{"id":8433,"date":"2021-11-17T19:56:19","date_gmt":"2021-11-17T19:56:19","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=8433"},"modified":"2021-11-17T19:59:22","modified_gmt":"2021-11-17T19:59:22","slug":"17-11-2021","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2021\/11\/17\/17-11-2021\/","title":{"rendered":"17\/11\/2021"},"content":{"rendered":"<figure class=\"wp-block-image\" style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/figure>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><!-- \/wp:post-content -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph --><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 17 de novembro de 2021&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 15 - N\u00b0 3.542<\/p>\r\n<hr>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">\r\n<div><b>Dairy Vision 2021: setor tem muitas oportunidades, al\u00e9m dos desafios conhecidos<\/b><br><br>Hoje (17\/11), teve in\u00edcio o Dairy Vision 2021, um dos principais f\u00f3runs mundiais de discuss\u00e3o sobre o setor l\u00e1cteo. Neste primeiro dia de evento, as discuss\u00f5es foram pautadas nas tend\u00eancias que existem \u00e0 frente no mercado leite, em painel apoiado pela Arla Foods Ingredients.<br><br>O evento tem a presen\u00e7a de quase 400 pessoas (sendo 57% do p\u00fablico ind\u00fastria de latic\u00ednios e 21% empresas de insumos) de 12 pa\u00edses, ocorrendo online nas manh\u00e3s dos dias 17, 18, 23 e 24 de novembro.<br><br>O Dairy Vision 2021 \u00e9 uma iniciativa do MilkPoint, com o patroc\u00ednio da Arla Foods Ingredients, Chr. Hansen, Engineering, Tetra Pak, Hexis Cient\u00edfica, Rousselot Peptan, Cap-Lab, Doremus e Separatori, apoiadores e palestrantes.<br><br>Iniciando a manh\u00e3 de palestras, Paulo do Carmo Martins, da Embrapa Gado de Leite abordou os principais desafios e oportunidades que o setor l\u00e1cteo brasileiro tem \u00e0 frente.<br><br>De acordo com Paulo, existe uma tend\u00eancia muito clara no setor l\u00e1cteo: mais leite, com menos produtores. E uma segunda tend\u00eancia muito clara: o modelo de transi\u00e7\u00e3o. \u201cN\u00f3s estamos saindo de trabalho intensivo para capital intensivo. O n\u00famero de vacas por propriedade tanto na Am\u00e9rica do Norte, na Europa e na Oceania, est\u00e1 aumentando por propriedade. No Brasil n\u00e3o \u00e9 diferente.\u201d<br><br>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de leite brasileira, Martins apontou que \u201cainda vamos continuar patinando. Muito provavelmente por quest\u00f5es que fogem do controle do produtor, s\u00e3o quest\u00f5es externas. Tem a ver com d\u00f3lar, custos de produ\u00e7\u00e3o. N\u00f3s vamos estar permanentemente mantendo um crescimento muito pequeno, porque a produ\u00e7\u00e3o de leite tamb\u00e9m cresce dependendo da renda.\u201d<br><br>Outras quest\u00f5es abordadas por Paulo foram a especializa\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de leite regional e as margens estreitas tanto para latic\u00ednios quando para produtores. \u201cO fato concreto \u00e9 que essas margens ir\u00e3o tirar da atividades muitos produtores e latic\u00ednios.\u201d<br><br>Segundo Paulo, o conceito de FoodTech \u00e9 uma megatend\u00eancia, impulsionada pela vertente de produtos plant-based, e quest\u00f5es como bem-estar animal, sustentabilidade, saudabilidade, oportunismo zero e pegada de carbono, entre outros. Neste contexto, destacou o ESG. \u201cPara crescer as empresas ter\u00e3o que respeitar as quest\u00f5es ambiental, social e de governan\u00e7a.