{"id":8424,"date":"2021-11-16T19:14:33","date_gmt":"2021-11-16T19:14:33","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=8424"},"modified":"2021-11-16T19:29:51","modified_gmt":"2021-11-16T19:29:51","slug":"16-11-2021","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2021\/11\/16\/16-11-2021\/","title":{"rendered":"16\/11\/2021"},"content":{"rendered":"<figure class=\"wp-block-image\" style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/figure>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><!-- \/wp:post-content -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph --><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 16 de novembro de 2021&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 15 - N\u00b0 3.541<\/p>\r\n<hr>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">\r\n<div>\r\n<div>\r\n<div><b>Global Dairy Trade<br><\/b><br><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/LO3Yf2ABF0114\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/LO3Yf2ABF0114\"><br><br>Fonte: Gdt adaptado Sindilat\/RS<\/div>\r\n<\/div>\r\n<\/div>\r\n<div>\r\n<div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<\/div>\r\n<\/div>\r\n<\/div>\r\n<hr>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">\r\n<div style=\"text-align: justify;\"><b>\u201cN\u00c3O QUEREMOS QUE OS JOVENS TRABALHEM NA LEITEIRA PORQUE N\u00c3O T\u00caM OUTRA OP\u00c7\u00c3O, MAS PORQUE A VEEM COMO UMA ALTERNATIVA ATRAENTE\u201d<br><br><\/b>A jornada de trabalho dos produtores de leite convencionais no Uruguai geralmente come\u00e7a muito cedo pela manh\u00e3, quando v\u00e3o ao campo para realizar todas as tarefas relacionadas com a ordenha.<br><br>Essa rotina \u00e9 realizada duas vezes ao dia, todos os dias do ano, e implica um grande esfor\u00e7o dos produtores de leite do pa\u00eds, que renunciam \u00e0s atividades pessoais para poder cumpri-la.<br><br>Avaliando op\u00e7\u00f5es que favorecem o bem-estar dos trabalhadores rurais, a esta\u00e7\u00e3o experimental do Instituto Nacional de Pesquisa Agropecu\u00e1ria (INIA) de La Estanzuela instalou em 2017 o primeiro rob\u00f4 leiteiro do pa\u00eds, uma tecnologia com m\u00faltiplos benef\u00edcios que foram analisados no programa \u201c En onde estamos \u201dda R\u00e1dio Nacional pelo Ing. Agr. (Doutorado) Santiago Fari\u00f1a, diretor do Programa de Pesquisa em Produ\u00e7\u00e3o de Leite do INIA.<br><br>O especialista come\u00e7ou explicando que existem mais de 40.000 tambores de rob\u00f4s no mundo. No Uruguai a novidade foi introduzida pelo INIA h\u00e1 quatro anos e depois foram instalados mais dois em propriedades privadas em San Jos\u00e9 e Rocha.<br><br>\u201cNo INIA instalamos sem saber como ia funcionar. Na Austr\u00e1lia e na Nova Zel\u00e2ndia, que possuem sistemas pastoris como os do Uruguai e onde este tipo de rob\u00f4s j\u00e1 operam h\u00e1 v\u00e1rios anos, foram conseguidas horas mais agrad\u00e1veis para os produtores de leite, que era a tarefa principal, e juntos tamb\u00e9m conseguiram outra. monte de benef\u00edcios. Conseguimos avaliar e conseguir essa melhoria nos hor\u00e1rios aqui \u201d, destacou a pesquisadora.<br><br>Especificamente, a leiteria INIA La Estanzuela \u00e9 composta por dois rob\u00f4s que realizam a ordenha. O gado possui uma coleira de identifica\u00e7\u00e3o individual que oferece informa\u00e7\u00f5es sobre cada vaca e que, nas proximidades das portas inteligentes, permite a entrada ou n\u00e3o nos espa\u00e7os de espera e p\u00f3s-ordenha e nos piquetes de pastejo. Em todos os momentos o rebanho circula pela propriedade voluntariamente incentivado pela alimenta\u00e7\u00e3o e o sistema se encarrega de colocar as tetinas para que seja ordenhada voluntariamente.<br><br>Sem afetar o n\u00famero de trabalhadores da atividade leiteira, esta tecnologia permite que as pessoas abandonem as tarefas mais sacrificadas e passem a assumir outras tarefas de tomada de decis\u00e3o com base nas informa\u00e7\u00f5es fornecidas pelo sistema em tempo real e \u00e0 dist\u00e2ncia.