{"id":8389,"date":"2021-11-09T19:55:46","date_gmt":"2021-11-09T19:55:46","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=8389"},"modified":"2021-11-09T19:57:05","modified_gmt":"2021-11-09T19:57:05","slug":"09-11-2021","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2021\/11\/09\/09-11-2021\/","title":{"rendered":"09\/11\/2021"},"content":{"rendered":"<figure class=\"wp-block-image\" style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/figure>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><!-- \/wp:post-content -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph --><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 09 de novembro de 2021&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 15 - N\u00b0 3.537<\/p>\r\n<hr>\r\n<div style=\"text-align: justify;\"><b>Do cocho ao banco, por onde passa o \"crescimento verde\"<br><br><\/b>O tamanho exato da fatia que o Brasil ter\u00e1 de \"servir\" para que a meta global de reduzir em 30% a emiss\u00e3o de metano at\u00e9 2030 seja alcan\u00e7ada ainda ser\u00e1 mensurado. A partir da Confer\u00eancia das Na\u00e7\u00f5es Unidas sobre Mudan\u00e7a Clim\u00e1tica (COP26), ser\u00e1 a hora de preparar a receita para ajustar o peda\u00e7o no \"bolo\" dos mais de cem signat\u00e1rios do compromisso.<br>&nbsp;<br>- Cada pa\u00eds verificar\u00e1 o seu balan\u00e7o de emiss\u00f5es e apresentar\u00e1 a parte que lhe cabe nessa meta - esclareceu Fernando Silveira Camargo, secret\u00e1rio de Inova\u00e7\u00e3o, Desenvolvimento Rural e Irriga\u00e7\u00e3o do Minist\u00e9rio da Agricultura, desde Glasgow, onde o pavilh\u00e3o do Brasil teve ontem o Dia do Agroneg\u00f3cio.<br>&nbsp;<br>O setor tem papel importante, com uma equa\u00e7\u00e3o que passa pela atividade agropecu\u00e1ria - mas n\u00e3o exclusivamente por ela, importante lembrar. S\u00e3o t\u00e9cnicas que permitem aos ruminantes (bovinos, ovinos e caprinos) uma digest\u00e3o mais f\u00e1cil, o que resulta em menor emiss\u00e3o de metano.<br>&nbsp;<br>Presidente da Embrapa, Celso Moretti explicou que a pesquisa atua em tr\u00eas frentes. A primeira \u00e9 a do melhoramento gen\u00e9tico das pastagens, para que possam ser melhor digeridas. O segundo, o dos animais, de forma a viabilizar a redu\u00e7\u00e3o da idade de abate - com menos tempo no campo, h\u00e1 menor emiss\u00e3o de metano. A terceira premissa \u00e9 a do uso dos aditivos na alimenta\u00e7\u00e3o. H\u00e1 estudos com o uso de taninos e \u00f3leos essenciais, facilitadores da digest\u00e3o animal.<br>&nbsp;<br>Na unidade da Embrapa Pecu\u00e1ria Sul, que fica em Bag\u00e9, na Campanha, h\u00e1 projeto de pesquisa para uso da torta de azeitona - res\u00edduo do processamento do azeite de oliva - como aditivo. Al\u00e9m de reduzir a rumina\u00e7\u00e3o (e a emiss\u00e3o), seria uma forma de as agroind\u00fastrias eliminarem esse passivo.<br>&nbsp;<br>Em sua fala em Glasgow, Muni Louren\u00e7o, presidente da Comiss\u00e3o de Meio Ambiente da Confedera\u00e7\u00e3o da Agricultura e Pecu\u00e1ria do Brasil (CNA), destacou o avan\u00e7o da integra\u00e7\u00e3o lavoura-pecu\u00e1ria-floresta (ILPF), que ajuda na equa\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica. Em duas d\u00e9cadas, a \u00e1rea com uso desse sistema cresceu de 2 milh\u00f5es para cerca de 20 milh\u00f5es de hectares.<br>&nbsp;<br>- Al\u00e9m da redu\u00e7\u00e3o, o Brasil pode atuar na compensa\u00e7\u00e3o -refor\u00e7ou Moretti.<br>&nbsp;<br>Para tudo isso, \u00e9 preciso recursos. No cobertor curto do or\u00e7amento p\u00fablico, o cr\u00e9dito rural se direciona para a\u00e7\u00f5es que promovam a Agricultura de Baixo Carbono (ABC).<br>&nbsp;<br>- Tenho certeza de que o Plano Safra do ano que vem ser\u00e1 absolutamente verde. Vamos nos organizar para fazer com que esse recurso n\u00e3o falte l\u00e1 na ponta - disse Camargo. (Zero Hora)<\/div>\r\n<hr>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">\r\n<div><b>Livro valoriza estrat\u00e9gias de crescimento e diversifica\u00e7\u00e3o para consolida\u00e7\u00e3o da Languiru<br><\/b>&nbsp;<br>\u201cA maioria das pessoas n\u00e3o tem ideia do tamanho da Languiru.