\u201d<br><br>Em seguida, Christian Koch, pesquisador, professor na School of Economics and Marketing, Lund University, Su\u00e9cia, trouxe os quatro cen\u00e1rios poss\u00edveis para a ind\u00fastria l\u00e1ctea mundial, fruto de uma pesquisa realizada em parceria com a Tetra Pak.<br><br>Para Christian, existem duas maneiras de responder o questionamento de como ser\u00e1 o futuro dos latic\u00ednios do ponto de vista de planejamento estrat\u00e9gico. \u201cUma seria supor que o desenvolvimento de neg\u00f3cios continua de acordo com as tend\u00eancias e premissas para os latic\u00ednios. Isso significa lidar apenas com os chamados \u2018elementos pr\u00e9-determinados,\u2019 que s\u00e3o relativamente est\u00e1veis ou previs\u00edveis, como as mudan\u00e7as demogr\u00e1ficas.\u201d&nbsp;&nbsp;<br><br>\u201cH\u00e1 outra abordagem para responder \u00e0 esta pergunta estrat\u00e9gica. Essa abordagem alternativa presume que existem tend\u00eancias disruptivas, que podem se tornar importantes e desafiar as suposi\u00e7\u00f5es atuais. Incertezas cr\u00edticas s\u00e3o inst\u00e1veis ou imprevis\u00edveis, como, por exemplo, os gostos dos consumidores e regulamenta\u00e7\u00f5es governamentais sobre novas tecnologias. Essa vis\u00e3o alternativa \u00e9 a abordagem de cen\u00e1rios para desvendar resultados futuros plaus\u00edveis. Em outras palavras, essa vis\u00e3o antecipa o que est\u00e1 por vir, mas ainda n\u00e3o \u00e9 muito percept\u00edvel,\u201d completou.<br><br>Christian explicou que o estudo sobre os cen\u00e1rios poss\u00edveis para os latic\u00ednios foi pautado na abordagem alternativa, que chegou a quatro diferentes e extremos cen\u00e1rios: Green Dairy, New Fusion, Brave New Food e Dairy Evolution.<br><br>O Green Dairy \u00e9 \u201cmarcado por fortes restri\u00e7\u00f5es e oposi\u00e7\u00f5es socioambientais, mas pouca transforma\u00e7\u00e3o e transi\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica, representando o futuro alternativo,\u201d disse Koch. O New Fusion \u201c\u00e9 dominado por tecnologias e processos inovadores, mas com restri\u00e7\u00f5es socioambientais apenas fracas e incrementais, representando o futuro plaus\u00edvel.\u201d<br><br>\u201cA combina\u00e7\u00e3o de fortes restri\u00e7\u00f5es socioambientais e alta transi\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica resulta em um cen\u00e1rio chamado Brave New Food. Neste cen\u00e1rio extremo e conflituoso, avan\u00e7os em produtos alimentares sustent\u00e1veis s\u00e3o apoiados ou restritos por regulamenta\u00e7\u00f5es, que servem ao novo mundo de alimentos.\u201d Nesse cen\u00e1rio, o \u201cleite\u201d produzido por fermenta\u00e7\u00e3o em laborat\u00f3rio cresce significativamente.<br><br>J\u00e1 o Dairy Evolution, Koch explicou que \u201c\u00e9 caracterizado por n\u00e3o ter grandes surpresas com desenvolvimento, e em grande parte seguindo tend\u00eancias atuais e com uma variedade de interfer\u00eancias menores vindas de fatores incertos.\u201d<br><br>Ainda sobre o futuro, Kevin Bellamy da Global Sector Head no Rabobank, trouxe a discuss\u00e3o se os alimentos l\u00e1cteos t\u00eam um futuro brilhante. De acordo com ele \u201cest\u00e1 claro que os latic\u00ednios v\u00e3o continuar a exercer um papel fundamental na alimenta\u00e7\u00e3o mundial.\u201d<br><br>Contudo, Kevin salientou a quest\u00e3o por press\u00f5es ambientais, dizendo que \u201cos produtos com prote\u00ednas alternativas, incluindo prote\u00ednas de culturas vegetais continuar\u00e3o competindo com os leites fluidos e produtos l\u00e1cteos frescos. Mas o sabor e a conex\u00e3o emocional dos consumidores com produtos como queijo, garantir\u00e1 que a demanda por latic\u00ednios continue forte.