{"id":7394,"date":"2021-07-05T20:33:31","date_gmt":"2021-07-05T20:33:31","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=7394"},"modified":"2021-07-05T20:37:47","modified_gmt":"2021-07-05T20:37:47","slug":"05-07-2021","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2021\/07\/05\/05-07-2021\/","title":{"rendered":"05\/07\/2021"},"content":{"rendered":"<figure class=\"wp-block-image\" style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/figure>\r\n<!-- \/wp:post-content -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p>&nbsp;<\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre,&nbsp; 05 de julho de 2021&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 15 - N\u00b0 3.449<\/p>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<div style=\"text-align: justify;\"><hr>\r\n<div><strong>CNA avalia custos da pecu\u00e1ria de leite no Rio Grande do Sul<\/strong><\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>T\u00e9cnicos da Confedera\u00e7\u00e3o da Agricultura e Pecu\u00e1ria do Brasil (CNA) e pesquisadores do Centro de Estudos Avan\u00e7ados em Economia Aplicada (Cepea) realizaram, nesta semana, pain\u00e9is do Projeto Campo Futuro para levantar os custos de produ\u00e7\u00e3o da pecu\u00e1ria de leite e de corte, no Rio Grande do Sul.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>O objetivo do Projeto Campo Futuro \u00e9 aliar a capacita\u00e7\u00e3o do produtor \u00e0 gera\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es para administra\u00e7\u00e3o de custos, riscos de pre\u00e7os e gerenciamento da produ\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de colher subs\u00eddios para pautar a atua\u00e7\u00e3o da CNA no pleito de pol\u00edticas p\u00fablicas para o setor agropecu\u00e1rio. Participaram dos encontros virtuais produtores rurais e representantes de sindicatos rurais e cooperativas.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>A primeira coleta de dados da pecu\u00e1ria de leite ocorreu na segunda (28), no munic\u00edpio ga\u00facho de Tr\u00eas de Maio. Resultados preliminares do painel apontaram uma propriedade modal de 20 hectares, com produ\u00e7\u00e3o di\u00e1ria de 600 litros e 25 vacas em lacta\u00e7\u00e3o.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>Segundo o assessor t\u00e9cnico da CNA, Guilherme Dias, os produtores relataram que tem havido evas\u00e3o da atividade na regi\u00e3o em fun\u00e7\u00e3o dos altos custos de produ\u00e7\u00e3o. Mesmo assim, a pecu\u00e1ria de leite apresentou bons \u00edndices t\u00e9cnicos. O investimento em pastagem tem proporcionado taxa de lota\u00e7\u00e3o de at\u00e9 6,3 unidades animais por hectare.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>\u201c\u00c9 um empreendimento financeiramente saud\u00e1vel, pois a receita do leite foi capaz de cobrir tanto os desembolsos quanto a deprecia\u00e7\u00e3o e o pr\u00f3 labore dos produtores\u201d, disse.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>Os t\u00e9cnicos do projeto Campo Futuro tamb\u00e9m realizaram um painel de leite no munic\u00edpio de Palmeiras das Miss\u00f5es, na quinta (1\u00ba). A propriedade modal tem uma m\u00e9dia de 30 hectares, com produ\u00e7\u00e3o de 500 litros de leite por dia. Em 2020, a receita do leite cobriu o Custo Operacional Efetivo (COE) e o Custo Total (CT) dos produtores.<\/div>\r\n<div><br>Segundo Guilherme, o levantamento identificou que a alimenta\u00e7\u00e3o com concentrado tem sido respons\u00e1vel por 37% dos desembolsos. \u201cSe considerarmos toda a alimenta\u00e7\u00e3o do rebanho esse dado sobe para 57%, ligeiramente superior ao verificado nos pain\u00e9is anteriores, nas demais regi\u00f5es do pa\u00eds\u201d. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da Agrolink, adaptadas pela equipe MilkPoint)<\/div>\r\n<\/div>\r\n<div><hr><\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">\r\n<p><strong>Languiru inicia nova edi\u00e7\u00e3o de curso previsto no Estatuto e Sistema de Governan\u00e7a<\/strong><\/p>\r\n<p>No dia 24 de junho iniciou importante ciclo de qualifica\u00e7\u00e3o e integra\u00e7\u00e3o na Cooperativa Languiru. Um grupo de associados ou seus dependentes, de diferentes faixas et\u00e1rias, esteve reunido na Associa\u00e7\u00e3o dos Funcion\u00e1rios da Languiru para a aula inaugural do Programa de Forma\u00e7\u00e3o em Gest\u00e3o e Lideran\u00e7a Cooperativa. Seguindo todos os protocolos de seguran\u00e7a diante da pandemia, o encontro foi marcado por discursos que enalteceram a import\u00e2ncia da forma\u00e7\u00e3o. Os participantes tamb\u00e9m manifestaram as suas expectativas e como vislumbram agregar aos projetos da Cooperativa.