{"id":741,"date":"2015-10-19T17:44:50","date_gmt":"2015-10-19T17:44:50","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2015\/10\/19\/19-10-2015\/"},"modified":"2015-10-19T17:44:50","modified_gmt":"2015-10-19T17:44:50","slug":"19-10-2015","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2015\/10\/19\/19-10-2015\/","title":{"rendered":"19\/10\/2015"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"><center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"><center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"> <\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;<\/div>\n<p> <\/center><\/center><\/center> <\/p>\n<p><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/span><\/span><br \/> &nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><b><i>Porto Alegre, 19 de outubro de 2015 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 9 - N\u00b0 2.128<\/i><\/b><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"text-align: justify;\"><span face=\"tahoma, geneva, sans-serif\" style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><\/span><\/span><\/strong><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"width: 811px; height: 16px; text-align: justify; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><b>&nbsp;<\/b><strong style=\"text-align: justify;\">Chuva reduz capta\u00e7\u00e3o de leite em 6,5% no RS<\/strong><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1393\" style=\"height: 325px; width: 400px;\" \/><br style=\"text-align: justify;\" \/> <em><span style=\"text-align: justify;\">Produtor Gelsi Belmiro Thums, em Carlos Barbosa<\/span><\/em><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Cr\u00e9dito: Stefani Thums<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\"><\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Os fortes temporais que atingiram o Rio Grande do Sul nas \u00faltimas semanas e a chuva constante t\u00eam prejudicado em cheio a produ\u00e7\u00e3o leiteira ga\u00facha. Segundo levantamento realizado pelo Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do RS (Sindilat) entre seus associados, as ind\u00fastrias est\u00e3o captando, em m\u00e9dia, 6,5% menos leite, o que representa um queda de 850 mil litros de leite\/dia em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 m\u00e9dia estadual de 13 milh\u00f5es de litros\/dia. \"A situa\u00e7\u00e3o est\u00e1 dif\u00edcil. Se as chuvas persistirem, podemos chegar a ter uma redu\u00e7\u00e3o de produ\u00e7\u00e3o mensal da ordem de 25 milh\u00f5es de litros\", pontuou o presidente do Sindilat, Alexandre Guerra. A preocupa\u00e7\u00e3o \u00e9 compartilhada pelo presidente da Federa\u00e7\u00e3o dos Trabalhadores na Agricultura do RS (Fetag), Carlos Joel da Silva. Ele informa que a chuva n\u00e3o est\u00e1 deixando as pastagens se desenvolverem no Interior.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Uma das propriedades atingidas \u00e9 a de Gelsi Belmiro Thums, na localidade de Santa Clara Baixa, interior de Carlos Barbosa (RS). Com as chuvas dos \u00faltimos tr\u00eas meses, ele viu a produtividade m\u00e9dia das 24 vacas cair de 35 litros\/dia para 30 litros\/dia e os custos aumentarem. Cooperado da Santa Clara h\u00e1 39 anos, ele conta que o solo ficou encharcado, prejudicando o desenvolvimento do azev\u00e9m cultivado para alimentar o gado no inverno. Sem pasto, a alternativa foi ampliar a oferta de ra\u00e7\u00e3o, silagem e feno aos animais, o que elevou os custos com alimenta\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, diz o produtor, que entrega cerca de 10 mil litros \u00e0 cooperativa por m\u00eas, sem a pastagem, a produ\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m fica menor. \"Estamos enfrentando dificuldades com esse clima desfavor\u00e1vel. H\u00e1 vezes que chove 200 mil\u00edmetros e, quando o solo come\u00e7a a secar, chove novamente. O azev\u00e9m est\u00e1 apodrecendo embaixo da \u00e1gua e ainda temos pouca luminosidade\", conta, lembrando que o pr\u00f3prio pisoteio das vacas sobre o solo molhado acaba agravando a situa\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m do aumento do gasto com ra\u00e7\u00e3o, o produtor calcula que, computando despesas adicionais com combust\u00edvel e energia, o custo de produ\u00e7\u00e3o teve um incremento de 35% em 2015.