\u201d A frase \u00e9 utilizada de maneira recorrente pelo presidente de uma das maiores Cooperativas do Sul do Brasil, Dirceu Bayer. A cita\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m consta na apresenta\u00e7\u00e3o do livro \u201cCooperativa Languiru: da reestrutura\u00e7\u00e3o \u00e0 consolida\u00e7\u00e3o, a estrat\u00e9gia de crescimento e diversifica\u00e7\u00e3o, ap\u00f3s a reestrutura\u00e7\u00e3o a partir de 2002\u201d.<br>&nbsp;<br>A obra idealizada por Bayer \u201cfoi para o papel\u201d com apoio do setor de Comunica\u00e7\u00e3o, Marketing e Cooperativismo da Languiru, do Centro de Mem\u00f3ria da Univates e da Ocergs-Sescoop\/RS. \u201cEsta \u00e9 a segunda edi\u00e7\u00e3o que versa sobre o tema, um registro da hist\u00f3ria da Languiru, garantindo que isso n\u00e3o se perca com o tempo, um legado da Cooperativa \u00e0s futuras gera\u00e7\u00f5es. Agrade\u00e7o a todos os envolvidos no desenvolvimento desse segundo livro, obra que reconhece o trabalho de gest\u00e3o profissional realizado, atendendo aos interesses do quadro social da Cooperativa\u201d, frisa o presidente.<br><br>O lan\u00e7amento oficial da obra integra a programa\u00e7\u00e3o dos 66 anos da Languiru, celebrados no pr\u00f3ximo dia 13 de novembro, com in\u00edcio da sua divulga\u00e7\u00e3o e distribui\u00e7\u00e3o. O material produzido ao longo dos \u00faltimos meses traz um resgate hist\u00f3rico e a evolu\u00e7\u00e3o da Cooperativa at\u00e9 os 65 anos, comemorados em 2020. Chegando ao 66\u00ba anivers\u00e1rio, alguns cap\u00edtulos extras j\u00e1 seriam necess\u00e1rios, pois a Languiru segue crescendo e conta com novas unidades comerciais e industriais no seu diversificado ramo de atua\u00e7\u00e3o. (Languiru)<br>&nbsp;<br><br><br><br><b>As potencialidades das prote\u00ednas do soro de leite - parte 01\/04&nbsp;<br><\/b><br>O leite possui v\u00e1rios constituintes e entre eles est\u00e3o as prote\u00ednas, que s\u00e3o divididas em dois grupos: case\u00ednas e prote\u00ednas do soro. Este segundo grupo \u00e9 formado pelas prote\u00ednas b-lactoglobulina (b-lg), a-lactoalbumina (a-la), lactoferrina, albumina do soro bovino e as imunoglobulinas. As prote\u00ednas b-lg e a-la correspondem a, aproximadamente, 70% do total das prote\u00ednas do soro (MCSWEENEY e FOX, 2013).&nbsp;<br><br>De onde vem o soro de leite?<br><br>Na produ\u00e7\u00e3o de queijos, ap\u00f3s o corte da massa do co\u00e1gulo do leite, ocorre a etapa de dessoragem. Nessa etapa, o co\u00e1gulo formado \u00e9 desidratado por meio da retirada do soro constitu\u00eddo por \u00e1gua, lactose, sais e prote\u00ednas (BRASIL, 2020).<br><br>O soro de leite pode ser utilizado na ind\u00fastria de alimentos na sua forma l\u00edquida ou em p\u00f3, podendo gerar tamb\u00e9m produtos como os concentrados e isolados proteicos de soro. Produtos com teores de prote\u00ednas entre 35 e 80% s\u00e3o denominados como concentrado proteico de soro, enquanto teores entre 80 e 95% de prote\u00ednas caracterizam os chamados isolados proteicos de soro (BRANS, 2006). Para obter esses produtos proteicos utiliza-se a tecnologia de separa\u00e7\u00e3o por membranas, principalmente a ultrafiltra\u00e7\u00e3o, que recupera as prote\u00ednas do soro (ALVES et al., 2014).<br><br>As membranas utilizadas no processo de separa\u00e7\u00e3o possuem poros suficientemente pequenos para reter as prote\u00ednas do soro, que s\u00e3o os componentes maiores, e permitir a passagem de componentes menores, como os sais, a lactose e a \u00e1gua.<br><br>Muitas vezes a ultrafiltra\u00e7\u00e3o (poros de 0,01 a 0,1 mm) \u00e9 aplicada como diafiltra\u00e7\u00e3o para permitir melhor remo\u00e7\u00e3o dos sais e da lactose. Depois, o produto retido \u00e9 desidratado em spray dryer para obter o concentrado ou isolado proteico de soro secos (ALVES et al., 2014).