{"id":792,"date":"2015-11-10T17:22:19","date_gmt":"2015-11-10T17:22:19","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2015\/11\/10\/10-11-2015\/"},"modified":"2015-11-10T17:22:19","modified_gmt":"2015-11-10T17:22:19","slug":"10-11-2015","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2015\/11\/10\/10-11-2015\/","title":{"rendered":"10\/11\/2015"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"><center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"><center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"> <\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<p> <\/center><\/center><\/center> <\/p>\n<p><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/span><\/span><br \/> &nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><b><i>Porto Alegre, 10 de novembro de 2015 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 9 - N\u00b0 2.143<\/i><\/b><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><strong style=\"text-align: justify;\"><span face=\"tahoma, geneva, sans-serif\" style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><\/span><\/span><\/strong><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"width: 811px; height: 16px; text-align: justify; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>&nbsp;Liminares garantem transporte do leite&nbsp;<\/strong> <\/p>\n<div><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">O Sindicato da Ind\u00fastria dos Latic\u00ednios do RS (Sindilat) informa seus associados que h\u00e1 cinco liminares judiciais obtidas pela assessoria jur\u00eddica vigentes para garantir o transporte do leite pelas estradas ga\u00fachas. As decis\u00f5es valem para os munic\u00edpios de Passo Fundo (BR 285), Santo \u00c2ngelo (BR 285 e BR 344), Palmeira das Miss\u00f5es (BR 468 e BR 386), Santa Rosa (BR 472) e Carazinho (BR 285 e BR 386). Tais determina\u00e7\u00f5es foram obtidas ainda no primeiro semestre de 2015 quando da Greve dos Caminhoneiros e chegaram a ter pedido de efeito suspensivo encaminhado \u00e0 Justi\u00e7a em fun\u00e7\u00e3o do fim dos bloqueios. Agora, frente ao novo movimento e \u00e0 n\u00e3o-aprecia\u00e7\u00e3o da desist\u00eancia pela Justi\u00e7a, elas seguem valendo. A Assessoria Jur\u00eddica do Sindilat j\u00e1 peticionou nos processos solicitando que se desconsidere pedido anterior e se mantenha as liminares.<\/span><\/div>\n<div><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Por isso, alerta o presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, empresas que estiverem enfrentando problemas nessas regi\u00f5es para transportar o leite podem valer-se das liminares para solicitar a retomada das atividades \u00e0 for\u00e7a policial. \"Esta greve est\u00e1 mais amena. As liminares est\u00e3o nos ajudando a manter o fluxo do leite dentro do controle\", pontuou. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/span><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Ficou lento, mas n\u00e3o parou<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> Dizer que o primeiro dia da greve dos caminhoneiros n\u00e3o teve nenhum efeito no transporte da produ\u00e7\u00e3o ga\u00facha seria um erro. Mas mesmo entre os representantes das ind\u00fastrias ligadas ao agroneg\u00f3cio, a percep\u00e7\u00e3o \u00e9 de que o fluxo, apesar de retardado, n\u00e3o foi estancado. Nos pontos de bloqueio, cargas perec\u00edveis ganharam passagem.<\/p>\n<p> - No primeiro dia, ainda deu para operacionalizar o transporte. Mas como o movimento n\u00e3o tem um l\u00edder, \u00e9 preciso negociar a passagem em cada parada - afirma Alexandre Guerra, presidente do Sindicato das Ind\u00fastrias de Latic\u00ednios e Produtos Derivados do Estado (Sindilat-RS).<\/p>\n<p> Em muitos locais, as empresas buscaram rotas alternativas para garantir o transporte de itens processados e tamb\u00e9m de mat\u00e9ria-prima. O grupo anticrise esteve reunido ontem e hoje, no in\u00edcio da tarde, volta a fazer uma avalia\u00e7\u00e3o dos efeitos da paralisa\u00e7\u00e3o. Est\u00e3o envolvidos nessa discuss\u00e3o representantes de entidades de RS, SC, SP e MG. Em outros Estados, a preocupa\u00e7\u00e3o com os efeitos da parada \u00e9 grande, sobretudo em Minas Gerais.<\/p>\n<p> - Como j\u00e1 existe todo um sistema de liminares, os movimentos est\u00e3o sendo mais cuidadosos - pondera Jos\u00e9 Eduardo dos Santos, diretor-executivo da Associa\u00e7\u00e3o Ga\u00facha de Avicultura, sobre a libera\u00e7\u00e3o das cargas perec\u00edveis.