{"id":7414,"date":"2021-07-07T20:25:13","date_gmt":"2021-07-07T20:25:13","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=7414"},"modified":"2021-07-07T20:28:12","modified_gmt":"2021-07-07T20:28:12","slug":"07-07-2021","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2021\/07\/07\/07-07-2021\/","title":{"rendered":"07\/07\/2021"},"content":{"rendered":"<figure class=\"wp-block-image\" style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/figure>\r\n<!-- \/wp:post-content -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p>&nbsp;<\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre,&nbsp; 07 de julho de 2021&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 15 - N\u00b0 3.451<\/p>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<div style=\"text-align: justify;\"><hr>\r\n<div><strong>Expointer ter\u00e1 p\u00fablico externo de at\u00e9 15 mil pessoas por dia<\/strong><\/div>\r\n<div><br>Confirmada para o per\u00edodo de 4 a 12 de setembro, a 44\u00aa Expointer ir\u00e1 receber at\u00e9 15 mil visitantes ao dia, no Parque de Exposi\u00e7\u00f5es Assis Brasil, em Esteio. O n\u00famero, aprovado nesta segunda-feira (5) pela comiss\u00e3o executiva da exposi\u00e7\u00e3o agropecu\u00e1ria, foi definido a partir dos protocolos sanit\u00e1rios estabelecidos pela Secretaria Estadual da Sa\u00fade para o evento. Juntos, p\u00fablico externo e interno, corresponder\u00e3o a cerca de 25% da quantidade de pessoas que costumava circular, em m\u00e9dia, nas edi\u00e7\u00f5es anteriores da Expointer.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>\u201cEsta ser\u00e1 uma Expointer de neg\u00f3cios\u201d, pontua a secret\u00e1ria da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Desenvolvimento Rural (SEAPDR), Silvana Covatti. \u201cEm um cen\u00e1rio de pandemia, conseguimos avan\u00e7ar em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 edi\u00e7\u00e3o do ano passado, que ocorreu apenas na vers\u00e3o digital. Agora, vamos novamente nos reinventar, dando oportunidade para que os expositores restabele\u00e7am o contato presencial com o p\u00fablico, dentro de um ambiente totalmente regrado pelas normas sanit\u00e1rias\u201d, acrescenta Silvana.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>A venda de ingressos ser\u00e1 feita de forma antecipada, dias antes do evento, somente em plataforma online. A gest\u00e3o desta bilheteria ficar\u00e1 sob responsabilidade da empresa vencedora da licita\u00e7\u00e3o, que est\u00e1 em andamento. O subsecret\u00e1rio do parque, Gabriel Foga\u00e7a, explica que, no momento da compra do bilhete, o visitante ter\u00e1 que responder a um formul\u00e1rio obrigat\u00f3rio e declarat\u00f3rio, informando suas condi\u00e7\u00f5es sintom\u00e1ticas atuais de sa\u00fade e se comprometendo a cumprir todos os protocolos de sa\u00fade previamente determinados durante a sua perman\u00eancia no Parque Assis Brasil.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>Para circular no evento, todos os visitantes e o p\u00fablico interno (cerca de 10 mil pessoas entre expositores, prestadores de servi\u00e7o e colaboradores em geral) precisar\u00e3o observar as regras sanit\u00e1rias, como uso obrigat\u00f3rio de m\u00e1scara, al\u00e9m de evitar aglomera\u00e7\u00f5es, mesmo em espa\u00e7os ao ar livre. O valor dos ingressos n\u00e3o sofreu reajustes em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 feira de 2019, a \u00faltima presencial. Os bilhetes ser\u00e3o vendidos a R$ 13 e R$ 6 (estudantes e idosos). O estacionamento custar\u00e1 R$ 32 por ve\u00edculo. Os port\u00f5es do parque ser\u00e3o abertos \u00e0s 8h e fechados \u00e0s 18h diariamente. Nas feiras anteriores, com a presen\u00e7a do p\u00fablico externo, o acesso ficava liberado at\u00e9 as 20h30.<\/div>\r\n<div><br>\u201cO sucesso de todas as outras edi\u00e7\u00f5es da Expointer foi mensurado em quantitativos de p\u00fablico e de neg\u00f3cios. Esta Expointer, s\u00f3 no fato de poder ser realizada, mantendo o controle sanit\u00e1rio e disponibilizando a participa\u00e7\u00e3o de p\u00fablico externo, interno e expositores, j\u00e1 \u00e9 uma grande vit\u00f3ria\u201d, afirmou Foga\u00e7a. (SEAPDR)<\/div>\r\n<\/div>\r\n<div><hr><\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Pre\u00e7o m\u00e9dio dos fretes de produtos do agroneg\u00f3cio sobe 1,2% em maio<\/strong><\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\"><br>O pre\u00e7o m\u00e9dio dos fretes para transporte de produtos do agroneg\u00f3cio subiram 1,2% em maio na compara\u00e7\u00e3o com abril, segundo o \u00cdndice FreteBras do Pre\u00e7o do Frete (IFPF), criado pela plataforma de transporte de cargas Fretebras. A alta foi inferior apenas do que a registrada no setor de constru\u00e7\u00e3o, que chegou a 2,1%.