{"id":735,"date":"2015-10-14T17:57:22","date_gmt":"2015-10-14T17:57:22","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2015\/10\/14\/14-10-2015\/"},"modified":"2015-10-14T17:57:22","modified_gmt":"2015-10-14T17:57:22","slug":"14-10-2015","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2015\/10\/14\/14-10-2015\/","title":{"rendered":"14\/10\/2015"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"><center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"><center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"> <\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<p> <\/center><\/center><\/center> <\/p>\n<p><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/span><\/span><br \/> &nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><b><i>Porto Alegre, 14 de outubro de 2015 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 9 - N\u00b0 2.126<\/i><\/b><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><strong style=\"text-align: justify;\"><span face=\"tahoma, geneva, sans-serif\" style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><\/span><\/span><\/strong><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"width: 811px; height: 16px; text-align: justify; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Livro \"Por que bebemos leite - Nutri\u00e7\u00e3o e Hist\u00f3ria\", de Almir Meireles, ser\u00e1 lan\u00e7ado nesta semana<\/strong><\/p>\n<p> Vivemos uma era de extremos e radicalismos alimentares. Atualmente, as redes sociais e a internet propagam numa velocidade in\u00e9dita teorias, receitas e dietas da moda que, sem qualquer fundamento, elegem produtos milagrosos, que passam a ser vistos como panaceia para todos os males. Para contrabalan\u00e7ar \u00e9 preciso apontar vil\u00f5es. Nos \u00faltimos anos, com a moda antilactose, o leite e seus derivados assumiram esse papel.&nbsp;<\/p>\n<p> \u00c9 com conhecimento de causa que o especialista Almir Meireles, esquenta o debate no livro \"Por que bebemos leite - Nutri\u00e7\u00e3o e Hist\u00f3ria\". Al\u00e9m de economista, o autor trabalhou como executivo de grandes empresas na \u00e1rea de latic\u00ednios no Brasil. Sua expertise o levou a escrever artigos em revistas e a publicar sete livros sobre o assunto. Mas ele \u00e9 o primeiro a reconhecer que n\u00e3o tem sentido levantar bandeiras: \"Eu n\u00e3o penso ou defendo que o leite seja um alimento perfeito e completo, como fui levado a crer durante muito tempo, capaz de suprir o organismo, infantil ou adulto, com tudo de que ele precisa em termos nutricionais, sem quaisquer restri\u00e7\u00f5es. Como todo o alimento, ele tem qualidades e limita\u00e7\u00f5es. Mas \u00e9 uma alternativa importante numa dieta equilibrada\".<\/p>\n<p> Com esse ponto de partida, Almir Meireles viaja pela hist\u00f3ria do leite, cujo consumo iniciou-se h\u00e1 cerca de 7.500 anos. Fala dele na nutri\u00e7\u00e3o humana, levanta aspectos de conserva\u00e7\u00e3o, cita as contribui\u00e7\u00f5es da pasteuriza\u00e7\u00e3o, aborda a quest\u00e3o das embalagens e da sustentabilidade na produ\u00e7\u00e3o. A obra fala ainda de qualidade, do mercado e do desafio das empresas. Do ponto de vista industrial, explica caracter\u00edsticas e diferen\u00e7as do leite em p\u00f3, do esterilizado e do ultrapasteurizado, conhecido como longa vida.