{"id":825,"date":"2015-11-20T16:49:54","date_gmt":"2015-11-20T16:49:54","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2015\/11\/20\/20-11-2015\/"},"modified":"2015-11-20T16:49:54","modified_gmt":"2015-11-20T16:49:54","slug":"20-11-2015","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2015\/11\/20\/20-11-2015\/","title":{"rendered":"20\/11\/2015"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\">&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 20 de novembro de 2015 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 9 - N\u00b0 2.151<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"text-align: justify;\"><span face=\"tahoma, geneva, sans-serif\" style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><\/span><\/span><\/strong><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"width: 811px; height: 16px; text-align: justify; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>&nbsp;&nbsp;<span style=\"text-align: justify;\">Conseleite\/SC<\/span><\/strong><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">A diretoria do Conseleite Santa Catarina reunida no dia 19 de Novembro de 2015 na cidade de Joa\u00e7aba, atendendo os dispositivos disciplinados no artigo 15 do seu Estatuto, inciso I, aprova e divulga os pre\u00e7os de refer\u00eancia da mat\u00e9ria-prima leite, realizado no m\u00eas de Outubro de 2015 e a proje\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os de refer\u00eancia para o m\u00eas de Novembro de 2015. Os valores divulgados compreendem os pre\u00e7os de refer\u00eancia para o leite padr\u00e3o, bem como o maior e menor valor de refer\u00eancia, de acordo com os par\u00e2metros de \u00e1gio e des\u00e1gio em rela\u00e7\u00e3o ao Leite Padr\u00e3o, calculados segundo metodologia definida pelo Conseleite - Santa Catarina. (FAESC)<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1452\" style=\"width: 407px; height: 228px;\" \/><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Minist\u00e9rio da Agricultura divulga programa Leite Saud\u00e1vel no RS<\/strong><br \/> &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<br \/> O Minist\u00e9rio da Agricultura (MAPA) realizou nesta quinta-feira (19\/11), em Porto Alegre, um encontro para promover e esclarecer d\u00favidas sobre o Programa Leite Saud\u00e1vel, lan\u00e7ado pelo governo federal no final de setembro. A iniciativa busca elevar a qualidade do produto nacional, uma vez que o Brasil \u00e9 o quarto maior produtor mundial de leite. Representando o Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do RS (Sindilat), Fabiane de Oliveira, acompanhou o encontro. Nesta semana, os t\u00e9cnicos do MAPA tamb\u00e9m realizaram encontro no Interior do Estado divulgando o projeto.<\/p>\n<p> Sobre o cen\u00e1rio nacional, deu-se destaque para o fato de que a produ\u00e7\u00e3o do leite segue em alta. Ao mesmo tempo, a produtividade m\u00e9dia continua baixa. Os representantes do Minist\u00e9rio destacaram que o objetivo do programa, al\u00e9m da melhoria do produto, \u00e9 ampliar a produtividade e a competitividade por meio do desenvolvimento da assist\u00eancia t\u00e9cnica, melhoramento gen\u00e9tico e boas pr\u00e1ticas agropecu\u00e1rias. Ao mesmo tempo, o Programa Leite Saud\u00e1vel busca promover o aumento da renda e a ascens\u00e3o social dos produtores rurais. O p\u00fablico alvo s\u00e3o 80 mil produtores de leite dos estados de Goi\u00e1s, Minas Gerais, Paran\u00e1, Rio Grande do Sul.