\u201d<br><br>\u201cA competi\u00e7\u00e3o n\u00e3o ser\u00e1 algo ruim. As empresas de latic\u00ednios ser\u00e3o for\u00e7adas a inovar e desenvolver formas de atender as necessidades do consumidor e de se mostrarem melhores de que outras fontes de prote\u00edna. Dessa forma, podem convencer os consumidores a pagarem os pre\u00e7os mais altos necess\u00e1rios atrelados aos custos de prote\u00e7\u00e3o ambiental.\u201d<br><br>Sobre o consumo de l\u00e1cteos, al\u00e9m do impulsionador demogr\u00e1fico, que pode aumentar a demanda, Bellamy citou a faixa et\u00e1ria da popula\u00e7\u00e3o, que direciona a natureza da demanda por l\u00e1cteos.<br><br>\u201cMais de um bilh\u00e3o de chineses ter\u00e3o mais de 50 anos na pr\u00f3xima d\u00e9cada e a necessidade de leite em p\u00f3 infantil, na China, continuar\u00e1 a diminuir. Pouco menos da metade do crescimento esperado na popula\u00e7\u00e3o dos EUA ser\u00e1 de origem imigrat\u00f3ria, somando-se a popula\u00e7\u00e3o adulta mais jovem. Enquanto o envelhecimento da gera\u00e7\u00e3o dos baby boomers levar\u00e1 ao crescimento da faixa et\u00e1ria de pessoas com mais de 75 anos. Da mesma forma, no Brasil e no M\u00e9xico, uma popula\u00e7\u00e3o envelhecida significar\u00e1 menos crian\u00e7as para consumir latic\u00ednios e as empresas precisar\u00e3o focar em consumidores mais velhos,\u201d concluiu. Por outro lado, em regi\u00f5es com menor faixa et\u00e1ria, como \u00cdndia e Indon\u00e9sia, o consumo de l\u00e1cteos pode ser limitado pela acessibilidade econ\u00f4mica.<br><br>Na perspectiva do quanto o setor leiteiro pode ser afetado pelo crescimento das bebidas \u00e0 base de plantas e alimentos de laborat\u00f3rio, o evento trouxe a palestra de Julian Mellentin, fundador da New Nutrition Business.<br><br>Julian destacou que as bebidas vegetais vendidas em pa\u00edses como os EUA s\u00e3o vendidas com um sobrepre\u00e7o de 100%. Representam 15% do mercado em valor, mas apenas 7% em volume. \u201cInteressante, n\u00e3o \u00e9? Nos disseram que as bebidas vegetais s\u00e3o substitutas do leite, que representam um mercado popular. Mas isso n\u00e3o \u00e9 verdade, \u00e9 ainda um nicho.\u201d De acordo com ele, apesar de ser um mercado altamente valorizado, ainda \u00e9 um segmento de consumo pequeno.<br><br>\u201c\u00c9 um ponto muito importante a se ter em mente. Grande parte do crescimento das bebidas vegetais est\u00e1 relacionado \u00e0s melhorias em termos de sabor e textura. N\u00e3o se trata dos vegetais, nem necessariamente algo ligado \u00e0 sa\u00fade, mas obviamente isso \u00e9 importante. N\u00e3o devemos subestimar o impacto de melhorar a experi\u00eancia dos consumidores,\u201d ressaltou Julian.<br><br>Mellentin salientou que as marcas de produtos vegetais n\u00e3o comprovam necessariamente que s\u00e3o mais sustent\u00e1veis. Al\u00e9m disso, ao comparar um \u201cqueijo vegano\u201d com um tradicional (ambos produtos da Europa) abordou a quest\u00e3o nutricional, enfatizando a quantidade de prote\u00ednas: 1,3g no vegano e 25g no tradicional. \u201cO perfil de macronutrientes desses produtos [vegetais] \u00e9 pobre. O perfil de micronutrientes \u00e9 muito pobre, \u00e0s vezes at\u00e9 inexistente,\u201d frisou.<br><br>Sobre as vantagens competitivas dos l\u00e1cteos, Mellentin elencou a qualidade proteica e a densidade nutricional. \u201cIsso \u00e9 importante para os latic\u00ednios, porque eles s\u00e3o naturalmente densos nutricionalmente. \u00c9 um dos alimentos mais ricos em nutrientes que podem ser consumidos.