<\/p>\n<p> Depois de acompanhar o que se publicou na \u00faltima d\u00e9cada sobre a intoler\u00e2ncia \u00e0 lactose, o autor aborda o tema sem constrangimento ou preconceito. E fala tamb\u00e9m de algo \u00f3bvio: dos benef\u00edcios do leite. Essa pluralidade, somada a informa\u00e7\u00f5es precisas e relevantes, faz da obra uma refer\u00eancia no debate contempor\u00e2neo sobre o assunto. (Fonte: Milk Point)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div> <strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Exporta\u00e7\u00f5es do campo ca\u00edram 12% at\u00e9 setembro<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> Em queda desde janeiro nas compara\u00e7\u00f5es com os mesmos meses de 2014, a receita das exporta\u00e7\u00f5es brasileiras do agroneg\u00f3cio n\u00e3o fugiu \u00e0 regra em setembro, ainda pressionadas pela tend\u00eancia de queda das cota\u00e7\u00f5es de grande parte das commodities agr\u00edcolas no mercado internacional. Mas o tamanho do tombo foi um pouco menor. De acordo com estat\u00edsticas da Secretaria de Com\u00e9rcio Exterior (Secex\/Mdic) compiladas pelo Minist\u00e9rio da Agricultura, os embarques do setor somaram US$ 7,24 bilh\u00f5es, 12,7% menos que em setembro do ano passado. As importa\u00e7\u00f5es registraram retra\u00e7\u00e3o de 33,1%, para US$ 954 milh\u00f5es, e como resultado o super\u00e1vit mensal do campo diminuiu 8%, para US$ 6,28 bilh\u00f5es. Segundo informou, em comunicado, a Secretaria de Rela\u00e7\u00f5es Internacionais do Agroneg\u00f3cio do Minist\u00e9rio da Agricultura, apesar da queda observada a participa\u00e7\u00e3o dos produtos no setor na receita total das exporta\u00e7\u00f5es brasileiras aumentou de 42,3%, em setembro de 2014, para 44,8% no mesmo m\u00eas deste ano\". No caso do chamado \"complexo soja\" (inclui gr\u00e3o, farelo e \u00f3leo), que lidera o ranking das exporta\u00e7\u00f5es de produtos do agroneg\u00f3cio brasileiro, as vendas externas registraram em setembro deste ano uma redu\u00e7\u00e3o de 1,2% sobre o mesmo m\u00eas de 2014, para US$ 1,97 bilh\u00e3o. E, depois de meses consecutivos em queda na compara\u00e7\u00e3o com iguais per\u00edodos do ano passado, o item mais vendido desse grupo, a soja em gr\u00e3o, registrou um crescimento de 6,2%, para US$ 1,4 bilh\u00e3o. Essa alta foi mais uma vez sustentada pela aquecida demanda da China, maior pa\u00eds importador da mat\u00e9ria-prima do mundo (ver mat\u00e9ria abaixo). A receita das exporta\u00e7\u00f5es de \u00f3leo e de soja tamb\u00e9m aumentaram em rela\u00e7\u00e3o a setembro do ano passado \u00ac 87%, para US$ 11 milh\u00f5es, segundo o minist\u00e9rio. Em volume, as vendas externas de soja em gr\u00e3o aumentaram 38,8% em setembro frente o mesmo m\u00eas do ano passado, enquanto as de \u00f3leo de soja cresceram 137,6% \u00ac j\u00e1 os embarques de farelo de soja recuaram 10,2%. A receita das exporta\u00e7\u00f5es de carnes (inclui bovina, de frango e su\u00edna), por sua vez, caiu 15,7% em setembro, para US$ 1,27 bilh\u00e3o, ao passo que a dos embarques de a\u00e7\u00facar e etanol diminuiu 36,8%, para US$ 614,5 milh\u00f5es, e as das vendas externas de caf\u00e9 caiu 17,5%, para US$ 507 milh\u00f5es. Dos grupos que lideram as exporta\u00e7\u00f5es do agroneg\u00f3cio, apenas os produtos florestais tiveram resultado mensal positivo. Seus embarques renderam 4,8% mais e alcan\u00e7aram US$ 878 milh\u00f5es. Principal mercado para as exporta\u00e7\u00f5es brasileiras do agroneg\u00f3cio brasileiro, por causa da soja, a China importou do setor US$ 1,9 bilh\u00e3o em setembro, alta de 20,7% frente ao mesmo m\u00eas de 2014, e reverteu a tend\u00eancia de baixa observada nos \u00faltimos meses. Com isso, sua participa\u00e7\u00e3o na balan\u00e7a comercial brasileira subiu de 18,9%, em setembro de 2014, para 26,1% no m\u00eas passado. Com os resultados de setembro, as vendas externas do agroneg\u00f3cio nacional ca\u00edram 11,8% nos primeiros nove meses do ano em rela\u00e7\u00e3o a igual intervalo de 2014, para US$ 67 bilh\u00f5es. As importa\u00e7\u00f5es custaram US$ 10,1 bilh\u00f5es, em