{"id":824,"date":"2015-11-19T17:35:22","date_gmt":"2015-11-19T17:35:22","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2015\/11\/19\/4\/"},"modified":"2015-11-19T17:35:22","modified_gmt":"2015-11-19T17:35:22","slug":"4","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2015\/11\/19\/4\/","title":{"rendered":"19\/11\/2015"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 19 de novembro de 2015 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 9 - N\u00b0 2.150<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"text-align: justify;\"><span face=\"tahoma, geneva, sans-serif\" style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><\/span><\/span><\/strong><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"width: 811px; height: 16px; text-align: justify; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>&nbsp;&nbsp;<\/strong><strong>Contrabando causa perda de R$ 100 bilh\u00f5es&nbsp;<\/strong> <\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"> A economia subterr\u00e2nea no Brasil, estimada pela Funda\u00e7\u00e3o Get\u00falio Vargas em mais de R$ 800 bilh\u00f5es, seria hoje o 17\u00ba maior PIB do mundo. A diferen\u00e7a \u00e9 que n\u00e3o produz quase nada, a n\u00e3o ser preju\u00edzo ao consumidor, ao Fisco e \u00e0 concorr\u00eancia. \u00c9 movimentada por contrabandistas, fabricantes de produtos piratas e um personagem menos combatido at\u00e9 agora: o devedor contumaz, que cria uma empresa para ganhar dinheiro sem qualquer preocupa\u00e7\u00e3o com as leis e o pagamento de tributos. O contrabando gera perdas de R$ 100 bilh\u00f5es ao ano. A pirataria pela internet teria movimentado no ano passado mais de R$ 800 milh\u00f5es, de acordo com o F\u00f3rum Nacional Contra a Pirataria (FNCP). Aparelhos eletr\u00f4nicos, cigarros, bebidas, roupas e cal\u00e7ados, combust\u00edveis e rem\u00e9dios lideram todos os rankings de com\u00e9rcio ilegal. O problema n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 brasileiro.&nbsp;<\/p>\n<p> A produ\u00e7\u00e3o e o com\u00e9rcio internacionais de mercadorias falsificadas rendem cerca de US$ 250 bilh\u00f5es ao ano. Os dados da Organiza\u00e7\u00e3o para a Coopera\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento Econ\u00f4mico (OCDE) apontam apenas uma parte do problema. S\u00f3 a comercializa\u00e7\u00e3o mundial de rem\u00e9dios falsificados, de acordo com Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS), rende entre US$ 75 bilh\u00f5es a US$ 200 bilh\u00f5es. O Brasil n\u00e3o fica atr\u00e1s. Dezenove por cento dos medicamentos vendidos no pa\u00eds s\u00e3o ilegais. Eles dividem com t\u00eaxteis e suprimentos de impress\u00e3o o bolo de R$ 26,6 bilh\u00f5es de perdas. A sonega\u00e7\u00e3o de tributos provocada pelo contrabando e pela pirataria chega a R$ 27 bilh\u00f5es por ano. O com\u00e9rcio ilegal de gasolina, \u00f3leo diesel e outros derivados de petr\u00f3leo representa sozinho perdas de R$ 2,6 bilh\u00f5es aos cofres p\u00fablicos. A rota mais comum da ilegalidade passa pelas estradas. O Brasil tem quase 17 mil quil\u00f4metros de fronteira com outros dez pa\u00edses na Am\u00e9rica do Sul. \u00c9 por a\u00ed que passa o contrabando, al\u00e9m de armas e drogas.