\u201d Al\u00e9m disso, em sua palestra tamb\u00e9m abordou o leite sem lactose e a valoriza\u00e7\u00e3o da gordura l\u00e1ctea pelos consumidores como caminhos que os latic\u00ednios podem apostar para competir com o mercado plant-based. Segundo ele, o leite de vaca sem lactose cresce mais do que qualquer leite vegetal (nos EUA) e neste ano o leite integral de vaca crescer\u00e1 em mercado, mais de 2 vezes o crescimento dos leites vegetais.<br><br>Marcelo Leit\u00e3o, Gerente Comercial da divis\u00e3o Foods da Arla Foods Ingredients no Brasil, trouxe um tema bastante interessante e oportuno para os latic\u00ednios: reaproveitamento de soro \u00e1cido para gerar novos neg\u00f3cios e a habilita\u00e7\u00e3o das empresas em prol da sustentabilidade.<br><br>\u201cA gera\u00e7\u00e3o de soro \u00e9 um fato, as empresas geram soro. \u00c9 um ingrediente que tem um alto valor nutricional. O soro praticamente tem quase a mesma composi\u00e7\u00e3o de sais minerais do leite, \u00e9 uma fonte de prote\u00ednas, que s\u00e3o muito valorizadas e tamb\u00e9m tem um pouco de gordura. O soro \u00e9 considerado um alimento nobre, porque tem um valor nutricional interessante,\u201d apontou Leit\u00e3o.<br><br>Quando se fala em soro, Marcelo explicou que o grande desafio \u00e9 o soro \u00e1cido, que \u00e9 um produto originado da fabrica\u00e7\u00e3o de cream cheese, petit suisse, skyr ou iogurte grego e requeij\u00e3o nas empresas que produzem esses derivados pelo processo tradicional \u2013 sem adi\u00e7\u00e3o de prote\u00edna. Al\u00e9m disso, o soro da fabrica\u00e7\u00e3o de ricota tamb\u00e9m \u00e9 \u00e1cido. \u201c\u00c9 poss\u00edvel sim, reaproveitar o soro \u00e1cido,\u201d enfatizou.<br><br>De acordo com Leit\u00e3o, para o reaproveitamento de soro \u00e1cido as empresas podem seguir por dois caminhos. \u201cNo processo sem gera\u00e7\u00e3o de soro, no qual inicialmente a prote\u00edna \u00e9 adicionada na produ\u00e7\u00e3o, ou seja, n\u00e3o existe a gera\u00e7\u00e3o de soro. Ou, ent\u00e3o, a empresa que n\u00e3o pode abrir m\u00e3o do seu processo tradicional, e consequentemente gera soro \u00e1cido, ele pode entrar como mat\u00e9ria-prima.\u201d<br><br>Fomentando o foco da sustentabilidade, Lukasz Wyrzykowski, Diretor Geral do IFCN, trouxe o questionamento: \u00e9 poss\u00edvel atingir a neutralidade de carbono no setor l\u00e1cteo? \u201cAtualmente, o que vemos e observamos na m\u00eddia \u00e9 o foco, principalmente, na emiss\u00e3o de carbono. Mas, n\u00e3o podemos nos esquecer quantos outros itens existem em torno da nossa produ\u00e7\u00e3o di\u00e1ria. Devemos ter um olhar multidimensional,\u201d disse.<br><br>\u201cSe estamos falando sobre CO2, e estivermos falando sobre as emiss\u00f5es, precisamos ver as defini\u00e7\u00f5es de alerta. Se estamos falando sobre gases do efeito estufa, o que isso significa? Qual tipo de g\u00e1s estamos falando?\u201d<br><br>\u201cSe estamos falando da metodologia, temos que entender que precisamos de c\u00e1lculos por tr\u00e1s disso. Por exemplo, se temos o equivalente de CO2, precisamos recalcular outros gases para o equivalente de di\u00f3xido de carbono, para realmente medir quais s\u00e3o as emiss\u00f5es nas fazendas. Ainda n\u00e3o existe um m\u00e9todo em todo mundo,\u201d complementou Lukasz.<br><br>Wyrzykowski explicou que existem v\u00e1rias estrat\u00e9gias que podem ajudar na redu\u00e7\u00e3o das emiss\u00f5es. \u201cEu acredito que a mais importante e a mais f\u00e1cil \u00e9 o aumento da efici\u00eancia produtiva. Como podemos aumentar o rendimento e a quantidade de leite produzido por vaca? Pelos nossos c\u00e1lculos, cerca de 30% de toda a redu\u00e7\u00e3o das emiss\u00f5es no mundo pode ser feita por uma simples melhora na produtividade.