<\/p>\n<p> Basicamente, para ampliar a competitividade do setor l\u00e1cteo ficaram definidos sete eixos principais. S\u00e3o eles: a amplia\u00e7\u00e3o da assist\u00eancia t\u00e9cnica gerencial; melhoramento gen\u00e9tico; pol\u00edtica agr\u00edcola; sanidade animal; qualidade do leite; a defini\u00e7\u00e3o de um marco regulat\u00f3rio e a amplia\u00e7\u00e3o de mercados. O investimento total para o Leite Saud\u00e1vel \u00e9 de R$ 386, 9 milh\u00f5es. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/p>\n<p> <strong>C\u00e1lculo eleva PIB ga\u00facho para 8,2% em 2013<\/strong><\/p>\n<p> Agora \u00e9 oficial. A nova metodologia de aferi\u00e7\u00e3o dos resultados do Produto Interno Bruto (PIB) do Pa\u00eds, divulgada em mar\u00e7o deste ano pelo IBGE, est\u00e1 valendo. O modelo utilizado para incorporar as mudan\u00e7as passa a utilizar como refer\u00eancia o ano de 2010 para a consolida\u00e7\u00e3o de uma nova s\u00e9rie hist\u00f3rica. Um dos objetivos \u00e9 unificar os sistemas para abarcar de forma mais abrangente as diferentes realidades econ\u00f4micas regionais.<\/p>\n<p> Pelo novo c\u00e1lculo, o PIB ga\u00facho de 2013 apresentou o maior crescimento entre os estados brasileiros. A varia\u00e7\u00e3o de 8,2% supera o desempenho da economia nacional que registrou alta de 3% no mesmo per\u00edodo. Em valores nominais, o PIB atingiu a cifra de R$ 331,095 bilh\u00f5es, em 2013.<\/p>\n<p> O dado expressivo, entretanto, \u00e9 fruto de uma retomada da normalidade no agroneg\u00f3cio, tendo em vista que, em 2012, o Estado havia registrado crescimento negativo em fun\u00e7\u00e3o da estiagem. Antes da revis\u00e3o, o Rio Grande do Sul j\u00e1 ostentava o melhor desempenho de 2013 (5,8%). Isso porque, no ano imediatamente anterior, o fator clim\u00e1tico reduziu a safra de gr\u00e3os e, por consequ\u00eancia, limitou a expans\u00e3o da economia ga\u00facha. Deste modo, o maior impacto no desempenho medido em 2013 veio da agricultura, que cresceu 79,3% sobre 2012.<\/p>\n<p> Al\u00e9m disso, a ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o cresceu 7,3% no per\u00edodo, puxada pela produ\u00e7\u00e3o automotiva e de m\u00e1quinas e equipamentos. Tamb\u00e9m houve incremento no com\u00e9rcio (7,0%) e na constru\u00e7\u00e3o civil (6%). A divulga\u00e7\u00e3o dos resultados foi feita pela Funda\u00e7\u00e3o de Economia e Estat\u00edstica (FEE). Ao mesmo tempo, as demais institui\u00e7\u00f5es estaduais, sob a coordena\u00e7\u00e3o do IBGE, tamb\u00e9m apresentaram as contas regionais oficiais de 2013 e a revis\u00e3o dos dados de 2010 a 2012. A partir das novas refer\u00eancias, o crescimento do PIB ga\u00facho, em 2011, foi de 4,4%, enquanto a economia brasileira cresceu 3,9%. J\u00e1 em 2012, a economia ga\u00facha recuou 2,1%, influenciada pelo desempenho da agricultura (-43,3%) e da ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o (-5,4%). O PIB do Brasil cresceu 1,9% naquele ano.<\/p>\n<p> Na compara\u00e7\u00e3o entre as 27 economias regionais, \u00e9 poss\u00edvel constatar que o Rio Grande do Sul diminuiu a sua participa\u00e7\u00e3o na composi\u00e7\u00e3o do PIB nacional, que chegou a R$ 5,3 trilh\u00f5es depois da revis\u00e3o dos valores. A fatia ga\u00facha passou de 6,7%, pelo m\u00e9todo antigo, para 6,21% no atual. Por isso, em 2013, o Estado perdeu a quarta posi\u00e7\u00e3o no ranking para o Paran\u00e1. As primeiras posi\u00e7\u00f5es continuam ocupadas por S\u00e3o Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.