<\/p>\r\n<p>O pronunciamento de abertura foi realizado pelo presidente da Languiru, Dirceu Bayer, que agradeceu a participa\u00e7\u00e3o dos associados na segunda edi\u00e7\u00e3o do programa. Refor\u00e7ou que \u00e9 necess\u00e1rio buscar constante evolu\u00e7\u00e3o para, cada vez mais, obter melhores resultados. \u201cN\u00e3o se pode mais falar em produtor pequeno, m\u00e9dio ou grande. Temos que falar em empres\u00e1rios do campo\u201d, entende.<\/p>\r\n<p>Tamb\u00e9m destacou a parceria com a Univates, tanto por disponibilizar professores para o curso, como no desenvolvimento de novos produtos por meio do Tecnovates. \u201cAumentamos a nossa carteira de clientes com o lan\u00e7amento de novos produtos que tiveram grande receptividade dos consumidores\u201d, enalteceu.<\/p>\r\n<p>Sobre o agroneg\u00f3cio, observou que o primeiro semestre foi desafiador, com as empresas tendo que arcar com alto custo de produ\u00e7\u00e3o e pre\u00e7os desfavor\u00e1veis na venda. Por outro lado, comemorou a rea\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os na avicultura, suinocultura e no mercado de l\u00e1cteos nesse in\u00edcio de segundo semestre. \u201cAinda tivemos um grande crescimento na capta\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os\u201d, acrescentou.<\/p>\r\n<p>Bayer tamb\u00e9m informou os associados sobre o projeto de expans\u00e3o da Cooperativa na regi\u00e3o Sul do Estado. Da mesma forma, ressaltou a nova estrutura do segmento m\u00e1quinas do Agrocenter Languiru, que est\u00e1 sendo preparada em Teut\u00f4nia. \u201cSomos um gigante\u201d, enfatizou.<\/p>\r\n<p>Em seguida, os trabalhos foram conduzidos pela professora Ev\u00e2nia Schneider, atual reitora da Univates, que relembrou os primeiros contatos com a Languiru. Mencionou que j\u00e1 prestou consultoria e que, inclusive, \u00e9 filha de ex-associado da Cooperativa. \u201cEu tenho um carinho enorme pela Languiru. Voc\u00eas fazem parte de um projeto de 65 anos.\u201d<\/p>\r\n<p>Ev\u00e2nia falou sobre a identidade cooperativista e o sentimento de pertencimento. Observou que cada indiv\u00edduo deve reconhecer caracter\u00edsticas pessoais quanto \u00e0 percep\u00e7\u00e3o, personalidade, sentimentos, cren\u00e7as, valores e atitudes. \u201cO autoconhecimento passa por muita observa\u00e7\u00e3o de si mesmo. Inclusive, as diferen\u00e7as s\u00e3o fundamentais em uma organiza\u00e7\u00e3o\u201d, frisou.<\/p>\r\n<p>Ressaltou o hist\u00f3rico de investimento na qualifica\u00e7\u00e3o dos quadros de associados e empregados da Cooperativa. Para ela, os desafios s\u00e3o uma consequ\u00eancia desse processo de evolu\u00e7\u00e3o. \u201cQuando temos a possibilidade de passar por diversas \u00e1reas e ampliar horizontes, entendemos melhor os neg\u00f3cios e tomamos melhores decis\u00f5es.\u201d<\/p>\r\n<p>Na segunda parte da aula, o professor Albano Mayer tratou de processos de lideran\u00e7a e dos sete princ\u00edpios do cooperativismo aplicados na Languiru. Mencionou caracter\u00edsticas e posicionamentos, explicou aspectos comportamentais que envolvem a constru\u00e7\u00e3o de um l\u00edder e debateu os princ\u00edpios e valores da Languiru. \u201cEspero que este projeto seja t\u00e3o produtivo como foi o anterior\u201d, disse.<\/p>\r\n<p>Com apenas 20 anos, Wellington Andrade \u00e9 o \u201cca\u00e7ula\u201d da turma. O jovem reside com a fam\u00edlia na localidade de Linha Michels, munic\u00edpio de Imigrante. Filho de associada, matriculou-se t\u00e3o logo ficou sabendo do curso. \u201cAchei o formato da aula envolvente e facilitador do nosso aprendizado\u201d, disse.