{"id":7627,"date":"2021-08-06T19:34:41","date_gmt":"2021-08-06T19:34:41","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=7627"},"modified":"2021-08-06T19:36:50","modified_gmt":"2021-08-06T19:36:50","slug":"06-08-2021","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2021\/08\/06\/06-08-2021\/","title":{"rendered":"06\/08\/2021"},"content":{"rendered":"<figure class=\"wp-block-image\" style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/figure>\r\n<!-- \/wp:post-content -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p>&nbsp;<\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre,&nbsp; 06 de agosto de 2021&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 15 - N\u00b0 3.473<\/p>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<div style=\"text-align: justify;\"><hr>\r\n<div>\r\n<div><b>Uruguai apresenta projeto de integra\u00e7\u00e3o comercial e investimento log\u00edstico<br><br><\/b>Focado em intensificar o interc\u00e2mbio comercial com o Brasil, o embaixador do Uruguai Guillermo Valles prop\u00f4s uma articula\u00e7\u00e3o entre os pa\u00edses para destravar projetos log\u00edsticos em curso h\u00e1 d\u00e9cadas. O plano de trabalho foi apresentado em reuni\u00e3o com lideran\u00e7as do setor produtivo do Rio Grande do Sul na manh\u00e3 desta sexta-feira (6\/8) na Sede da Farsul, em Porto Alegre (RS). Interlocutor dos interesses do agroneg\u00f3cio e vendo as potencialidades desse interc\u00e2mbio no abastecimento de gr\u00e3os para a produ\u00e7\u00e3o de aves, su\u00ednos e leite, o senador Luis Carlos Heinze (PP) \u00e9 defensor do tema, ressaltando a import\u00e2ncia de trazer parte da safra de milho uruguaio ao Brasil. Segundo o embaixador, o Uruguai tem amplo potencial para produ\u00e7\u00e3o de cereais, mas as lavouras n\u00e3o se ampliam exatamente pela falta de estruturas de armazenagem e de vias de escoamento mais competitivas ao mercado internacional. De acordo com Valles, enquanto uma carga de arroz uruguaio precisa percorrer 400 quil\u00f4metros por rodovias para ser exportada por Montevid\u00e9u, o mesmo produto poderia fazer 200 quil\u00f4metros por via fluvial para chegar a Rio Grande.<br><br><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/SEb528ABF0252\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/SEb528ABF0252\"><br><i>Cr\u00e9dito da imagem: Carolina Jardine<br><\/i><br>A chave para viabilizar a integra\u00e7\u00e3o \u00e9 o fortalecimento do modal hidrovi\u00e1rio, estabelecendo um canal direto com o Porto de Rio Grande por meio de hidrovia pela Lagoa Mirim. Para isso, seria essencial aumentar o calado de rios e canais, o que depende de obras de dragagem no Brasil e no Uruguai. O embaixador ressaltou que o investimento nesses processos \u00e9 \u00ednfimo perto do ganho econ\u00f4mico e que pode ser rateado entre os dois pa\u00edses. O projeto, que est\u00e1 nos planos da Bacia do Prata h\u00e1 60 anos, poderia ser viabilizado por uma parceria p\u00fablico-privada, o que o consolidaria como a primeira hidrovia p\u00fablico-privada da Am\u00e9rica Latina. No lado brasileiro, as dragagens precisariam ser efetuadas no Sangradouro, no Canal S\u00e3o Gon\u00e7alo e no acesso ao Porto de Santa Vit\u00f3ria do Palmar.<br><br>Heinze informou que h\u00e1 projetos tramitando em Bras\u00edlia no sentido de fortalecer o interc\u00e2mbio log\u00edstico com o Uruguai por meio de investimentos em infraestrutura. Um deles \u00e9 a constru\u00e7\u00e3o de nova ponte em Jaguar\u00e3o (RS).<br><br>Presente ao encontro, o secret\u00e1rio-executivo do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do RS (Sindilat), Darlan Palharini, frisou a import\u00e2ncia de o interc\u00e2mbio ser regido por um regramento m\u00ednimo que n\u00e3o comprometa nenhum setor produtivo uma vez que produtores uruguaios operam com custos inferiores aos praticados no Brasil. O embaixador concordou com a posi\u00e7\u00e3o, lembrando que a ideia \u00e9 agir em bloco, favorecendo os dois pa\u00edses e n\u00e3o impondo concorr\u00eancia predat\u00f3ria. \u201c\u00c9 preciso tratar de regulamenta\u00e7\u00f5es, olhar o espa\u00e7o comum, juntar as autoridades e tratar da quest\u00e3o de territ\u00f3rio para que o fator de equil\u00edbrio n\u00e3o seja o contrabando\u201d.