{"id":8109,"date":"2021-10-13T17:59:07","date_gmt":"2021-10-13T17:59:07","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=8109"},"modified":"2021-10-13T18:27:38","modified_gmt":"2021-10-13T18:27:38","slug":"13-10-2021","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2021\/10\/13\/13-10-2021\/","title":{"rendered":"13\/10\/2021"},"content":{"rendered":"<figure class=\"wp-block-image\" style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/figure>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><!-- \/wp:post-content -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph --><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 13 de outubro de 2021&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 15 - N\u00b0 3.519<\/p>\r\n<hr>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Pr\u00eamio Refer\u00eancia Leiteira foi tema do Vitrine Rural<\/strong><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Destacar propriedades com rela\u00e7\u00e3o \u00e0s suas efici\u00eancias produtivas e qualidade do leite. Esse \u00e9 um dos objetivos do Pr\u00eamio Refer\u00eancia Leiteira, tem\u00e1tica abordada pelo secret\u00e1rio-executivo do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do Rio Grande do Sul (Sindilat), Darlan Palharini, em entrevista para programa Vitrine Rural, da R\u00e1dio Luz e Alegria, neste s\u00e1bado (09\/10). Ele esclareceu que o pr\u00eamio analisar\u00e1 tr\u00eas pilares: a qualidade do leite, a produtividade por hectare e as horas trabalhadas na atividade leiteira como gera\u00e7\u00e3o de resultados. \u201cOutro ponto que conta dentro dessa quest\u00e3o da Refer\u00eancia Leiteira s\u00e3o as propriedades que hoje j\u00e1 s\u00e3o certificadas, livres de tuberculose ou brucelose, ou que j\u00e1 tenham encaminhado o processo de certifica\u00e7\u00e3o\u201d, explicou.<\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m desse assunto, o representante do Sindilat falou sobre a import\u00e2ncia do armazenamento de \u00e1gua para a produ\u00e7\u00e3o leiteira, sobre o abandono de produtores da \u00e1rea no Rio Grande do Sul e o pre\u00e7o do leite ao produtor nos pr\u00f3ximos meses. \u201cO momento \u00e9 de bastante cautela e diminui\u00e7\u00e3o de pre\u00e7o. O valor dever\u00e1 ficar na faixa de 10 at\u00e9 20 centavos, dependendo da linha de derivados que cada latic\u00ednio coloca no mercado\u201d, projetou.<\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Para conferir a entrevista completa, acesse o link (a partir de 1h07min): <a href=\"https:\/\/www.luzealegria.com.br\/podcasts\/vitrine-rural-09-10-2021\/\">https:\/\/www.luzealegria.com.br\/podcasts\/vitrine-rural-09-10-2021\/<\/a><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Para saber mais sobre o Pr\u00eamio Refer\u00eancia Leiteira, acesse o link: <a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/1o-Premio-Referencia-Leiteira-RS-versao-final.pdf\">http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/1o-Premio-Referencia-Leiteira-RS-versao-final.pdf<\/a>. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/p>\r\n<hr>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Conseleite\/MT: Queda de 0,48% no pre\u00e7o do leite a ser pago em outubro<\/strong><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">A diretoria do Conseleite \u2013 Mato Grosso atendendo os dispositivos do seu Estatuto, aprova e divulga os valores de refer\u00eancia para a mat\u00e9ria-prima, referente ao leite entregue no m\u00eas de Agosto a ser pago em Setembro e para o leite entregue no m\u00eas de Setembro a ser pago em Outubro de 2021. Os valores divulgados compreendem os pre\u00e7os de refer\u00eancia para o leite padr\u00e3o levando em conta o volume m\u00e9dio mensal de leite entregue pelo produtor. Os valores de refer\u00eancia da tabela s\u00e3o para a mat\u00e9ria-prima leite \u201cposto propriedade\u201d, o que significa que o frete n\u00e3o deve ser descontado do produtor rural. Nos valores de refer\u00eancia est\u00e1 incluso Funrural de 1,5% a ser descontado do produtor rural. