{"id":7376,"date":"2021-07-01T20:00:58","date_gmt":"2021-07-01T20:00:58","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=7376"},"modified":"2021-07-01T20:03:26","modified_gmt":"2021-07-01T20:03:26","slug":"01-07-2021","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2021\/07\/01\/01-07-2021\/","title":{"rendered":"01\/07\/2021"},"content":{"rendered":"<figure class=\"wp-block-image\" style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/figure>\r\n<!-- \/wp:post-content -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p>&nbsp;<\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre,&nbsp; 01 de julho de 2021&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 15 - N\u00b0 3.447<\/p>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<div style=\"text-align: justify;\"><hr>\r\n<div><b>Sindilat\/RS apresenta relat\u00f3rio sobre produ\u00e7\u00e3o leiteira do Estado<br><\/b><br>Para marcar seus 52 anos comemorados nesta quinta-feira (1\u00b0\/7), o Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do RS (Sindilat\/RS) preparou um relat\u00f3rio com dados estat\u00edsticos do setor e de sua atua\u00e7\u00e3o. O documento ser\u00e1 entregue nesta sexta-feira (2\/7) a parlamentares que estar\u00e3o no Estado durante agenda da Subcomiss\u00e3o do Leite da C\u00e2mara Federal na sede da CCGL, em Cruz Alta (RS).&nbsp; De acordo com Darlan Palharini, secret\u00e1rio-executivo do Sindilat, os dados evidenciam o peso da atividade leiteira para a economia ga\u00facha e sua import\u00e2ncia na gera\u00e7\u00e3o de emprego, renda, tributos e, consequentemente, riquezas ao Rio Grande do Sul.&nbsp; \u201cNossa proposta \u00e9 fazer com que essas informa\u00e7\u00f5es circulem em todas as esferas e sirvam de subs\u00eddio para tomadas de decis\u00f5es estrat\u00e9gicas\u201d, afirmou Palharini. A partir desta primeira edi\u00e7\u00e3o, a ideia \u00e9 que o material seja atualizado mensalmente e sirva de fonte de informa\u00e7\u00e3o para diferentes agentes do setor produtivo.<br><br>O Rio Grande do Sul \u00e9 o terceiro maior produtor de leite do Brasil, com um volume que alcan\u00e7a 4,27 bilh\u00f5es de litros\/ano (12,26% da produ\u00e7\u00e3o nacional). S\u00e3o 242 ind\u00fastrias submetidas \u00e0s inspe\u00e7\u00f5es de SIF, SISBI, CISPOA e SIM. A atividade \u00e9 desenvolvida por 152.489 produtores em 457 dos 497 munic\u00edpios ga\u00fachos. Entre os produtores ga\u00fachos, 50.664 realizam entrega de leite regularmente \u00e0s ind\u00fastrias estabelecidas no Estado. O plantel atual \u00e9 de 1,18 milh\u00e3o de vacas em ordenha.<br><br>No documento, o Sindilat compilou dados de produ\u00e7\u00e3o, a\u00e7\u00f5es de fomento e projetos relevantes para a cadeia produtiva. Destaque tamb\u00e9m para a atua\u00e7\u00e3o do Conseleite, para o retorno do Fundoleite e para os encontros t\u00e9cnicos realizados pelo Rio Grande do Sul em 2019 por conta da entrada em vigor das Instru\u00e7\u00f5es Normativas 76 e 77 do Minist\u00e9rio da Agricultura. Tamb\u00e9m mostra a presen\u00e7a permanente do Sindilat e de suas 25 ind\u00fastrias associadas em f\u00f3runs que tratam do mercado exportador, a\u00e7\u00f5es tribut\u00e1rias, mercadol\u00f3gicas e de incentivo ao consumo de leite e seus derivados. O documento na \u00edntegra est\u00e1 dispon\u00edvel no site do Sindilat,&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2021\/07\/01\/o-setor-lacteo-gaucho-junho-2021\/\" data-cke-saved-href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2021\/07\/01\/o-setor-lacteo-gaucho-junho-2021\/\">clicando aqui.