{"id":832,"date":"2015-11-24T17:01:54","date_gmt":"2015-11-24T17:01:54","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2015\/11\/24\/24-11-2015\/"},"modified":"2015-11-24T17:01:54","modified_gmt":"2015-11-24T17:01:54","slug":"24-11-2015","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2015\/11\/24\/24-11-2015\/","title":{"rendered":"24\/11\/2015"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 24 de novembro de 2015 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 9 - N\u00b0 2.153<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"text-align: justify;\"><span face=\"tahoma, geneva, sans-serif\" style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><\/span><\/span><\/strong><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"width: 811px; height: 16px; text-align: justify; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>&nbsp;&nbsp;Pre\u00e7o do leite registra tend\u00eancia de estabilidade em novembro no RS<\/strong><br \/> &nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">O pre\u00e7o do leite padr\u00e3o deve apresentar tend\u00eancia de estabilidade no Rio Grande do Sul neste m\u00eas de novembro. Dados divulgados hoje (24\/11) na reuni\u00e3o do Conselho Parit\u00e1rio do Leite (Conseleite), realizada na Farsul, indicam que o valor projetado para o m\u00eas \u00e9 de R$ 0,8454 o litro, 1,03% maior do que o consolidado do m\u00eas de outubro, que ficou em R$ 0,8367.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1458\" style=\"width: 588px; height: 370px;\" \/><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> De acordo o professor da Universidade de Passo Fundo (UPF) Eduardo Finamore, que apresentou o estudo, o resultado do m\u00eas de outubro teve alta de 1,94% acima do que foi projetado, que inicialmente estava previsto em R$ 0,8208 o litro.&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1460\" style=\"height: 300px; width: 400px;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Pesquisador Eduardo Finamore apresenta os dados do Conseleite&nbsp;<br \/> Cr\u00e9dito: Divulga\u00e7\u00e3o\/Sindilat&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<p> Segundo o presidente do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do RS (Sindilat), Alexandre Guerra, que tamb\u00e9m presidiu a reuni\u00e3o, a leve eleva\u00e7\u00e3o no pre\u00e7o se deve a uma parte da margem do aumento de custos, como nos combust\u00edveis e na energia, que a ind\u00fastria repassou ao produto final. Ao mesmo tempo, est\u00e1 impactado pela retra\u00e7\u00e3o provocada pelas condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas, com o excesso de chuvas, registradas neste ano. \"Houve eleva\u00e7\u00e3o de custos em fun\u00e7\u00e3o dos gastos maiores com a produ\u00e7\u00e3o e pela recupera\u00e7\u00e3o dos preju\u00edzos provocados pelas condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas\", afirmou Guerra.&nbsp;<span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;(Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Isolamento digital contribui para o \u00eaxodo rural<\/strong><\/p>\n<p> O Rio Grande do Sul tem hoje, conforme o \u00faltimo censo do IBGE, realizado em 2010, 336 mil jovens vivendo no meio rural o equivalente a apenas 12,73% de toda a popula\u00e7\u00e3o do Estado na faixa et\u00e1ria de 15 a 29 anos. Esse n\u00famero vem encolhendo e, de acordo com pesquisadores ligados ao campo, um dos fatores que contribui e pode agravar o \u00eaxodo nos pr\u00f3ximos anos \u00e9 o isolamento em plena era digital.<\/p>\n<p> - Sem acesso \u00e0 internet, eles se sentem inferiorizados. Esse \u00e9, com certeza, um dos motivos que tem levado os jovens a deixarem o campo - lamenta Josiane Einloft, diretora e coordenadora da Juventude Rural da Federa\u00e7\u00e3o dos Trabalhadores na Agricultura do Estado (Fetag-RS).<\/p>\n<p> De acordo com Josiane, as novas gera\u00e7\u00f5es - que poderiam garantir a sucess\u00e3o nas propriedades familiares - n\u00e3o desejam apenas acessar as redes sociais, mas tamb\u00e9m baixar aplicativos que possam ajudar no gerenciamento da produ\u00e7\u00e3o e realizar pesquisas sobre manejo e equipamentos. Afinal, diferentemente de seus pais, esses jovens exigem respostas mais pr\u00e1ticas e r\u00e1pidas para as suas d\u00favidas.<\/p>\n<p> <span style=\"text-decoration: underline;\">Pesquisador lamenta aus\u00eancia de pol\u00edticas p\u00fablicas para o setor<\/span><br \/> Para o professor Marcelo Antonio Conterato, do programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Desenvolvimento Rural da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), a diminui\u00e7\u00e3o do n\u00famero de jovens no campo tamb\u00e9m est\u00e1 relacionada com a queda na taxa de fecundidade. Conterato lembra que, nos anos 1970, no pa\u00eds, as mulheres que viviam no meio rural tinham, em m\u00e9dia, 7,7 filhos, quase tr\u00eas vezes mais do que atualmente. O professor, no entanto, reconhece que a qualidade (ou a falta de) nos servi\u00e7os de comunica\u00e7\u00e3o interfere na decis\u00e3o dos jovens de migrar ou permanecer em seus locais de resid\u00eancia.