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">\u201cO Brasil \u00e9 extremamente dependente do agroneg\u00f3cio, por\u00e9m vemos que o pre\u00e7o do frete na ind\u00fastria n\u00e3o acompanha a escalada dos custos. Apesar de contar muito com os caminhoneiros, vemos que ainda existe espa\u00e7o para melhorar as negocia\u00e7\u00f5es entre transportadores e motoristas\u201d, afirmou, em nota, Bruno Hacad, diretor de opera\u00e7\u00f5es da FreteBras.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">No per\u00edodo, os sucessivos aumentos no pre\u00e7o do \u00f3leo diesel S500 n\u00e3o foram repassados para os caminhoneiros no custo do frete. Segundo o IFPF, de maio de 2020 a maio de 2021 o valor do frete por quil\u00f4metro rodado por eixo permaneceu praticamente est\u00e1vel, com leve aumento de 0,24%. Entretanto, no mesmo per\u00edodo o diesel S500 subiu 47,18% na bomba.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">Segundo o estudo, o pre\u00e7o m\u00e9dio do frete por quil\u00f4metro por eixo no Brasil alcan\u00e7ou R$ 1,01. Na compara\u00e7\u00e3o entre abril e maio de 2021, o pre\u00e7o do diesel comum na bomba aumentou 6,38%, segundo o relat\u00f3rio da Ag\u00eancia Nacional do Petr\u00f3leo (ANP). Apesar disso, no mesmo per\u00edodo o pre\u00e7o do frete caiu 0,14%.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">\"N\u00f3s vemos que a situa\u00e7\u00e3o do pre\u00e7o do frete tem sido uma das maiores preocupa\u00e7\u00f5es e queixas do mercado. A infla\u00e7\u00e3o acima de 8% nos \u00faltimos 12 meses e o pre\u00e7o do diesel dando um salto fazem com que o custo do transportador aumente exponencialmente. Desde que come\u00e7amos a publicar o \u00edndice, em fevereiro deste ano, maio foi o m\u00eas mais cr\u00edtico neste quesito\u201d, disse Hacad.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">Ao analisar apenas o m\u00eas de maio, a regi\u00e3o Norte \u00e9 a que apresentou o quil\u00f4metro por eixo mais caro do pa\u00eds \u2014 R$ 1,09, em m\u00e9dia. Na sequ\u00eancia est\u00e3o Nordeste (R$ 1,02) e Centro-Oeste e Sul, ambos com R$ 0,99, e Sudeste (R$ 0,98).<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">Na compara\u00e7\u00e3o entre maio de 2020 e maio de 2021, a regi\u00e3o Sudeste apresentou a maior alta no pre\u00e7o do frete. O avan\u00e7o foi de2,33%, enquanto o diesel S500 na bomba subiu 47,35% na regi\u00e3o. Os fretes do Centro-Oeste registraram o pior resultado no mesmo per\u00edodo, com queda de 1,23% no pre\u00e7o por quil\u00f4metro rodado por eixo. No mesmo per\u00edodo, a regi\u00e3o registrou a segunda maior alta do pa\u00eds no diesel comum na bomba, 47,79%, na compara\u00e7\u00e3o anual.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">Por Estado, o Amazonas foi o que apresentou o frete mais caro em maio, com R$ 1,21 por quil\u00f4metro rodado por eixo, seguido por Rio Grande do Norte (R$ 1,12) e Alagoas (R$ 1,09). Na outra ponta da tabela, os fretes mais baixos foram registrados no Acre (R$ 0,91), Mato Grosso (R$ 0,94) e no Piau\u00ed e Cear\u00e1, ambos com R$ 0,96 por quil\u00f4metro rodado por eixo. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Valor Econ\u00f4mico, adaptadas pela Equipe MilkPoint)<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Estado dever\u00e1 ter temperaturas e chuvas pr\u00f3ximas da m\u00e9dia at\u00e9 setembro<\/strong><\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\"><br>O monitoramento da temperatura da superf\u00edcie do mar indica neutralidade no padr\u00e3o do Oceano Pac\u00edfico Equatorial para os pr\u00f3ximos tr\u00eas meses, o que significa chuvas e temperaturas pr\u00f3ximas da m\u00e9dia para julho e agosto, com possibilidade de temperaturas e umidade relativa do ar mais elevadas em setembro. \u00c9 o que aponta o boletim trimestral do Conselho Permanente de Agrometeorologia Aplicada do Estado do Rio Grande do Sul (Copaaergs).<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">O progn\u00f3stico para o m\u00eas de julho indica que as chuvas ser\u00e3o pouco acima da m\u00e9dia no sul do Estado e pr\u00f3ximas da m\u00e9dia nas demais \u00e1reas. Para o m\u00eas de agosto, esperam-se chuvas pouco abaixo da m\u00e9dia no noroeste e pr\u00f3ximas da m\u00e9dia nas demais regi\u00f5es. Em setembro, as chuvas dever\u00e3o ficar pouco acima da m\u00e9dia no sul, leste e nordeste, e pr\u00f3ximas da m\u00e9dia nas demais \u00e1reas.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0s temperaturas, a maior frequ\u00eancia das frentes frias contribuir\u00e1 para maiores varia\u00e7\u00f5es ao longo deste trimestre, com a previs\u00e3o de temperaturas m\u00e9dias pr\u00f3ximas da climatologia nos meses de julho e agosto e acima no m\u00eas de setembro.