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Para os pr\u00f3ximos meses, a tend\u00eancia nos tambos \u00e9 de cautela. Apesar do pre\u00e7o do leite ao produtor vir se mantendo est\u00e1vel, Thums teme queda da rentabilidade, o que pode fazer muitos criadores cortarem at\u00e9 mesmo a ra\u00e7\u00e3o dos animais. \"A\u00ed fica pior ainda. Vai ter muita gente parando. Produzir vai ficar muito caro\", alertou.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">As dificuldades clim\u00e1ticas ainda devem atingir a produ\u00e7\u00e3o no ver\u00e3o. Isso porque, mesmo que as chuvas deem uma tr\u00e9gua, muitos produtores est\u00e3o com o plantio das lavouras de milho destinadas \u00e0 confec\u00e7\u00e3o de silagem atrasado. Processo esse que tamb\u00e9m est\u00e1 mais caro. Produtores indicam para aumento de 45% no custo da produ\u00e7\u00e3o da silagem. Sem contar as perdas de quem j\u00e1 semeou. S\u00f3 na propriedade de Thums, 90% de uma \u00e1rea de um hectare cultivada com aveia que seria destinada \u00e0 alimenta\u00e7\u00e3o de animais j\u00e1 foi perdida. \"Isso representa um preju\u00edzo de R$ 1,5 mil\", calcula. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Sindilat mobiliza associados em campanha de doa\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p> Frente ao drama de milhares de ga\u00fachos que est\u00e3o fora de suas casas devido \u00e0 ocorr\u00eancia de temporais e alagamentos, o Sindicato da Ind\u00fastria do Leite e Derivados do RS (Sindilat) conclama seus associados a unirem-se \u00e0 campanha de doa\u00e7\u00f5es. A ajuda aos desabrigados pode ser feita por meio de repasses direto \u00e0 Defesa Civil na Avenida Campos Velho, 426 - Porto Alegre. A coordena\u00e7\u00e3o informa que os itens de maior necessidade s\u00e3o os de higiene pessoal, limpeza e alimentos. Interessados em aderir podem entrar em contato pelo telefone (51) 3268-9026.<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> O movimento teve in\u00edcio no dia 15 de outubro, quando o Sindilat, a Associa\u00e7\u00e3o Ga\u00facha dos Supermercadistas (Agas) e a empresa Orqu\u00eddea realizaram doa\u00e7\u00e3o de 5 mil litros de leite e 2 mil pacotes de biscoito \u00e0 Defesa Civil. Tamb\u00e9m foram doados 500 p\u00e3es por dia por meio da empresa Superpan. O presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, salientou que a a\u00e7\u00e3o busca auxiliar a comunidade ga\u00facha, e que o sindicato trabalha para sensibilizar outras empresas e setores a unirem-se \u00e0 campanha. \"Iniciamos um chamamento entre nossos associados para mobilizar o empresariado e novos colaboradores. Essas fam\u00edlias precisam da ajuda de todos n\u00f3s\", frisou.<\/p>\n<p> O coordenador geral da Defesa Civil, Nelcir Tessaro, agradeceu a a\u00e7\u00e3o solid\u00e1rias das empresas do ramo de alimenta\u00e7\u00e3o. \"Mostra que o povo ga\u00facho \u00e9 solid\u00e1rio e estende a m\u00e3o ao pr\u00f3ximo principalmente nesses horas. S\u00f3 nas ilhas de Porto Alegre, temos 10 mil pessoas precisando do nosso bra\u00e7o, sem contar as zonas Norte e Leste. A solidariedade ajuda nesse movimento que, por si s\u00f3, a prefeitura n\u00e3o poderia atender\", pontua.<\/p>\n<p> O presidente da Agas, Ant\u00f4nio Cesa Longo, disse que a doa\u00e7\u00e3o demonstra o compromisso social das empresas e institui\u00e7\u00f5es envolvidas. \"Al\u00e9m de vender alimentos e abastecer a popula\u00e7\u00e3o ga\u00facha, parabenizamos a atua\u00e7\u00e3o do Sindilat, da Orqu\u00eddea, e da Superpan. Manter a alimenta\u00e7\u00e3o \u00e9 a base de tudo, e a sustenta\u00e7\u00e3o para essas crian\u00e7as\".