\u201d De acordo com Lukasz, al\u00e9m disso podem ser usados aditivos para ra\u00e7\u00f5es ou inibidores de metano, bem como uma melhoria da gest\u00e3o das fazendas.<br><br>\u201cSe come\u00e7armos a operar com mais tecnologias, podemos ir mais a fundo e, talvez, no final, reduzir as emiss\u00f5es a zero. Mas \u00e9 claro que isso criar\u00e1 custos significativos.\u201d Por outro lado, ponderou: precisamos come\u00e7ar pelo mais f\u00e1cil, para n\u00e3o prejudicar a economia, isto \u00e9, pelo aumento da produtividade.<br><br>Ao final das palestras o evento trouxe um debate ao vivo com a presen\u00e7a de todos os palestrantes, moderado por Marcelo Carvalho, CEO do MilkPoint e Co-Fundador do AgTech Garage. O primeiro dia do Dairy Vision 2021 abordou uma tem\u00e1tica important\u00edssimas para o futuro do setor l\u00e1cteo.<br><br>Se interessou? O Dairy Vision 2021 est\u00e1 apenas come\u00e7ando, ainda d\u00e1 tempo se inscrever! Todas as palestras, bem como o debate ficam dispon\u00edveis na plataforma 60 dias ap\u00f3s o evento, voc\u00ea n\u00e3o perde nada! 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Ela prossegue: \u201cAcredita-se que haja diferen\u00e7as nas respostas fisiol\u00f3gicas associadas \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de leite nos diferentes grupos gen\u00e9ticos que constituem a ra\u00e7a Girolando, sendo necess\u00e1rio identificar e classificar os animais conforme sua toler\u00e2ncia ao calor\u201d.<br>&nbsp;<br>A pesquisa conta ainda com a participa\u00e7\u00e3o das doutoras em Gen\u00e9tica e Melhoramento Darlene Daltro (UFRGS) e Sabrina Kluska da Universidade Estadual Paulista (Unesp-Jaboticabal). Daltro informa que os trabalhos tiveram in\u00edcio em maio deste ano, quando foram selecionados 300 rebanhos distribu\u00eddos em diversos pontos do Pa\u00eds.<br>&nbsp;<br>A produ\u00e7\u00e3o dos indiv\u00edduos desses rebanhos foi acompanhada e comparada entre si, tendo como principal vari\u00e1vel as condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas locais fornecidas pelas esta\u00e7\u00f5es meteorol\u00f3gicas mais pr\u00f3ximas das fazendas. Modelos matem\u00e1ticos demonstraram que algumas vacas da ra\u00e7a Girolando podem deixar de produzir mais de mil litros de leite, considerando 305 dias de lacta\u00e7\u00e3o, devido ao estresse t\u00e9rmico. Em seguida, por meio do Clarifide, identificou-se o genoma dos animais pesquisados para determinar os mais adapt\u00e1veis a determinada regi\u00e3o.<br>&nbsp;<br>Gen\u00f4mica agrega valor \u00e0 ra\u00e7a brasileira Girolando - Segundo Kluska, com a pesquisa, as centrais de insemina\u00e7\u00e3o artificial poder\u00e3o informar, al\u00e9m dos PTAs (Capacidade Prevista de Transmiss\u00e3o das caracter\u00edsticas gen\u00e9ticas, traduzido do ingl\u00eas: Predict Transmission Ability), a prog\u00eanie mais adequada \u00e0s diversas condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas do Pa\u00eds. De acordo com ela, essa \u00e9 uma informa\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica para o produtor. Al\u00e9m da queda na produ\u00e7\u00e3o de leite, as fazendas t\u00eam preju\u00edzos com o descarte de animais, de alto valor financeiro, intolerantes ao estresse t\u00e9rmico, mas cuja gen\u00e9tica poderia ser muito eficiente em outros locais.&nbsp;<br>&nbsp;<br>\u201cA identifica\u00e7\u00e3o entres grupos gen\u00e9ticos e dentro de cada grupo permitir\u00e3o o direcionamento de uso, conforme as condi\u00e7\u00f5es locais de cada regi\u00e3o brasileira, permitindo ao criador a escolha e utiliza\u00e7\u00e3o dos animais conforme suas condi\u00e7\u00f5es reais de manejo e de ambiente, visando estabelecer um sistema de cria\u00e7\u00e3o economicamente vi\u00e1vel e cada vez mais eficiente\u201d, destaca a doutora da Unesp-Jabuticabal.