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">O boletim do Copaaergs \u00e9 elaborado a cada tr\u00eas meses por especialistas em Agrometeorologia de 14 entidades p\u00fablicas estaduais e federais ligadas \u00e0 agricultura ou ao clima. O documento tamb\u00e9m lista uma s\u00e9rie de orienta\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas para as culturas do per\u00edodo.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\"><em><strong>Pastagens<\/strong><\/em><br>1. Tendo em vista o baixo crescimento das pastagens naturais no per\u00edodo de outono-inverno, recomenda-se manter n\u00famero reduzido de animais na \u00e1rea;<\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\"><br>2. Fornecer suplemento aos animais (ex. feno, silagem, ra\u00e7\u00e3o) mantidos em pastagem natural com baixa disponibilidade de forragem;<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">3. Realizar o manejo indicado para as forrageiras de inverno, anuais ou perenes;<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">4. Realizar aduba\u00e7\u00e3o nitrogenada em cobertura nas gram\u00edneas cultivadas de inverno.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">Os boletins Copaaergs ficam dispon\u00edveis na se\u00e7\u00e3o de Agrometeorologia da SEAPDR e podem ser consultados <a href=\"http:\/\/www.agricultura.rs.gov.br\/agrometeorologia\">clicando aqui.<\/a> (SEAPDR)<\/div>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:separator --><hr class=\"wp-block-separator\"><!-- \/wp:separator -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Jogo R\u00e1pido&nbsp;<\/strong>&nbsp;<\/p>\r\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><em>C\u00e2mara aprova acordo de livre com\u00e9rcio entre Brasil e Chile<\/em><\/strong><br><em>A C\u00e2mara aprovou um projeto de decreto legislativo que cont\u00e9m complementos ao acordo de livre com\u00e9rcio entre Brasil e Chile no \u00e2mbito do Mercosul (Mercado Comum do Sul). O acordo foi assinado em 2018 e, desde 2018, apenas o Chile o reconheceu. \u00c9 necess\u00e1rio a ratifica\u00e7\u00e3o de todos os membros do Mercosul (Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai). O texto segue para o Senado. O Chile se tornou, em 1996, o primeiro pa\u00eds associado ao Mercosul. O protocolo assinado em 2018, trata de diversos pontos adicionais a um acordo tarif\u00e1rio assinado em 2015, estabelecendo compromissos como facilita\u00e7\u00e3o de com\u00e9rcio, barreiras t\u00e9cnicas ao com\u00e9rcio, com\u00e9rcio transfronteiri\u00e7o de servi\u00e7os, investimentos, com\u00e9rcio eletr\u00f4nico e compras governamentais. O acordo \u00e9 dividido em 24 cap\u00edtulos, como meio ambiente, medidas sanit\u00e1rias e fitossanit\u00e1rias relacionadas ao com\u00e9rcio, coopera\u00e7\u00e3o econ\u00f4mico-comercial e micro e pequenas empresas. Na \u00e1rea ambiental, os dois pa\u00edses se comprometem, a partir da data em que o texto entrar em vigor, a que nenhuma das duas na\u00e7\u00f5es \"deixe de aplicar efetivamente sua legisla\u00e7\u00e3o ambiental por meio de um curso, de a\u00e7\u00e3o ou de ina\u00e7\u00e3o, que seja cont\u00ednuo ou recorrente e que afete o com\u00e9rcio ou o investimento entre as partes\u201d. As na\u00e7\u00f5es devem tamb\u00e9m promover a contribui\u00e7\u00e3o dos povos ind\u00edgenas e das comunidades tradicionais para o desenvolvimento sustent\u00e1vel. Na \u00e1rea de medidas sanit\u00e1rias e fitossanit\u00e1rias, foram adotados compromissos mais amplos que os da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial do Com\u00e9rcio (OMC) em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 equival\u00eancia de regras, habilita\u00e7\u00e3o de estabelecimentos exportadores e reconhecimento de status sanit\u00e1rio dos pa\u00edses e suas regi\u00f5es. Os dois pa\u00edses tamb\u00e9m reconhecem produtos t\u00edpicos de cada na\u00e7\u00e3o, quando se trata da \u00e1rea de coopera\u00e7\u00e3o econ\u00f4mico-comercial. (Ag\u00eancia Brasil)<\/em><\/p>\r\n<hr>\r\n<p>&nbsp;<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre,&nbsp; 07 de julho de 2021&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 15 - N\u00b0 3.451 Expointer ter\u00e1 p\u00fablico externo de at\u00e9 15 mil pessoas por dia Confirmada para o per\u00edodo <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2021\/07\/07\/07-07-2021\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"07\/07\/2021\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-7414","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7414","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7414"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7414\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":7417,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7414\/revisions\/7417"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7414"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7414"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7414"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}