&nbsp;<\/p>\n<p> O lan\u00e7amento, em 2011, do Plano Estrat\u00e9gico de Fronteiras (PEF), da Estrat\u00e9gia Nacional de Seguran\u00e7a P\u00fablica nas Fronteiras (ENAFRON), com o objetivo de integrar as a\u00e7\u00f5es dos \u00f3rg\u00e3os de seguran\u00e7a federais, estaduais, municipais e tamb\u00e9m dos pa\u00edses vizinhos, refor\u00e7ou o or\u00e7amento da fiscaliza\u00e7\u00e3o das For\u00e7as Armadas, Pol\u00edcia Federal e Pol\u00edcia Rodovi\u00e1ria Federal para inibir a ilegalidade. O relat\u00f3rio de gest\u00e3o da PRF de 2014 indica que os investimentos atingiram R$ 34,4 milh\u00f5es. Outros R$ 36,6 milh\u00f5es foram aplicados em cursos de aperfei\u00e7oamento e capacita\u00e7\u00e3o. Os resultados apontam para a fiscaliza\u00e7\u00e3o de 3,2 milh\u00f5es de ve\u00edculos e de 5,2 milh\u00f5es de pessoas, com 3.882 pris\u00f5es em flagrante. Al\u00e9m de drogas e armas, foram apreendidos 3,1 milh\u00f5es de pacotes de cigarros, 212 mil unidades de medicamentos, 206,8 mil eletr\u00f4nicos e 3,08 milh\u00f5es de outros produtos de contrabando. As apreens\u00f5es de maconha e coca\u00edna cresceram 46% e 23% em rela\u00e7\u00e3o a 2013.<\/p>\n<p> Dados do balan\u00e7o das 1.200 opera\u00e7\u00f5es da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Combate ao Contrabando (ABCF) informam que a quantidade de produtos contrabandeados apreendidos cresceu 34% em 2014. O fato ruim \u00e9 que n\u00e3o representam nem 10% das mercadorias contrabandeadas. \"A ilegalidade n\u00e3o pode continuar sendo vista como um mal menor. Impostos elevados, fiscaliza\u00e7\u00e3o ineficiente e uma certa aceita\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o, que tem uma vis\u00e3o rom\u00e2ntica do com\u00e9rcio ilegal, tornam o quadro dram\u00e1tico\", diz Edson Vismona, presidente-\u00acexecutivo do F\u00f3rum Nacional Contra a Pirataria. (Valor Econ\u00f4mico)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1451\" style=\"height: 739px; width: 600px;\" \/><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Expectativa de exporta\u00e7\u00e3o para a China anima latic\u00ednios brasileiros<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> O Brasil defende a libera\u00e7\u00e3o de unidades exportadoras de l\u00e1cteos para a China. Foi o que afirmou a ministra da Agricultura, K\u00e1tia Abreu, que participou nesta semana de reuni\u00f5es com autoridades e empres\u00e1rios chineses. A ministra confirmou pela sua conta no Twitter sua inten\u00e7\u00e3o de enviar uma lista de empresas a serem liberadas, embora n\u00e3o informasse prazo para que as informa\u00e7\u00f5es fossem passadas.<\/p>\n<p> A not\u00edcia anima a Viva L\u00e1cteos, associa\u00e7\u00e3o que representa as principais ind\u00fastrias do setor, que representa 70% da produ\u00e7\u00e3o e 95% da exporta\u00e7\u00e3o. O diretor executivo da entidade, Marcelo Martins, acredita que a lista das primeiras habilita\u00e7\u00f5es deve ser enviada pelo governo brasileiro no in\u00edcio do ano que vem. Pondera, entretanto, que a documenta\u00e7\u00e3o com os requisitos sanit\u00e1rios adotados pelos chineses chegou recentemente e as empresas ainda est\u00e3o em fase de adapta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p> O executivo evita projetar um n\u00famero de unidades industriais que poderiam ser liberadas. Pelo menos por enquanto, admite a expectativa de que sejam pelo menos as 26 que exportam para o mercado russo. \"N\u00e3o teria porque isso n\u00e3o ocorrer. H\u00e1 todo um trabalho sendo feito pelas empresas para atender \u00e0 demanda\", ressalta Martins a respeito da resposta a ser dada pelo setor privado aos governos do Brasil e da China.<\/p>\n<p> Ele explica que o processo de libera\u00e7\u00e3o n\u00e3o depende de inspe\u00e7\u00e3o sanit\u00e1ria in loco das autoridades chinesas. \u00c0 medida que as empresas exportadoras informarem sobre a adequa\u00e7\u00e3o \u00e0s normas, o Minist\u00e9rio da Agricultura do Brasil far\u00e1 as chamadas visitas de habilita\u00e7\u00e3o e, em seguida, enviar\u00e1 a lista para o governo chin\u00eas. O executivo acredita que, confirmadas as expectativas, os embarques de l\u00e1cteos para a China devem come\u00e7ar ainda no primeiro semestre do ano que vem.