<br>&nbsp;<br>Silva diz que a pesquisa ir\u00e1 contribuir muito para a Girolando, uma ra\u00e7a sint\u00e9tica desenvolvida no Brasil, com o cruzamento das ra\u00e7as Holand\u00eas X Gir Leiteiro, unindo o alto potencial produtivo da primeira com a rusticidade da segunda. \u201cO Brasil \u00e9 um pa\u00eds com extens\u00e3o continental, com grandes varia\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas e \u00e9 invi\u00e1vel termos um padr\u00e3o gen\u00e9tico para todo o territ\u00f3rio nacional. O que o conhecimento gen\u00f4mico est\u00e1 nos permitindo \u00e9 adequar a ra\u00e7a segundo as caracter\u00edsticas espec\u00edficas de calor e umidade\u201d, resume Silva.<br>&nbsp;<br>O pesquisador conclui destacando que esse trabalho \u00e9 uma parceria da Embrapa com a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Criadores da Ra\u00e7a Girolando (Girolando). \u201cConstitu\u00edmos um pool de recursos para desvendar caracter\u00edsticas intr\u00ednsecas da natureza dos animais da ra\u00e7a, proporcionando melhor compreens\u00e3o dos mecanismos de defesa corporal e auxiliando na tomada de decis\u00f5es e direcionamento dos programas de melhoramento gen\u00e9tico, conforme os objetivos de sele\u00e7\u00e3o, exig\u00eancias do mercado e atendendo aos requisitos de bem-estar animal\u201d, completa Silva.<br>&nbsp;<br>Lan\u00e7ado h\u00e1 tr\u00eas anos, Clarifide Girolando j\u00e1 apresenta resultados \u2013 Seu desenvolvimento levou seis anos de pesquisas em gen\u00f4mica, gen\u00e9tica molecular e bioinform\u00e1tica. \u201cReunimos o que h\u00e1 de mais avan\u00e7ado nos conhecimentos de genoma e sistemas computacionais para avaliar as informa\u00e7\u00f5es provenientes de um chip com centenas de milhares de dados relacionados ao DNA bovino\u201d, diz Silva. A sele\u00e7\u00e3o dos animais para os sistemas de produ\u00e7\u00e3o de leite \u00e9 feita a partir de uma amostra de material biol\u00f3gico que contenha c\u00e9lulas do bovino. As informa\u00e7\u00f5es gen\u00e9ticas coletadas s\u00e3o comparadas com as que est\u00e3o dispon\u00edveis no chip do Clarifide Girolando.<br>&nbsp;<br>Como resultado desse trabalho, o produtor recebe uma s\u00e9rie de informa\u00e7\u00f5es a respeito do animal, como produ\u00e7\u00e3o e prote\u00ednas do leite, se \u00e9 portador de genes que produzam defeitos gen\u00e9ticos, capacidade reprodutiva e outros dados necess\u00e1rios para que o processo de melhoramento do rebanho seja efetivo, como ocorre com a pesquisa a respeito da toler\u00e2ncia ao calor e \u00e0 umidade.<br>&nbsp;<br>A redu\u00e7\u00e3o do tempo de avalia\u00e7\u00e3o dos animais, com a consequente diminui\u00e7\u00e3o dos custos, \u00e9 a grande vantagem do Clarifide Girolando. Atualmente, a sele\u00e7\u00e3o de um touro que entra em teste de prog\u00eanie custa cerca de R$ 300 mil. Trata-se de um processo demorado, que pode durar por volta de sete anos.&nbsp; Com o Clarifide Girolando, isso \u00e9 otimizado, como demonstra a pesquisa sobre estresse t\u00e9rmico, com os 300 rebanhos selecionados, que durou apenas seis meses.