{"id":7436,"date":"2021-07-12T19:57:52","date_gmt":"2021-07-12T19:57:52","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=7436"},"modified":"2021-07-12T20:04:26","modified_gmt":"2021-07-12T20:04:26","slug":"12-07-2021","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2021\/07\/12\/12-07-2021\/","title":{"rendered":"12\/07\/2021"},"content":{"rendered":"<figure class=\"wp-block-image\" style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/figure>\r\n<!-- \/wp:post-content -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre,&nbsp; 12 de julho de 2021&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 15 - N\u00b0 3.454<\/p>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<div style=\"text-align: justify;\"><hr>\r\n<div><b>Conhe\u00e7a o programa que promete trazer competitividade ao setor de leite no Brasil <\/b><\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>Da porteira para dentro, muita dedica\u00e7\u00e3o e esfor\u00e7o na produ\u00e7\u00e3o de leite. Mas, sem uma estrutura organizada do lado de fora, o trabalho pode ser perdido. Ciente da necessidade de desenvolvimento da cadeia leiteira, nos \u00faltimos meses o Minist\u00e9rio da Agricultura (Mapa) tem elaborado um plano para aumentar a competitividade do leite brasileiro.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>\u201cA cadeia do leite \u00e9 transversal, ela \u00e9 uma cadeia produtiva que tem diferentes tipos de produtores: desde os pequenos at\u00e9 os grandes, est\u00e1 representada em quase 100% dos munic\u00edpios brasileiros com a atividade econ\u00f4mica. Existem determinados extratos de produtores de subsist\u00eancia que tem apetite por um melhor tipo de pol\u00edtica p\u00fablica e outros maiores com outro tipo de acesso \u00e0 pol\u00edtica p\u00fablica e a preocupa\u00e7\u00e3o do minist\u00e9rio sempre foi de jogar luz nestas caracter\u00edsticas e tentar adaptar as nossas pol\u00edticas para que elas possam ter ades\u00e3o destes produtores da melhor forma poss\u00edvel\u201d, diz o secret\u00e1rio executivo do Mapa Lu\u00eds Rangel.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>O plano do Mapa, elaborado em conjunto com a C\u00e2mara Setorial de Leite e Derivados, se baseia em cinco eixos de desenvolvimento: gest\u00e3o da propriedade, infraestrutura, previsibilidade de pre\u00e7os e contratos, gen\u00e9tica e sanidade e pol\u00edticas p\u00fablicas.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>\u201cO plano foi concebido pelo pr\u00f3prio Minist\u00e9rio da Agricultura em negocia\u00e7\u00e3o com algumas ind\u00fastrias, para a recomposi\u00e7\u00e3o do Pis\/Cofins. E foi definido, na \u00e9poca, pelo Mapa que pelo menos 5% dessa restitui\u00e7\u00e3o dos impostos, que era direito das ind\u00fastrias, fossem aplicados em assist\u00eancia t\u00e9cnica. Para o pequeno e m\u00e9dio produtor isso \u00e9 fundamental, pois com assist\u00eancia ele aumenta a chance de investir em tecnologia e crescer na sua escala de produ\u00e7\u00e3o, que \u00e9 fundamental\u201d, avalia Ronei Volpi, presidente da C\u00e2mara Setorial de Leite do Mapa.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>A cooperativa Castrolanda, no interior do Paran\u00e1, faz parte do programa desde 2019. Com os recursos, foram adquiridos pasteurizadores que tornam o colostro mais saud\u00e1vel para as bezerras.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>\u201cColostrando bem o bezerro voc\u00ea vai ter um bezerro mais saud\u00e1vel, com menos problemas com rela\u00e7\u00e3o a pneumonias, diarreias, acaba usando menos antibi\u00f3tico, um animal mais saud\u00e1vel. Dentro da nossa propriedade, a gente espera que todos os animais entrem em produ\u00e7\u00e3o aos dois anos de idade. Ent\u00e3o a gente vai conseguir atingir essa meta e de uma forma louv\u00e1vel. S\u00e3o animais mais produtivos\u201d, relata o cooperado e produtor de leite, Armando Carvalho.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>A restitui\u00e7\u00e3o do Pis\/Cofins dentro do plano ainda possibilitou a constru\u00e7\u00e3o de salas de an\u00e1lise de laborat\u00f3rio nas fazendas para detec\u00e7\u00e3o de mastite. Segundo a cooperativa, o uso mensal de antibi\u00f3ticos caiu 45% desde o final do ano passado, o que gerou uma economia direta de aproximadamente R$ 10 mil para cada produtor envolvido.