{"id":8368,"date":"2021-11-04T19:32:32","date_gmt":"2021-11-04T19:32:32","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=8368"},"modified":"2021-11-04T19:35:38","modified_gmt":"2021-11-04T19:35:38","slug":"04-11-2021","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2021\/11\/04\/04-11-2021\/","title":{"rendered":"04\/11\/2021"},"content":{"rendered":"<figure class=\"wp-block-image\" style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/figure>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><!-- \/wp:post-content -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph --><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 04 de novembro de 2021&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 15 - N\u00b0 3.534<\/p>\r\n<hr>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">\r\n<div><b>Santa Clara recebe certifica\u00e7\u00e3o pela utiliza\u00e7\u00e3o de energia renov\u00e1vel<\/b><\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>Nesta semana, a Cooperativa Santa Clara recebeu a certifica\u00e7\u00e3o da Ludfor Energia Ltda, pelo investimento na utiliza\u00e7\u00e3o de energia limpa e totalmente renov\u00e1vel.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>Em 2020, foram reduzidas 1.688,342 tCO2 totalizando 14.584,026 tCO2 nos \u00faltimos 11 anos. Os dados dos c\u00e1lculos de emiss\u00f5es de Gases de Efeito Estufa (GEE) seguem as reconhecidas metodologias internacionais para essa finalidade. Os \u00edndices referentes ao per\u00edodo certificado representam:<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>\u25cf 46.652 mudas de \u00e1rvores conservadas por 20 anos;<\/div>\r\n<div>\u25cf 16.777 ve\u00edculos leves \u00e0 gasolina, percorrendo 500km;<\/div>\r\n<div>\u25cf 4.203 transportes rodovi\u00e1rios de 1 toneladas de carga por 500km e 718 toneladas de papel\/papel\u00e3o enviadas para aterro sanit\u00e1rio.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>A entrega da certifica\u00e7\u00e3o ocorreu no dia 26 de outubro ao diretor Administrativo e Financeiro da Cooperativa, Alexandre Guerra, pelo presidente da Ludfor Energia Ltda Valdir Ludwig e pela diretora Financeira In\u00eas Ludwig.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>Para Guerra, \u201ca partir da pol\u00edtica de sustentabilidade \u00e9 poss\u00edvel adquirir energia renov\u00e1vel atendendo o prop\u00f3sito da Cooperativa. Esta \u00e9 a nossa ess\u00eancia que se soma a import\u00e2ncia socioecon\u00f4mica de manter mais de 2.500 fam\u00edlias na produ\u00e7\u00e3o de leite junto ao campo, al\u00e9m dos 2.200 colaboradores em todas as nossas opera\u00e7\u00f5es, e assim contribuir na satisfa\u00e7\u00e3o das pessoas de uma forma mais sustent\u00e1vel\u201d.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>Atualmente, Cooperativa Santa Clara utiliza energia proveniente de usinas de fontes incentivadas pelo Governo Federal seja e\u00f3lica, solar, biomassa, Pequenas Centrais Hidrel\u00e9trica (PCH) e Centrais Geradoras Hidrel\u00e9tricas (CGH), com o objetivo de obter uma matriz energ\u00e9tica ambientalmente limpa e sustent\u00e1vel. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da assessoria de imprensa da Cooperativa Santa Clara)<\/div>\r\n<\/div>\r\n<hr>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">\r\n<div>\r\n<div><b>A persona do leite<br><br><\/b>Com a revolu\u00e7\u00e3o industrial que \u00e9 uma das bases do capitalismo, surgiu tamb\u00e9m o marketing. Mas, o avan\u00e7o da internet trouxe o marketing digital, que se popularizou ainda mais durante a pandemia. Com o isolamento social, a principal forma de comunica\u00e7\u00e3o e venda de muitas empresas foi a internet e as redes sociais.