<br><br>\u201cEmbora seja um dispositivo relativamente simples, ele faz um trabalho que em baterias convencionais exige muito tempo e esfor\u00e7o. Na leiteria do rob\u00f4 a equipe chega \u00e0s 7h30 e sai \u00e0s 16h, mas um fazendeiro tradicional tem que se levantar para o leite, por exemplo, \u00e0s 4h da manh\u00e3 todos os dias do ano. dormir pouco ou ir para a cama tarde e faltar \u00e0s atividades que comp\u00f5em a vida social do trabalhador \u201d, enfatizou Fari\u00f1a.<br><br>A mudan\u00e7a geracional tamb\u00e9m implica desafios e incertezas para os propriet\u00e1rios de fazendas leiteiras convencionais, j\u00e1 que muitas vezes os jovens n\u00e3o acham atraente o esfor\u00e7o que seus pais devem fazer. Como exemplo, Fari\u00f1a citou o caso do produtor de leite que trabalha na fazenda convencional do INIA h\u00e1 mais de 44 anos.<br><br>\u201cEst\u00e1 h\u00e1 mais de quatro d\u00e9cadas na leiteria e o filho n\u00e3o queria fazer o mesmo que ele, porque via as limita\u00e7\u00f5es que o pai tinha, que n\u00e3o podia sair ou ir a eventos familiares. E isso acontece em muitas fam\u00edlias no Uruguai e \u00e9 uma quest\u00e3o geracional, porque os jovens querem ter mais tempo livre. Nesse caso, o filho do leiteiro ganhava a vida, trabalhava nas reservas naturais e quando voltava acariciava os bezerros. Por\u00e9m, quando teve a oportunidade de trabalhar com a leiteria rob\u00f4, ele gostou \u201d, disse.<br><br>Nesse sentido, Fari\u00f1a explicou que o objetivo da leiteria robotizada \u00e9 que, atrav\u00e9s das facilidades proporcionadas pela tecnologia e que est\u00e3o sendo avaliadas pelo INIA, as novas gera\u00e7\u00f5es vejam uma interessante oportunidade de trabalho na leiteria. \u201cN\u00e3o queremos que os jovens trabalhem na ind\u00fastria leiteira porque n\u00e3o t\u00eam outra op\u00e7\u00e3o, mas porque a veem como uma alternativa atraente\u201d, afirmou.<br><br>\u201cIsso est\u00e1 acontecendo cada vez mais e \u00e9 um fen\u00f4meno que temos que entender e enfrentar. Existem jovens apaixonados por leite, vacas e campo, mas n\u00e3o querem um trabalho que exija um esfor\u00e7o extraordin\u00e1rio. Isso pode ser melhorado com a tecnologia, por isso de institutos como o INIA devemos avaliar, investigar e buscar solu\u00e7\u00f5es inovadoras que tornem o latic\u00ednio um trabalho mais atraente e sustent\u00e1vel para as gera\u00e7\u00f5es futuras \u201d, finalizou. (Edairy)<br><br><\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\"><br>\r\n<p><strong>Primeira exporta\u00e7\u00e3o de l\u00e1cteos \u00e0 China da hist\u00f3ria \u00e9 feita pela CCGL<\/strong><\/p>\r\n<p>A China recebeu no in\u00edcio deste m\u00eas a primeira carga de produtos l\u00e1cteos brasileiros da hist\u00f3ria. Dois anos depois da consolida\u00e7\u00e3o da abertura do mercado, com a habilita\u00e7\u00e3o das plantas do Brasil para exporta\u00e7\u00e3o, a Central Cooperativa Ga\u00facha Ltda (CCGL) encaminhou um pequeno volume de leite em p\u00f3 por via \u00e1rea, de Guarulhos (SP) para Xangai, no dia 5.<\/p>\r\n<p>Emblem\u00e1tico, o neg\u00f3cio pode come\u00e7ar a abrir as portas de um dos maiores mercados consumidores de l\u00e1cteos do planeta, cujas importa\u00e7\u00f5es est\u00e3o em franca expans\u00e3o. \u201cAcreditamos muito nesse mercado para o futuro\u201d, afirmou ao Valor Caio Vianna, presidente da CCGL, que faturou R$ 1,4 bilh\u00e3o em 2020.<\/p>\r\n<p>Primeiro grupo brasileiro a buscar habilita\u00e7\u00e3o para exportar \u00e0 China, a CCGL usar\u00e1 essa venda para tentar expandir os neg\u00f3cios no pa\u00eds asi\u00e1tico, onde j\u00e1 tem marca registrada. A importa\u00e7\u00e3o foi realizada por uma empresa parceira da cooperativa, que agora vai fazer o trabalho de correspondente comercial para divulgar e vender os produtos ga\u00fachos. Mais dois cont\u00eaineres de leite em p\u00f3 j\u00e1 est\u00e3o negociados e devem ser enviados em breve.