{"id":7828,"date":"2021-09-08T20:39:19","date_gmt":"2021-09-08T20:39:19","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=7828"},"modified":"2021-09-22T19:01:55","modified_gmt":"2021-09-22T19:01:55","slug":"numero-de-produtores-de-leite-no-rs-cai-5228-nos-ultimos-seis-anos-mas-producao-se-mantem","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2021\/09\/08\/numero-de-produtores-de-leite-no-rs-cai-5228-nos-ultimos-seis-anos-mas-producao-se-mantem\/","title":{"rendered":"N\u00famero de produtores de leite no Rio Grande do Sul cai 52,28% nos \u00faltimos seis anos, mas produ\u00e7\u00e3o se mant\u00e9m"},"content":{"rendered":"<p>O n\u00famero de produtores de leite em atividade no Rio Grande do Sul caiu 52,28% de 2015 para 2021. Em contrapartida, a queda de produ\u00e7\u00e3o foi de apenas 3,15%. Os dados s\u00e3o do Relat\u00f3rio da Cadeia Produtiva de Leite de 2021, apresentado em coletiva na tarde desta quarta-feira (8\/9) pela Emater\/RS-ASCAR. O evento aconteceu na casa da entidade, no Parque de Exposi\u00e7\u00f5es Assis Brasil em Esteio (RS). O secret\u00e1rio executivo do Sindicato da Ind\u00fastria dos Latic\u00ednios do RS (Sindilat-RS), Darlan Palharini, afirmou que os dados confirmam um padr\u00e3o de comportamento. \u201cH\u00e1 alguns anos, temos queda do n\u00famero de produtores. A atividade leiteira exige fisicamente do produtor. Como consequ\u00eancia que com o avan\u00e7ar da idade, esses produtores s\u00e3o for\u00e7ados a deixar a atividade, mesmo com um mercado aquecido. Essa \u00e9 uma das principais causas para esse fen\u00f4meno\", aponta.<\/p>\n<p>O estudo foi apresentado pelo gerente t\u00e9cnico da Emater\/RS, Jaime Ries, e traz outros dados como a queda cumulativa do n\u00famero de animais, de 25,94%, mas o aumento cumulativo de concentra\u00e7\u00e3o de animais por propriedade, de 55,32%. A maior parte dos produtores concentra sua estratifica\u00e7\u00e3o entre 201 a 300 e 301 a 500 litros de leite por dia. \"Vemos um n\u00famero mais concentrado de animais por propriedade, mesmo que o n\u00famero fixo dos mesmos tenha ca\u00eddo\", explica Ries.<\/p>\n<p>O gerente ainda analisa que o maior desafio do setor diz respeito \u00e0 inova\u00e7\u00e3o e tecnologia para manter o interesse do produtor. \"Algumas coisas simples, como o cal\u00e7amento da \u00e1rea de ordenha, podem fazer diferen\u00e7a para o conforto do produtor e um aumento da quantidade e qualidade do leite\u201d, finaliza. Os dados ainda apontam que boa parte dos resultados obtidos diz respeito \u00e0 agricultura familiar. Palharini aproveitou para complementar a ideia, destacando a necessidade de fomento p\u00fablico. \"O principal papel das entidades, neste momento, \u00e9 pensar estrategicamente o setor. Se tiv\u00e9ssemos um forte investimento em ci\u00eancia e tecnologia, manter\u00edamos os produtores ainda mais tempo na atividade\u201d, complementa.<\/p>\n<p><strong>Sindilat na Expointer 2021<\/strong><\/p>\n<p>A participa\u00e7\u00e3o do Sindilat na feira conta com a parceria da Tetra Pak, marca internacional que \u00e9 refer\u00eancia em embalagens para alimentos.<\/p>\n<p>Cr\u00e9dito de foto: Kimberly Winheski<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O n\u00famero de produtores de leite em atividade no Rio Grande do Sul caiu 52,28% de 2015 para 2021. Em contrapartida, a queda de produ\u00e7\u00e3o foi de apenas 3,15%. 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