{"id":791,"date":"2015-11-09T18:03:28","date_gmt":"2015-11-09T18:03:28","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2015\/11\/09\/09-11-2015\/"},"modified":"2015-11-09T18:03:28","modified_gmt":"2015-11-09T18:03:28","slug":"09-11-2015","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2015\/11\/09\/09-11-2015\/","title":{"rendered":"09\/11\/2015"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"><center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"><center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"> <\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<p> <\/center><\/center><\/center> <\/p>\n<p><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/span><\/span><br \/> &nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><b><i>Porto Alegre, 09 de novembro de 2015 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 9 - N\u00b0 2.142<\/i><\/b><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><strong style=\"text-align: justify;\"><span face=\"tahoma, geneva, sans-serif\" style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><\/span><\/span><\/strong><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"width: 811px; height: 16px; text-align: justify; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>&nbsp;Cooperativa Santa Clara aproxima o setor produtivo leiteiro \u00e0 pesquisa<\/strong><\/p>\n<p> Resultado de um relacionamento formal e institucional da Embrapa, especialmente da unidade de pesquisas de Pelotas, RS, a dire\u00e7\u00e3o e o conselho de administra\u00e7\u00e3o da Cooperativa Santa Clara, do munic\u00edpio de Carlos Barbosa - &nbsp;e uma das mais tradicionais do Estado do Rio Grande do Sul - &nbsp;fez visita t\u00e9cnica \u00e0 Empresa, no dia 28 de outubro, para conhecer a agenda de atividades em pesquisa, desenvolvimento e transfer\u00eancia de tecnologias junto a cadeia do leite. Esta parceria oficialmente acordada em 2014, tem vig\u00eancia por tr\u00eas anos, e \u00e9 considerada estrat\u00e9gica para aproxima\u00e7\u00e3o entre a pesquisa e o setor produtivo.<\/p>\n<p> Mais de 20 conselheiros acompanharam a visita\u00e7\u00e3o ao Laborat\u00f3rio de Qualidade do Leite (Lableite), aos tambos experimentais junto ao Sistema de Pesquisa e Desenvolvimento em Pecu\u00e1ria de Leite (Sispel) e aos campos experimentais que conduzem projetos de pesquisa em melhoramento forrageiro, com destaque \u00e0 produ\u00e7\u00e3o da cultivar de azev\u00e9m. A visita\u00e7\u00e3o ocorreu na Esta\u00e7\u00e3o Experimental Terras Baixas.<\/p>\n<p> \"O simbolismo deste encontro est\u00e1 na demonstra\u00e7\u00e3o do valor que representa esta parceria para a Cooperativa, onde sua dire\u00e7\u00e3o e conselheiros se disp\u00f5em a conhecer in loco o nosso trabalho e a nossa estrutura, al\u00e9m de estender essa valoriza\u00e7\u00e3o ao setor produtivo de leite\", comentou o chefe-geral da Embrapa Clima Temperado, Clenio Pillon.<\/p>\n<p> A pesquisadora Maira Zanela, da \u00e1rea de qualidade do leite, disse que a Cooperativa \u00e9 uma aliada forte na proposi\u00e7\u00e3o e execu\u00e7\u00e3o de atividades para o fortalecimento do setor leiteiro. \"A Cooperativa Santa Clara se faz presente em a\u00e7\u00f5es de projetos de pesquisa e de transfer\u00eancia de tecnologias da Embrapa\", fala. A pesquisadora entende que esta parceria \u00e9 uma via de m\u00e3o-dupla; pelo fato de que seus cooperados apresentam demandas e apontam os gargalos e a Embrapa desenvolve tecnologias para poss\u00edveis solu\u00e7\u00f5es \u00e0 cadeia produtiva.