&nbsp;<br><\/a><br>Os dados compilados no documento t\u00eam como fonte Minist\u00e9rio da Agricultura (Mapa), Secretaria da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Desenvolvimento Rural do Estado (SEAPDR), Emater-RS, G100, FIL\/IDF, FEE, IBGE, Fundesa e Sefaz.&nbsp;(Assessoria de imprensa do Sindilat\/RS)<br><br><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/4Qxy0fABF0217\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/4Qxy0fABF0217\"><\/div>\r\n<\/div>\r\n<div><hr><\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\"><b>Brasil, Austr\u00e1lia e \u00c1frica do Sul unificam dados sobre resist\u00eancia bovina ao carrapato<br><\/b><br><i>Colabora\u00e7\u00e3o internacional focada em informa\u00e7\u00f5es gen\u00f4micas permite alcan\u00e7ar precis\u00e3o in\u00e9dita na sele\u00e7\u00e3o de animais de corte resistentes ao parasita<br><\/i><br>Pesquisadores de diversos pa\u00edses divulgaram a uni\u00e3o de bancos de dados do Brasil, \u00c1frica do Sul e Austr\u00e1lia com informa\u00e7\u00f5es de predi\u00e7\u00e3o gen\u00f4mica para resist\u00eancia de diversas ra\u00e7as de bovinos de corte ao carrapato.<br><br>Cerca de 80% do gado de corte e leiteiro do mundo s\u00e3o afetados pela zoonose que causa preju\u00edzos bilion\u00e1rios \u00e0&nbsp; produ\u00e7\u00e3o em escala global, apontam os autores do estudo.<br>Os resultados desse trabalho in\u00e9dito integram o artigo \u201cPredi\u00e7\u00e3o gen\u00f4mica de v\u00e1rios pa\u00edses e ra\u00e7as de resist\u00eancia a carrapatos em bovinos de corte\u201d, publicado na revista cient\u00edfica internacional Frontiers, informou a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecu\u00e1ria (Embrapa).<br><br>Conforme o pesquisador Fernando Flores Cardoso, chefe-geral da Embrapa Pecu\u00e1ria Sul e primeiro autor do artigo, o grau de infesta\u00e7\u00e3o por carrapatos \u00e9 um fen\u00f3tipo muito dif\u00edcil de coletar nos rebanhos para a avalia\u00e7\u00e3o da resist\u00eancia dos animais.<br><br>\u201cDessa forma, unir dados de diferentes pa\u00edses e ra\u00e7as bovinas representa um avan\u00e7o importante para a sele\u00e7\u00e3o gen\u00f4mica voltada \u00e0 resist\u00eancia ao carrapato\u201d, afirmou em nota da empresa p\u00fablica.<br><br>Al\u00e9m de ser um parasita direto, o carrapato se comporta como vetor dos pat\u00f3genos respons\u00e1veis pelas doen\u00e7as que caracterizam o complexo da Tristeza Parasit\u00e1ria Bovina, que causam perda na produ\u00e7\u00e3o de carne e de leite e a desvaloriza\u00e7\u00e3o do couro, fora os gastos com controle de pragas.<br><br>Os cientistas que desenvolveram a pesquisa integram o Cons\u00f3rcio Internacional do Carrapato, coordenado pelo Centro para Gen\u00e9tica e Sa\u00fade da Pecu\u00e1ria Tropical (CTLGH), localizado na Universidade de Edimburgo no Reino Unido e que envolve pa\u00edses da \u00c1frica, Oceania, Europa e das Am\u00e9ricas.<br><br>No artigo, os pesquisadores mostram que \u00e9 poss\u00edvel combinar informa\u00e7\u00f5es de diferentes popula\u00e7\u00f5es de bovinos em uma \u00fanica an\u00e1lise e, com isso, gerar previs\u00f5es de resist\u00eancia ao carrapato mais precisas.<br><br>De acordo com Cardoso, isso permite que a sele\u00e7\u00e3o possa avan\u00e7ar inclusive em popula\u00e7\u00f5es que tenham uma popula\u00e7\u00e3o de refer\u00eancia menor em fun\u00e7\u00e3o da possibilidade de agregar outras popula\u00e7\u00f5es para aumentar esse primeiro reposit\u00f3rio de informa\u00e7\u00f5es.