<br><br>Dentro do marketing digital um dos principais conceitos que se tornou muito conhecido nos \u00faltimos tempos \u00e9 o termo \u201cpersona\u201d. Persona \u00e9 a representa\u00e7\u00e3o do perfil de um cliente relevante. Ele pode ser fict\u00edcio ou real. Mas \u00e9 com base neste perfil de consumidor que o marketing digital vai tra\u00e7ar todas as estrat\u00e9gias de comunica\u00e7\u00e3o e vendas.<br><br>Para definir a persona, a empresa precisa definir caracter\u00edsticas sociodemogr\u00e1ficas e comportamentais do consumidor. Essa persona \u00e9 um cliente t\u00edpico, com todas as caracter\u00edsticas de um verdadeiro comprador.<br><br>Geralmente, a persona \u00e9 definida para uma empresa. Mas, pode-se tamb\u00e9m definir a persona para um produto ou setor. Empregando dados de consumo de leite da \u00faltima Pesquisa de Or\u00e7amentos Familiares (POF) do IBGE e aplicando an\u00e1lises estat\u00edsticas foi poss\u00edvel definir a persona do leite brasileiro, ou seja, aquele perfil de consumidor que melhor representa os consumidores de leite no Brasil.<br><br>O modelo considerou apenas o consumo de leite puro, visto que o leite consumido junto com outros alimentos (ex: caf\u00e9, achocolatado etc) \u00e9 considerado pelo IBGE em outra categoria. Al\u00e9m disso, no modelo consideraram-se apenas os dados obtidos no primeiro dia de pesquisa, seguindo o molde de publica\u00e7\u00f5es do IBGE realizadas. Vale ressaltar que, na pesquisa do IBGE, os respondentes s\u00e3o orientados a listar tudo o que eles consomem, independentemente se \u00e9 comprado ou produzido no domic\u00edlio.<br><br>As vari\u00e1veis escolaridade, localiza\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica (regi\u00e3o) e ra\u00e7a n\u00e3o foram significativas. As vari\u00e1veis significativas no modelo foram: g\u00eanero, gera\u00e7\u00e3o, classe de renda e local de moradia (zona urbana ou rural). Quando se analisa cada uma dessas vari\u00e1veis individualmente, observa-se que o g\u00eanero feminino consome mais leite fluido do que o g\u00eanero masculino. No entanto, a diferen\u00e7a de consumo m\u00e9dio de leite fluido entre os dois g\u00eaneros \u00e9 pequena, de 2,6%.<br><br>Em termos de gera\u00e7\u00e3o, tem-se que a gera\u00e7\u00e3o silenciosa (aqueles acima de 71 anos) consome muito mais leite que as demais. O consumo m\u00e9dio de uma pessoa da gera\u00e7\u00e3o silenciosa \u00e9 de 12,9 kg por ano. A segunda gera\u00e7\u00e3o que mais consome leite no Brasil \u00e9 a Z (entre 6 e 25 anos), com m\u00e9dia de 7,7 kg por ano, ou seja, 40% a menos que a gera\u00e7\u00e3o silenciosa. No entanto, a gera\u00e7\u00e3o Z \u00e9 a mais numerosa, representando cerca de 36% da popula\u00e7\u00e3o brasileira, enquanto a gera\u00e7\u00e3o silenciosa corresponde a apenas cerca de 6% dos brasileiros.<br><br>A classe de renda que apresenta maior consumo de leite puro no Brasil \u00e9 a classe AB, com m\u00e9dia de consumo de 7,7 kg por ano, seguida pela classe C. Ambas representam 78,9% do consumo de leite puro no Pa\u00eds.<br><br>J\u00e1, com rela\u00e7\u00e3o ao local de moradia, observa-se grande diferen\u00e7a entre os n\u00edveis de consumo da zona urbana e rural no Brasil. Os moradores da zona urbana consomem 7,1 kg de leite por ano, enquanto na zona rural se consome, em m\u00e9dia, 5,5 kg de leite puro por ano.<br><br>Analisando todas essas vari\u00e1veis em conjunto, tem-se a persona do leite puro no Brasil. Os resultados dos primeiros colocados no ranking s\u00e3o apresentados na Tabela 1.