{"id":7360,"date":"2021-06-30T20:20:54","date_gmt":"2021-06-30T20:20:54","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=7360"},"modified":"2021-06-30T20:24:12","modified_gmt":"2021-06-30T20:24:12","slug":"30-06-2021","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2021\/06\/30\/30-06-2021\/","title":{"rendered":"30\/06\/2021"},"content":{"rendered":"<figure class=\"wp-block-image\" style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/figure>\r\n<!-- \/wp:post-content -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre,&nbsp; 30 de junho de 2021&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 15 - N\u00b0 3.446<\/p>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<div style=\"text-align: justify;\"><hr>\r\n<div><strong>ICMS cresce 25% no 1\u00ba semestre<\/strong><\/div>\r\n<div>A arrecada\u00e7\u00e3o de ICMS no semestre que est\u00e1 terminando reflete a rea\u00e7\u00e3o da economia ga\u00facha em 2021: a receita subiu 25% em compara\u00e7\u00e3o com o mesmo per\u00edodo do ano passado, quando a pandemia afetou todos os setores. No segundo trimestre, o crescimento chegou a 40%, mas \u00e9 preciso considerar que em 2020 o per\u00edodo de abril a junho foi o mais afetado pela pandemia. Naqueles tr\u00eas meses, o Estado perdeu R$ 2 bilh\u00f5es em receita, valor compensado pelos repasses federais no segundo semestre, que evitaram o colapso das contas p\u00fablicas. A melhor not\u00edcia, segundo o secret\u00e1rio da Fazenda, Marco Aurelio Cardoso, \u00e9 de que em junho todos os setores da economia apresentaram resultado positivo em rela\u00e7\u00e3o a maio, com destaque para a ind\u00fastria e, dentro dela, o setor metal-mec\u00e2nico. Em maio, o ICMS do setor metal-mec\u00e2nico teve crescimento nominal de 200% comparado a maio de 2020, um m\u00eas em que a ind\u00fastria praticamente parou. Em junho, subiu 116%. At\u00e9 o setor cal\u00e7adista, outro profundamente afetado pela pandemia, cresceu 47% no trimestre que est\u00e1 terminando. A arrecada\u00e7\u00e3o mensal de junho deve fechar em R$ 3,4 bilh\u00f5es, valor superior \u00e0s previs\u00f5es mais otimistas dos t\u00e9cnicos da Secretaria da Fazenda, e que se repete m\u00eas a m\u00eas desde janeiro. - No ano passado, est\u00e1vamos arrecadando entre R$ 2,1 bilh\u00f5es e R$ 2,5 bilh\u00f5es - compara o secret\u00e1rio. Nem todo crescimento \u00e9 fruto do desempenho da economia. Parte do aumento da receita deve ser creditado ao trabalho da fiscaliza\u00e7\u00e3o e \u00e0s mudan\u00e7as no sistema de administra\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria, que apostou na autorregulariza\u00e7\u00e3o, para evitar a aplica\u00e7\u00e3o de multas que nunca eram pagas. Desde o in\u00edcio desse programa, em 2020, foram arrecadados mais de R$ 500 milh\u00f5es. A receita do segundo trimestre teve um acr\u00e9scimo de R$ 58 milh\u00f5es proveniente de a\u00e7\u00f5es de fiscaliza\u00e7\u00e3o e cobran\u00e7a realizadas pela Fazenda e pela Procuradoria-Geral do Estado. O aumento da arrecada\u00e7\u00e3o, combinado com a redu\u00e7\u00e3o de mais de R$ 650 milh\u00f5es nos gastos, fruto das reformas administrativa e previdenci\u00e1ria, permitiu ao Estado manter a folha de pagamento em dia, ampliar os recursos para a sa\u00fade em R$ 300 milh\u00f5es neste ano e retomar os investimentos. Cardoso ainda n\u00e3o sabe se ser\u00e1 poss\u00edvel pagar em dia o 13\u00ba sal\u00e1rio, depois de tantos anos de parcelamento, mas n\u00e3o descarta a possibilidade. Tudo vai depender do sucesso dos pr\u00f3ximos leil\u00f5es de privatiza\u00e7\u00e3o. (Zero