{"id":7503,"date":"2021-07-20T20:04:53","date_gmt":"2021-07-20T20:04:53","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=7503"},"modified":"2021-07-20T20:09:01","modified_gmt":"2021-07-20T20:09:01","slug":"20-01-2021-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2021\/07\/20\/20-01-2021-2\/","title":{"rendered":"20\/01\/2021"},"content":{"rendered":"<figure class=\"wp-block-image\" style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/figure>\r\n<!-- \/wp:post-content -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p>&nbsp;<\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre,&nbsp; 20 de julho de 2021&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 15 - N\u00b0 3.460<\/p>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<div style=\"text-align: justify;\"><hr>\r\n<div><strong>O desafio da efici\u00eancia<\/strong><\/div>\r\n<div><br>Rio Grande do Sul j\u00e1 teve quase 66 mil produtores de leite, que foram desistindo da atividade pelo peso dos custos e das exig\u00eancias qualitativas bastante elevadas nos \u00faltimos anos, segundo observa\u00e7\u00f5es da Emater\/RS-Ascar. No rebanho atual, de quase 1 milh\u00e3o de vacas leiteiras, as ra\u00e7as predominantes s\u00e3o a Holandesa e a Jersey. A coleta m\u00e9dia di\u00e1ria dos atuais 50,4 mil produtores est\u00e1 na faixa dos 150 litros de leite, mas, segundo relat\u00f3rio de 2019 da Emater, pode variar de 50 a 2,5 mil litros por dia, dependendo da propriedade rural. Ainda conforme o levantamento, que ser\u00e1 atualizado neste ano, 94,4% das propriedades t\u00eam o sistema alimentar baseado em pastagens, 3,7% em semiconfinamento e somente 1,8% em confinamento total. Mesmo que j\u00e1 use o modelo das pastagens, essa maioria tem o desafio de ampliar a produtividade e a qualidade nutricional das forrageiras, at\u00e9 porque tem pouco espa\u00e7o para expandir o cultivo.<\/div>\r\n<div><br>Assistente t\u00e9cnico do escrit\u00f3rio municipal da Emater em Ven\u00e2ncio Aires, Diego Barden revela que a alta dos custos tem realmente diminu\u00eddo o n\u00famero de produtores no munic\u00edpio, estimado hoje em 2 mil, mesmo que o pre\u00e7o do litro de leite pago pela ind\u00fastria tenha melhorado. De acordo com ele, o est\u00edmulo \u00e0 alimenta\u00e7\u00e3o com base no pasto \u00e9 permanente, mas h\u00e1 dificuldades por parte de algumas fam\u00edlias em melhorar sua performance. \u201cH\u00e1 uma parcela dos produtores que garantiu a produtividade di\u00e1ria com a silagem, com pequenas \u00e1reas para o plantio de milho e at\u00e9 com uso de \u00e1reas arrendadas com este fim\u201d, conta Barden. Nestes casos, diz, com a crise recente no pre\u00e7o dos gr\u00e3os e as estiagens em 2020 e 2021, quem vinha alimentando o gado com base na silagem e na ra\u00e7\u00e3o concentrada teve mais dificuldades.<\/div>\r\n<div><br>\u201cSempre ressaltamos que a alimenta\u00e7\u00e3o a pasto era a mais barata e, neste \u00faltimo ano, ela ficou muito mais barata; com isso, muitos come\u00e7aram a se preocupar em ampliar o uso das forrageiras\u201d, constata o t\u00e9cnico, sem deixar de apontar que alguns, mesmo que quisessem, n\u00e3o teriam como ampliar a \u00e1rea com pastagens que mant\u00eam ao longo dos anos. \u201cPor isso, recomendamos melhorar as \u00e1reas existentes apostando, entre outras coisas, na busca pela qualidade do solo e por cultivares mais produtivas\u201d, destaca.