<br>&nbsp;<br>Gen\u00f4mica e predi\u00e7\u00e3o: sele\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica antes do nascimento \u2013 A avalia\u00e7\u00e3o gen\u00f4mica abre grandes possibilidades para o melhoramento dos rebanhos. Ela permite, por exemplo, que o animal seja selecionado antes mesmo de nascer. \u00c9 poss\u00edvel retirar uma pequena amostra (dez c\u00e9lulas) de um embri\u00e3o ap\u00f3s sete dias da fecunda\u00e7\u00e3o in vitro (fertiliza\u00e7\u00e3o realizada no laborat\u00f3rio) e, por meio dessas poucas c\u00e9lulas, analisar todo o seu genoma. Caso o embri\u00e3o possua as caracter\u00edsticas desej\u00e1veis, ele \u00e9 transferido para a vaca (barriga de aluguel) que ir\u00e1 proceder a gesta\u00e7\u00e3o. Do contr\u00e1rio, poder\u00e1 ser descartado. Al\u00e9m de economizar tempo, esse procedimento otimiza as barrigas de aluguel, pois a vaca passar\u00e1 a gerar somente os embri\u00f5es que foram selecionados como os melhores.<br>&nbsp;<br>As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Embrapa Gado de Leite, adaptadas pela equipe MilkPoint.&nbsp;<br><br><br><br><b>Capacita\u00e7\u00e3o incentiva uso da homeopatia na atividade leiteira<br><\/b><br>A homeopatia \u00e9 um m\u00e9todo terap\u00eautico existente h\u00e1 mais de 200 anos e \u00e9 considerada uma forma de tratamento alternativo ou complementar. Desde 2015 a Emater\/RS-Ascar, vinculada \u00e0 Secretaria Estadual da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Desenvolvimento Rural (Seapdr), vem trabalhando essa tem\u00e1tica em cursos e capacita\u00e7\u00f5es, especialmente ligados \u00e0 bovinocultura de leite, despertando o interesse de agricultores familiares na utiliza\u00e7\u00e3o dessa ferramenta no seu dia a dia na propriedade rural.<br>&nbsp;<br>Com os bons resultados obtidos em alguns munic\u00edpios da regi\u00e3o Norte do Estado, o n\u00famero de fam\u00edlias interessadas nessa pr\u00e1tica cresceu. Para atender essa demanda, duas capacita\u00e7\u00f5es sobre o uso da homeopatia na atividade leiteira foram realizadas nesta semana, dias 09 e 10\/11 em Palmitinho, e dias 11 e 12\/11 em Liberato Salzano.<br>&nbsp;<br>As capacita\u00e7\u00f5es foram conduzidas pelo m\u00e9dico veterin\u00e1rio da Emater\/RS-Ascar Ricardo Lopes Machado, especialista no assunto. As atividades realizadas em Palmitinho e Liberato Salzano reuniram produtores rurais e extensionistas que j\u00e1 est\u00e3o usando a homeopatia em suas atividades ou que est\u00e3o interessados em iniciar essa pr\u00e1tica. Em Palmitinho, a capacita\u00e7\u00e3o foi realizada em parceria com a Secretaria Municipal da Agricultura e Sicredi. Em Liberato Salzano, a atividade contou com o apoio da Prefeitura Municipal.<br>&nbsp;<br>\"Nosso trabalho tem como objetivo levar \u00e0s fam\u00edlias o conhecimento e informa\u00e7\u00e3o sobre essa ferramenta, buscando sempre uma produ\u00e7\u00e3o de leite mais sustent\u00e1vel, reduzindo o uso de medicamentos e melhorando outros processos. Essa \u00e9 uma pr\u00e1tica que traz ganhos econ\u00f4micos, mas principalmente sociais e ambientais tamb\u00e9m\", comentou o extensionista rural da Emater\/RS-Ascar Valdir Sangaletti, coordenador regional de sistemas de produ\u00e7\u00e3o animal.<br>&nbsp;<br>Na regi\u00e3o, hoje s\u00e3o 16 equipes municipais e 245 fam\u00edlias assistidas trabalhando com a homeopatia em diferentes atividades, como a bovinocultura de leite, gado de corte, pequenas cria\u00e7\u00f5es e tamb\u00e9m na produ\u00e7\u00e3o vegetal. O uso da homeopatia \u00e9 mais intenso na atividade leiteira. Munic\u00edpios da regi\u00e3o, como Gramado dos Loureiros, Sarandi, entre outros, t\u00eam trabalhos expressivos nessa \u00e1rea e est\u00e3o apresentando resultados importantes e positivos, o que tem motivado outras fam\u00edlias a aderirem a essa ferramenta.<br>&nbsp;<br>Para 2022, 21 munic\u00edpios j\u00e1 planejaram a\u00e7\u00f5es envolvendo a homeopatia, especialmente na atividade leiteira. Ser\u00e3o 355 fam\u00edlias que receber\u00e3o assist\u00eancia t\u00e9cnica e acompanhamento direto sobre o assunto no pr\u00f3ximo ano.