Hora)<\/div>\r\n<\/div>\r\n<div><hr><\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Fazendas de leite mais eficientes aumentaram produtividade mais r\u00e1pido que nos \u00faltimos anos <\/strong><\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">Produ\u00e7\u00e3o por animal j\u00e1 \u00e9 26% maior nas fazendas mais produtivas, segundo o IILB Nos \u00faltimos tr\u00eas anos, os produtores brasileiros de leite que est\u00e3o no topo da efici\u00eancia produtiva aumentaram sua produtividade 2,3 vezes mais r\u00e1pido que a m\u00e9dia das fazendas profissionais em termos de leite por vaca por dia. \u00c9 o que aponta a 10\u00aa edi\u00e7\u00e3o do \u00cdndice Ideagri do Leite Brasileiro (IILB), divulgada em 24\/06) Com base nos dados de 1.144 propriedades que utilizam sistema de gest\u00e3o, o IILB indica que enquanto a produ\u00e7\u00e3o di\u00e1ria por animal das fazendas posicionadas entre as 10% mais produtivas aumentou 11,1% desde 2018, nas demais fazendas analisadas cresceu em m\u00e9dia 4,9% no mesmo per\u00edodo. Nos 12 meses entre abril de 2020 e mar\u00e7o de 2021, a produ\u00e7\u00e3o dos 10% melhores do IILB-10 alcan\u00e7ou a m\u00e9dia de 29,81 kg de leite por animal por dia, contra 26,84 kg de leite por animal por dia dos 10% melhores de 2018. Por sua vez, a m\u00e9dia de produ\u00e7\u00e3o de todas as fazendas avaliadas no IILB-10 foi de 23,73 kg de leite por animal por dia, contra a m\u00e9dia 22,62 kg de leite por vaca por dia do total das propriedades avaliadas em 2018. Em uma compara\u00e7\u00e3o direta, as fazendas mais eficientes do IILB-10 registraram nos \u00faltimos 12 meses (entre abril de 2020 e mar\u00e7o de 2021) produtividade 26% maior por animal frente \u00e0 m\u00e9dia de produ\u00e7\u00e3o registrada no mesmo per\u00edodo pelas demais propriedades que comp\u00f5em os dados desta edi\u00e7\u00e3o do IILB. Segundo Heloise Duarte, diretora de opera\u00e7\u00f5es da Ideagri e editora do IILB, v\u00e1rios fatores influenciam essa diferen\u00e7a. \u201cO melhoramento gen\u00e9tico do rebanho, a gest\u00e3o cada vez mais profissional, o investimento em tecnologia e o cuidado no manejo, tudo contribuiu para esse crescimento\u201d, diz Heloise Duarte. \u201cOs dados do IILB nos levam a um pensamento otimista: h\u00e1 um caminho de grande melhoria para a produ\u00e7\u00e3o leiteira \u2018dentro da porteira\u2019, que s\u00e3o fatores que podem ser administrados pelo produtor\u201d, comenta a diretora da Ideagri. Por causa do aumento geral de produtividade entre as fazendas avaliadas, a base de c\u00e1lculo do IILB foi modificada. \u201cSubimos a barra para reconhecer e premiar o avan\u00e7o das mais fazendas produtivas\u201d, explica Heloise Duarte. \u201cConquistar notas mais altas ficou um pouco mais dif\u00edcil, mas isso reflete a melhoria do universo leiteiro nacional, que est\u00e1 cada vez mais competitivo\u201d, diz Heloise Duarte. \u201cRevis\u00f5es de crit\u00e9rios como essa s\u00e3o comuns, como no caso do \u00edndice PTA de habilidade de transmiss\u00e3o preditiva aplicado na gen\u00e9tica bovina\u201d, exemplifica ela. \u201cA cada edi\u00e7\u00e3o do IILB, aumentam o volume de fazendas avaliadas, o aprimoramento gerencial e a evolu\u00e7\u00e3o dos rebanhos e, por isso, a cada tr\u00eas anos reavaliaremos os \u00edndices de qualifica\u00e7\u00e3o\u201d, afirma a diretora da Ideagri. Publicado desde mar\u00e7o de 2019, o IILB \u00e9 um documento \u00fanico no Brasil em termos de indicadores da ind\u00fastria do leite. Ele oferece, por exemplo, um \u201c\u00edndice\u201d que \u00e9 uma nota \u00fanica, resultado da