&nbsp;<span style=\"text-align: justify;\">(Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1395\" \/><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Cresce exporta\u00e7\u00e3o de l\u00e1cteos para a R\u00fassia<\/strong><\/p>\n<p> A retalia\u00e7\u00e3o da R\u00fassia \u00e0 Uni\u00e3o Europeia e a outros pa\u00edses do Ocidente, em resposta \u00e0s san\u00e7\u00f5es que vem sofrendo por conta do conflito na Ucr\u00e2nia, abriu uma oportunidade para os exportadores brasileiros de l\u00e1cteos. Desde julho deste ano, quando a R\u00fassia abriu efetivamente seu mercado aos l\u00e1cteos do Brasil, as negocia\u00e7\u00f5es entre as empresas brasileiras e importadores russos para a venda de queijos e manteiga est\u00e3o aquecidas e os embarques j\u00e1 concretizados tamb\u00e9m avan\u00e7am. E a expectativa \u00e9 que os volumes exportados cres\u00e7am nos pr\u00f3ximos meses.<\/p>\n<p> De janeiro a setembro, a receita com os embarques dos dois produtos somou quase US$ 1 milh\u00e3o. Foram 182 toneladas de manteiga e 118 de queijos. Ainda s\u00e3o volumes pouco significativos, mas o potencial \u00e9 de crescimento, uma vez que a R\u00fassia tem hoje poucas possibilidades de fornecedores no mercado e as vendas est\u00e3o apenas come\u00e7ando. De acordo com Marcelo Costa Martins, diretor-executivo da Viva L\u00e1cteos, que re\u00fane empresas do segmento, a expectativa \u00e9 que as exporta\u00e7\u00f5es de manteiga alcancem 450 toneladas este ano e as de queijos, 350. \"Para o ano que vem, se tudo andar bem, temos espa\u00e7o para pelo menos dobrar essa quantidade\", afirmou.<\/p>\n<p> Gr\u00e1fico 1 - Proje\u00e7\u00e3o de exporta\u00e7\u00f5es de queijos e manteigas para a R\u00fassia (at\u00e9 setembro\/2015 e proje\u00e7\u00e3o total para o ano).<br \/> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1394\" style=\"width: 500px; height: 328px;\" \/><br \/> Fonte: Viva L\u00e1cteos<\/p>\n<p> Uma das empresas que est\u00e3o prestes a embarcar queijos para a R\u00fassia \u00e9 a Latic\u00ednios Tirolez. De acordo com C\u00edcero Hegg, diretor comercial e de marketing da companhia, o primeiro embarque da Tirolez ao pa\u00eds ser\u00e1 nesta segunda-feira. Ser\u00e3o 22 toneladas de queijo gorgonzola. No dia 26 de outubro, haver\u00e1 outro embarque, mais uma vez de 22 toneladas, de queijos variados. \"Os russos s\u00e3o grandes consumidores de l\u00e1cteos e n\u00e3o s\u00e3o autossuficientes\", observa Hegg. A expectativa, afirma o empres\u00e1rio, \u00e9 embarcar \u00e0 R\u00fassia de 40 a 50 toneladas de queijos por m\u00eas, \"pelo menos\", nos pr\u00f3ximos 12 meses.<\/p>\n<p> J\u00e1 a mineira Itamb\u00e9, joint venture entre Vigor e Cooperativa Central dos Produtores Rurais de Minas Gerais (CCPR), estima embarques mensais de 100 toneladas de manteiga \u00e0 R\u00fassia. Segundo Ricardo Cotta, diretor de rela\u00e7\u00f5es institucionais da companhia, h\u00e1 demanda para volumes maiores, mas n\u00e3o h\u00e1 capacidade para atend\u00ea-la porque n\u00e3o h\u00e1 mat\u00e9ria gorda suficiente para produzir mais manteiga. Para isso, seria necess\u00e1rio ampliar a produ\u00e7\u00e3o de leite desnatado, j\u00e1 que a gordura do leite \u00e9 a mat\u00e9ria-prima para a manteiga.<\/p>\n<p> At\u00e9 o ano passado, o Brasil n\u00e3o podia exportar \u00e0 R\u00fassia, mas a impossibilidade de comprar de v\u00e1rios pa\u00edses por causa das san\u00e7\u00f5es levou Moscou a rever as regras que norteiam a importa\u00e7\u00e3o. Antes disso, a R\u00fassia s\u00f3 permitia a compra de produtos l\u00e1cteos (leite em p\u00f3, manteiga, queijo e outros) de pa\u00edses livres de brucelose e tuberculose no rebanho bovino. Mas p\u00f4s fim \u00e0 exig\u00eancia e assim foi poss\u00edvel firmar um certificado sanit\u00e1rio internacional com o Brasil, que ainda n\u00e3o \u00e9 livre das duas doen\u00e7as.