<\/p>\n<p> Para o diretor industrial de l\u00e1cteos da Cooperativa, Jo\u00e3o Seibel, conhecer a estrutura da Embrapa e suas propostas de trabalho voltadas \u00e0 atividade leiteira foi uma maneira de dar mais for\u00e7a a parceria. \"Nossos conselheiros adquiriram novos conhecimentos, e \u00e9 isso que representa esse trabalho conjunto com a Embrapa, \u00e9 ter acesso \u00e0s informa\u00e7\u00f5es que proporcionem melhorias \u00e0s fam\u00edlias que vivem da pecu\u00e1ria leiteira. E n\u00f3s tendo esse conhecimento, nos sentimos compromissados em oferecer esse conhecimento ao maior n\u00famero de produtores\", disse. Na opini\u00e3o de Seibel, a visita t\u00e9cnica feita \u00e0 Embrapa refor\u00e7a que a pesquisa realizada na unidade de Pelotas alcan\u00e7a resultados no setor produtivo de leite ga\u00facho. Mas, enfatiza que a Embrapa \u00e9 do Brasil, e h\u00e1 muito trabalho de pesquisa em leite no pa\u00eds a ser indicado e adaptado para as condi\u00e7\u00f5es do Rio Grande do Sul.<\/p>\n<p> A Cooperativa Santa Clara tem cerca de cinco mil associados e 1.900 colaboradores. Durante a oportunidade de visita\u00e7\u00e3o, em Pelotas, foi realizada uma reuni\u00e3o ordin\u00e1ria do seu conselho.<\/p>\n<p> A\u00e7\u00f5es do conv\u00eanio entre a Embrapa e a Cooperativa<br \/> Desde 2012, a Cooperativa vem realizando atividades em conjunto com a Embrapa a fim de melhorar a sua atua\u00e7\u00e3o no setor produtivo de leite. Mas, no segundo semestre de 2014 \u00e9 que foi formalizada o contrato de coopera\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica entre as duas institui\u00e7\u00f5es. Neste documento ficou estabelecido que haveria um planejamento de atividades de PD&amp;I para o setor leiteiro, planejadas em conjunto, ao atender as \u00e1reas de alimenta\u00e7\u00e3o e nutri\u00e7\u00e3o, reprodu\u00e7\u00e3o, qualidade do leite e transfer\u00eancia de tecnologias.<\/p>\n<p> Foram planejados, e ainda est\u00e3o programados at\u00e9 2017, cursos de nutri\u00e7\u00e3o de bovinos leiteiros, dias de campo sobre silagem pr\u00e9-secada de azev\u00e9m, visitas \u00e0s unidades de observa\u00e7\u00e3o, capacita\u00e7\u00f5es em an\u00e1lises de qualidade do leite, de controle leiteiro e de Lina, al\u00e9m de consultorias em leite. Al\u00e9m disso, ficou acordado a elabora\u00e7\u00e3o e disponibiliza\u00e7\u00e3o de materiais t\u00e9cnicos, participa\u00e7\u00e3o em feiras e o envolvimento na implanta\u00e7\u00e3o de experimentos em nutri\u00e7\u00e3o. Outro ponto focado \u00e9 em capacita\u00e7\u00e3o em desempenho reprodutivo, com treinamentos em insemina\u00e7\u00e3o artificial, aplica\u00e7\u00e3o do m\u00e9todo de ultrassonografia reprodutiva e apresenta\u00e7\u00e3o da t\u00e9cnica de manejo de recria de novilhas ao utilizar multiplica\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica via s\u00eamen sexado e embri\u00f5es.<\/p>\n<p> Faz parte, ainda, do cronograma de a\u00e7\u00f5es de parceria entre as duas institui\u00e7\u00f5es: a participa\u00e7\u00e3o em projetos de pesquisa sobre um estudo epidemiol\u00f3gico e impacto das doen\u00e7as da reprodu\u00e7\u00e3o (em andamento), de programas que relacionam o desempenho reprodutivo e o impacto econ\u00f4mico, de diagn\u00f3stico do Lina e leite alcalino com identifica\u00e7\u00e3o dos pontos cr\u00edticos nos sistemas de produ\u00e7\u00e3o e, somado a isto, as atividades previstas no projeto Protambo - que tamb\u00e9m \u00e9 um projeto que busca melhorias \u00e0 cadeia produtiva e capacita\u00e7\u00f5es estrat\u00e9gicas, mas trabalha com o monitoramento de oito grupos de produtores de diversas localidades do Estado, sendo um grupo da Santa Clara, formando uma rede de 54 unidades de produ\u00e7\u00e3o de leite ga\u00facha.