<\/p>\r\n<p>A carga exportada incluiu leite em p\u00f3 integral, leite em p\u00f3 desnatado e leite em p\u00f3 zero lactose \u2013 item que exige aplica\u00e7\u00e3o de muita tecnologia e pode ser interessante para o p\u00fablico chin\u00eas, diz o presidente da central. \u201cO objetivo da primeira exporta\u00e7\u00e3o \u00e9 ter o produto na China para podermos trabalhar comercialmente. Abrimos um canal com o maior mercado consumidor do mundo\u201d, afirmou Vianna, que n\u00e3o revelou o valor da negocia\u00e7\u00e3o.<\/p>\r\n<p>Os latic\u00ednios brasileiros come\u00e7aram a ser habilitados em 2019 para exportar para a China, mas a certifica\u00e7\u00e3o estava acordada com o pa\u00eds asi\u00e1tico desde 2007. Atualmente, 33 empresas t\u00eam o aval para comercializar com os chineses.<\/p>\r\n<p>Para viabilizar a venda, a CCGL precisou se adequar \u00e0s burocracias e exig\u00eancias sanit\u00e1rias de Pequim, que exigiram paci\u00eancia e investimentos em manejo, registro, acompanhamento e rastreabilidade. A cooperativa tem 3,5 mil produtores fornecedores e capacidade instalada de processamento de 3,2 milh\u00f5es de litros di\u00e1rios na planta de Cruz Alta (RS).<\/p>\r\n<p>Cerca de 60% do volume de 1,7 milh\u00e3o de litros de leite recebidos diariamente pela central de 30 cooperativas filiadas v\u00eam de propriedades certificadas pelo programa Leite Mais Saud\u00e1vel como livres de tuberculose e brucelose. Os produtos enviados para a China s\u00e3o oriundos desses produtores. Tamb\u00e9m foram superadas exig\u00eancias sanit\u00e1rias para comprovar a aus\u00eancia de contaminantes nos produtos nacionais comuns em l\u00e1cteos de outros pa\u00edses.<\/p>\r\n<p>\u201cTemos que ter condi\u00e7\u00f5es de rastrear o produto desde a propriedade, com o nome do produtor, e todo o processamento dentro da ind\u00fastria. Tivemos que identificar explicitamente e individualmente os produtos nos documentos de exporta\u00e7\u00e3o. \u00c9 trabalhoso e complicado\u201d, contou Vianna.<\/p>\r\n<p>O objetivo \u00e9 tornar a produ\u00e7\u00e3o conhecida e confi\u00e1vel para eliminar alguns requisitos nos pr\u00f3ximos embarques. \u201cEm grandes volumes vai ser muito complicado, s\u00e3o adequa\u00e7\u00f5es que ao longo da evolu\u00e7\u00e3o do processo ter\u00e3o que acontecer\u201d.<\/p>\r\n<p>A CCGL j\u00e1 exportava para a Arg\u00e9lia e outros pa\u00edses africanos. As vendas externas s\u00e3o uma op\u00e7\u00e3o para corrigir distor\u00e7\u00f5es de mercado, disse Vianna, dada a sazonalidade da produ\u00e7\u00e3o e dos pre\u00e7os internos. \u201c\u00c9 bom exportar porque o mercado interno est\u00e1 travado, algumas exporta\u00e7\u00f5es se fazem necess\u00e1rias para tirar a press\u00e3o sobre estoques\u201d, ressaltou.<\/p>\r\n<p>Segundo Vianna, os pre\u00e7os acertados da carga destinada \u00e0 China foram similares aos do mercado interno. \u201c\u00c9 um primeiro passo para que outras empresas se adequem, procurem parceiros comerciais. Vamos torcer para que o mercado e c\u00e2mbio nos permitam fechar a conta\u201d.<\/p>\r\n<p>A Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Latic\u00ednios (Viva L\u00e1cteos) ainda n\u00e3o tem uma estimativa do potencial das exporta\u00e7\u00f5es \u00e0 China, mas diz que outras empresas est\u00e3o prospectando neg\u00f3cios. A meta \u00e9 conseguir um desempenho semelhante ao alcan\u00e7ado na R\u00fassia, cujo mercado foi aberto em 2014. Hoje, quatro cont\u00eaineres s\u00e3o enviados por m\u00eas aos russos, com produtos de alto valor agregado. \u201cVamos conquistando o gosto dos consumidores estrangeiros aos poucos\u201d, disse Gustavo Beduschi, diretor executivo da entidade. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Valor Econ\u00f4mico)<\/p>\r\n<\/div>\r\n<\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\"><hr><\/div>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph --><\/p>\r\n<p style=\"text-align: center;\"><em><strong>&nbsp;Jogo R\u00e1pido <\/strong><\/em><\/p>\r\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>EUA: exporta\u00e7\u00f5es caminham para recorde, mas log\u00edstica preocupa<br><\/b>Enquanto as exporta\u00e7\u00f5es de produtos l\u00e1cteos dos Estados Unidos (EUA) est\u00e3o rumando para um ano recorde, a crise da cadeia de abastecimento pode causar danos irrepar\u00e1veis no futuro, segundo representantes da ind\u00fastria de latic\u00ednios do pa\u00eds. De acordo com dados mensais divulgados pelo Departamento de Com\u00e9rcio dos EUA em 5 de novembro, o valor das exporta\u00e7\u00f5es de latic\u00ednios do pa\u00eds para o ano fiscal (FY) 2021 (outubro de 2020 a setembro de 2021) atingiu US$ 7,394 bilh\u00f5es, um aumento de 13% em rela\u00e7\u00e3o ao ano fiscal de 2020 e quase o mesmo do recorde anterior de US$ 7,4 bilh\u00f5es de 2014. Apesar desses n\u00fameros, os atuais problemas log\u00edsticos representam uma amea\u00e7a aos exportadores de latic\u00ednios dos EUA, disse Mike Durkin, presidente e CEO da Leprino Foods, durante uma audi\u00eancia do Comit\u00ea de Agricultura da C\u00e2mara dos EUA em 3 de novembro. \u201cOs desafios da cadeia de suprimentos impactaram significativamente nossos neg\u00f3cios e n\u00e3o esperamos que eles diminuam t\u00e3o cedo\u201d, disse Durkin. \u201cEsta crise de exporta\u00e7\u00e3o pode resultar em danos irrepar\u00e1veis \u00e0 agricultura americana, j\u00e1 que clientes em todo o mundo est\u00e3o questionando a confiabilidade da ind\u00fastria de latic\u00ednios dos EUA como fornecedora.\u201d&nbsp; Durkin pediu ao Congresso que atue na legisla\u00e7\u00e3o de transporte mar\u00edtimo, resolva a escassez cr\u00edtica de m\u00e3o de obra da ind\u00fastria de transporte, aumente o hor\u00e1rio de opera\u00e7\u00e3o do porto e tome outras medidas para permitir que os produtores agr\u00edcolas dos EUA alcancem os mercados estrangeiros de forma eficaz. Suas preocupa\u00e7\u00f5es foram ecoadas pelo U.S. Dairy Export Council (USDEC) e pela National Milk Producers Federation (NMPF). \u201cA press\u00e3o causada pelos desafios do transporte mar\u00edtimo est\u00e1 afetando muito os exportadores de latic\u00ednios\u201d, disse Krysta Harden, presidente e CEO da USDEC. \u201cOs exportadores est\u00e3o trabalhando duro para fornecer produtos feitos nos Estados Unidos para clientes estrangeiros de forma confi\u00e1vel e acess\u00edvel, mas a situa\u00e7\u00e3o atual n\u00e3o pode ser sustentada por longo prazo.\u201d \u201cO setor depende das exporta\u00e7\u00f5es, parte vital da demanda por leite produzido todos os dias pelos produtores de leite da Am\u00e9rica\u201d, disse Jim Mulhern, presidente e CEO da NMPF. \u201cCorremos o risco de prejudicar as rela\u00e7\u00f5es com o mercado estrangeiro e os clientes de longo prazo se n\u00e3o pudermos garantir fluxos de exporta\u00e7\u00e3o eficientes.\u201d (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Progressive Dairy, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/i><\/p>\r\n<hr>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 16 de novembro de 2021&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 15 - N\u00b0 3.541 Global Dairy Trade Fonte: Gdt adaptado Sindilat\/RS &nbsp; \u201cN\u00c3O QUEREMOS QUE OS JOVENS TRABALHEM NA LEITEIRA PORQUE N\u00c3O T\u00caM OUTRA <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2021\/11\/16\/16-11-2021\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"16\/11\/2021\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-8424","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8424","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8424"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8424\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":8429,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8424\/revisions\/8429"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8424"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8424"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8424"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}