<\/p>\n<p> A Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Prote\u00edna Animal (ABPA), que re\u00fane as ind\u00fastrias de su\u00ednos e aves, garante que as libera\u00e7\u00f5es judiciais obtidas em fevereiro contra os bloqueios seguem valendo. \u00c9 o caso da liminar da 1\u00aa Vara Federal de Joa\u00e7aba (SC), que concede \u00e0s empresas associadas tr\u00e2nsito livre nas rodovias federais. O alerta \u00e9 de que a passagem tem de ser concedida para caminh\u00f5es carregados ou que estejam buscando carga. Em fevereiro, os preju\u00edzos foram de mais de R$ 700 milh\u00f5es.<\/p>\n<p> - Novembro ser\u00e1 crucial para o setor recuperar perdas com a primeira greve dos caminhoneiros, al\u00e9m da paralisa\u00e7\u00e3o dos trabalhos dos fiscais federais agropecu\u00e1rios, entre setembro e outubro. Neste m\u00eas, grandes importadores, como a R\u00fassia, elevam suas importa\u00e7\u00f5es visando a forma\u00e7\u00e3o de estoques para enfrentar o inverno, quando a atividade de portos \u00e9 suspensa devido ao frio e ao gelo - refor\u00e7a Francisco Turra, presidente da ABPA. (Zero Hora)<\/p>\n<p> &nbsp;<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Aftosa<\/strong><\/p>\n<p> Segue at\u00e9 30 de novembro a segunda etapa de vacina\u00e7\u00e3o contra a febre aftosa no Rio Grande do Sul. Dever\u00e3o ser imunizados bovinos e bubalinos de at\u00e9 24 meses de idade, que somam 5 milh\u00f5es no Estado, segundo a Secretaria da Agricultura. Para esta etapa, 2 milh\u00f5es de doses de vacinas ser\u00e3o doadas a produtores inscritos no Programa Nacional de Apoio \u00e0 Agricultura Familiar (Pronaf) ou no Prorama Estadual de Desenvolvimento da Pecu\u00e1ria de Corte Familiar (Pecfam) que tiverem at\u00e9 30 animais. Os demais dever\u00e3o adquirir as doses em casas agropecu\u00e1rias credenciadas. (Zero Hora)<\/p>\n<p> <strong>Faemg debate cria\u00e7\u00e3o do Conseleite<\/strong><\/p>\n<p> A Comiss\u00e3o T\u00e9cnica de Pecu\u00e1ria de Leite da Federa\u00e7\u00e3o da Agricultura e Pecu\u00e1ria de Minas Gerais (Faemg) se reuniu em Belo Horizonte, no dia 4, para debater as perspectivas e desafios do setor para 2016. Os principais temas abordados no encontro foram a cria\u00e7\u00e3o de um Conseleite, recuos no pre\u00e7o do leite e os custos de alimenta\u00e7\u00e3o do gado em meio a estiagem.<\/p>\n<p> Para o presidente da comiss\u00e3o, Eduardo de Carvalho Pena, \"\u00c9 un\u00e2nime o entendimento de que, para o mercado de l\u00e1cteos, a cria\u00e7\u00e3o do Conseleite \u00e9 indispens\u00e1vel. E urgente. N\u00e3o adianta debatermos os problemas do setor, custos e pre\u00e7os, se n\u00e3o conseguimos um di\u00e1logo racional com a ind\u00fastria, que no final \u00e9 sempre quem dita o ritmo, com ou sem justificativas, Temos que correr atr\u00e1s para torn\u00e1-lo realidade\".<\/p>\n<p> A comiss\u00e3o tamb\u00e9m discutiu a Resolu\u00e7\u00e3o conjunta SEMAD-IGAM 2249\/2014, que estabelece crit\u00e9rios para implanta\u00e7\u00e3o e opera\u00e7\u00e3o dos equipamentos hidrom\u00e9tricos no estado, e a degrada\u00e7\u00e3o das pastagens mineiras. Segundo estudo do Inaes, cerca de 75% das pastagens do Estado est\u00e3o em condi\u00e7\u00f5es ruins, interferindo na rentabilidade do setor. (Fonte: Portal DBO, com informa\u00e7\u00f5es da FAEMG)<\/p>\n<p> <strong>Latic\u00ednios apostam no potencial do mercado \u00e1rabe<\/strong><\/p>\n<p> A ind\u00fastria brasileira de l\u00e1cteos aposta na retomada das exporta\u00e7\u00f5es e est\u00e1 de olho no potencial do mercado \u00e1rabe. Representantes do setor participaram do F\u00f3rum Empresarial Am\u00e9rica do Sul-Pa\u00edses \u00c1rabes, encontro que ocorre neste domingo (08) e na segunda-feira (09) em Riad, e que antecede a C\u00fapula Am\u00e9rica do Sul Pa\u00edses-\u00c1rabes (Aspa), reuni\u00e3o de governos das duas regi\u00f5es que ser\u00e1 realizada esta semana, tamb\u00e9m na capital da Ar\u00e1bia Saudita.<\/p>\n<p> \"O mercado [\u00e1rabe] \u00e9 grande consumidor de produtos como leite condensado, evaporado, em p\u00f3 e manteiga\", disse o CEO do latic\u00ednio Itamb\u00e9, Alexandre Almeida.<\/p>\n<p> O Brasil n\u00e3o exporta l\u00e1cteos em grande quantidade de forma constante, pois o mercado interno \u00e9 muito grande, o que resulta em pouco excedente. Quando os pre\u00e7os est\u00e3o baixos no mercado internacional o produto brasileiro perde competitividade e diminui o interesse dos exportadores.<\/p>\n<p> O consumo interno, no entanto, j\u00e1 \u00e9 relativamente alto, de cerca de 170 litros por habitante por ano, ent\u00e3o a tend\u00eancia \u00e9 que a produ\u00e7\u00e3o, que cresce em m\u00e9dia 4% ao ano, avance mais do que a demanda brasileira, liberando mais produto para exporta\u00e7\u00e3o. \"N\u00e3o tem jeito de n\u00e3o exportar\", afirmou o assessor t\u00e9cnico da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Latic\u00ednios, Gustavo Beduschi.