<br><br>\u201cNeste est\u00e1gio inicial, est\u00e3o animais com contagem de carrapatos e com os gen\u00f3tipos para milhares de marcadores por todo o genoma\u201d, ele explica.<br><br>No estudo, foram unificadas as bases de dados de milhares de animais brasileiros fenotipados para resist\u00eancia ao carrapato das ra\u00e7as Angus, Hereford, Brangus e Braford. Da Austr\u00e1lia, h\u00e1 representantes Tropical Composite e Brahman, al\u00e9m dos sul africanos Nguni, visando avaliar a possibilidade de melhorar a resist\u00eancia do hospedeiro por meio da sele\u00e7\u00e3o gen\u00f4mica de m\u00faltiplas caracter\u00edsticas.<br><br>Os dados consistiram em contagens ou escores de carrapatos, avaliando o n\u00famero de carrapatos f\u00eameas de pelo menos 4,5 mm de comprimento.&nbsp;<br><br>Conforme o pesquisador Appolinaire Djikeng, da Universidade de Edimburgo (Esc\u00f3cia), coautor do artigo, os resultados relatados em nossa publica\u00e7\u00e3o fornecem uma estrutura para a integra\u00e7\u00e3o da sele\u00e7\u00e3o para resist\u00eancia a carrapatos em programas de cria\u00e7\u00e3o de gado.<br><br>\u201cUm benef\u00edcio significativo de longo prazo dessa abordagem \u00e9 o uso reduzido e at\u00e9 (com sorte) a elimina\u00e7\u00e3o de acaricidas muito usados para tratar animais, mas que apresentam efeitos adversos importantes para a sa\u00fade p\u00fablica e o meio ambiente\u201d, avalia Djikeng.<br><br>A pesquisadora Heather Burrow, da Universidade da Nova Inglaterra (Austr\u00e1lia), coautora do artigo, destacou para a Embrapa que, nos \u00faltimos anos, o CTLGH buscou uma maneira pr\u00e1tica e econ\u00f4mica de analisar os dados dos bovinos de corte, usando uma combina\u00e7\u00e3o de medi\u00e7\u00f5es de animais e informa\u00e7\u00f5es baseadas em DNA (gen\u00f4micas) para fornecer valores gen\u00f4micos que os agricultores poderiam usar para sua tomada de decis\u00e3o de cria\u00e7\u00e3o.<br><br>\u201cA abordagem do cons\u00f3rcio identificou diversas vantagens importantes sobre os m\u00e9todos de melhoramento gen\u00f4mico tradicionalmente aceitos para as abordagens de sele\u00e7\u00e3o gen\u00f4mica tradicionais, que tornar\u00e3o muito mais simples e econ\u00f4mica para os criadores de gado melhorar geneticamente a resist\u00eancia ao carrapato do gado\u201d, conta Burrow.<br><br>A nova pesquisa, segundo a cientista, demonstra que, usando informa\u00e7\u00f5es gen\u00f4micas completas em conjunto com medi\u00e7\u00f5es de animais, \u00e9 preciso medir significativamente menos animais do que nas abordagens tradicionais e em rebanhos que n\u00e3o s\u00e3o geneticamente relacionados. (Globo Rural)<br data-cke-eol=\"1\"><br><br><br><br><br><b>Produtor de leite de Forquetinha\/RS investe no sistema \u2018free stall\u2019<br><\/b><br><i>Aumento da produtividade e conforto motivaram investimento. Aux\u00edlio do Executivo chega a 25% do custo total<br><\/i><br>Envolvido com a produ\u00e7\u00e3o leiteira e agr\u00edcola desde muito jovem, Manoel Eckhardt, 27, de S\u00e3o Vitor, interior de Forquetinha, \u00e9 mais um a investir na utiliza\u00e7\u00e3o do sistema de confinamento de vacas leiteiras chamado \u2018free stall\u201d, que em tradu\u00e7\u00e3o livre significa baia livre. O novo modelo para alojar as 40 vacas garante aumento do bem-estar animal e, assim, incremento na produ\u00e7\u00e3o.<br><br>Na propriedade da fam\u00edlia Eckhardt, a nova estrutura come\u00e7ou a ser executada h\u00e1 dois meses. Os animais saem da pastagem, onde s\u00e3o colocadas duas vezes ao dia, para a ordenha e depois ficam no pr\u00e9dio onde tem sombra e \u00e1gua fresca \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de serragem onde podem descansar.