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Conseleite-MT)<\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-8111\" src=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/mt-out.jpg\" alt=\"\" width=\"610\" height=\"356\" srcset=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/mt-out.jpg 610w, https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/mt-out-300x175.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 610px) 100vw, 610px\" \/><\/p>\r\n<p>&nbsp;<\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Whey protein: como o produto do soro do leite foi de descarte poluente a um ingrediente caro<\/strong><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Barrinhas, bebidas l\u00e1cteas, chocolates, iogurtes. Hoje em dia, n\u00e3o \u00e9 dif\u00edcil encontrar no supermercado uma grande variedade de produtos com prote\u00edna do soro do leite (whey protein, em ingl\u00eas). Inclusive, eles geralmente s\u00e3o bem mais caros do que as vers\u00f5es tradicionais, n\u00e3o enriquecidas com o nutriente.<\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas o que muita gente n\u00e3o sabe \u00e9 que h\u00e1 algumas d\u00e9cadas o soro do leite era um descarte da ind\u00fastria de latic\u00ednios, subproduto gerado na fabrica\u00e7\u00e3o de queijo. Em m\u00e9dia, para fazer 1 kg de queijo s\u00e3o necess\u00e1rios 10 litros de leite, e o que sobra no processo s\u00e3o 9 litros de soro de leite.<\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Num passado recente, cerca de 25 a 30 anos atr\u00e1s, era comum que esse soro de leite fosse dado a animais ou, para piorar, descartado no meio ambiente. E, se ele tem prote\u00ednas para o nosso corpo, no descarte indevido vira um belo de um poluente.<\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">\"Estimativas apontam que, aqui no Brasil, s\u00e3o produzidas cerca de 5 milh\u00f5es e 400 mil toneladas de soro de leite por ano, oriundas de queijo feito com inspe\u00e7\u00e3o federal. Olha o montante disso. Antes, voc\u00ea jogava isso fora, mas por ser rico em compostos org\u00e2nicos, consequentemente o soro de leite polui muito. Agora, n\u00e3o, voc\u00ea n\u00e3o pode descartar indiscriminadamente, voc\u00ea tem que tratar o soro, e o tratamento \u00e9 caro. Ent\u00e3o, come\u00e7ou-se a realizar pesquisas sobre ele\", explica Leila Spadoti, especialista do Ital (Instituto de Tecnologia de Alimentos do Governo do Estado de S\u00e3o Paulo).<\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Basicamente, as pesquisas sobre soro de leite identificaram dois pontos principais: o primeiro \u00e9 que ele \u00e9 rico em prote\u00ednas; o segundo, que era poss\u00edvel utiliz\u00e1-lo, de diferentes formas, em novos produtos. Resumindo, foi assim que o soro de leite trouxe novos produtos ao mercado (entre eles os compostos l\u00e1cteos, que t\u00eam r\u00f3tulos parecidos com o de leite, mas cont\u00eam aditivos).<\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">\"Do total de soro produzido no mundo inteiro, a gente est\u00e1 conseguindo usar de 50% a 60%, o resto n\u00e3o tem aplica\u00e7\u00e3o ainda. Os cientistas costumam sugerir aplica\u00e7\u00f5es nas ind\u00fastrias aliment\u00edcia e na farmac\u00eautica pela quantidade de nutrientes que ele possui\", complementa Spadoti.<\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma pesquisa realizada pelo Instituto Federal de Educa\u00e7\u00e3o, Ci\u00eancia e Tecnologia do Rio de Janeiro, em 2018, avaliou cem latic\u00ednios espalhados pelo pa\u00eds. Desse total, apenas 60% aproveitavam totalmente o soro de leite. E 27% n\u00e3o s\u00f3 n\u00e3o aproveitavam o soro em outros produtos, como descartavam em sistemas de tratamento de efluentes ou doavam para alimenta\u00e7\u00e3o animal.