<\/p>\n<p> \"O Brasil exportou pequenas quantidades para a China at\u00e9 2008. De l\u00e1 para c\u00e1, mais nada. Como ficou todo esse tempo sem exportar, foi necess\u00e1rio reconstruir o processo de inspe\u00e7\u00e3o e habilita\u00e7\u00e3o. A China \u00e9 um mercado potencialmente interessante ao menos para os pr\u00f3ximos dez anos e dentro de uma estrat\u00e9gia de diversifica\u00e7\u00e3o de fornecedores, enxerga o Brasil\", conta Martins.<\/p>\n<p> De acordo com a Viva L\u00e1cetos, baseada em dados de organismos internacionais, de 2004 para 2014, as importa\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos da China passaram de 160,4 mil para 1,089 milh\u00e3o de toneladas. \u00c9 um mercado que consome o equivalente a US$ 5 bilh\u00f5es anuais. O pa\u00eds asi\u00e1tico respondeu no ano passado por 21% das compras globais de leite em p\u00f3 (945 mil toneladas somando integral e desnatado), 9% das de manteiga (80 mil toneladas) e 3% das de queijos (64 mil toneladas). At\u00e9 2024, a demanda por esses produtos deve crescer 53,12%, 93% e 126%, respectivamente.<\/p>\n<p> A maior migra\u00e7\u00e3o populacional do campo para a cidade e o fim da pol\u00edtica de um filho por casal, anunciada recentemente pelo governo chin\u00eas, s\u00e3o fatores que trazem a expectativa de maior demanda. O consumo m\u00e9dio per capita \u00e9 estimado em 40 litros de l\u00e1cteos por habitante ao ano, bem abaixo do recomendado pela Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade, em torno de 200 litros. \"O consumidor chin\u00eas n\u00e3o confia muito nos l\u00e1cteos do pa\u00eds, o que favorece a importa\u00e7\u00e3o\", acrescenta Marcelo Martins, lembrando dos casos de leite contaminado ocorridos entre 2008 e 2010 e que tiveram repercuss\u00e3o internacional.<\/p>\n<p> Do lado brasileiro, de 2008 a 2014, o faturamento m\u00e9dio com as exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos foi de US$ 223,57 milh\u00f5es, de acordo com dados da Viva L\u00e1cteos. Os principais destinos s\u00e3o Venezuela, Ar\u00e1bia Saudita, Angola, Emirados \u00c1rabes e Trinidad e Tobago.<\/p>\n<p> <span style=\"text-decoration: underline;\">Mais carnes<\/span><br \/> O otimismo em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 presen\u00e7a de l\u00e1cteos brasileiros no mercado chin\u00eas, inclusive do pr\u00f3prio governo, foi refor\u00e7ado depois da habilita\u00e7\u00e3o de sete novos frigor\u00edficos para vender carnes ao pa\u00eds asi\u00e1tico, anunciada nesta ter\u00e7a-feira (17\/11). S\u00e3o tr\u00eas de carne bovina, dois de su\u00edna e outros dois de frango. A expectativa do Minist\u00e9rio da Agricultura \u00e9 de que cada unidade venda entre US$ 18 milh\u00f5es e US$ 20 milh\u00f5es anuais.<\/p>\n<p> De acordo como Minist\u00e9rio, uma planta esperava habilita\u00e7\u00e3o desde 2012 e as outras foram inspecionadas em junho passado. Em contrapartida, o Brasil vai liberar o mercado brasileiro para 18 estabelecimentos chineses que exportam pescados e outros dois que exportam tripas.<br \/> \"Sabemos que geralmente as rela\u00e7\u00f5es comerciais s\u00e3o de frieza e pragmatismo, mas acredito em la\u00e7os de amizade e confian\u00e7a para termos um relacionamento duradouro\", disse K\u00e1tia Abreu, de acordo com nota divulgada pelo Minist\u00e9rio. (Globo Rural)<\/p>\n<p> <strong>Alta dos pre\u00e7os dos l\u00e1cteos no atacado na primeira quinzena de novembro<\/strong><\/p>\n<p> No atacado, considerando a m\u00e9dia de todos os produtos pesquisados pela Scot Consultoria, os pre\u00e7os dos l\u00e1cteos subiram 0,5% na primeira quinzena de novembro em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 segunda metade de outubro.