<\/p>\n<p> Al\u00e9m disso, o setor espera que, a partir de meados do ano que vem, os pre\u00e7os internacionais do leite em p\u00f3 voltem a patamares favor\u00e1veis \u00e0s exporta\u00e7\u00f5es brasileiras, de US$ 3 mil a US$ 3,5 mil por tonelada, segundo Almeida.<\/p>\n<p> Diretor de Rela\u00e7\u00f5es Institucionais do latic\u00ednio Piracanjuba, Cesar Helou acrescentou que a desvaloriza\u00e7\u00e3o do real frente ao d\u00f3lar d\u00e1 ainda mais impulso \u00e0s exporta\u00e7\u00f5es. \"N\u00f3s acreditamos que o c\u00e2mbio, no patamar que est\u00e1, abre caminho para [o Pa\u00eds] ser exportador\", declarou.<\/p>\n<p> Na d\u00e9cada passada, o Brasil chegou a ser grande fornecedor de l\u00e1cteos para pa\u00edses \u00e1rabes. A Arg\u00e9lia, por exemplo, foi o maior mercado dos latic\u00ednios nacionais por um curto per\u00edodo. As maiores vendas ocorreram em 2008. Mas esta oportunidade ocorreu em fun\u00e7\u00e3o de quest\u00f5es conjunturais, como a seca que atingiu a Nova Zel\u00e2ndia, a maior produtora mundial, e que reduziu a disponibilidade de produto no mercado, elevando os pre\u00e7os.<\/p>\n<p> Agora, as empresas est\u00e3o se preparando para voltar a vender em grande escala. A Itamb\u00e9, por exemplo, est\u00e1 reativando uma f\u00e1brica de leite evaporado que estava parada. \"A retomada vai ser r\u00e1pida\", disse Almeida.<\/p>\n<p> Helou, por sua vez, disse que a Piracanjuba retomou contatos que tinha no Oriente M\u00e9dio e que toda a linha de produtos da companhia tem certifica\u00e7\u00e3o halal, que atesta que o alimento foi preparado de acordo com preceitos mu\u00e7ulmanos.<\/p>\n<p> Beduschi observou que hoje a Venezuela \u00e9 o maior mercado dos l\u00e1cteos brasileiros no exterior, mas a Ar\u00e1bia Saudita j\u00e1 aparece em segundo lugar, com importa\u00e7\u00f5es de US$ 10,2 milh\u00f5es de janeiro a outubro deste ano. Ele acrescentou que a associa\u00e7\u00e3o, que \u00e9 nova, vai firmar um acordo de promo\u00e7\u00e3o comercial com a Ag\u00eancia Brasileira de Promo\u00e7\u00e3o de Exporta\u00e7\u00f5es e Investimentos (Apex-Brasil) e que dos sete mercados priorit\u00e1rios, quatro s\u00e3o \u00e1rabes: Ar\u00e1bia Saudita, Arg\u00e9lia, Egito e Emirados \u00c1rabes Unidos.<\/p>\n<p> Al\u00e9m do mundo \u00e1rabe, o setor est\u00e1 na expectativa da abertura do mercado Chin\u00eas. A China n\u00e3o importa do Brasil, mas a ministra da Agricultura, K\u00e1tia Abreu, que est\u00e1 na Ar\u00e1bia Saudita, vai visitar tamb\u00e9m o pa\u00eds asi\u00e1tico e existe a expectativa de libera\u00e7\u00e3o das importa\u00e7\u00f5es. (Fonte: Ag\u00eancia de Not\u00edcias Brasil-\u00c1rabe, adaptado pela Equipe Milknet)<br \/> &nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/div>\n<div>\n<div><em><span style=\"text-align: justify;\">No radar<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Ser\u00e1 protocolado amanh\u00e3, na Assembleia Legislativa, o projeto de lei para regulamenta\u00e7\u00e3o de venda e transporte de leite no Estado. O novo texto, com contribui\u00e7\u00f5es de entidades do setor, ser\u00e1 entregue pelo Executivo em regime de urg\u00eancia, o que faz com que tenha de ser avaliado dentro de um m\u00eas. Ou seja, com tempo h\u00e1bil para ser votado ainda em 2015. (Zero Hora)<\/span><\/em><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><em><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/em><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><span style=\"line-height: 24px;\"><\/span><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Porto Alegre, 10 de novembro de 2015 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 9 - N\u00b0 2.143 &nbsp; &nbsp;Liminares garantem transporte do leite&nbsp; O Sindicato da Ind\u00fastria dos Latic\u00ednios do RS <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2015\/11\/10\/10-11-2015\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"10\/11\/2015\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-792","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/792","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=792"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/792\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=792"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=792"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=792"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}