<br><br><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/PvQX19ABF0268\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/PvQX19ABF0268\"><br><i>Cr\u00e9dito da imagem: Carolina Jardine<\/i><br><br>O diretor administrativo da Farsul, Francisco Schardong, informou que o assunto deve ser alvo de uma nova reuni\u00e3o nas pr\u00f3ximas semanas. A proposi\u00e7\u00e3o \u00e9 integrar o setor produtivo brasileiro e uruguaio para definir uma pauta a ser apresentada durante a Expointer, que ocorre de 4 a 12 de setembro. Tamb\u00e9m participaram da reuni\u00e3o lideran\u00e7as da Fetag, Fecoagro, Asgav, Sips e Fundesa.<br><br>Segundo o embaixador \u00e9 primordial que as cidades vejam as potencialidades do campo, uma vez que \u00e9 dele que sair\u00e1 a solu\u00e7\u00e3o para suportar um aumento de 2,5 bilh\u00f5es de pessoas na popula\u00e7\u00e3o mundial at\u00e9 2050. \u201cPrecisamos produzir 50% mais fibras, 50% mais de alimentos e combust\u00edveis. E de onde vai sair isso de forma sustent\u00e1vel?\u201d, questionou. Consciente das potencialidades da Am\u00e9rica Latina em abastecer o planeta, ele refor\u00e7ou que h\u00e1 condi\u00e7\u00f5es de solo e oferta de \u00e1gua doce capaz de produzir de forma competitiva. Para isso, alertou, \u00e9 importante que se trabalhe com abertura comercial entre vizinhos.<br><br>Brasil e Uruguai tem 1067 quil\u00f4metros de fronteira, com seis cidades g\u00eameas. Apesar da vig\u00eancia do Mercosul, apenas a aduana de Rivera trabalha de forma integrada nos terminais de cargas. O principal ponto de entrada de cargas uruguaias no Brasil \u00e9 o Chu\u00ed (30%), seguido por Jaguar\u00e3o (21%) e por Santana do Livramento (9%). (Assessoria de imprensa Sindilat\/RS)<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<\/div>\r\n<\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">\r\n<div><hr><\/div>\r\n<\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\"><b>Novo aumento nas importa\u00e7\u00f5es brasileiras de l\u00e1cteos<br><br><\/b>Segundo dados divulgados nessa quarta-feira (04\/08) pela Secretaria de Com\u00e9rcio Exterior (SECEX), o saldo da balan\u00e7a comercial de l\u00e1cteos foi de -61 milh\u00f5es de litros em equivalente leite no m\u00eas de julho, um aumento de 18% no d\u00e9ficit quando comparado a jun\/21.<br><br>Em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo do ano passado, o saldo foi menos negativo, sendo que o valor em equivalente leite no m\u00eas de jun\/20 foi de -85 milh\u00f5es de litros. Confira a evolu\u00e7\u00e3o no saldo da balan\u00e7a comercial l\u00e1ctea no gr\u00e1fico 1.<br><br><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/NhxFecABF0247\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/NhxFecABF0247\"><br><br>Em julho, as importa\u00e7\u00f5es tiveram um leve aumento; 72,5 milh\u00f5es de litros (equivalente) de leite foram internalizados, representando uma alta de 3% em rela\u00e7\u00e3o a junho\/21. O novo aumento nas importa\u00e7\u00f5es foi reflexo, principalmente, do aumento nos pre\u00e7os internos e de menores pre\u00e7os dos produtos internacionais.<br><br>O aumento (dos pre\u00e7os nacionais) vem tornando o produto importado mais competitivo: a m\u00e9dia do pre\u00e7o nacional do leite spot coletado pelo MilkPoint Mercado em julho foi de R$ 2,43\/litro; enquanto o leite importado foi internalizado a um pre\u00e7o m\u00e9dio equivalente de R$ 2,37\/litro \u2013 considerando o valor m\u00e9dio do leil\u00e3o GDT em julho (US$ 3.797\/ton \u2013 leite em p\u00f3 integral) e a m\u00e9dia do d\u00f3lar no m\u00eas de jul\/21 (R$ 5,16).<br><br>Em rela\u00e7\u00e3o aos produtos mais importantes da pauta importadora em julho, temos o leite em p\u00f3 integral, leite em p\u00f3 desnatado e os queijos, que juntos representaram 78% do volume total importado. J\u00e1 o doce de leite, iogurtes e o soro de leite foram os produtos que apresentaram maior aumento nas importa\u00e7\u00f5es em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior \u2013 um incremento de 121%, 96% e 76% respectivamente.