<\/p>\n<p> O leite longa vida seguiu trajet\u00f3ria de alta e teve valoriza\u00e7\u00e3o de 0,5%. O produto est\u00e1 cotado, em m\u00e9dia, em R$2,13 na m\u00e9dia de S\u00e3o Paulo, Minas e Goi\u00e1s. Embora pouco expressiva, a alta dos pre\u00e7os reflete o crescimento da produ\u00e7\u00e3o abaixo do esperado, em fun\u00e7\u00e3o do clima adverso e aumento dos custos de produ\u00e7\u00e3o. Com isso, os estoques est\u00e3o ligeiramente mais ajustados nas ind\u00fastrias.<\/p>\n<p> O leite em p\u00f3 tamb\u00e9m subiu e ficou cotado, em m\u00e9dia, em R$13,95 por quilo no atacado, uma alta de 1,0% no per\u00edodo. Com as chuvas mais regulares, a expectativa \u00e9 de que a produ\u00e7\u00e3o de leite aumente de forma mais expressiva daqui para frente, o que deve aumentar a press\u00e3o de baixa no mercado interno. (Scot Consultoria)<br \/> &nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/div>\n<div>\n<div><em><span style=\"text-align: justify;\">BNDES destina recursos ao RS<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">O BNDES destinar\u00e1 R$ 25 milh\u00f5es a empreendimentos da agricultura familiar no Rio Grande do Sul nas \u00e1reas de log\u00edstica, beneficiamento e ado\u00e7\u00e3o de novas tecnologias. Os recursos ser\u00e3o repassados ao Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento dos Pequenos Estabelecimentos Rurais, administrado pela Secretaria de Desenvolvimento Rural e Cooperativismo. (Correio do Povo)<\/span><\/em><\/div>\n<div><em><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/em><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1095\" \/><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<p> <center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"><center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"> <\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><a href=\"%__socialm_FCB%\" style=\"padding: 3px;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/images\/FCB.png\" \/><\/a><a href=\"%__socialm_TWT%\" style=\"padding: 3px;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/images\/TWT.png\" \/><\/a><br \/> Compartilhe nas redes sociais<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"> <span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><a href=\"%__optout%\" target=\"_BLANK\" style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\">Descadastre-se <\/a> caso n\u00e3o queira receber mais e-mails.<\/span><\/span><span style=\"display: none;\">&nbsp; <\/span><\/p>\n<p> <\/center><\/center> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span id=\"cke_bm_97E\" style=\"display: none;\"><\/span><span id=\"cke_bm_503E\" style=\"display: none;\"><\/span><\/span><\/span><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Porto Alegre, 19 de novembro de 2015 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 9 - N\u00b0 2.150 &nbsp; &nbsp;&nbsp;Contrabando causa perda de R$ 100 bilh\u00f5es&nbsp; A economia subterr\u00e2nea no Brasil, estimada pela Funda\u00e7\u00e3o Get\u00falio <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2015\/11\/19\/4\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"19\/11\/2015\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-824","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/824","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=824"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/824\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=824"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=824"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=824"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}