<\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Outro estudo da mesma entidade, publicado em abril de 2021, trouxe um panorama da quest\u00e3o ambiental envolvendo o soro de leite. Apesar das m\u00faltiplas formas de reutiliza\u00e7\u00e3o do soro, muitos produtores ainda consideram a subst\u00e2ncia como um rejeito, por conta da sua facilidade em proliferar bact\u00e9rias e fungos.<\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">H\u00e1, ainda, uma pr\u00e1tica problem\u00e1tica, que \u00e9 o uso do soro de leite in natura para a irriga\u00e7\u00e3o do solo. O soro consegue estimular o crescimento de plantas e melhorar a estrutura do solo, aumentando a efici\u00eancia na reten\u00e7\u00e3o de \u00e1gua. Entretanto, res\u00edduos de antibi\u00f3ticos aplicados em animais s\u00e3o encontrados no soro e, mesmo em baixas concentra\u00e7\u00f5es, podem ocasionar contamina\u00e7\u00e3o de bact\u00e9rias nos alimentos cultivados.<\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">O estudo traz uma terceira quest\u00e3o alarmante, dessa vez envolvendo o descarte do soro. Os tratamentos de efluentes contendo soro de leite, apesar de eficazes, causam outros problemas, como a produ\u00e7\u00e3o de lodo contaminado com produtos qu\u00edmicos, al\u00e9m do alto consumo de energia.<\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Para especialistas, a destina\u00e7\u00e3o indevida do soro de leite produzido nos latic\u00ednios ainda tem graves impactos ao meio ambiente nos dias de hoje, e s\u00e3o necess\u00e1rios mais investimentos em tecnologia e pesquisa para resolver essa quest\u00e3o.<\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Se de um lado h\u00e1 muito o que ser feito, do outro j\u00e1 existem diagn\u00f3sticos - a inclus\u00e3o do soro em novos produtos pode ser um caminho mais econ\u00f4mico e sustent\u00e1vel. No Ital, as pesquisas com soro de leite seguem algumas linhas, como o desenvolvimento de bebidas gaseificadas, tipo refrigerantes, al\u00e9m do uso em sorvetes e bebidas l\u00e1cteas, visando principalmente \u00e0 utiliza\u00e7\u00e3o do soro oriundo de pequenos latic\u00ednios.<\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">H\u00e1, ainda, p\u00fablicos espec\u00edficos que pagam fortunas para terem suas prote\u00ednas concentradas. Voc\u00ea j\u00e1 deve ter ouvido falar, inclusive. Com muito marketing e apelo nos universos de esportes e fitness, o soro de leite passou a ser chamado pelo seu nome em ingl\u00eas: whey protein.<\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 o que explica Patr\u00edcia Blumer, pesquisadora de novos produtos no setor de l\u00e1cteos do Ital: \"Vamos pegar o leite, o leite tem 3% e pouco de prote\u00edna, o soro tem entre 0,6% e 1%. Ent\u00e3o, ele tem menos prote\u00edna e tem mais \u00e1gua. Mas junto com ele, voc\u00ea tem os minerais, as vitaminas do complexo B presentes, entre outros. Esse soro tamb\u00e9m pode ser ultrafiltrado, \u00e9 um tratamento espec\u00edfico em que voc\u00ea concentra as prote\u00ednas dele, j\u00e1 que ele tem pouca prote\u00edna como l\u00edquido. Concentra as prote\u00ednas do soro e d\u00e1 aquele nome chique de whey protein, que, na verdade, \u00e9 o termo em ingl\u00eas para prote\u00edna do soro\".