<\/div>\r\n<div><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/810S8dABF0414\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/810S8dABF0414\"><br><br>Com as vari\u00e1veis gera\u00e7\u00e3o, g\u00eanero e regi\u00e3o, o modelo indicou que a persona para o mercado de leite fluido puro no Brasil \u00e9 homem, da gera\u00e7\u00e3o silenciosa, pertencente \u00e0 classe AB e residente na zona rural. Isso evidencia que os maiores consumidores de leite no Brasil, s\u00e3o os produtores rurais.<br><br>N\u00e3o se pode afirmar que sejam produtores de leite, mas s\u00e3o grandes fazendeiros, visto que vivem no meio rural e disp\u00f5em de renda elevada. Assim, esse resultado nos mostra que as pessoas que conhecem da produ\u00e7\u00e3o de leite e, muito provavelmente, dos benef\u00edcios do produto, s\u00e3o os seus maiores consumidores. Essa informa\u00e7\u00e3o \u00e9 extremamente relevante para se entender o perfil do consumidor e orientar campanhas de marketing do setor.<br><br>Na Tabela 1, pode-se observar que o n\u00edvel de consumo m\u00e9dio de um homem, da gera\u00e7\u00e3o silenciosa, pertencente \u00e0 classe AB e residente na zona rural \u00e9 muito superior aos demais grupos. Al\u00e9m disso, como a diferen\u00e7a de consumo m\u00e9dio entre os grupos \u00e9 pequena entre o segundo e o quarto colocados, n\u00e3o se pode afirmar que essa diferen\u00e7a \u00e9 significativa. Portanto, apenas o primeiro colocado se destaca.<br><br>Outra informa\u00e7\u00e3o interessante da tabela \u00e9 que a gera\u00e7\u00e3o que a pessoa pertence parece ser a vari\u00e1vel mais importante em termos de decis\u00e3o de consumo de leite puro. Todas as primeiras posi\u00e7\u00f5es evidenciadas pelo nosso modelo s\u00e3o de indiv\u00edduos da gera\u00e7\u00e3o silenciosa, ao passo que as demais vari\u00e1veis (g\u00eanero, classe social e local de moradia) se alternam.<br><br>O pr\u00f3ximo passo agora \u00e9 estudar porque o n\u00edvel de consumo de leite puro desses indiv\u00edduos \u00e9 t\u00e3o diferente do restante da popula\u00e7\u00e3o. Mas, considerando que a gera\u00e7\u00e3o silenciosa est\u00e1 diminuindo, assim como, a popula\u00e7\u00e3o da zona rural, h\u00e1 ind\u00edcios de que o consumo de leite puro no Brasil pode caminhar para o decl\u00ednio, se nada for feito para mudar os h\u00e1bitos dos outros segmentos da popula\u00e7\u00e3o. Esse \u00e9 um trabalho para o marketing, tanto das empresas privadas, quanto do setor como um todo. (Kenya Siqueira para Milkpoint)<br><br><br><br><br><br><br><b>Na COP26, Minist\u00e9rio da Agricultura e Embrapa apresentam mapas de estoque de carbono org\u00e2nico do solo<br><\/b><br><i>Material \u00e9 importante ferramenta para subsidiar pol\u00edticas p\u00fablicas relacionadas \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e \u00e0 diminui\u00e7\u00e3o da emiss\u00e3o dos Gases de Efeito Estufa<br><\/i><br>o segundo dia de debates da agenda brasileira na 26\u00aa Confer\u00eancia das Na\u00e7\u00f5es Unidas sobre as Mudan\u00e7as Clim\u00e1ticas (COP26), nesta ter\u00e7a-feira (2), em Glasgow (Esc\u00f3cia), representantes do Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento e da Embrapa participaram do painel \u201cCarbono Org\u00e2nico no Solo - Oportunidades e Desafios\u201d. O secret\u00e1rio de Inova\u00e7\u00e3o, Desenvolvimento Rural e Irriga\u00e7\u00e3o do Mapa, Fernando Camargo, apresentou o Programa Nacional de Levantamento e Interpreta\u00e7\u00e3o de Solos do Brasil (PronaSolos), criado em 2018 para consolidar a integra\u00e7\u00e3o de dados e colaborar com o avan\u00e7o do conhecimento dos solos no pa\u00eds.