<br><br>Na diafiltra\u00e7\u00e3o um solvente, como a \u00e1gua, \u00e9 adicionado para promover uma filtra\u00e7\u00e3o e remo\u00e7\u00e3o dos solutos mais eficientes por meio de um processo semelhante a uma lavagem. Essa diafiltra\u00e7\u00e3o \u00e9 utilizada principalmente quando se deseja obter produtos mais puros, como \u00e9 o caso dos isolados proteicos.<br><br>O mercado mundial desses produtos proteicos de soro foi estimado em 8,7 bilh\u00f5es de d\u00f3lares em 2019 e apresenta proje\u00e7\u00e3o de expans\u00e3o anual de 9,8% at\u00e9 2027. Os concentrados proteicos de soro lideram esse mercado, representando quase metade da receita mundial (GRAND VIEW RESEARCH, 2020).&nbsp;<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\"><hr><\/div>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph --><\/p>\r\n<p style=\"text-align: center;\"><em><strong>&nbsp;Jogo R\u00e1pido <\/strong><\/em><\/p>\r\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>China \u2013 Importa\u00e7\u00f5es de leite em p\u00f3 integral podem cair 6% em 2022<br><\/b>Maiores estoques e incremento da produ\u00e7\u00e3o interna pressionar\u00e3o as importa\u00e7\u00f5es chinesas de leite em p\u00f3 integral pela China em 2022, o principal produto exportado pelo Uruguai para esse destino. O escrit\u00f3rio do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos da Am\u00e9rica (USDA) em Pequim estima que as compras externas do produto cair\u00e3o 6% no pr\u00f3ximo ano, passado para 850.000 toneladas. \u201cNo entanto, o consumo continua sendo forte\u201d, detalha o relat\u00f3rio GAIN - Usda, em rela\u00e7\u00e3o aos Produtos L\u00e1cteos da China. Nova Zel\u00e2ndia dever\u00e1 continuar sendo o principal fornecedor. O Uruguai em 2021 \u00e9 o terceiro pa\u00eds a vender leite em p\u00f3 integral para a China. J\u00e1 as importa\u00e7\u00f5es de leite em p\u00f3 desnatado, queijo e manteiga dever\u00e3o ter aumento como resultado da demanda das ind\u00fastrias de processamento de alimentos. Deste modo, as importa\u00e7\u00f5es totais de l\u00e1cteos poder\u00e3o crescer 7%, chegando a 1,5 milh\u00f5es de toneladas, principalmente associadas \u00e0 maior demanda por leite UHT. O consumo de leite est\u00e1 aumentando em diferentes faixas et\u00e1rias na China. As gera\u00e7\u00f5es mais jovens, nascidas nas d\u00e9cadas de 1990 e 2000, em compara\u00e7\u00e3o com seus pais, s\u00e3o mais propensas a consumir l\u00e1cteos como parte de sua dieta normal. Em 2021, as importa\u00e7\u00f5es chinesas de gado vivo (principalmente para a produ\u00e7\u00e3o de leite) e s\u00eamen bovino congelado ultrapassaram as de 2020, um forte indicador de investimento cont\u00ednuo na futura produ\u00e7\u00e3o interna de leite. (Portalechero)<\/i><\/p>\r\n<hr>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 09 de novembro de 2021&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 15 - N\u00b0 3.537 Do cocho ao banco, por onde passa o \"crescimento verde\" O tamanho exato da fatia que o Brasil ter\u00e1 de <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2021\/11\/09\/09-11-2021\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"09\/11\/2021\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-8389","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8389","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8389"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8389\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":8393,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8389\/revisions\/8393"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8389"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8389"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8389"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}