<\/p>\n<p> As negocia\u00e7\u00f5es para o estabelecimento do certificado sanit\u00e1rio internacional para a exporta\u00e7\u00e3o de l\u00e1cteos \u00e0 R\u00fassia come\u00e7aram em junho do ano passado, segundo Marcelo Costa Martins, da Viva L\u00e1cteos. Em um per\u00edodo de tr\u00eas meses, foram identificados os requisitos sanit\u00e1rios para a exporta\u00e7\u00e3o e houve inspe\u00e7\u00e3o de unidades por parte dos russos. Ent\u00e3o, em setembro do ano passado, foram habilitadas 12 unidades e os primeiros embarques come\u00e7aram.<\/p>\n<p> A BRF, que ent\u00e3o ainda n\u00e3o tinha transferido sua \u00e1rea de l\u00e1cteos para a Lactalis, teve planta habilitada, aproveitou seu conhecimento do mercado russo - para onde j\u00e1 exporta carnes - e vendeu volumes significativos de manteiga. Nos tr\u00eas \u00faltimos meses de 2014, quando a demanda russa j\u00e1 era forte em fun\u00e7\u00e3o das san\u00e7\u00f5es, foram 838,4 toneladas. Al\u00e9m disso, a BRF tamb\u00e9m foi a respons\u00e1vel pela exporta\u00e7\u00e3o, em maio, de 182 toneladas de manteiga \u00e0quele pa\u00eds. Em julho deste ano, outras 11 plantas de l\u00e1cteos do Brasil foram habilitadas a exportar para a R\u00fassia. Agora, s\u00e3o 23 autorizadas.<\/p>\n<p> O diretor-executivo da Viva L\u00e1cteos admite que a recente valoriza\u00e7\u00e3o do d\u00f3lar ante o real e a melhora dos pre\u00e7os dos l\u00e1cteos no mercado internacional tamb\u00e9m favorecem os embarques brasileiros \u00e0 R\u00fassia. Ele avalia que o Brasil pode se tornar um fornecedor mais constante para a R\u00fassia por conta do embargo do pa\u00eds a outros exportadores de l\u00e1cteos. Ele afirma haver uma percep\u00e7\u00e3o de que os russos t\u00eam tentando diversificar seu leque de fornecedores. \"Duas a tr\u00eas vezes por semana, recebemos consultas de importadores russos interessados em queijo e manteiga\", afirma.<\/p>\n<p> Hegg, do Tirolez, acredita que a demanda forte por produtos do Brasil \"vai durar o tempo que durar o embargo\" do Ocidente ao pa\u00eds. Mas o empres\u00e1rio se diz \"realista\" e observa que os l\u00e1cteos produzidos nos pa\u00edses europeus, mais pr\u00f3ximos da R\u00fassia, t\u00eam pre\u00e7os mais competitivos. (Valor Econ\u00f4mico)<\/p>\n<p> <strong>Com 'big data', governo ga\u00facho quer R$ 1 bilh\u00e3o de receita extra em 2018&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p> A Secretaria da Fazenda do Rio Grande do Sul coloca em opera\u00e7\u00e3o hoje um sistema de processamento de informa\u00e7\u00f5es fiscais com uso de \"big data\" para combater fraudes e a sonega\u00e7\u00e3o. Com ele, o Estado pretende agregar R$ 1 bilh\u00e3o a mais \u00e0 arrecada\u00e7\u00e3o anual de ICMS a partir de 2018, o equivalente a 3,7% da receita esperada para 2015 com o tributo, informou o subsecret\u00e1rio da Receita Estadual, Mario Wunderlich dos Santos. O combate \u00e0 sonega\u00e7\u00e3o \u00e9 uma das estrat\u00e9gias do governo ga\u00facho para enfrentar a crise nas finan\u00e7as p\u00fablicas, que j\u00e1 provocou o parcelamento de sal\u00e1rios dos servidores do poder Executivo em julho e agosto. Desde abril o Estado tamb\u00e9m vem atrasando o pagamento das parcelas mensais da d\u00edvida com a Uni\u00e3o e teve as contas bloqueadas cerca de dez dias por m\u00eas em agosto, setembro e outubro. O sistema de armazenamento de \"big data\" adotado foi adquirido da americana EMC por meio de licita\u00e7\u00e3o internacional.&nbsp;<\/p>\n<p> O investimento somou R$ 5,5 milh\u00f5es, financiado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) como parte do Projeto de Fortalecimento da Gest\u00e3o Fiscal do Estado (Profisco\u00acRS), lan\u00e7ado em 2009, informou a secretaria. A nova plataforma permitir\u00e1 o monitoramento e cruzamento em tempo real de grandes volumes de dados dos contribuintes estaduais, incluindo consumo de energia, gastos com telefonia, compras de mat\u00e9rias\u00acprimas, vendas e transporte de mercadorias. Ser\u00e1 poss\u00edvel verificar at\u00e9 se o recolhimento do IPVA das frotas est\u00e1 em dia e quando os caminh\u00f5es passam por postos de ped\u00e1gio. \"Passaremos de horas ou dias de an\u00e1lises de informa\u00e7\u00f5es para quest\u00e3o de segundos\", disse Wunderlich. \"Uma an\u00e1lise de determinado setor, que hoje leva quatro meses, ser\u00e1 conclu\u00edda em meia hora\".