<\/div>\r\n<div><br>A mais importante orienta\u00e7\u00e3o, agrega Barden, \u00e9 que o produtor tenha a certeza de que o gado vai ficar bem nutrido com o pasto e que a suplementa\u00e7\u00e3o seja s\u00f3 para assegurar a produtividade nos momentos de escassez de forrageiras. Mesmo em momentos como a troca de esta\u00e7\u00f5es, quando a disponibilidade de pasto fica menor, \u00e9 poss\u00edvel evitar essa queda de oferta, afirma a t\u00e9cnica da Associa\u00e7\u00e3o de Criadores de Gado Holand\u00eas do Rio Grande do Sul (Gadolando), \u00cdris Beatriz dos Santos, ao apontar como estrat\u00e9gia a sobressemeadura de esp\u00e9cies forrageiras de inverno em \u00e1reas ocupadas por esp\u00e9cies perenes de clima tropical para aproveitar o per\u00edodo em que estas ficam pouco produtivas ou mesmo dormentes.<\/div>\r\n<div><br>\u00cdris lembra tamb\u00e9m que al\u00e9m de preocupar-se com a produ\u00e7\u00e3o, \u00e9 preciso que o produtor preste aten\u00e7\u00e3o \u00e0s exig\u00eancias dos animais em pastoreio. \u201cO planejamento do sistema de produ\u00e7\u00e3o de forragens \u00e9 indispens\u00e1vel, pois o objetivo \u00e9 equilibrar a m\u00e1xima oferta de alimentos de alta qualidade com a exig\u00eancia nutricional dos animais e evitar, ou pelo menos reduzir, per\u00edodos de d\u00e9ficit forrageiro e a necessidade de suplementa\u00e7\u00e3o\u201d, pondera. (Correio do Povo)<\/div>\r\n<div><hr><\/div>\r\n<\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">\r\n<p><strong>GDT \u2013 Global Dairy Trade<\/strong><\/p>\r\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-7507\" src=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/WhatsApp-Image-2021-07-20-at-11.39.19.jpeg\" alt=\"\" width=\"669\" height=\"428\" srcset=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/WhatsApp-Image-2021-07-20-at-11.39.19.jpeg 669w, https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/WhatsApp-Image-2021-07-20-at-11.39.19-300x192.jpeg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 669px) 100vw, 669px\" \/><\/p>\r\n<p>Fonte: Global Dairy Trade \u2013 adaptado Sindilat\/RS<\/p>\r\n<\/div>\r\n<p>&nbsp;<\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Mais pasto contra o custo<\/strong><\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><br>Um novo olhar sobre a forma de alimentar o gado leiteiro pode levar a atividade a um patamar mais sustent\u00e1vel e a um melhor equil\u00edbrio de renda para o produtor. Presente na produ\u00e7\u00e3o leiteira desde sempre, a alimenta\u00e7\u00e3o do plantel a pasto vem ganhando protagonismo nos \u00faltimos dois anos diante da alta dos pre\u00e7os do milho e da soja, pr\u00f3xima dos 100%, e de duas estiagens sucessivas que prejudicaram a qualidade e a quantidade de milho silagem plantado nas propriedades. A alternativa, entretanto, n\u00e3o \u00e9 para todos. Para incrementar as pastagens e se beneficiar de uma redu\u00e7\u00e3o de custos de 50% ou mais, o produtor precisa de \u00e1rea para plantio de forrageiras, recursos para investir em insumos e assist\u00eancia t\u00e9cnica que o oriente tanto na escolha das plantas quanto na composi\u00e7\u00e3o de uma dieta balanceada para as vacas.<\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Considerada uma das maiores cooperativas do Brasil, a CCGL vem conscientizando os seus cerca de 3,5 mil produtores de leite a priorizar o pasto desde 2005. O supervisor t\u00e9cnico da produ\u00e7\u00e3o de leite na cooperativa, Luis Ot\u00e1vio da Costa Lima, relata que foi um longo processo, o qual passou pela melhoria da qualidade do solo nas propriedades, com novas pr\u00e1ticas de aduba\u00e7\u00e3o, e das formas de manejo. Lima ressalta que a utiliza\u00e7\u00e3o das forragens como fonte principal de nutri\u00e7\u00e3o torna o sistema de produ\u00e7\u00e3o leiteira mais resiliente e menos vulner\u00e1vel a crises como a vivida hoje, quando a saca de milho ultrapassa os R$ 90,00 e a tonelada do farelo de soja (que comp\u00f5e a parte proteica das ra\u00e7\u00f5es) os R$ 2,3 mil. Atualmente, 95% dos produtores que fornecem leite \u00e0 CCGL, em 170 munic\u00edpios, de Lagoa Vermelha, no Norte do Estado, a Santa Vit\u00f3ria do Palmar, no Sul, t\u00eam as pastagens como alimento principal do rebanho.