<\/p>\n<p> Neste contexto, entre 2012 e 2013, Rio de Janeiro ( 0,78%), S\u00e3o Paulo ( 0,23%) e Goi\u00e1s ( 0,16%) ganharam relev\u00e2ncia na composi\u00e7\u00e3o do PIB nacional. Rio Grande do Sul (-0,49%), Minas Gerais (-0,28) e Distrito Federal (-0,27) reduziram suas participa\u00e7\u00f5es no per\u00edodo.<\/p>\n<p> Entre os fatores determinantes, o coordenador do N\u00facleo de Contas Regionais da FEE, Roberto Rocha, destaca o aumento da participa\u00e7\u00e3o de outras unidades federativas na agropecu\u00e1ria. Al\u00e9m disso, Rocha explica que, antes, n\u00e3o havia uma matriz regional de produ\u00e7\u00e3o e custos agropecu\u00e1rios. O c\u00e1lculo era feito com base na reparti\u00e7\u00e3o dos valores em estados de refer\u00eancia, feito a partir do Censo Agropecu\u00e1rio de 2006. Agora, cada unidade da Federa\u00e7\u00e3o passa a ter a sua pr\u00f3pria matriz de aferi\u00e7\u00e3o de resultados. Da mesma forma, em empresas que possuem sedes administrativas separadas da opera\u00e7\u00e3o industrial, o valor adicionado (VAB) passa a ser computado para o local onde existe a sede. Isso gera altera\u00e7\u00f5es significativas. No caso da Petrobras, por exemplo, uma parcela era incorporada nos estados. Agora, o desempenho da empresa ser\u00e1 alocado no Rio de Janeiro. Isso, segundo o pesquisador, n\u00e3o afeta o peso da ind\u00fastria naval ga\u00facha, prestadora de servi\u00e7os para a estatal, mas provoca certa influ\u00eancia na participa\u00e7\u00e3o gerada pelas refinarias de petr\u00f3leo.<\/p>\n<p> Outra mudan\u00e7a implicou no recenseamento das fornecedoras de energia com o objetivos de delimitar com precis\u00e3o onde os valores seriam contabilizados. A defini\u00e7\u00e3o passou a considerar a localiza\u00e7\u00e3o das casas de for\u00e7a, o que alterou o c\u00e1lculo relativo \u00e0 participa\u00e7\u00e3o das usinas em alguns estados. (Jornal do Com\u00e9rcio)<\/p>\n<p> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1454\" \/><\/p>\n<p> &nbsp;<br \/> <strong>Aumento na oferta de leite imp\u00f5e novas quedas no mercado global<\/strong><\/p>\n<p> Os pre\u00e7os internacionais do leite em p\u00f3 no leil\u00e3o da plataforma Global Dairy Trade (GDT) devolveram, desde meados de outubro, boa parte dos ganhos registrados nos quatro preg\u00f5es anteriores. No \u00faltimo leil\u00e3o quinzenal, realizado na ter\u00e7a-feira, as cota\u00e7\u00f5es do leite em p\u00f3 integral ca\u00edram 11% para US$ 2.148 por tonelada. J\u00e1 as cota\u00e7\u00f5es do leite em p\u00f3 desnatado tiveram queda de 8,1%, recuando para US$ 1.851 por tonelada. No leil\u00e3o do dia 6 de outubro, o leite integral tinha alcan\u00e7ado um valor m\u00e9dio de US$ 2.824 por tonelada, enquanto o leite em p\u00f3 desnatado chegara a US$ 2.267, conforme dados divulgados pela plataforma. Os pre\u00e7os negociados nesses leil\u00f5es s\u00e3o refer\u00eancia para o mercado internacional de l\u00e1cteos.<\/p>\n<p> A redu\u00e7\u00e3o da oferta nos leil\u00f5es anunciada pela neozelandesa Fonterra, maior exportadora de l\u00e1cteos do mundo, fez os pre\u00e7os se recuperarem nos preg\u00f5es a partir de agosto, depois de terem atingido baixas hist\u00f3ricas. A empresa diminuiu os volumes oferecidos no leil\u00e3o, mas vendeu no mercado. O efeito da estrat\u00e9gia, por\u00e9m, perdeu for\u00e7a nos \u00faltimos leil\u00f5es. Segundo Valter Galan, analista da MilkPoint, consultoria especializada em l\u00e1cteos, \"os fundamentos do mercado n\u00e3o