<br><br>J\u00e1 o volume exportado em junho foi de 11,4 milh\u00f5es de litros de leite (equivalente), decr\u00e9scimo de 40% em rela\u00e7\u00e3o a junho. No entanto, em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo do ano passado, tivemos ainda um crescimento de 9,6%.<br><br>Al\u00e9m dos pre\u00e7os internos mais altos, a baixa disponibilidade interna de leite \u2014 comum a esta \u00e9poca do ano \u2014 desfavorecem a possibilidade de exporta\u00e7\u00e3o dos produtos brasileiros. No acumulado do ano foram exportados 98 milh\u00f5es de litros em equivalente leite, contra 55 milh\u00f5es em litros equivalentes do mesmo per\u00edodo em 2020.<br><br>Os produtos que tiveram maior participa\u00e7\u00e3o no volume total exportado foram o leite condensado, o creme de leite e o leite UHT, que juntos, representaram 55% da pauta exportadora e tiveram varia\u00e7\u00f5es de 9%, 54% e 3% em rela\u00e7\u00e3o a junho\/21, respectivamente.<br><br>Um produto que apresentou forte aumento de exporta\u00e7\u00f5es em janeiro foi o leite em p\u00f3 desnatado (+226%), embora o volume vendido ainda n\u00e3o seja t\u00e3o significativo. Em compensa\u00e7\u00e3o, o leite em p\u00f3 integral e a manteiga tiveram queda no volume exportado.<br>A tabela 2 mostra as principais movimenta\u00e7\u00f5es do com\u00e9rcio internacional de l\u00e1cteos no m\u00eas de julho deste ano.<br><br><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/kWp5d2ABeyA0260\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/kWp5d2ABeyA0260\"><br><br>O que podemos esperar para os pr\u00f3ximos dias?<br>Bom, considerando os resultados do leil\u00e3o GDT desta ter\u00e7a-feira (03\/08) (US$ 3.598\/ton \u2014 leite em p\u00f3 integral) e o fechamento do&nbsp; d\u00f3lar no dia 03\/08\/21 (R$ 5,16), chegamos a um pre\u00e7o interno m\u00e1ximo de R$ 2,03\/litro para que as exporta\u00e7\u00f5es continuem competitivas.<br><br>Ao compararmos esse valor com o pre\u00e7o spot na primeira quinzena de agosto (R$ 2,47\/litro) e, tamb\u00e9m, com o pre\u00e7o do leite pago ao produtor no m\u00eas de julho\u2014fechado na m\u00e9dia de R$ 2,31\/litro (CEPEA\/ESALQ) \u2014, conclui-se que a venda do leite brasileiro no exterior n\u00e3o \u00e9 mais atrativa.<br><br>Por outro lado, se considerarmos os mesmos valores para conta, chegamos em um pre\u00e7o m\u00e1ximo a ser pago para importa\u00e7\u00e3o do leite de R$ 2,23\/litro \u2014 o que provavelmente vai sustentar um aumento nas importa\u00e7\u00f5es para os pr\u00f3ximos meses<br><br>No entanto, sabemos que o mercado de leite brasileiro \u00e9 cheio de detalhes, sendo influenciado por uma s\u00e9rie de rela\u00e7\u00f5es de causa e efeito entre os diferentes elos da cadeia \u2014 sejam eles aqui dentro do Brasil ou l\u00e1 fora. (Milkpoint)<br><br><br><br><br><br><b>Produ\u00e7\u00e3o de alimentos gera 151.252 empregos no 1\u00ba semestre<br><\/b><br>A produ\u00e7\u00e3o de alimentos gerou 151.252 empregos com carteira assinada no primeiro semestre deste ano, de acordo com o Comunicado T\u00e9cnico da Confedera\u00e7\u00e3o da Agricultura e Pecu\u00e1ria do Brasil (CNA), feito com base nos dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).&nbsp;<br><br>No acumulado de janeiro a junho deste ano, o total de postos de trabalho formais gerados no pa\u00eds foi de 1.557.342, com saldo positivo nos segmentos analisados (Servi\u00e7os, Ind\u00fastria, Com\u00e9rcio, Constru\u00e7\u00e3o, al\u00e9m da agropecu\u00e1ria). \u201cImportante ressaltar que no acumulado do primeiro semestre de 2020, apenas a Agropecu\u00e1ria registrou cria\u00e7\u00e3o l\u00edquida de empregos (62.419). O resultado de 2021 da Agropecu\u00e1ria se soma \u00e0 contribui\u00e7\u00e3o do setor em 2020. Nos demais setores, a cria\u00e7\u00e3o de vagas de trabalho representou, em grande medida, a recupera\u00e7\u00e3o da intensa perda registrada no ano passado\u201d, pontuo comunicado.