<\/p>\r\n<p>O Programa de Forma\u00e7\u00e3o em Gest\u00e3o e Lideran\u00e7a Cooperativa iniciou no m\u00eas de junho e se estende at\u00e9 o m\u00eas de novembro. O cronograma prev\u00ea 13 encontros, todos na Associa\u00e7\u00e3o dos Funcion\u00e1rios da Languiru, em Teut\u00f4nia, somando mais de 100 horas-aula. Ser\u00e3o debatidos temas como princ\u00edpios do cooperativismo; governan\u00e7a em sociedades cooperativas; gest\u00e3o estrat\u00e9gica e an\u00e1lise de investimentos; lideran\u00e7a e gest\u00e3o de conflitos. Ao final, os participantes receber\u00e3o certificado de conclus\u00e3o. O curso \u00e9 promovido pela Cooperativa Languiru, em parceria com a Univates, e conta com o apoio do Sescoop\/RS. (Languiru)<\/p>\r\n<p>&nbsp;<\/p>\r\n<p>&nbsp;<\/p>\r\n<p><br><strong>Uruguai: perspectivas para as exporta\u00e7\u00f5es l\u00e1cteas<\/strong><\/p>\r\n<p>Embora hoje a situa\u00e7\u00e3o seja de seca, a relativa fragilidade do Real \u201cn\u00e3o favorece\u201d. Por isso, o Brasil \u201cn\u00e3o \u00e9 um mercado seguro\u201d para 2021-2022 para os produtos l\u00e1cteos do Uruguai, j\u00e1 que qualquer fator clim\u00e1tico ou cambial pode afetar os n\u00edveis de importa\u00e7\u00e3o.<\/p>\r\n<p>J\u00e1 com a Arg\u00e9lia - principal mercado dos \u00faltimos anos para o leite em p\u00f3 - a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 diferente. Este pa\u00eds importa US $ 1.400 milh\u00f5es anuais de latic\u00ednios e o<\/p>\r\n<p>Uruguai entra com cerca de US $ 200 milh\u00f5es anuais. \u00c9 o quarto maior importador do mundo com uma popula\u00e7\u00e3o de 43 milh\u00f5es. Sua produ\u00e7\u00e3o de leite \u00e9 de 3.400 milh\u00f5es de litros e seu d\u00e9ficit equivale a 6,9 bilh\u00f5es de litros, e a taxa de crescimento de sua remiss\u00e3o \u00e9 inferior \u00e0 do consumo interno. \u201cA Arg\u00e9lia tem um d\u00e9ficit l\u00e1cteo estrutural, ela vai comprar por muito tempo\u201d, disse Gabriel Giudice, t\u00e9cnico do Instituto Nacional do Leite do Uruguai (INALE).<\/p>\r\n<p>Em todo caso, aqui o Uruguai n\u00e3o concorre apenas com a Argentina, mas tamb\u00e9m com \u201cpesos pesados\u201d como a Nova Zel\u00e2ndia e a Uni\u00e3o Europeia, que s\u00e3o seus principais fornecedores.<\/p>\r\n<p>O mercado argelino tem mostrado certa estabilidade, j\u00e1 que sua moeda tendeu a se valorizar em rela\u00e7\u00e3o ao d\u00f3lar na \u00faltima vez e n\u00e3o tem problemas de infla\u00e7\u00e3o. As licita\u00e7\u00f5es para compra de l\u00e1cteos s\u00e3o feitas pelo governo e s\u00e3o \"muito competitivas\" porque se baseiam basicamente no pre\u00e7o. Como ponto fraco, \u00e9 um pa\u00eds cujas fortunas econ\u00f4micas est\u00e3o fortemente atreladas \u00e0 comercializa\u00e7\u00e3o de hidrocarbonetos (petr\u00f3leo e g\u00e1s).<\/p>\r\n<p>China e R\u00fassia: O mercado chin\u00eas ocupou um lugar central para o Uruguai. Em maio e abril foi o terceiro destino das ind\u00fastrias uruguaias. \u00c9 um mercado anual que movimenta US $ 6,3 bilh\u00f5es, dos quais o Uruguai ocupa uma posi\u00e7\u00e3o muito menor (apenas US $ 70 milh\u00f5es). \u00c9 o principal importador mundial e tem um d\u00e9ficit equivalente a 30% de sua produ\u00e7\u00e3o. Assim como a Arg\u00e9lia, a taxa de crescimento da produ\u00e7\u00e3o de latic\u00ednios \u00e9 inferior \u00e0 do consumo dom\u00e9stico.<\/p>\r\n<p>\u201cAqui tamb\u00e9m temos concorrentes como a Nova Zel\u00e2ndia ou a Uni\u00e3o Europeia. N\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil entrar porque s\u00e3o jogadores fortes que nos bloqueiam e n\u00e3o nos deixam ganhar mais espa\u00e7o\u201d, explicou.<\/p>\r\n<p>Sobre o boom de compras na regi\u00e3o asi\u00e1tica e seu impacto na forte valoriza\u00e7\u00e3o dos latic\u00ednios, o gerente do Inale disse que h\u00e1 duas hip\u00f3teses: O primeiro indica que v\u00e1rios pa\u00edses asi\u00e1ticos fizeram compras para se abastecerem de potenciais problemas log\u00edsticos. \u201cSe for esse o caso, h\u00e1 o risco de eles comprarem menos no futuro e os pre\u00e7os ca\u00edrem. \u00c9 uma das nuvens escuras que temos hoje \u201d, admitiu.