queda de 20,1%, e o saldo positivo da balan\u00e7a do setor caiu 10,1%, para US$ 56,8 bilh\u00f5es Sempre na compara\u00e7\u00e3o entre os nove primeiros meses deste ano e de 2014, as exporta\u00e7\u00f5es brasileiras de soja e derivados (farelo e \u00f3leo) recuaram 16,3%, para US$ 24,4 bilh\u00f5es, as de carnes ca\u00edram 14,5%, para US$ 10,9 bilh\u00f5es e as de a\u00e7\u00facar e etanol diminu\u00edram 21,1%, para US$ 5,9 bilh\u00f5es. (Fonte: Valor Econ\u00f4mico)<\/p>\n<p> <strong>A Am\u00e9rica Latina \u00e9 a segunda pot\u00eancia mundial em produ\u00e7\u00e3o de prote\u00edna animal<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> Para 2050, dever\u00e3o ser produzidas mais de 200 milh\u00f5es de toneladas de prote\u00edna animal para satisfazer a demanda da crescente popula\u00e7\u00e3o mundial.<br \/> A regi\u00e3o produz mais de 144 milh\u00f5es de toneladas de carne, ovos e leite por ano.&nbsp;<br \/> Somente o Brasil produz mais de 62 milh\u00f5es de toneladas de prote\u00edna animal por ano.<br \/> &nbsp;<br \/> &nbsp;<br \/> Garantir a seguran\u00e7a alimentar no mundo \u00e9 hoje, mais do que nunca, de vital import\u00e2ncia e, para conseguir isso, a prote\u00edna animal \u00e9 fundamental. A alimenta\u00e7\u00e3o \u00e9 um direito humano e a Am\u00e9rica Latina pode contribuir para a nutri\u00e7\u00e3o adequada da popula\u00e7\u00e3o.<br \/> &nbsp;<br \/> No \u00e2mbito do Dia Mundial da Alimenta\u00e7\u00e3o, a produ\u00e7\u00e3o da prote\u00edna animal ganha relev\u00e2ncia na regi\u00e3o, que ocupa o segundo lugar mundial na produ\u00e7\u00e3o de carne, leite e ovos - com mais de 144 milh\u00f5es de toneladas anuais -, somente abaixo da \u00c1sia, segundo dados da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para Alimenta\u00e7\u00e3o e Agricultura (FAO).<\/p>\n<p> Inclusive, dentro da Am\u00e9rica Latina, apenas seis pa\u00edses - Argentina, Brasil, Col\u00f4mbia, Equador, Costa Rica e M\u00e9xico - contribuem com 81,6% da produ\u00e7\u00e3o desse tipo de prote\u00ednas, o que equivale a 118 milh\u00f5es de toneladas. Diferentes associa\u00e7\u00f5es e empresas dessas na\u00e7\u00f5es formam o Conselho Latino-americano de Prote\u00edna Animal (COLAPA), cujo objetivo \u00e9 promover de modo proativo os benef\u00edcios da prote\u00edna animal, impulsionar sua produ\u00e7\u00e3o e fomentar seu consumo.<\/p>\n<p> \"Contribuir para combater a fome e a desnutri\u00e7\u00e3o, cuidando dos recursos naturais com uma produ\u00e7\u00e3o sustent\u00e1vel de prote\u00edna animal, \u00e9 prioridade para os pa\u00edses nos quais o Conselho est\u00e1 presente, entre eles, o Brasil. A Assocon d\u00e1 sua contribui\u00e7\u00e3o a esse processo multiplicando conhecimento e tecnologias aos pecuaristas, que est\u00e3o na base da cadeia da oferta de alimentos, para que eles produzam mais e melhor\", Alberto Pessina, Vice-Presidente da Associa\u00e7\u00e3o Nacional dos Confinadores (ASSOCON), uma das entidades membro do COLAPA no Brasil.<\/p>\n<p> Para o ano de 2050, a Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU) estima que a popula\u00e7\u00e3o mundial ser\u00e1 de 9 bilh\u00f5es de pessoas. Para alimentar este crescente n\u00famero de indiv\u00edduos, a produ\u00e7\u00e3o anual de carne deve aumentar em mais de 200 milh\u00f5es de toneladas at\u00e9 alcan\u00e7ar os 470 milh\u00f5es, de acordo com a FAO. &nbsp;<\/p>\n<p> Do total da produ\u00e7\u00e3o de carne, ovos e leite na Am\u00e9rica Latina, o Brasil contribui com mais de 26 milh\u00f5es de toneladas de carne - bovina, su\u00edna, de frango, entre outras -; mais de 34 milh\u00f5es de toneladas de leite; e mais de 2 milh\u00f5es de toneladas de ovos. Segundo n\u00fameros da FAO, o Brasil tem uma produ\u00e7\u00e3o anual de mais de 62 milh\u00f5es de toneladas de prote\u00edna animal.