<\/p>\n<p> Atividades realizadas pela Embrapa e Cooperativa<br \/> Ago\/2014 - Dia de Campo Alimenta\u00e7\u00e3o e Nutri\u00e7\u00e3o Animal<br \/> Dez\/2014 - Consultoria de Qualidade do Leite<br \/> Abr\/2015 - Participa\u00e7\u00e3o na Expoclara, em Carlos Barbosa<br \/> Jun\/2015 - Curso de Ultrassonografia<br \/> Jul\/2015 - Palestra sobre Lina<br \/> Out\/2015 - Mat\u00e9rias T\u00e9cnicas no Informativo Cooperleite da Cooperativa<\/p>\n<p> Projetos de Pesquisa em Parceria<br \/> Protambo<br \/> Epidemiologia das Doen\u00e7as Reprodutivas<br \/> Metodologia Coleta Autom\u00e1tica do Leite<br \/> (Fonte: Embrapa Clima Temperado)<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Rede Leite discute solu\u00e7\u00f5es para fortalecer escolas do campo durante semin\u00e1rio em Iju\u00ed<\/strong><\/p>\n<p> Com o objetivo de fortalecer as escolas do campo, professores e integrantes da Rede Leite - Programa em Rede de Pesquisa-desenvolvimento em Sistemas de Produ\u00e7\u00e3o com Atividade Leiteira no Noroeste do Rio Grande do Sul -, apresentaram propostas, nesta quarta-feira (04), em Iju\u00ed, durante o Semin\u00e1rio Regional das Escolas do Campo da 4\u00aa Regi\u00e3o. O Semin\u00e1rio, que \u00e9 promovido pelo Governo do Estado, deve manter em Iju\u00ed a presen\u00e7a de professores de diversas cidades ga\u00fachas at\u00e9 hoje (05). Ao final do encontro, um documento contendo as principais reflex\u00f5es elaboradas durante o evento dever\u00e1 ser entregue ao secret\u00e1rio estadual de Educa\u00e7\u00e3o, Vieira da Cunha.<\/p>\n<p> Nesta quarta-feira, duas perguntas lan\u00e7adas pelo Grupo Tem\u00e1tico Social da Rede Leite orientaram o debate durante a oficina Juventude Rural: perspectivas de inclus\u00e3o social produtiva: quem s\u00e3o os jovens? Que escola do campo temos hoje?<\/p>\n<p> De acordo com a professora da Universidade de Cruz Alta (Unicruz), pedagoga Rosane Felix, a escola do campo \"n\u00e3o \u00e9 uma escola para, por ou com, mas do campo, com v\u00ednculos de pertencimento\". A liga\u00e7\u00e3o com a sua realidade, segundo Rosane, \u00e9 o que define a identidade de uma escola.<\/p>\n<p> Para tentar compreender melhor o \"fen\u00f4meno juventude rural\", o pesquisador da Embrapa Pecu\u00e1ria Sul, soci\u00f3logo Jorge SantAnna, apresentou uma pesquisa conduzida pelo soci\u00f3logo Ricardo Abramovay, sobre sucess\u00e3o profissional na agricultura familiar do oeste de Santa Catarina. Esses estudos se somam aos que o soci\u00f3logo da Embrapa tem feito sobre juventude rural no Rio Grande do Sul e apontam para as principais queixas dos jovens. Entre elas, falta de capital para adquirir m\u00e1quinas e implementos agr\u00edcolas, falta de capacita\u00e7\u00e3o e informa\u00e7\u00e3o sobre gerenciamento da propriedade, falta de remunera\u00e7\u00e3o pelo trabalho realizado no campo e autoritarismo dos pais.<\/p>\n<p> O extensionista da Emater\/RS-Ascar, Abel Toquetto, trouxe ao debate o tema das pol\u00edticas p\u00fablicas. Algumas pol\u00edticas bem-intencionadas como o Pronaf Jovem, por exemplo, n\u00e3o garantem, na pr\u00e1tica que o jovem poder\u00e1 acess\u00e1-las. \"Precisamos pensar um pouco se o jovem pode ser capaz de pensar sobre sua pol\u00edtica p\u00fablica ou se algu\u00e9m tem que pensar por ele\", disse Toquetto.<\/p>\n<p> O extensionista da Emater\/RS-Ascar defendeu a autonomia e a capacidade de ag\u00eancia dos jovens. \"Temos que ouvir os jovens, que educa\u00e7\u00e3o eles querem? \u00c9 essa mesma educa\u00e7\u00e3o que n\u00f3s queremos pra eles?\", questionou Toquetto.<\/p>\n<p> Diagn\u00f3stico<br \/> Ao final da oficina, foi tra\u00e7ado um \"retrato\" aproximado do que pode vir a caracterizar a escola rural: \u00e9 uma escola que depende fundamentalmente do transporte escolar; \u00e9 chamada de rural porque est\u00e1 localizada no territ\u00f3rio rural, todavia, nem sempre valoriza as coisas do campo; n\u00e3o est\u00e1 conseguindo oferecer um projeto de vida aos jovens; absorve os reflexos de uma crise que n\u00e3o \u00e9 apenas econ\u00f4mica, mas principalmente familiar. Paira sobre as escolas do meio rural o temor de alguns professores, que elas sejam fechadas.