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>\u201cSe a vaca tem algum problema, eu fa\u00e7o uma an\u00e1lise no laborat\u00f3rio. Esse exame j\u00e1 vai me dizer se eu preciso ou n\u00e3o tratar essa vaca. Se eu preciso usar antibi\u00f3tico, a an\u00e1lise j\u00e1 vai me dizer qual antibi\u00f3tico eu vou usar. Com isso eu evito muita perda\u201d, diz a produtora de leite e cooperada Margareth Wacherski.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>Para o gerente de neg\u00f3cios da Castrolanda, Eduardo Ribas, mesmo com o fim do programa, algumas li\u00e7\u00f5es ser\u00e3o permanentes na cadeia produtiva.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>\u201cQuando acabar o programa daqui a tr\u00eas anos, vai deixar um legado para o produtor. Mesmo que acabe, o programa de gest\u00e3o fica. Ent\u00e3o durante a vida produtiva, todo o futuro dessa propriedade, ele vai estar ter seus dados econ\u00f4micos, seus dados zoot\u00e9cnicos. Isso \u00e9 um legado que o programa deixou\u201d.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>Dentro do plano de competitividade, h\u00e1 a sugest\u00e3o de se criar um programa nacional de controle de mastite. Na sanidade, tamb\u00e9m h\u00e1 a previs\u00e3o de programas de erradica\u00e7\u00e3o de tuberculose e brucelose, com linhas de cr\u00e9dito para repor animais sacrificados. Na gen\u00e9tica, financiamentos para insemina\u00e7\u00f5es e aquisi\u00e7\u00e3o de matrizes de alto rendimento. Focos de trabalho altamente ligados com o incentivo \u00e0 exporta\u00e7\u00e3o.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>\u201cOutra frente de trabalho \u00e9 buscar uma maior prote\u00e7\u00e3o para as oscila\u00e7\u00f5es de pre\u00e7o, talvez com a possibilidade de implantar um mercado futuro para os produtos l\u00e1cteos, como outras commodities agr\u00edcolas. \u00c9 um projeto que est\u00e1 em andamento ainda e que pretendemos num curto prazo, m\u00e9dio prazo avan\u00e7ar um pouco nisso\u201d, diz o presidente da C\u00e2mara Setorial do Leite Ronei Volpi.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>Reforma tribut\u00e1ria preocupa setor: O Minist\u00e9rio da Agricultura n\u00e3o est\u00e1 de olho apenas nas iniciativas do Poder Executivo. Tanto o Mapa quanto o setor produtivo se preocupam com um debate que est\u00e1 acontecendo no Congresso, sobre a reforma tribut\u00e1ria. Isso porque uma poss\u00edvel onera\u00e7\u00e3o da cesta b\u00e1sica ou mudan\u00e7as no tratamento do cr\u00e9dito presumido podem dificultar a vida dos produtores de leite, principalmente dos que est\u00e3o fora de algum sistema cooperativista.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>\u201cPrimeiro \u00e9 manter o produtor rural como n\u00e3o contribuinte. Hoje ele n\u00e3o \u00e9 contribuinte e se eu passar a taxar todo mundo, imagine s\u00f3 que um produtor pequeno tiver que pagar um contador \u00e9 muitas vezes, muito mais do que ele fatura em um m\u00eas. Outro ponto \u00e9 o cr\u00e9dito presumido com uma al\u00edquota que garanta a n\u00e3o cumulatividade na cadeia. A gente tem uma pequena cumulatividade hoje, em torno de 13 a 14%, mas se for nos moldes que eles est\u00e3o preconizando vai ser mais de 60%. \u00c9 muito preocupante\u201d, alerta o diretor-executivo da Viva L\u00e1cteos.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>Mais recursos para o leite: Bras\u00edlia \u00e9 o grande centro do debate pol\u00edtico e econ\u00f4mico no pa\u00eds. Mas, n\u00e3o \u00e9 o \u00fanico. Governos regionais tamb\u00e9m podem ajudar a estruturar a cadeia. No Rio Grande do Sul, o Fundoleite foi reativado. A expectativa \u00e9 de que os produtores passem a ter R$ 4 milh\u00f5es por ano investidos no setor leiteiro.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>A secret\u00e1ria de Agricultura do Rio Grande do Sul, Silvana Covatti, explica como \u00e9 feita a distribui\u00e7\u00e3o dos recursos para a cadeia produtiva.