<\/p>\n<p> \"As prote\u00ednas animais devem ser consumidas diariamente, pois nos permitem produzir mais defesas, ganhar massa muscular, melhorar a circula\u00e7\u00e3o, calcificar e enriquecer nossos ossos. A defici\u00eancia proteica \u00e9 considerada um estado de desnutri\u00e7\u00e3o. Seus sintomas podem tornar-se muito graves e afetar todo o organismo. Nesse sentido, a cadeia produtiva deve estar alinhada para potencializar a oferta de prote\u00ednas animais de qualidade, envolvendo todos os elos - do produtor \u00e0 ind\u00fastria\", conclui Pessina.<\/p>\n<p> Produzir mais prote\u00edna animal, de qualidade e sustent\u00e1vel, permitir\u00e1 enfrentar com maior efic\u00e1cia a inseguran\u00e7a alimentar e romper o ciclo da pobreza, a\u00e7\u00e3o que a FAO impulsiona este ano no \u00e2mbito do Dia Mundial da Alimenta\u00e7\u00e3o. (Fonte: Agrolink com informa\u00e7\u00f5es de assessoria)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> <strong>Queda forte do com\u00e9rcio eleva temor com a China<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> As exporta\u00e7\u00f5es e importa\u00e7\u00f5es da China ca\u00edram em setembro com a continuidade da fraca demanda global, um sinal de que a segunda maior economia do mundo ainda est\u00e1 enfrentando dificuldades, quando o fim do ano se aproxima. As exporta\u00e7\u00f5es recuaram menos do que alguns economistas previam. Ainda assim, eles disseram que os dados s\u00e3o mais um sinal de que os dados do crescimento da China no terceiro trimestre, que devem ser divulgados na pr\u00f3xima semana, provavelmente ficar\u00e3o abaixo da meta de Pequim, de cerca de 7% para todo o ano. \"As exporta\u00e7\u00f5es em setembro foram um pouco melhor que o esperado\", disse o economista Ma Xiaoping, do HSBC, para quem os dados de com\u00e9rcio no fim do ano tendem a melhorar devido \u00e0s vendas de Natal. \"Mas se voc\u00ea excluir fatores sazonais, n\u00e3o vejo muita melhora na demanda global.\" Segundo dados oficiais, as exporta\u00e7\u00f5es chinesas em d\u00f3lar ca\u00edram 3,7% em setembro ante o mesmo per\u00edodo do ano anterior, depois de recuar 5,5% em agosto. J\u00e1 as importa\u00e7\u00f5es em setembro ca\u00edram 20,4% em rela\u00e7\u00e3o a um ano antes, comparado com uma queda de 13,8% em agosto, informou a ag\u00eancia alfandeg\u00e1ria. O super\u00e1vit comercial em setembro subiu para US$ 60,3 bilh\u00f5es ante US$ 60,2 bilh\u00f5es em agosto. O Fundo Monet\u00e1rio Internacional divulgou que espera que a economia mundial cres\u00e7a 3,1% este ano, o ritmo mais lento desde a crise financeira global e abaixo da previs\u00e3o de 3,3% que o FMI fez em julho. A incerteza econ\u00f4mica generalizada est\u00e1 alimentando a volatilidade nos mercados de d\u00edvida, a\u00e7\u00f5es e c\u00e2mbio em todo o mundo. As exporta\u00e7\u00f5es da China foram bem melhores que as dos vizinhos Taiwan e Coreia do Sul, que tiveram fortes quedas em setembro, o que indica que a China est\u00e1 se aguentando num mercado fraco, segundo economistas. \"Isso mostra a competitividade das exporta\u00e7\u00f5es chinesas\", afirma Shen Jianguang, economista da Mizuho. Huang Songping, porta\u00acvoz da Administra\u00e7\u00e3o Geral da Alf\u00e2ndega, disse que as exporta\u00e7\u00f5es chinesas devem voltar a subir no quarto trimestre, ap\u00f3s ca\u00edrem no segundo e terceiro trimestres do ano. Ela disse ainda que a queda das importa\u00e7\u00f5es tende a diminuir no quarto trimestre do ano, citando medidas adotadas por Pequim nas \u00faltimas semanas \u00ac incluindo procedimentos mais f\u00e1ceis de