<br><br>\u201cO Brasil, apesar de ser uma pot\u00eancia agroambiental, n\u00e3o conhece detidamente o seu solo. Com o Pronasolos, vamos mapear detidamente o solo brasileiro pelos pr\u00f3ximos 30 anos\u201d, disse Camargo. Com esse conhecimento, ser\u00e1 poss\u00edvel fazer no Brasil uma agricultura de precis\u00e3o, ou seja, utilizar os dados para colocar adubos e fertilizantes certo em um determinado local, de acordo com as caracter\u00edsticas do solo, por exemplo.<br><br>O secret\u00e1rio informou que, na semana passada, o Mapa apresentou os novos mapas de estoque de carbono org\u00e2nico dos solos brasileiros. O material \u00e9 uma importante ferramenta para subsidiar pol\u00edticas p\u00fablicas relacionadas \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e \u00e0 diminui\u00e7\u00e3o da emiss\u00e3o dos Gases de Efeito Estufa (GEEs), com gest\u00e3o eficiente dos recursos naturais.&nbsp;<br><br>O presidente da Embrapa, Celso Moretti, destacou a pesquisa da Embrapa Solos, que resultou no lan\u00e7amento recente dos mapas de carbono org\u00e2nico dos solos brasileiros. \u201cTrata-se de mais uma contribui\u00e7\u00e3o da ci\u00eancia para a agricultura brasileira, de fundamental import\u00e2ncia para a mitiga\u00e7\u00e3o das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. O Brasil ocupa o primeiro lugar entre os 15 pa\u00edses que det\u00eam potencial para estocar carbono em n\u00edvel global. Investir em estudos do solo \u00e9 fundamental para a descarboniza\u00e7\u00e3o da agricultura\u201d, disse.&nbsp;<br><br>Os novos mapas permitem identificar \u00e1reas degradadas, quando a mat\u00e9ria org\u00e2nica n\u00e3o est\u00e1 mais presente e gerar mapas de potencial de sequestro de carbono, entre outras fun\u00e7\u00f5es. \u201cO Brasil tem 36 bilh\u00f5es de toneladas de carbono org\u00e2nico armazenados em seus solos, o que corresponde a 5% do estoque global. Entender esse processo \u00e9 parte da solu\u00e7\u00e3o das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas\u201d, destacou, lembrando que o carbono org\u00e2nico no solo contribui para a estrutura\u00e7\u00e3o f\u00edsica desse recurso natural. Os solos com maior teor de mat\u00e9ria org\u00e2nica t\u00eam maior capacidade de fertiliza\u00e7\u00e3o e reten\u00e7\u00e3o de \u00e1gua, entre outros benef\u00edcios.&nbsp; \u201cOs mapas permitem, portanto, tamb\u00e9m identificar \u00e1reas com solos degradados\u201d, acrescentou.<br><br>O painel foi&nbsp; mediado pelo secret\u00e1rio-adjunto Clima e Rela\u00e7\u00f5es Internacionais do Minist\u00e9rio do Meio Ambiente (MMA), Marcelo Freire.<br><br><b><i>Recupera\u00e7\u00e3o de pastagens:&nbsp;<\/i><\/b>O secret\u00e1rio Fernando Camargo tamb\u00e9m falou sobre as metas do&nbsp; Plano Setorial de Adapta\u00e7\u00e3o e Baixa Emiss\u00e3o de Carbono na Agropecu\u00e1ria, chamado de ABC+, que prev\u00ea a ado\u00e7\u00e3o de tecnologias sustent\u00e1veis em mais de 72 milh\u00f5es de hectares de \u00e1reas degradadas e a mitiga\u00e7\u00e3o de 1,1 bilh\u00e3o de toneladas de CO\u00b2 equivalente, superando o recorde alcan\u00e7ado pela fase anterior do plano ABC.<br><br>A recupera\u00e7\u00e3o de mais de 30 milh\u00f5es de hectares de pastagens degradadas vai possibilitar melhorias na produ\u00e7\u00e3o agropecu\u00e1ria, al\u00e9m de benef\u00edcios ambientais.