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>\u201c70% desse recurso vai ser destinado a assist\u00eancia t\u00e9cnica ao nosso produtor, enquanto 20% v\u00e3o para projetos relativos ao desenvolvimento da cadeia produtiva do leite. Projetos em que vamos proporcionar, cada vez mais, que o produtor dentro da sua propriedade desenvolva t\u00e9cnicas diferentes. Os 10% v\u00e3o para custeio do setor administrativo\u201d, explica.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>Para o deputado federal e presidente da subcomiss\u00e3o de leite da C\u00e2mara, Alceu Moreira (MDB-RS), \u00e9 preciso acabar com o conceito de \u2018coitadismo\u2019 que recai sobre o produtor.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>\u201cN\u00e3o h\u00e1 lugar pra coitadismo nisso. O leite \u00e9 uma atividade econ\u00f4mica de grande relev\u00e2ncia. O produtor tem que ser bem remunerado, tem que ter renda, mas ele precisa, mais do que nunca, ter um n\u00edvel de assessoria t\u00e9cnica que domine profundamente o que ele est\u00e1 fazendo. Se ele tiver isso, ele vai ser competitivo e vai produzir leite em condi\u00e7\u00e3o de vender para o mercado nacional e internacional\u201d, afirma.&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/noticias\/programa-competitividade-setor-leite-brasil\/\" data-cke-saved-href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/noticias\/programa-competitividade-setor-leite-brasil\/\">Assista a reportagem clicando aqui.<\/a>&nbsp;(Canal Rural)<\/div>\r\n<\/div>\r\n<div><hr><\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">\r\n<div style=\"text-align: justify;\"><b>Piracanjuba \u00e9 reconhecida como marca de alto renome <\/b><\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">Conforme o Instituto Datafolha, quase 143 milh\u00f5es de brasileiros conhecem a&nbsp; Piracanjuba. De acordo com o relat\u00f3rio KG Ces\u00e1rio Pareceres e Pesquisas, a imagem da marca \u00e9 considerada superior. Esses dados contribu\u00edram para a conquista do t\u00edtulo de marca de alto renome, concedido pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).&nbsp; Recentemente, a Piracanjuba passou a integrar essa seleta lista, ao lado de outros grandes players de mercado, que re\u00fanem caracter\u00edsticas como boa imagem, reputa\u00e7\u00e3o e credibilidade. Com essa qualifica\u00e7\u00e3o, fica garantida a prote\u00e7\u00e3o jur\u00eddica especial. Dessa forma, nenhuma outra empresa, de qualquer segmento de atividade, poder\u00e1 utilizar o nome Piracanjuba para produtos ou servi\u00e7os. \u201cEm 1955, quando chegamos ao mercado, a Piracanjuba recebeu o nome da cidade do interior goiano que sediava a pequena f\u00e1brica, onde era produzido o primeiro produto do portf\u00f3lio - a manteiga.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">Hoje, com mais de 65 anos no mercado e um amplo portf\u00f3lio, \u00e9 reconhecida pela qualidade, variedade, inova\u00e7\u00e3o e, agora, pelo alto renome. Todas as fases s\u00e3o fruto de muito trabalho, visando sempre levar o melhor produto para o consumidor. Por isso, esse t\u00edtulo tem um valor especial para n\u00f3s\u201d, celebra a Gerente de Marketing, Lisiane Guimar\u00e3es. Para que uma marca alcance esse status, o INPI leva em conta alguns crit\u00e9rios, como o reconhecimento por ampla parcela da popula\u00e7\u00e3o e a reputa\u00e7\u00e3o associada \u00e0 qualidade. Esses dados foram constatados por meio de entrevistas, como as apresentadas pela KG Ces\u00e1rio Pareceres e Pesquisas, que confirmaram alta lembran\u00e7a pelos consumidores, acima de 95%, em todos os estratos sociodemogr\u00e1ficos da popula\u00e7\u00e3o brasileira.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m disso, 94,9% dos entrevistados responderam afirmativamente que, al\u00e9m de conhecer, tamb\u00e9m consomem a variedade dos produtos. Nas pesquisas feitas pela Datafolha, a Piracanjuba foi reconhecida por cerca de 90% da popula\u00e7\u00e3o brasileira, com 16 anos ou mais. Entre os brasileiros entrevistados, 98% mencionaram conhecer algum dos produtos estimulados, destaque para o Leite Condensado (92%) e para o Creme de Leite (87%).