&nbsp;<\/p>\n<p> O governo do Estado faz o acompanhamento sistem\u00e1tico de 55 setores da economia para detectar anomalias na arrecada\u00e7\u00e3o entre empresas da mesma cadeia produtiva e o \"big data\" permitir\u00e1 identificar altera\u00e7\u00f5es de padr\u00f5es e fraudes de maneira precoce, disse. O governo ga\u00facho j\u00e1 adota a Nota Fiscal Eletr\u00f4nica (NF\u00ace) desde 2006 e presta servi\u00e7os de emiss\u00e3o e valida\u00e7\u00e3o dos documentos para 13 Estados. Conforme a Secretaria da Fazenda, o Rio Grande do Sul acumula \"bilh\u00f5es de informa\u00e7\u00f5es\" fiscais obtidas por ferramentas como a pr\u00f3pria NF\u00ace, a Escrita Fiscal Digital (EFD), os cart\u00f5es de cr\u00e9dito dos contribuintes cadastrados e os dados repassados pelas concession\u00e1rias de energia e telefonia. Os investimentos em novas tecnologias nos \u00faltimos anos j\u00e1 v\u00eam contribuindo para o combate \u00e0 sonega\u00e7\u00e3o. De janeiro a setembro o valor dos autos de lan\u00e7amento emitidos contra devedores de ICMS somou R$ 1,2 bilh\u00e3o, alta de quase 30% sobre igual per\u00edodo de 2014. (Valor Econ\u00f4mico)<\/p><\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/div>\n<div><em><span style=\"text-align: justify;\">Leite\/UE&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">A Comiss\u00e3o Europeia implantou nova modalidade de armazenamento de leite em p\u00f3 desnatado que permitir\u00e1 contratos com prazo maiores, (acima de 365 dias, diante dos atuais per\u00edodos de 90 a 210 dias) e com uma quantia di\u00e1ria mais elevada. Foram as medidas anunciados pelo Comiss\u00e1rio da Agricultura, Phil Hogan, para aliviar a crise do setor pecu\u00e1rio.&nbsp;<\/span><span style=\"text-align: justify;\">Este novo armazenamento ser\u00e1 um adicionado ao j\u00e1 existente, que foi aberto em setembro de 2014 para o leite em p\u00f3 desnatado e a manteiga, diante do embargo russo. Uma vez que os pre\u00e7os se deterioram, o armazenamento foi sendo prorrogado sucessivamente at\u00e9 29 de fevereiro de 2016.&nbsp;<\/span><span style=\"text-align: justify;\">Com os atuais contratos de 90 a 210 dias, a ajuda \u00e9 de \u20ac 8,86 por tonelada armazenada em custos fixos, mais 0,16 \u20ac\/tonelada por dia. No novo programa, para os 365 dias, continua mantendo o valor de 15,57 \u20ac\/tonelada como custo fixo de armazenamento, mas houve aumento no valor di\u00e1rio para 0,36 \u20ac\/tonelada por dia. Nesta nova modalidade, as quantidades armazenadas podem ser retiradas no prazo m\u00ednimo de 270 dias, e neste caso a ajuda seria reduzida em 10%. (Agrodigital - Tradu\u00e7\u00e3o Livre: Terra Viva)<\/span><\/em><\/div>\n<div><em><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/em><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><span style=\"line-height: 24px;\"><\/span><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp; &nbsp; Porto Alegre, 19 de outubro de 2015 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 9 - N\u00b0 2.128 &nbsp; &nbsp;Chuva reduz capta\u00e7\u00e3o de leite em 6,5% no RS &nbsp;&nbsp; Produtor Gelsi Belmiro Thums, em <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2015\/10\/19\/19-10-2015\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"19\/10\/2015\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-741","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/741","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=741"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/741\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=741"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=741"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=741"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}