<\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Para Guilherme Tavares, professor da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), o avan\u00e7o tecnol\u00f3gico ao redor do mundo e o aumento da demanda por parte dos consumidores em produtos espec\u00edficos incentivam o surgimento de novos produtos l\u00e1cteos, algo que deve seguir pelos pr\u00f3ximos anos. Ele destaca a expans\u00e3o de concentrados proteicos, como o whey, al\u00e9m de outros produtos voltados para facilitar a digest\u00e3o. \"O soro de leite \u00e9 um bom exemplo de como o conhecimento ajuda a reinventar uma cadeia produtiva. A academia estuda o leite h\u00e1 muitos anos e continuamos estudando, porque estamos longe de exaurir tudo o que pode ser feito com ele\", conclui.<\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-decoration: underline;\">Linha do tempo<\/span><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">O soro de leite foi descoberto h\u00e1 cerca de 3 mil anos, quando o leite era transportado usando est\u00f4magos de bezerros: o leite coagulava naturalmente, transformando-se em soro e coalhada.<\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">A evolu\u00e7\u00e3o desse processo de armazenamento deu origem \u00e0 ind\u00fastria do queijo (e, consequentemente, do soro).<\/p>\r\n<ul>\r\n<li style=\"text-align: justify;\">O soro de leite \u00e9 cerca de 80% a 90% do volume total de leite utilizado na produ\u00e7\u00e3o de queijos e possui aproximadamente 55% dos nutrientes do leite. No come\u00e7o, o soro de leite era considerado um produto de pouco valor e as ind\u00fastrias procuravam meios mais econ\u00f4micos de lidar com ele, como o descarte. O soro era pulverizado em campos ou jogado em rios, lagos e at\u00e9 em oceanos, pr\u00e1ticas agora proibidas por conta do alto teor poluente dessa subst\u00e2ncia.<\/li>\r\n<li style=\"text-align: justify;\">Havia tamb\u00e9m a venda do soro como ra\u00e7\u00e3o animal, algo com baixo retorno \u00e0s ind\u00fastrias.<\/li>\r\n<li style=\"text-align: justify;\">Existem refer\u00eancias hist\u00f3ricas do uso do soro de leite para fins medicinais, datadas de 1623. A subst\u00e2ncia era utilizada para tratar sepse, doen\u00e7as estomacais e cicatriza\u00e7\u00e3o de feridas.<\/li>\r\n<li style=\"text-align: justify;\">Os estudos medicinais com o soro se difundiram na Europa entre os s\u00e9culos 17 e 18.<\/li>\r\n<li style=\"text-align: justify;\">As legisla\u00e7\u00f5es internacionais contra o descarte de res\u00edduos produzidos por ind\u00fastrias no meio ambiente, o que inclui o soro de leite, come\u00e7aram h\u00e1, aproximadamente, 40 anos. Os primeiros registros s\u00e3o dos anos 1980.<\/li>\r\n<li style=\"text-align: justify;\">Aqui no Brasil, as legisla\u00e7\u00f5es correspondentes s\u00e3o resolu\u00e7\u00f5es do Conselho Nacional do Meio Ambiente, \u00f3rg\u00e3o do Minist\u00e9rio do Meio Ambiente: a resolu\u00e7\u00e3o 20, de 1986, e a 430, de 2011.<\/li>\r\n<li style=\"text-align: justify;\">Aplicar o soro em produtos tamb\u00e9m \u00e9 um caminho mais barato, j\u00e1 que para trat\u00e1-lo em redes de esgoto tem um alto custo.<\/li>\r\n<li style=\"text-align: justify;\">Os estudos de utiliza\u00e7\u00e3o do soro come\u00e7aram por meio de sua forma prim\u00e1ria s\u00f3lida, a lactose.<\/li>\r\n<li style=\"text-align: justify;\">Em 1995, eram produzidas anualmente 150 toneladas de soro de leite em todo o mundo.<\/li>\r\n<li style=\"text-align: justify;\">No in\u00edcio do s\u00e9culo 21, o \"boom\" dos alimentos funcionais, os concentrados de prote\u00edna, impulsionaram a aplica\u00e7\u00e3o do soro em novos produtos, como o whey protein.<\/li>\r\n<li style=\"text-align: justify;\">De acordo com dados do IBGE, em 2010 a produ\u00e7\u00e3o de queijos no Brasil com inspe\u00e7\u00e3o federal foi de 896 mil toneladas, o que tamb\u00e9m resultou na produ\u00e7\u00e3o de, aproximadamente, 8 bilh\u00f5es de litros de soro de leite.<\/li>\r\n<li style=\"text-align: justify;\">Entre 2007 e 2020, o Minist\u00e9rio da Agricultura publicou uma s\u00e9rie de instru\u00e7\u00f5es normativas para definir a composi\u00e7\u00e3o de produtos l\u00e1cteos, como composto l\u00e1cteo, leite em p\u00f3, leite condensado, entre outros.