<br><br>O valor gasto com o projeto de 288 metros quadrados chega a R$43 mil. Parte deste montante, cerca de 25%, foi custeado pela Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente atrav\u00e9s de servi\u00e7o de m\u00e1quina e pagamento por metro quadrado constru\u00eddo. \u201cSem esse apoio, construir seria bem mais dif\u00edcil e oneroso\u201d, comentou.<br><br>Maior oferta: Uma das metas com os novos investimentos em estrutura, gen\u00e9tica, alimenta\u00e7\u00e3o e corre\u00e7\u00e3o do solo \u00e9 o aumento da produtividade. Por m\u00eas s\u00e3o vendidos em torno de 15 mil litros de leite ao latic\u00ednio. At\u00e9 o fim do ano o objetivo \u00e9 chegar a 20 mil litros.<br><br>Eckhardt tamb\u00e9m aposta em novas tecnologias e equipamentos para facilitar o trabalho di\u00e1rio na propriedade. \u201cTraz conforto para a gente e ao rebanho. Tudo reflete em menos custos e mais lucros.\u201d<br><br>Foco no produtor: Segundo o secret\u00e1rio Municipal da Agricultura e Meio Ambiente, Adair Pedro Groders, o \u2018free stall\u2019 \u00e9 uma aposta para os produtores, principalmente por causa do conforto animal. \u201cEle se sente melhor e, com isso, tem menos perda de energia. Tamb\u00e9m facilita bastante o manejo e aumento de produtividade\u201d, explica.<br><br>Groders destaca a diversidade de programas oferecidos para o produtor conseguir ampliar, modernizar e garantir a sucess\u00e3o na propriedade. \u201cEstes incentivos motivam novos investimentos e todos ganham. N\u00f3s dependemos muito da agricultura e por isso priorizamos este setor.\u201d<br><br>O setor: O munic\u00edpio possui em torno de 200 produtores de leite. Juntos produziram 7.049 milh\u00f5es de litros em 2020. A movimenta\u00e7\u00e3o financeira registrou R$10,9 milh\u00f5es. (Edairy)<\/div>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:separator --><hr class=\"wp-block-separator\"><!-- \/wp:separator -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Jogo R\u00e1pido&nbsp;<\/strong>&nbsp;<\/p>\r\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Curso virtual de extens\u00e3o universit\u00e1ria: pecu\u00e1ria org\u00e2nica - ruminantes e pastagens<br><\/b>Quer saber como criar animais no sistema org\u00e2nico e produzir carne, leite e at\u00e9 l\u00e3 e couro org\u00e2nico? 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(IBEM\/UFRGS)<\/i><\/p>\r\n<hr>\r\n<p>&nbsp;<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre,&nbsp; 01 de julho de 2021&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 15 - N\u00b0 3.447 Sindilat\/RS apresenta relat\u00f3rio sobre produ\u00e7\u00e3o leiteira do EstadoPara marcar seus 52 anos comemorados nesta quinta-feira <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2021\/07\/01\/01-07-2021\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"01\/07\/2021\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-7376","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7376","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7376"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7376\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":7383,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7376\/revisions\/7383"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7376"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7376"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7376"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}