<\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo o supervisor, uma vaca come, em m\u00e9dia, de 15 a 17 quilos de mat\u00e9ria seca de pasto por dia. Este \u00e9 o limite m\u00e1ximo de ingest\u00e3o di\u00e1ria deste tipo de alimento e garante uma m\u00e9dia produtiva de 15 a 20 litros de leite por dia, dependendo do animal. Para garantir uma produ\u00e7\u00e3o considerada regular, de 25 a 30 litros, \u00e9 preciso acrescentar \u00e0 dieta da vaca em torno de 5 quilos de suplementa\u00e7\u00e3o, composta pela silagem de milho e a ra\u00e7\u00e3o com prote\u00edna. Nesta propor\u00e7\u00e3o, o produtor gastaria por vaca cerca de R$ 14,75 ao dia.<\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Quando a base alimentar \u00e9 a silagem de milho e a ra\u00e7\u00e3o, usadas nos sistemas de gado semiconfinado e confinado, o custo \u00e9 maior (a produ\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m, de 10 a 15 litros a mais), tendo em vista que o quilo do milho silagem com planta inteira oscila de R$ 0,38 a R$ 0,45. \u201cNo caso predominante de uso do milho, \u00e9 preciso plantar, ter quem colha, quem misture o alimento e quem leve at\u00e9 o cocho e isso tudo representa custo\u201d, lembra Lima. No Rio Grande do Sul, conforme dados da Emater\/RS-Ascar, 50,4 mil fam\u00edlias, distribu\u00eddas em quase todos os 497 munic\u00edpios, t\u00eam como fonte principal de renda a atividade leiteira. A institui\u00e7\u00e3o preconiza o uso de pastagens na produ\u00e7\u00e3o de leite desde sempre. O gerente t\u00e9cnico e coordenador da \u00e1rea de leite da Emater, Jaime Ries, reconhece, contudo, que o sistema tem realmente limita\u00e7\u00f5es, tanto de oferta de pasto, dada a sazonalidade, como de possibilidade de aumento de \u00e1rea para este tipo de cultivo, uma vez que a maioria absoluta dos produtores est\u00e1 nas pequenas propriedades da agricultura familiar.<\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Ries alerta que as dificuldades em equilibrar custo e renda v\u00eam tirando da atividade, gradativamente, as fam\u00edlias produtoras. Na pr\u00f3xima Expointer, em setembro, a associa\u00e7\u00e3o vai divulgar uma atualiza\u00e7\u00e3o do relat\u00f3rio que faz a cada dois anos da produ\u00e7\u00e3o leiteira ga\u00facha. \u201cAinda n\u00e3o temos os n\u00fameros, mas o sentimento que temos indo a campo \u00e9 de que o n\u00famero dos produtores segue diminuindo\u201d, diz.<\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">O gerente t\u00e9cnico sustenta que a produ\u00e7\u00e3o de leite n\u00e3o sofre preju\u00edzos quando a alimenta\u00e7\u00e3o priorit\u00e1ria dos animais \u00e9 a pastagem. Ressalta, inclusive, que o inverno \u00e9 a esta\u00e7\u00e3o na qual mais se produz no Estado gra\u00e7as \u00e0 qualidade e disponibilidade das forrageiras \u2013 aveia e azev\u00e9m na maioria dos locais. \u201cAnualmente, a Emater leva ao produtor informa\u00e7\u00f5es para que fa\u00e7a um bom planejamento forrageiro, indicando as melhores esp\u00e9cies e \u00e9pocas de plantio, de forma que garanta na sua propriedade a disponibilidade de pastagens\u201d, acrescenta Ries.