<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">\u201cEsses resultados das pesquisas endossam a credibilidade da marca. A Piracanjuba apresentou desempenho superior em todos os atributos apresentados, destacando no quesito qualidade dos produtos (93%), conforme o estudo da Datafolha. Isso nos estimula a continuar produzindo com seriedade e, sem deixar de lado, nosso gosto pela inova\u00e7\u00e3o e por surpreender os consumidores. Afinal, aqui gostamos de fazer bem o que faz bem a todos\u201d, destaca Lisiane. (Pirancajuba)<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\"><b>Sucess\u00e3o high-tech:&nbsp; informa\u00e7\u00f5es a dist\u00e2ncia <\/b><\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">A ado\u00e7\u00e3o de tecnologias de ponta no setor agropecu\u00e1rio vai muito al\u00e9m da produ\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os. No setor leiteiro, que tem sofrido com a sa\u00edda de produtores da atividade, as novas ferramentas tamb\u00e9m ajudam a garantir a sucess\u00e3o rural. Isso \u00e9 confirmado, entre outros casos, por Jos\u00e9 Victor Isola, 25 anos, que participa do dia a dia das atividades da Fazenda Ponderosa, em Sant\u2019Ana do Livramento, administrada pelo pai, Jos\u00e9 Pedro. A propriedade conta com 70 vacas em lacta\u00e7\u00e3o, todas da ra\u00e7a Holand\u00eas.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">Graduado em Zootecnia, o jovem foi o respons\u00e1vel por levar \u00e0 fazenda algumas das tecnologias que foram incorporadas \u00e0s atividades. A mais recente delas \u00e9 o monitoramento da condi\u00e7\u00e3o das vacas por meio de um colar colocado no pesco\u00e7o delas. O sistema est\u00e1 em fase de implanta\u00e7\u00e3o na propriedade. O colar coleta informa\u00e7\u00f5es do animal, como as da rumina\u00e7\u00e3o e do estresse t\u00e9rmico. Esses dados s\u00e3o enviados para uma antena, em tempo real, e podem ser acessados por meio de um aplicativo de smartphone. \u201cPelo celular eu consigo saber o que essa vaca est\u00e1 fazendo, quanto ela est\u00e1 ruminando e se ela est\u00e1 caminhando\u201d, conta Jos\u00e9 Victor.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">Com base nessas informa\u00e7\u00f5es, os algoritmos conseguem prever, por exemplo, se a vaca est\u00e1 no per\u00edodo do cio, o que indica que chegou a \u00e9poca de ser inseminada. Al\u00e9m disso, o sistema pode indicar, com base na rumina\u00e7\u00e3o, se algum animal foi acometido de enfermidade. \u201cQuem vai ao supermercado comprar leite n\u00e3o tem a m\u00ednima no\u00e7\u00e3o do que a gente gera de informa\u00e7\u00e3o e das decis\u00f5es que precisamos tomar no sistema de produ\u00e7\u00e3o de leite\u201d, comenta o produtor. Boa parte dessas informa\u00e7\u00f5es, que incluem a data em que a vaca foi inseminada ou quando ela deve tomar as vacinas, s\u00e3o controladas por meio de aplicativos. Antigamente, o sistema utilizado era uma planilha de Excel.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">Outro benef\u00edcio trazido pela evolu\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica \u00e9 a biotecnologia, que tem permitido, por exemplo, fazer uso do s\u00eamen sexado, o que permite produzir um percentual maior de f\u00eameas. A ordenha, que no passado se destacava pela penosidade, \u00e9 um exemplo da evolu\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica da atividade leiteira. Na Ponderosa, o sistema utilizado \u00e9 o espinha de peixe, no qual oito vacas s\u00e3o colocadas de cada lado do fosso.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">O leite \u00e9 canalizado diretamente para o resfriador. Segundo Jos\u00e9 Victor, o conjunto de tecnologias dispon\u00edveis hoje em dia pesou na sua decis\u00e3o de permanecer no campo depois de concluir a faculdade, bem como sua paix\u00e3o pela atividade. Na avalia\u00e7\u00e3o dele, a produ\u00e7\u00e3o leiteira continua sendo uma atividade \u00e1rdua, por\u00e9m mais facilitada pelas novas ferramentas. \u201cQuanto menos tu sofres, mais vontade tu tens de permanecer na atividade\u201d, resume.