<\/p>\n<p> Rede Leite<br \/> Fazem parte da Rede Leite, Emater\/RS-Ascar, Embrapa, Uniju\u00ed, Unicruz, Instituto Federal Farroupilha campus Santo Augusto, Ufsm, Fepagro, Cooperfamiliar e Rede Dalacto. (Fonte: Emater\/RS)<\/p>\n<p> <strong>Reajustes encolhem, mas diss\u00eddios tamb\u00e9m<\/strong>&nbsp;<\/p>\n<p> A paralisa\u00e7\u00e3o dos petroleiros, que tem ganhado propor\u00e7\u00f5es desde domingo, vai na contram\u00e3o da din\u00e2mica das campanhas salariais observadas neste ano. Mesmo diante da piora das condi\u00e7\u00f5es da economia, os Tribunais Regionais do Trabalho est\u00e3o recebendo menos diss\u00eddios coletivos, inclusive de greve, quando observado o movimento do ano passado. As categorias com data\u00acbase no segundo semestre, muitas tradicionalmente bem organizadas do ponto de vista sindical, t\u00eam fechado com muito custo reajustes que cobrem pelo menos a infla\u00e7\u00e3o acumulada \u00ac pagos, muitas vezes, em mais de uma parcela. Seis dos principais TRTs do pa\u00eds receberam pelo menos at\u00e9 setembro 521 diss\u00eddios coletivos, volume inferior ao acumulado no mesmo per\u00edodo do ano passado, 539. Com exce\u00e7\u00e3o de S\u00e3o Paulo e Minas Gerais, as regi\u00f5es do Rio de Janeiro, Bahia, Santa Catarina e Campinas n\u00e3o autuaram mais diss\u00eddios do que em 2014.&nbsp;<\/p>\n<p> \"\u00c9 mais dif\u00edcil fazer greve e paralisa\u00e7\u00e3o quando o emprego est\u00e1 em risco\", afirma o supervisor t\u00e9cnico do Departamento Intersindical de Estat\u00edstica e Estudos Socioecon\u00f4micos (Dieese) em Santa Catarina, Jos\u00e9 \u00c1lvaro Cardoso. Apesar da pondera\u00e7\u00e3o, o economista se disse surpreso com o balan\u00e7o do TRT do Estado, j\u00e1 que o Dieese orienta, esgotadas as possibilidades na mesa de negocia\u00e7\u00e3o, que os trabalhadores levem as campanhas a diss\u00eddio. Os tribunais do trabalho, via de regra, garantem pelo menos os \u00edndices de infla\u00e7\u00e3o. Jos\u00e9 Silvestre Prado, coordenador de rela\u00e7\u00f5es sindicais do Dieese, ressalta que os sindicatos seguem brigando pelos aumentos. O esfor\u00e7o, contudo, se divide com as discuss\u00f5es para garantir o emprego, j\u00e1 que, em muitos setores, as dispensas superam as contrata\u00e7\u00f5es.&nbsp;<\/p>\n<p> Al\u00e9m do volume menor de reajustes com ganho real, tend\u00eancia que j\u00e1 aparece no balan\u00e7o das campanhas do primeiro semestre, devem crescer neste ano os casos de parcelamento, quando o aumento \u00e9 pago em partes, e de escalonamento, quando os percentuais variam entre as faixas salariais. Em 2003, ano tamb\u00e9m adverso para o mercado de trabalho, essas modalidades apareceram em 30% das negocia\u00e7\u00f5es, diz Prado. Algumas das grandes categorias com data\u00acbase no segundo semestre, que somaram ganhos reais expressivos nos \u00faltimos anos, t\u00eam conseguido negociar pelo menos os \u00edndices de infla\u00e7\u00e3o, mas n\u00e3o sem alguma dificuldade. Ap\u00f3s 21 dias de greve, os banc\u00e1rios aceitaram no \u00faltimo dia 26 proposta de 10% feita pela Febraban.&nbsp;<\/p>\n<p> Com data\u00acbase em novembro, os metal\u00fargicos da For\u00e7a Sindical em S\u00e3o Paulo, cerca de 250 mil apenas na capital, fecharam acordo em apenas 1 dos 8 grupos que a central representa \u00ac o \u00fanico cuja entidade patronal acenou com percentual que cobrisse pelo menos a infla\u00e7\u00e3o. A campanha dos metal\u00fargicos representados pela federa\u00e7\u00e3o da CUT, a FEM, tamb\u00e9m continua para alguns grupos. As negocia\u00e7\u00f5es j\u00e1 fechadas garantiram o INPC de 9,88% at\u00e9 setembro, m\u00eas da data\u00acbase. Para