<\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">A Federa\u00e7\u00e3o dos Trabalhadores na Agricultura (Fetag), que representa a agricultura familiar e o produtor de leite diretamente, v\u00ea na produ\u00e7\u00e3o leiteira com base a pasto uma excelente alternativa para a diminui\u00e7\u00e3o dos custos. \u201cPor\u00e9m, h\u00e1 uma limita\u00e7\u00e3o para os produtores conseguirem implementar esta pr\u00e1tica, que \u00e9 a \u00e1rea de terra que eles possuem\u201d, observa o assessor de Pol\u00edtica Agr\u00edcola, Kaliton Prestes. Nas pequenas propriedades, na maioria das vezes, a \u00e1rea dispon\u00edvel para plantio de pasto precisa ser semeada com o milho silagem, do qual o produtor tamb\u00e9m n\u00e3o pode prescindir. (Correio do povo)<\/p>\r\n<div><hr><\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Jogo R\u00e1pido <\/strong>&nbsp;<\/p>\r\n<p style=\"text-align: center;\"><em><strong>E-book Especial Queijos Santa Clara est\u00e1 dispon\u00edvel para download<\/strong><\/em><br><em>A tradi\u00e7\u00e3o e a qualidade de 110 anos dos Queijos Santa Clara podem ser conferidas no e-book Especial Queijos Santa Clara, que traz informa\u00e7\u00f5es sobre os queijos produzidos pela Cooperativa, dicas, harmoniza\u00e7\u00f5es e 50 receitas in\u00e9ditas e deliciosas. O lan\u00e7amento foi na noite de segunda, 19 de julho, com uma live com participa\u00e7\u00e3o do diretor da Cooperativa Alexandre Guerra e o chef Gabriel Louren\u00e7o, que assina as receitas do e-book. A colet\u00e2nea est\u00e1 dividida em petiscos, antepasto, primeiro prato, prato principal, acompanhamentos e sobremesa, sempre tendo como destaque o queijo. Para esse momento t\u00e3o especial que \u00e9 cozinhar \u00e9 sugerida uma playlist no Spotify, que pode ser acessada clicando nos \u00edcones nas receitas. Interativo, o material inclui menus clic\u00e1veis de categorias e para escolher a receita a partir do queijo preferido. O material contempla 49 tipos de queijos produzidos pela Cooperativa, reunindo desde os frescos Minas e Ricota, passando pelos tradicionais Colonial, Lanche e Samsoe, at\u00e9 os mais intensos como Azul, Gruy\u00e8re e Parmes\u00e3o, nas diferentes vers\u00f5es que o consumidor pode encontrar nos pontos de venda: peda\u00e7os, fatiados, cunhas ou ralados. No lan\u00e7amento, o chef ensinou a 50\u00aa receita, uma Scaccia de Queijos Santa Clara. A live est\u00e1 dispon\u00edvel no canal da Santa Clara no Youtube, youtube.com\/coopsantaclara, onde tamb\u00e9m ser\u00e3o publicadas v\u00eddeos de algumas das receitas do e-book. O e-book Especial Queijos est\u00e1 dispon\u00edvel para download no site da Santa Clara,<a href=\"http:\/\/www.coopsantaclara.com.br\/especialqueijos\"> clicando aqui.<\/a> (Cooperativa Santa Clara)<\/em><\/p>\r\n<hr>\r\n<p>&nbsp;<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre,&nbsp; 20 de julho de 2021&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 15 - N\u00b0 3.460 O desafio da efici\u00eancia Rio Grande do Sul j\u00e1 teve quase 66 mil produtores de <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2021\/07\/20\/20-01-2021-2\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"20\/01\/2021\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-7503","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7503","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7503"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7503\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":7506,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7503\/revisions\/7506"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7503"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7503"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7503"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}