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">O presidente da Comiss\u00e3o Jovem da Ra\u00e7a Holand\u00eas no Rio Grande do Sul, Jos\u00e9 Almeida, entende que as novas tecnologias na pecu\u00e1ria leiteira t\u00eam levado tanto ao aumento da produtividade quanto despertado a vontade dos jovens de permanecer no campo. Outro exemplo de tecnologia de ponta adotada no leite \u00e9 a ordenha robotizada, j\u00e1 presente em alguns munic\u00edpios da Serra Ga\u00facha. O pr\u00f3prio sistema coloca as teteiras nas vacas de forma autom\u00e1tica e faz a coleta. \u201cImagina tirar o leite a m\u00e3o de 100 vacas por dia, de manh\u00e3, de tarde e de noite; com a ordenha robotizada, o processo todo \u00e9 feito em duas horas\u201d, compara Almeida.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">No entanto, ele lamenta que o custo ainda seja um obst\u00e1culo \u00e0 populariza\u00e7\u00e3o da tecnologia e acredita que nos pr\u00f3ximos anos, com a poss\u00edvel concorr\u00eancia de novas empresas, o equipamento possa ficar mais acess\u00edvel. Conforme o Relat\u00f3rio Socioecon\u00f4mico da Cadeia Produtiva do Leite, elaborado pela Emater\/RS-Ascar em 2019, mais de 98% da ordenha no Rio Grande do Sul \u00e9 feita pelos sistemas de balde ao p\u00e9\/de tarro, com transferidor de leite ou canalizado. A ordenha manual representava, na \u00e9poca, apenas 1,61% da atividade. J\u00e1 a ordenha robotizada \u00e9 registrada em somente 0,06% dos casos. (Correio do Povo)<\/div>\r\n<\/div>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:separator --><hr class=\"wp-block-separator\"><!-- \/wp:separator -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Jogo R\u00e1pido&nbsp;<\/strong>&nbsp;<\/p>\r\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Marca de alimentos criada por Raul Randon ter\u00e1 sua primeira loja em Porto Alegre <\/b>Rede de franquias da empresa fundada por Raul Anselmo Randon, a Spaccio Rar assinou o contrato para a abertura da quarta unidade. Ela ficar\u00e1 no bairro Moinhos de Vento, em Porto Alegre. Al\u00e9m da loja, o local ter\u00e1 um bistr\u00f4, no mesmo modelo que j\u00e1 \u00e9 operado em Curitiba (PR). O franqueado da capital ga\u00facha, Haroldo Almeida Soldatelli, planeja inaugurar a opera\u00e7\u00e3o em outubro. Segundo o diretor-superintendente da RAR, Sergio Martins Barbosa, a loja ter\u00e1 400 metros quadrados, vender\u00e1 450 produtos e ter\u00e1 um pequeno espa\u00e7o para eventos. As outras unidades da Spaccio Rar ficam em Curitiba (PR), Vacaria (RS) e Passo Fundo (RS). A expectativa \u00e9 atingir 18 unidades at\u00e9 2025. Est\u00e1 em negocia\u00e7\u00e3o uma loja em Florian\u00f3polis (SC). A RAR foi idealizada por Raul Anselmo Randon na d\u00e9cada de 1970, com origem na fruticultura, especialmente o cultivo e a exporta\u00e7\u00e3o de ma\u00e7\u00e3. Atualmente, \u00e9 a terceira maior produtora e comercializadora da fruta no Brasil. J\u00e1 em 1990 a empresa montou a primeira f\u00e1brica de queijo Tipo Grana fora da It\u00e1lia, a marca Gran Formaggio. A empresa tem sede em Vacaria (RS). (Zero Hora)<\/i><\/p>\r\n<hr>\r\n<p>&nbsp;<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre,&nbsp; 12 de julho de 2021&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 15 - N\u00b0 3.454 Conhe\u00e7a o programa que promete trazer competitividade ao setor de leite no Brasil &nbsp; Da porteira <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2021\/07\/12\/12-07-2021\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"12\/07\/2021\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-7436","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7436","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7436"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7436\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":7442,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7436\/revisions\/7442"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7436"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7436"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7436"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}