muitos trabalhadores, entretanto, ele ser\u00e1 pago em duas vezes. Os qu\u00edmicos de S\u00e3o Paulo, categoria que conta 165 mil trabalhadores no Estado, fecharam acordo que garantiu a infla\u00e7\u00e3o acumulada at\u00e9 outubro \u00ac pouco mais de 10% \u00ac em apenas uma rodada, algo at\u00edpico, afirma Sergio Luiz Leite, presidente da Fequimfar. \"Acho que os trabalhadores n\u00e3o quiseram correr o risco de entrar em uma greve longa\", pondera. Nos \u00faltimos dez anos, as conven\u00e7\u00f5es coletivas registraram ganhos reais entre 1,5 e 2 pontos percentuais.&nbsp;<\/p>\n<p> A categoria comemorou o pagamento do reajuste integral, diz o sindicalista. Os trabalhadores do setor sucroalcooleiro, tamb\u00e9m representados pela Fequimfar, negociaram em maio o INPC de 8,34%, pago em \"duas ou em at\u00e9 tr\u00eas vezes\", a depender da empresa. Garantido o pagamento \"extra\" de R$ 2 mil no cart\u00e3o alimenta\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o de benef\u00edcios, os funcion\u00e1rios da Companhia Sider\u00fargica Nacional (CSN) aceitaram em setembro reajuste de 6%, inferior \u00e0 infla\u00e7\u00e3o de 9,9% acumulado no per\u00edodo. Na base dos metal\u00fargicos do Sul Fluminense, o acordo ainda foi melhor do que o fechado entre algumas montadoras: reajuste zero, com compensa\u00e7\u00e3o via abono e PLR. \"A gente abriu m\u00e3o de algumas coisas para garantir o emprego\", diz Bartolomeu Citeli, diretor de comunica\u00e7\u00e3o da entidade.&nbsp;<\/p>\n<p> Os casos n\u00e3o s\u00e3o isolados. A mediana dos reajustes registrados no Minist\u00e9rio do Trabalho mostram que os acordos n\u00e3o t\u00eam ganhos reais h\u00e1 tr\u00eas meses. O levantamento \u00e9 feito pela plataforma salarios.org.br, que acompanha as negocia\u00e7\u00f5es m\u00eas a m\u00eas. O desembargador Rafael Pugliese, do TRT de S\u00e3o Paulo, relata ter se deparado com um n\u00famero crescente de reajustes escalonados na se\u00e7\u00e3o de diss\u00eddios coletivos \u00ac que continua, segundo ele, usando a infla\u00e7\u00e3o como par\u00e2metro para estabelecer os reajustes quando n\u00e3o h\u00e1 acordo entre as partes, mesmo com a escalada nos \u00edndices de pre\u00e7os. O tribunal est\u00e1 entre os poucos que receberam n\u00famero superior de a\u00e7\u00f5es em rela\u00e7\u00e3o a 2014. (Valor Econ\u00f4mico)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1435\" style=\"width: 530px; height: 606px;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/div>\n<div>\n<div>\n<div><em>Frase do dia<br \/> \"Teremos que descobrir como ser\u00e1 a vida (sem a CPMF), mas certamente ser\u00e1 mais dif\u00edcil\". Do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, ao defender a recria\u00e7\u00e3o do imposto e sua import\u00e2ncia para concluir o ajuste fiscal. (Valor Econ\u00f4mico)<\/em><\/div>\n<div><em><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/em><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Porto Alegre, 09 de novembro de 2015 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 9 - N\u00b0 2.142 &nbsp; &nbsp;Cooperativa Santa Clara aproxima o setor produtivo leiteiro \u00e0 pesquisa Resultado de um <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2015\/11\/09\/09-11-2015\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"09\/11\/2015\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-791","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/791","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=791"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/791\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=791"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=791"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=791"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}