<\/li>\r\n<li style=\"text-align: justify;\">No Brasil, o tratamento industrial do soro teve uma acelera\u00e7\u00e3o nos \u00faltimos anos, com a implementa\u00e7\u00e3o de f\u00e1bricas processadoras dessa subst\u00e2ncia em alguns estados, como Minas Gerais, Paran\u00e1, Rio Grande do Sul, Esp\u00edrito Santo e Rond\u00f4nia. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do UOL, adaptadas pela equipe MilkPoint)<\/li>\r\n<\/ul>\r\n<div style=\"text-align: justify;\"><hr><\/div>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph --><\/p>\r\n<p style=\"text-align: center;\"><em><strong>&nbsp;Jogo R\u00e1pido<\/strong><\/em><\/p>\r\n<p style=\"text-align: center;\"><em><strong>Emitidas orienta\u00e7\u00f5es para encarar La Ni\u00f1a<\/strong><\/em><\/p>\r\n<p style=\"text-align: center;\"><em>O Conselho Permanente de Agrometeorologia Aplicada do Rio Grande do Sul (Copaaergs) emitiu orienta\u00e7\u00f5es aos produtores rurais para o final da safra de inverno e o in\u00edcio da safra de ver\u00e3o em seu boletim trimestral divulgado ontem. As recomenda\u00e7\u00f5es tomam como base a constata\u00e7\u00e3o de que a probabilidade de ocorr\u00eancia do fen\u00f4meno clim\u00e1tico La Ni\u00f1a \u2013 resfriamento da temperatura da superf\u00edcie das \u00e1guas do Oceano Pac\u00edfico Tropical que costuma reduzir a ocorr\u00eancia de chuvas no Rio Grande do Sul \u2013 passa de 70%. Para outubro e novembro, a previs\u00e3o sinaliza precipita\u00e7\u00f5es abaixo da m\u00e9dia e, para dezembro, s\u00e3o esperados padr\u00f5es pr\u00f3ximos da m\u00e9dia climatol\u00f3gica. No caso de culturas de outono-inverno (trigo, aveia e cevada), que est\u00e3o entrando em fase de colheita, o Copaaergs recomenda continuar monitorando a ocorr\u00eancia de doen\u00e7as de final de ciclo e pragas. Para o arroz, cultivo de primavera-ver\u00e3o, a sugest\u00e3o \u00e9 dimensionar a \u00e1rea conforme a disponibilidade de \u00e1gua dos reservat\u00f3rios, al\u00e9m de escalonar o plantio de acordo com as cultivares \u2013 primeiro as de ciclo longo e depois as de m\u00e9dio e precoce. Em lavouras de milho e feij\u00e3o, a semeadura deve ser iniciada quando a temperatura do solo a 5 cm de profundidade estiver acima de 16\u00b0C e houver umidade adequada da terra. Para a soja, recomenda-se come\u00e7ar o plantio apenas quando for constatada umidade adequada do solo, evitando per\u00edodos em que houver previs\u00e3o de chuvas intensas. O Conselho re\u00fane especialistas em agrometeorologia de 14 entidades p\u00fablicas estaduais e federais ligadas \u00e0 agricultura ou ao clima. (Correio do Povo)<\/em><\/p>\r\n<hr>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 13 de outubro de 2021&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 15 - N\u00b0 3.519 Pr\u00eamio Refer\u00eancia Leiteira foi tema do Vitrine Rural Destacar propriedades com rela\u00e7\u00e3o \u00e0s suas efici\u00eancias produtivas e <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2021\/10\/13\/13-10-2021\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"13\/10\/2021\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-8109","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8109","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8109"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8109\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":8116,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8109\/revisions\/8116"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8109"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8109"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8109"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}