importa\u00e7\u00e3o e impostos reduzidos \u00ac destinadas a impulsionar o com\u00e9rcio. As economias com sede de crescimento est\u00e3o preocupadas com o cen\u00e1rio da China, depois que o colapso no mercado acion\u00e1rio e a inesperada desvaloriza\u00e7\u00e3o do c\u00e2mbio sacudiram os mercados globais. Pequim j\u00e1 cortou os juros cinco vezes desde novembro do ano passado, reduziu repetidamente o compuls\u00f3rio banc\u00e1rio e elevou os gastos do governo, em sua tentativa de impulsionar o crescimento. At\u00e9 agora, o efeito dessas medidas tem sido limitado. As exporta\u00e7\u00f5es chinesas, que j\u00e1 foram o principal motor de crescimento do pa\u00eds, v\u00eam enfrentando mais obst\u00e1culos com a alta dos sal\u00e1rios e dos pre\u00e7os da terra, al\u00e9m da ascens\u00e3o de concorrentes de baixo custo do Sudeste Asi\u00e1tico. Economistas disseram que as exporta\u00e7\u00f5es em setembro provavelmente teriam sido mais fortes caso n\u00e3o tivesse ocorrido uma explos\u00e3o no porto de Tianjin, no nordeste do pa\u00eds, em agosto, e o fechamento tempor\u00e1rio de f\u00e1bricas no m\u00eas passado, antes de um desfile militar em Pequim, com o objetivo de reduzir a polui\u00e7\u00e3o do ar. A China n\u00e3o deve atingir este ano a sua meta de crescimento anual de 6% no com\u00e9rcio exterior, em rela\u00e7\u00e3o ao ano passado, j\u00e1 menor que a meta de 7,5% estabelecida em 2014 e de 8% em 2013, ambas tamb\u00e9m n\u00e3o cumpridas, segundo economistas. Os dados de exporta\u00e7\u00e3o de ontem s\u00e3o os mais recentes em uma s\u00e9rie de n\u00fameros econ\u00f4micos fracos da China nas \u00faltimas semanas. O \u00edndice oficial de gerentes de compras do pa\u00eds caiu em setembro pelo segundo m\u00eas consecutivo, as reservas estrangeiras recuaram em mais de US$ 40 bilh\u00f5es no m\u00eas passado e o setor imobili\u00e1rio continua enfrentando dificuldades. (Colaboraram Olivia Geng e Grace Zhu.) (Fonte: Valor Econ\u00f4mico)<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/div>\n<div><em>Oferta de Petr\u00f3leo<br \/> A agencia internacional de energia prev\u00ea que o excesso de oferta de petr\u00f3leo continuar\u00e1 em 2016, refletindo desacelera\u00e7\u00e3o do crescimento de demanda. (Fonte: Valor Econ\u00f4mico)<\/em><\/div>\n<div><em><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/em><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<p> <center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"><center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"> <\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp; <\/span><\/p>\n<p> <\/center><\/center> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span id=\"cke_bm_97E\" style=\"display: none;\"><\/span><span id=\"cke_bm_503E\" style=\"display: none;\"><\/span><\/span><\/span><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Porto Alegre, 14 de outubro de 2015 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 9 - N\u00b0 2.126 &nbsp; Livro \"Por que bebemos leite - Nutri\u00e7\u00e3o e Hist\u00f3ria\", de Almir Meireles, ser\u00e1 lan\u00e7ado <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2015\/10\/14\/14-10-2015\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"14\/10\/2015\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-735","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/735","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=735"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/735\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=735"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=735"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=735"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}