&nbsp;<br><br>\u201cVoc\u00ea recupera a pastagem, pode ter a produtividade maior de produ\u00e7\u00e3o animal por hectare e fixa o carbono no solo, al\u00e9m de combater a eros\u00e3o, a perda de qualidade do solo\u201d, disse Camargo. (MAPA)<\/div>\r\n<\/div>\r\n<\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\"><hr><\/div>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph --><\/p>\r\n<p style=\"text-align: center;\"><em><strong>&nbsp;Jogo R\u00e1pido<\/strong><\/em><\/p>\r\n<div style=\"text-align: center;\"><i><b>Em 2020, arrecada\u00e7\u00e3o teve aumento de 6%<br><\/b>da pandemia de Covid-19, em fun\u00e7\u00e3o das restri\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas, o relat\u00f3rio aponta aumento real de mais de 6%. No per\u00edodo de an\u00e1lise (2013 e 2020), o crescimento foi de aproximadamente 20%. Segundo o diagn\u00f3stico, esse resultado \u00e9 consequ\u00eancia de transfer\u00eancias realizadas no ano passado. \u201cNa sua maior parte, entre 2013 e 2019, o incremento (receita) vinha sendo impulsionado pelo aumento da arrecada\u00e7\u00e3o de impostos, taxas e contribui\u00e7\u00e3o de melhoria, em ritmo maior do que o das transfer\u00eancias recebidas do Estado e da Uni\u00e3o. Todavia, em 2020, verificou-se uma redu\u00e7\u00e3o no montante arrecadado de receitas pr\u00f3prias; ao mesmo tempo, foi observado aumento expressivo das transfer\u00eancias federais como apoio ao combate \u00e0 pandemia de Covid-19\u201d, aponta o relat\u00f3rio. Pela an\u00e1lise do per\u00edodo, os munic\u00edpios vinham ampliando sua participa\u00e7\u00e3o na carga tribut\u00e1ria at\u00e9 2019, com uma maior taxa de crescimento de arrecada\u00e7\u00e3o do que a Uni\u00e3o Federal e os Estados. Essa evolu\u00e7\u00e3o pode ser atribu\u00edda, entre outros, \u201c\u00e0s iniciativas dos pr\u00f3prios munic\u00edpios em estruturar suas administra\u00e7\u00f5es fazend\u00e1rias e tribut\u00e1rias\u201d. Assim, \u00e9 preciso destacar que a composi\u00e7\u00e3o das receitas varia entre os munic\u00edpios, influenciado pela matriz econ\u00f4mica local. Por exemplo, munic\u00edpios com voca\u00e7\u00e3o agropecu\u00e1ria concentram a arrecada\u00e7\u00e3o em tributos que incidem sobre a produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola e sobre a pecu\u00e1ria. J\u00e1 os industrializados ter\u00e3o maior base relativa \u00e0 ind\u00fastria e aos servi\u00e7os. O relat\u00f3rio aponta ainda que as prefeituras, normalmente, estimam uma arrecada\u00e7\u00e3o maior do que a efetivada em seus or\u00e7amentos. (Correio do Povo)<\/i><\/div>\r\n<hr>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 04 de novembro de 2021&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 15 - N\u00b0 3.534 Santa Clara recebe certifica\u00e7\u00e3o pela utiliza\u00e7\u00e3o de energia renov\u00e1vel &nbsp; Nesta semana, a Cooperativa Santa Clara recebeu a certifica\u00e7\u00e3o da <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2021\/11\/04\/04-11-2021\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"04\/11\/2021\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-8368","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8368","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8368"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8368\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":8371,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8368\/revisions\/8371"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8368"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8368"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8368"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}