mudaram\" em rela\u00e7\u00e3o ao per\u00edodo de alta. Assim, as quedas dos \u00faltimos tr\u00eas preg\u00f5es parecem ter sido um ajuste ap\u00f3s altas fortes, que tiveram \"caracter\u00edsticas de especula\u00e7\u00e3o\". Ele observa que a produ\u00e7\u00e3o de leite continua em alta nos Estados Unidos e tamb\u00e9m na Europa, onde o fim do regime de cotas estimula esse cen\u00e1rio. J\u00e1 na Nova Zel\u00e2ndia, a produ\u00e7\u00e3o acumula queda de 3% na safra (de junho at\u00e9 setembro). Mas esse recuo n\u00e3o \u00e9 suficiente para compensar os aumentos na produ\u00e7\u00e3o pois o principal importador mundial de l\u00e1cteos, a China, continua fora do mercado, explica.&nbsp;<\/p>\n<p> Outro fator baixista s\u00e3o os estoques elevados de leite em p\u00f3 desnatado na Europa e nos Estados Unidos, segundo Galan. Rafael Ribeiro, da Scot Consultoria, tamb\u00e9m avalia que o per\u00edodo de aumento na oferta de leite no mercado internacional explica a redu\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os. \"Houve um ajuste com a redu\u00e7\u00e3o da oferta pela Fonterra, mas a demanda continua fraca. [A diminui\u00e7\u00e3o] N\u00e3o foi suficiente para sustentar a cota\u00e7\u00f5es internacionais\", diz. O quadro tamb\u00e9m \u00e9 de cota\u00e7\u00f5es pressionadas ao produtor no mercado brasileiro. A raz\u00e3o \u00e9 que ap\u00f3s um atraso na entrada da safra de leite de Minas Gerais e Goi\u00e1s, por conta do clima seco, os volumes come\u00e7aram a crescer. A demanda tamb\u00e9m est\u00e1 fraca. Segundo dados da Kantar, citados por Galan, de janeiro a setembro o consumo de leite longa vida caiu 4% na compara\u00e7\u00e3o com igual per\u00edodo de 2014. (Valor Econ\u00f4mico)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1453\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/div>\n<div>\n<div><em><span style=\"text-align: justify;\">No radar<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">O RIO GRANDE do Sul perdeu para o Paran\u00e1 o posto de quarta maior economia do Brasil apontou IBGE. Mas, no campo o Estado vai melhor. Olhando as atividades de maneira isolada, o RS \u00e9 o segundo mais importante do pa\u00eds na pecu\u00e1ria, ficando atr\u00e1s apenas de Minas Gerais. Na agricultura, \u00e9 terceiro, depois de Paran\u00e1 e S\u00e3o Paulo. (Zero Hora)<\/span><\/em><\/div>\n<div><em><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/em><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span id=\"cke_bm_97E\" style=\"display: none;\"><\/span><span id=\"cke_bm_503E\" style=\"display: none;\"><\/span><\/span><\/span><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre, 20 de novembro de 2015 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 9 - N\u00b0 2.151 &nbsp; &nbsp;&nbsp;Conseleite\/SC A diretoria do Conseleite Santa Catarina reunida no dia 19 de Novembro de 2015 na cidade <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2015\/11\/20\/20-11-2015\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"20\/11\/2015\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-825","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/825","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=825"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/825\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=825"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=825"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=825"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}