<\/p>\n<p> - \u00c9 inadmiss\u00edvel que, em pleno s\u00e9culo 21, na sociedade da informa\u00e7\u00e3o, boa parte de quem vive no meio rural esteja desconectado. Os jovens que vivem no campo t\u00eam o m\u00ednimo de informa\u00e7\u00e3o e conseguem comparar as realidades. Ent\u00e3o, muitos acabam optando por se mudar para centros urbanos m\u00e9dios, que t\u00eam uma estrutura de servi\u00e7os mais abrangente e consolidada. No final dos anos 1990, bastava que a TV tivesse bom sinal. Hoje em dia, isso n\u00e3o \u00e9 mais suficiente - explica.<\/p>\n<p> Na avalia\u00e7\u00e3o de Conterato, que tamb\u00e9m coordena o bacharelado \u00e0 dist\u00e2ncia em Desenvolvimento Rural, \u00e9 lament\u00e1vel a aus\u00eancia de pol\u00edticas p\u00fablicas que estimulem a melhoria da presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os de comunica\u00e7\u00e3o no campo. Segundo ele, a maioria das a\u00e7\u00f5es s\u00e3o voltadas para a produ\u00e7\u00e3o, o que \"se justifica, mas n\u00e3o tem estancado o \u00eaxodo rural\". (Zero Hora)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1459\" style=\"width: 381px; height: 370px;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Faeg reivindica melhorias na comercializa\u00e7\u00e3o com latic\u00ednios<\/strong><br \/> &nbsp;<br \/> Dando continuidade \u00e0s discuss\u00f5es que visam buscar melhorias em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s condi\u00e7\u00f5es atuais de comercializa\u00e7\u00e3o do leite em Goi\u00e1s, o presidente da Federa\u00e7\u00e3o da Agricultura e Pecu\u00e1ria de Goi\u00e1s (Faeg), Jos\u00e9 M\u00e1rio Schreiner, se reuniu com mais de 50 produtores, representantes de v\u00e1rios munic\u00edpios goianos, durante encontro da Comiss\u00e3o de Pecu\u00e1ria de Leite da entidade, realizado na \u00faltima semana. Na ocasi\u00e3o, os presentes avaliaram a mais recente a\u00e7\u00e3o do grupo. Com a ajuda da Faeg, os Sindicatos Rurais (SRs) encaminharam um documento para os latic\u00ednios, cooperativas e\/ou associa\u00e7\u00f5es solicitando a adequa\u00e7\u00e3o nos prazos de pagamento, bem como a entrega da nota fiscal de venda do leite no ato da entrega.<\/p>\n<p> Em continuidade, foi retomado um dos principais problemas que afligem o lado dos agropecuaristas de leite: a informalidade das ind\u00fastrias de processamento em rela\u00e7\u00e3o ao pagamento do leite comprado dos produtores. Os produtores se dispuseram a relatar as principais condi\u00e7\u00f5es, tanto clim\u00e1ticas quanto de custos de produ\u00e7\u00e3o, para que a Faeg possa ter em m\u00e3os as informa\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias a fim de conhecer e compreender a real situa\u00e7\u00e3o em cada canto do estado.<\/p>\n<p> Ao destacar as condi\u00e7\u00f5es da cadeia leiteira, Jos\u00e9 M\u00e1rio, que tamb\u00e9m \u00e9 presidente do Conselho Administrativo do Servi\u00e7o Nacional de Aprendizagem em Rural em Goi\u00e1s (Senar Goi\u00e1s), fez quest\u00e3o de ressaltar que o leite \u00e9 o \u00fanico produto que ainda se encontra numa situa\u00e7\u00e3o diferenciada dos demais produtos agropecu\u00e1rios. \"Ele \u00e9 o \u00fanico que, em rela\u00e7\u00e3o ao pagamento, recebe com prazos girando em torno de 45 a 55 dias. Outro problema que dificulta ainda mais a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 o fato de que n\u00e3o h\u00e1 o repasse de um documento fiscal formal no momento de entrega do leite \u00e0s ind\u00fastrias\", informa Schreiner.<\/p>\n<p> Para o presidente, esses problemas j\u00e1 v\u00eam a muito deixando os produtores de cabe\u00e7a quente, por\u00e9m, atualmente, est\u00e3o sendo agravados por fatores como a alta no custo de produ\u00e7\u00e3o e o clima, com a falta de chuvas. E justamente sobre esse aumento nos custos de produ\u00e7\u00e3o que Schreiner orientou os produtores a pensarem na redu\u00e7\u00e3o de custos como uma alternativa em tempos de recess\u00e3o econ\u00f4mica. \"Os produtores decidiram que ir\u00e3o realizar a sele\u00e7\u00e3o dos melhores animais a fim de reduzir o consumo da ra\u00e7\u00e3o, que ultimamente tem se apresentado com um custo bastante alto\", relata o presidente.<\/p>\n<p> <span style=\"text-decoration: underline;\">Mercado<\/span><br \/> A situa\u00e7\u00e3o do mercado financeiro tamb\u00e9m esteve em pauta no decorrer do evento. O gerente de Assuntos T\u00e9cnicos e Econ\u00f4micos da Faeg, Edson Alves, comentou que houve, de outubro em rela\u00e7\u00e3o a setembro, um aumento significativo das importa\u00e7\u00f5es de leite. Mas acrescenta que isso, logicamente, \u00e9 oriundo de produtos que j\u00e1 tinham sido comercializados h\u00e1 5 ou 6 meses antes e que est\u00e1 impactando agora. \"N\u00e3o tivemos chuvas significativas ao ponto de gerar um grande excedente de leite. E registrou-se recupera\u00e7\u00e3o de 3% dos pre\u00e7os dos derivados l\u00e1cteos nos \u00faltimos 15 dias como, por exemplo, no caso do longa vida. Ent\u00e3o, n\u00e3o vemos justificativas para quedas expressivas de pre\u00e7os aos produtores nesse momento\", acrescenta. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da Faeg)<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Produ\u00e7\u00e3o de leite na Europa continua forte em setembro<\/strong><\/p>\n<p> A capta\u00e7\u00e3o de leite na Zona do Euro em setembro excedeu os n\u00edveis do ano anterior em 3,2%. A produ\u00e7\u00e3o nas 27 na\u00e7\u00f5es da Uni\u00e3o Europeia (UE-28) que reportaram dados preliminares (a Espanha n\u00e3o reportou) totalizou 11,67 milh\u00f5es de toneladas. Isso traz as capta\u00e7\u00f5es at\u00e9 agora nesse ano nesses 27 pa\u00edses para um aumento de 2,2% com rela\u00e7\u00e3o aos primeiros nove meses de 2014.<\/p>\n<p> Os pre\u00e7os dos produtos l\u00e1cteos no final do ano passado aumentaram e os produtores em locais como Holanda e Irlanda responderam de forma entusiasmada. A produ\u00e7\u00e3o de leite aumentou, preparando o terreno para r\u00edgidas multas por excederem as cotas e para uma menor produ\u00e7\u00e3o de leite no come\u00e7o desse ano. Agora que as \"algemas\" das cotas n\u00e3o existem mais, o leite est\u00e1 jorrando nesses pa\u00edses novamente. A produ\u00e7\u00e3o em setembro na Irlanda aumentou 15,9% com rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior e as capta\u00e7\u00f5es na Holanda aumentaram 9,3% com rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior.<\/p>\n<p> &nbsp;<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1461\" style=\"width: 400px; height: 281px;\" \/><\/p>\n<p> Apesar de as na\u00e7\u00f5es que s\u00e3o maiores produtoras de leite n\u00e3o terem registrado aumentos t\u00e3o dram\u00e1ticos, elas reportaram tamb\u00e9m uma produ\u00e7\u00e3o maior e os ganhos com rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior est\u00e3o acelerando. Na Alemanha, a produ\u00e7\u00e3o em setembro foi 3% maior do que no ano anterior, 2,7% a mais que em agosto. As capta\u00e7\u00f5es na Fran\u00e7a se mantiveram est\u00e1veis com rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior em julho e agosto, mas aumentaram 1,5% em setembro. Desde o fim da cota, a produ\u00e7\u00e3o de leite na Europa totalizou 3,4% a mais do que no ano anterior.<\/p>\n<p> Se o crescimento continuar em ritmo lento na Alemanha e na Fran\u00e7a e em ritmo acelerado em locais como Holanda, Irlanda, Dinamarca e B\u00e9lgica, a produ\u00e7\u00e3o de leite na Europa dever\u00e1 ultrapassar as melhoras modestas na demanda global, o que poder\u00e1 pesar nos mercados mundiais. \"Os pre\u00e7os ainda n\u00e3o est\u00e3o restringindo o fluxo de leite\". (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Daily Dairy Report)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/div>\n<div>\n<div><em><span style=\"text-align: justify;\">Aftosa<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Termina no pr\u00f3ximo dia 30 a segunda etapa da campanha de vacina\u00e7\u00e3o contra a febre aftosa no Estado. Nessa fase, devem ser imunizados animais com at\u00e9 24 meses de idade. Na regi\u00e3o central, 130 mil de um total de 340 mil bovinos e bubalinos j\u00e1 foram imunizados conforme a Secretaria da Agricultura. Pecuaristas do Pronaf ou do Pecfam com at\u00e9 30 exemplares recebem as doses gratuitamente. (Zero Hora)<\/span><\/em><\/div>\n<div><em><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/em><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<p> <center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"><center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"> <\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp; <\/span><\/p>\n<p> <\/center><\/center> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span id=\"cke_bm_97E\" style=\"display: none;\"><\/span><span id=\"cke_bm_503E\" style=\"display: none;\"><\/span><\/span><\/span><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Porto Alegre, 24 de novembro de 2015 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 9 - N\u00b0 2.153 &nbsp; &nbsp;&nbsp;Pre\u00e7o do leite registra tend\u00eancia de estabilidade em novembro no RS &nbsp; O pre\u00e7o do leite padr\u00e3o <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2015\/11\/24\/24-11-2015\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"24\/11\/2015\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-832","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/832","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=832"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/832\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=832"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=832"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=832"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}