avalia\u00e7\u00e3o combinada dos 12 indicadores essenciais da atividade leiteira que comp\u00f5em as tabelas anal\u00edticas do IILB. No IILB-10, por exemplo, a nota m\u00e9dia Brasil foi de 4,45 (em uma escala de 0 a 10). \u201cComo vemos, o espa\u00e7o para a melhoria \u00e9 gigante\u201d, afirma Heloise Duarte. \u201cH\u00e1 muitas fazendas com notas acima de 8, entre elas pequenas e m\u00e9dias propriedades, o que mostra que a boa gest\u00e3o est\u00e1 ao alcance de muita gente\u201d, diz ela. Al\u00e9m do \u00edndice geral \u201cBrasil\u201d, o IILB oferece \u00edndices espec\u00edficos para cada uma das regi\u00f5es do pa\u00eds, o que permite aos produtores saberem se est\u00e3o abaixo ou acima da m\u00e9dia entre fazendas similares a sua em sua pr\u00f3pria regi\u00e3o geogr\u00e1fica. O IILB ainda apresenta os 12 indicadores divididos em tr\u00eas perfis de ra\u00e7a, o que aproxima os resultados das an\u00e1lises ainda mais da realidade dos produtores. \u201cEles podem verificar se est\u00e3o pr\u00f3ximos ou distantes do universo das fazendas similares \u00e0s deles, o que \u00e9 um benchmarking e um est\u00edmulo poderoso para o aprimoramento\u201d, comenta Heloise Duarte. O IILB pode ser acessado gratuitamente<a href=\"http:\/\/www.iilb.com.br\"> CLICANDO AQUI.<\/a> (Agrolink)<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>A demanda l\u00e1ctea pode surpreender mais adiante <\/strong><\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">Uma retomada mais forte da atividade econ\u00f4mica em 2021 dever\u00e1 ajudar a melhorar o cen\u00e1rio de consumo no segundo semestre do ano. De acordo com o relat\u00f3rio do Rabobank AgroInfo, durante o m\u00eas de junho no Brasil, a melhoria da economia poderia trazer uma demanda mais forte no segundo semestre. Enquanto isso, a produ\u00e7\u00e3o est\u00e1 avan\u00e7ando gradualmente, com os pre\u00e7os ao produtor compensando os custos mais altos e os impactos do tempo seco. A produ\u00e7\u00e3o de leite no Brasil cresceu 1,8% no primeiro trimestre de 2021 em compara\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo do ano passado, de acordo com dados do IBGE. O pre\u00e7o pago ao produtor permaneceu em n\u00edveis elevados nos primeiros meses do ano, atingindo uma m\u00e9dia de R$ 2\/litro nos primeiros cinco meses de 2021, um aumento de 44% em compara\u00e7\u00e3o com o valor do mesmo per\u00edodo em 2020. Apesar do aumento dos pre\u00e7os, os altos custos limitaram a rentabilidade do produtor de leite brasileiro. O cen\u00e1rio de clima seco nas principais bacias leiteiras levou a uma maior necessidade de comprar ra\u00e7\u00f5es concentradas complementares. Segundo o CEPEA, o \u00edndice de custos de produ\u00e7\u00e3o acumulou um m\u00e1ximo de 9,1% nos primeiros cinco meses de 2021. A recente queda do d\u00f3lar em rela\u00e7\u00e3o ao real pode trazer al\u00edvio nos custos dos alimentos, o que pode ajudar o produtor a manter a produ\u00e7\u00e3o a uma leve taxa de crescimento, apesar do clima seco. Quanto \u00e0 demanda de latic\u00ednios e alimentos em geral, uma retomada mais forte da atividade econ\u00f4mica em 2021 dever\u00e1 ajudar a melhorar o cen\u00e1rio de consumo no segundo semestre do ano. Ap\u00f3s a segunda onda da pandemia muito grave no primeiro trimestre de 2021, as proje\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas apontavam para um crescimento do PIB de apenas 3,5%, mas a atividade econ\u00f4mica e os dados de vendas no varejo surpreenderam positivamente a partir de abril. Como resultado, as previs\u00f5es de mercado foram revisadas para 5% ou mais do PIB nas \u00faltimas semanas e o d\u00f3lar est\u00e1 mais fraco. Embora haja um efeito estat\u00edstico do baixo n\u00edvel de compara\u00e7\u00e3o em 2020, a acelera\u00e7\u00e3o da atividade econ\u00f4mica aumenta a expectativa de um consumo mais robusto de alimentos. A ajuda de emerg\u00eancia provavelmente ser\u00e1 prolongada por mais tr\u00eas meses, at\u00e9 novembro, o que tamb\u00e9m deve ajudar a apoiar o consumo, especialmente se a curva de infla\u00e7\u00e3o come\u00e7ar a dar sinais de normaliza\u00e7\u00e3o no segundo semestre, como esperado. A queda do d\u00f3lar e o resfriamento dos pre\u00e7os internacionais dos latic\u00ednios deveriam limitar mais exporta\u00e7\u00f5es do Brasil, mas poderiam abrir oportunidades para importa\u00e7\u00f5es adicionais do Mercosul no segundo semestre do ano. Entretanto, o cen\u00e1rio de pre\u00e7os elevados ao produtor deve continuar com uma demanda mais robusta pela frente. \u2013 O avan\u00e7o da vacina\u00e7\u00e3o no Brasil deve ajudar na recupera\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica no segundo semestre do ano, com o aumento da atividade nos canais de food service. \u2013 O tempo seco deve continuar afetando as margens do produtor na segunda metade. (Edairy)<\/div>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:separator --><hr class=\"wp-block-separator\"><!-- \/wp:separator -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Jogo R\u00e1pido&nbsp;<\/strong>&nbsp;<\/p>\r\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><em>Arrecada\u00e7\u00e3o de R$ 142 bilh\u00f5es<\/em><\/strong><\/p>\r\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Aarrecada\u00e7\u00e3o total das Receitas Federais atingiu, em maio de 2021, o valor de R$142,106 bilh\u00f5es, registrando acr\u00e9scimo real (IPCA) de 69,88% em rela\u00e7\u00e3o a maio de 2020. No per\u00edodo acumulado de janeiro a maio de 2021, a arrecada\u00e7\u00e3o alcan\u00e7ou o valor de R$ 744,828 bilh\u00f5es, representando um acr\u00e9scimo pelo IPCA de 21,17%. Foi o melhor desempenho arrecadat\u00f3rio desde 2000, tanto para o m\u00eas de maio quanto para o per\u00edodo acumulado, o mesmo acontecendo para os meses de fevereiro, mar\u00e7o, abril e maio de 2021. No Rio Grande do Sul, a arrecada\u00e7\u00e3o totalizou em maio um montante de R$ 6,534 bilh\u00f5es entre impostos e contribui\u00e7\u00f5es, representando aumento de 102,2%, em termos nominais, comparado ao recolhido no mesmo m\u00eas do ano passado. Corrigido pelo IPCA, este percentual corresponde a um aumento de 87,1%. (Correio do Povo)<\/em><\/p>\r\n<hr>\r\n<p>&nbsp;<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre,&nbsp; 30 de junho de 2021&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 15 - N\u00b0 3.446 ICMS cresce 25% no 1\u00ba semestre A arrecada\u00e7\u00e3o de ICMS no semestre que est\u00e1 terminando reflete <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2021\/06\/30\/30-06-2021\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"30\/06\/2021\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-7360","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7360","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7360"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7360\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":7364,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7360\/revisions\/7364"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7360"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7360"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7360"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}