e7\u00e3o e da renda do Pa\u00eds, caiu 1,7% no terceiro trimestre deste ano na compara\u00e7\u00e3o aos tr\u00eas meses imediatamente anteriores, para R$ 1,481 trilh\u00e3o, informou ontem o IBGE. \u00c9 o terceiro trimestre consecutivo de queda do PIB, a mais longa sequ\u00eancia desde o ano de 1990, quando o governo Collor confiscou o dinheiro depositado na caderneta de poupan\u00e7a para tentar conter a hiperinfla\u00e7\u00e3o. O PIB j\u00e1 havia ca\u00eddo 0,8% no primeiro trimestre e 2,1% no segundo na compara\u00e7\u00e3o com os tr\u00eas meses anteriores, segundo dados revisados pelo IBGE. A economia entra tecnicamente em recess\u00e3o depois de retrair por dois trimestres seguidos. Segundo Claudia Dion\u00edsio, gerente de Contas Nacionais Trimestrais do IBGE, o resultado do PIB reflete a fraqueza da demanda interna brasileira, afetada pela piora do emprego e renda, cr\u00e9dito mais restrito e infla\u00e7\u00e3o mais alta. \"Estamos vendo assim taxas mais negativas na economia\", disse Claudia.&nbsp;<\/p>\n<p> Pela avalia\u00e7\u00e3o da FGV (Funda\u00e7\u00e3o Getulio Vargas), entretanto, a recess\u00e3o come\u00e7ou h\u00e1 ainda mais tempo, no segundo trimestre de 2014, quando houve uma piora geral dos indicadores econ\u00f4micos. Quando comparado ao mesmo per\u00edodo de 2014, o PIB teve um recuo de 4,5% de julho a setembro. A economia assim recuou 3,2% no ano e 2,5% no acumulado de quatro trimestres (12 meses). Nesta base de compara- \u00e7\u00e3o, foi a queda mais intensa da s\u00e9rie hist\u00f3rica da pesquisa, iniciada em 1996; e tamb\u00e9m a sexta queda consecutiva, a maior sequ\u00eancia da s\u00e9rie hist\u00f3rica. A manuten\u00e7\u00e3o do quadro de recess\u00e3o fez a economia brasileira registrar o segundo pior desempenho no mundo. O Pa\u00eds ocupou, no terceiro trimestre deste ano, a vice-lanterna (41\u00aa posi\u00e7\u00e3o) do ranking de 42 pa\u00edses que j\u00e1 divulgaram o resultado do PIB no per\u00edodo, apontou a ag\u00eancia classificadora de risco Austin Rating. A retra\u00e7\u00e3o de 4,5% na atividade econ\u00f4mica brasileira no terceiro trimestre ante o mesmo trimestre do ano anterior s\u00f3 n\u00e3o foi pior do que o desempenho da Ucr\u00e2nia, pa\u00eds que enfrentou guerra civil, cujo PIB amargou recuo de 7% no per\u00edodo. A economia brasileira sofre com uma combina\u00e7\u00e3o de fatores, desde a perda de dinamismo do crescimento econ\u00f4mico global at\u00e9 a conta de anos de uma pol\u00ed- tica econ\u00f4mica que fragilizou as finan\u00e7as p\u00fablicas.&nbsp;<\/p>\n<p> A crise pol\u00edtica tamb\u00e9m n\u00e3o d\u00e1 tr\u00e9gua. Os principais componentes do PIB tiveram queda neste terceiro trimestre. Pelo lado da demanda, o consumo das fam\u00edlias recuou 1,5%, e os investimentos tiveram queda de 4% frente aos tr\u00eas meses anteriores. Pela \u00f3tica da oferta, a ind\u00fastria teve uma baixa de 1,3% no mesmo tipo de compara\u00e7\u00e3o. Segundo o IBGE, o consumo do governo -- o que inclui Uni\u00e3o, estados e munic\u00edpios -- continuou crescendo no terceiro trimestre, em 0,3% frente aos tr\u00eas meses anteriores. Frente ao mesmo per\u00edodo de 2014, por\u00e9m, houve queda de 0,4%. O setor agropecu\u00e1rio contribuiu negativamente para o PIB, uma das surpresas da divulga\u00e7\u00e3o, com baixa de 2,4% na passagem do segundo para o terceiro trimestre. Frente ao mesmo per\u00edodo de 2014, a queda foi de 2%. Os dados revisados apontam um recuo ainda maior da agropecu\u00e1ria no segundo trimestre. O valor anterior, de 2,7% de queda, foi ampliado para 3,5%. Segundo a gerente do IBGE, o terceiro trimestre concentrou a colheita de culturas que est\u00e3o com safra menor neste ano, como caf\u00e9, cana-de-a\u00e7\u00facar, laranja e algod\u00e3o. Claudia disse que o setor responde por 5,2% do PIB brasileiro, e n\u00e3o foi, portanto, o que mais pesou no resultado. (Jornal do Com\u00e9rcio)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1472\" style=\"width: 800px; height: 184px;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/div>\n<div>\n<div><em>Exporta\u00e7\u00f5es<br \/> As exporta\u00e7\u00f5es de soja em gr\u00e3os, farelo e \u00f3leo de soja, milho, carne su\u00edna, etanol e petr\u00f3leo bruto do Brasil nos primeiros 11 meses de 2015 j\u00e1 superam os volumes registrados no ano de 2014 inteiro, em um momento em que a desvaloriza\u00e7\u00e3o do real favorece a competitividade dos produtos brasileiros no exterior. &nbsp;(Fonte: Reuters)<em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/em><\/div>\n<div><span style=\"line-height: 24px;\"><\/span><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Porto Alegre, 02 de dezembro de 2015 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 9 - N\u00b0 2.159 &nbsp; &nbsp;Rob\u00f4 substitui m\u00e3o-de-obra na ordenha A ideia de que um rob\u00f4 execute as tarefas do dia a <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2015\/12\/02\/02-12-2015\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"02\/12\/2015\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-847","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/847","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=847"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/847\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=847"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=847"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=847"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}