<br>&nbsp;<br>\"O objetivo dessas a\u00e7\u00f5es \u00e9 mostrar \u00e0s fam\u00edlias a import\u00e2ncia da homeopatia, mas sempre com um olhar sist\u00eamico \u00e0 propriedade rural. A homeopatia \u00e9 uma ferramenta importante, mas que deve ser acompanhada de um conjunto de a\u00e7\u00f5es, como o bem-estar e a sanidade animal, o bem-estar das pessoas, a melhoria do solo, entre outras. Dessa forma, a partir desse conjunto de a\u00e7\u00f5es, a homeopatia poder\u00e1 contribuir com as atividades produtivas, reduzindo o custo de produ\u00e7\u00e3o, melhorando a sa\u00fade dos animais, a sa\u00fade das pessoas e trazendo mais qualidade de vida\", completou Sangaletti.<br>&nbsp;<br>As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da Emater-RS Ascar, adaptadas pela equipe MilkPoint.&nbsp;<\/div>\r\n<\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\"><hr><\/div>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph --><\/p>\r\n<p style=\"text-align: center;\"><em><strong>&nbsp;Jogo R\u00e1pido <\/strong><\/em><\/p>\r\n<p style=\"text-align: center;\"><em><b>Mapa prorroga portaria que trata sobre Tr\u00e2nsito e Certifica\u00e7\u00e3o Sanit\u00e1ria de Produtos de Origem Animal<br><\/b>Foi prorrogada a data de vig\u00eancia da PORTARIA SDA N\u00ba 431, DE 19 DE OUTUBRO DE 2021, que Aprova os Procedimentos de Tr\u00e2nsito e de Certifica\u00e7\u00e3o Sanit\u00e1ria de Produtos de Origem Animal e de Habilita\u00e7\u00e3o para Exporta\u00e7\u00e3o de Estabelecimentos Nacionais Registrados Junto ao Departamento de Inspe\u00e7\u00e3o de Produtos de Origem Animal da Secretaria de Defesa Agropecu\u00e1ria do Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento. Esta portaria estava prevista para entrar em vigor no dia 03 de novembro, por\u00e9m foi prorrogada por meio do&nbsp; OF\u00cdCIO-CIRCULAR&nbsp; N\u00ba 76\/2021\/DIPOA\/SDA\/MAPA,&nbsp; datado&nbsp; de&nbsp; 15 de novembro de 2021. (data que encerrou o prazo concedido&nbsp; pelo&nbsp; OF\u00cdCIO-CIRCULAR N\u00ba 73\/2021\/DIPOA\/SDA\/MAPA). As empresas t\u00eam, agora, at\u00e9 o dia 01 de dezembro de 2021 para conclus\u00e3o das adequa\u00e7\u00f5es impostas pela Portaria SDA\/MAPA n\u00ba 431\/2021. &gt;&gt;&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.in.gov.br\/en\/web\/dou\/-\/portaria-sda-n-431-de-19-de-outubro-de-2021-354644694\" data-cke-saved-href=\"https:\/\/www.in.gov.br\/en\/web\/dou\/-\/portaria-sda-n-431-de-19-de-outubro-de-2021-354644694\">Acesse aqui a PORTARIA SDA N\u00ba 431, DE 19 DE OUTUBRO DE 2021<\/a>. (Elabora\u00e7\u00e3o Terra Viva com dados do DOU)<\/em><\/p>\r\n<hr>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 17 de novembro de 2021&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 15 - N\u00b0 3.542 Dairy Vision 2021: setor tem muitas oportunidades, al\u00e9m dos desafios conhecidos Hoje (17\/11), teve in\u00edcio o Dairy Vision 2021, um <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2021\/11\/17\/17-11-2021\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"17\/11\/2021\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-8433","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8433","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8433"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8433\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":8436,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8433\/revisions\/8436"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8433"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8433"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8433"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}