&nbsp;<br><br>Em junho, a produ\u00e7\u00e3o de alimentos abriu 38.005 postos. A regi\u00e3o Sudeste segue como grande destaque, com a cria\u00e7\u00e3o de 27.339 vagas, impulsionado, principalmente, pela colheita de algumas culturas permanentes ou semipermanentes, como caf\u00e9, laranja e cana-de-a\u00e7\u00facar. Nordeste, Centro-Oeste e Norte registraram crescimento de 5.953, 3.878 e 1.468 postos de trabalho, respectivamente.&nbsp;<br><br>A regi\u00e3o Sul, por outro lado, registrou perda l\u00edquida de 633 vagas no m\u00eas. Entre as unidades da Federa\u00e7\u00e3o, S\u00e3o Paulo deu a maior contribui\u00e7\u00e3o na gera\u00e7\u00e3o de empregos no setor, com 25.839 novas vagas criadas. Outros estados que se destacaram foram Mato Grosso (2.455), Minas Gerais (1.523) e Maranh\u00e3o (1.246). Por outro lado, no m\u00eas de junho, houve perda l\u00edquida de vagas no setor em duas unidades da federa\u00e7\u00e3o: Esp\u00edrito Santo (413) e Rio Grande do Sul (1.467). Acesse aqui o Comunicado T\u00e9cnico do Caged. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da CNA, adaptadas pela Equipe MilkPoint)<\/div>\r\n<div><hr><\/div>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Jogo R\u00e1pido <\/strong>&nbsp;<\/p>\r\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Rio Grande do Sul ter\u00e1 temperaturas amenas e pancadas de chuva nos pr\u00f3ximos dias<br><\/b>Os pr\u00f3ximos sete dias ter\u00e3o temperaturas amenas e pancadas de chuva no Rio Grande do Sul. \u00c9 o que aponta o Boletim Integrado Agrometeorol\u00f3gico n\u00ba 31\/2021, produzido pela Secretaria da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Desenvolvimento Rural (SEAPDR) em parceria com a Emater\/RS-Ascar e o Irga. Nesta sexta-feira (06), o tempo seco, com forma\u00e7\u00e3o de nevoeiros vai predominar na maioria das regi\u00f5es e apenas na Zona Sul e faixa Leste h\u00e1 possibilidade de chuviscos\/garoas pela manh\u00e3. No s\u00e1bado (07) e domingo (08), o ar seco seguir\u00e1 predominando, com eleva\u00e7\u00e3o da temperatura e valores que dever\u00e3o alcan\u00e7ar 30\u00b0C em v\u00e1rios munic\u00edpios. Na segunda (09), a presen\u00e7a da massa de ar quente e \u00famido manter\u00e1 as temperaturas altas, com grande varia\u00e7\u00e3o de nuvens em todo Estado e a aproxima\u00e7\u00e3o de uma frente fria provocar\u00e1 pancadas de chuva na Campanha e Zona Sul. Na ter\u00e7a (10) e quarta-feira (11), o deslocamento da frente fria vai provocar chuva em todas as regi\u00f5es, com possibilidade de temporais isolados. Os volumes previstos s\u00e3o baixos e dever\u00e3o ser inferiores a 10 mm na maioria das regi\u00f5es. No Alto Uruguai, Planalto e Serra do Nordeste os valores oscilar\u00e3o entre 10 e 20 mm, e poder\u00e3o alcan\u00e7ar 35 mm nos Campos de Cima da Serra. O boletim tamb\u00e9m aborda a situa\u00e7\u00e3o das culturas de trigo, canola, aveia branca, milho e hortali\u00e7as.&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.agricultura.rs.gov.br\/agrometeorologia\" data-cke-saved-href=\"http:\/\/www.agricultura.rs.gov.br\/agrometeorologia\">Veja o boletim completo clicando aqui.<\/a>&nbsp;(SEAPDR)<\/i><\/p>\r\n<hr>\r\n<p>&nbsp;<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre,&nbsp; 06 de agosto de 2021&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 15 - N\u00b0 3.473 Uruguai apresenta projeto de integra\u00e7\u00e3o comercial e investimento log\u00edstico Focado em intensificar o interc\u00e2mbio comercial com <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2021\/08\/06\/06-08-2021\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"06\/08\/2021\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-7627","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7627","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7627"}],"version-history":[{"count":7,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7627\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":7634,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7627\/revisions\/7634"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7627"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7627"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7627"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}