<\/p>\r\n<p>No entanto, ele tamb\u00e9m mencionou que outros analistas de mercado argumentam que o governo chin\u00eas promoveu e incentivou o consumo de latic\u00ednios para fortalecer o sistema imunol\u00f3gico de sua popula\u00e7\u00e3o devido \u00e0 pandemia. \u201cSe for esse o caso, teremos bons pre\u00e7os para os latic\u00ednios no futuro. A priori, esperamos que a China continue sendo um mercado tonificado para 2021-2022\u201d, comentou.<\/p>\r\n<p>Por fim, na R\u00fassia, outro importante player no mercado com importa\u00e7\u00f5es de US $ 1,6 bilh\u00e3o anuais (o Uruguai vende entre US $ 50 milh\u00f5es e US $ 70 milh\u00f5es), tamb\u00e9m h\u00e1 perspectivas de sustentabilidade. Este pa\u00eds tem um d\u00e9ficit estrutural. Atende sua demanda com 75% da produ\u00e7\u00e3o pr\u00f3pria e outros 25% da importa\u00e7\u00e3o.<\/p>\r\n<p>Tal como acontece com a China ou a Arg\u00e9lia, tamb\u00e9m aqui a competi\u00e7\u00e3o para entrar \u00e9 complexa. A Bielorr\u00fassia \u00e9 o principal fornecedor desse d\u00e9ficit, seguida pela Nova Zel\u00e2ndia e pela Uni\u00e3o Europeia. \u201cO Uruguai tem algumas dificuldades para entrar com mais volume\u201d, reconheceu. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Tardaguilla, traduzidas e adaptadas pela equipe MilkPoint)<\/p>\r\n<\/div>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:separator --><hr class=\"wp-block-separator\"><!-- \/wp:separator -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Jogo R\u00e1pido&nbsp;<\/strong>&nbsp;<\/p>\r\n<p style=\"text-align: center;\"><em><strong>Emater\/RS: excesso de chuva e frio aumentam necessidade de suplementa\u00e7\u00e3o dos animais<\/strong><\/em><br><em>Gradativamente, os criadores est\u00e3o superando o vazio forrageiro. A produ\u00e7\u00e3o leiteira aumentou devido \u00e0 maior utiliza\u00e7\u00e3o das pastagens cultivadas de inverno e tamb\u00e9m ao acr\u00e9scimo de animais em pari\u00e7\u00e3o. Por\u00e9m o excesso de chuvas e o frio intenso durante o final da semana dificultam o acesso \u00e0s pastagens cultivadas, aumentando a necessidade de maior suplementa\u00e7\u00e3o com silagem e ra\u00e7\u00e3o aos animais. Em termos sanit\u00e1rios, h\u00e1 consider\u00e1vel melhora em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 presen\u00e7a de ectoparasitos, por\u00e9m novamente houve problemas com mastites e com a qualidade do leite, provavelmente relacionados ao ac\u00famulo de barro nos locais de acesso \u00e0 ordenha ou de descanso dos animais. Essa condi\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m dificulta o trabalho e o manejo, sendo desconfort\u00e1vel tanto para os animais quanto para os produtores que precisam realizar as atividades de manejo a campo. Em rela\u00e7\u00e3o ao mercado, houve um aumento significativo do pre\u00e7o das vacas e novilhas prenhes, com progressiva redu\u00e7\u00e3o da oferta dessas categorias. Com a valoriza\u00e7\u00e3o da pecu\u00e1ria de corte, o valor de comercializa\u00e7\u00e3o de terneiros e vacas de descarte obteve aumento. H\u00e1 tend\u00eancia de reajuste a maior no pre\u00e7o pago por litro de leite ao produtor, o que tem deixado os produtores novamente satisfeitos com a atividade, apesar do custo de produ\u00e7\u00e3o, que continua elevado. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da Emater\/RS, adaptadas pela equipe MilkPoint)<\/em><\/p>\r\n<hr>\r\n<p>&nbsp;<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre,&nbsp; 05 de julho de 2021&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 15 - N\u00b0 3.449 CNA avalia custos da pecu\u00e1ria de leite no Rio Grande do Sul &nbsp; T\u00e9cnicos da <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2021\/07\/05\/05-07-2021\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"05\/07\/2021\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-7394","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7394","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7394"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7394\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":7399,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7394\/revisions\/7399"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7394"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7394"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7394"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}